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Descubra a grande história da dança!

De Fernanda, publicado dia 05/03/2019 Blog > Artes e Lazer > Dança > Dança: origem e evolução

“Só quando danço me liberto do tempo: esvoaçam as memórias, levantam voo de mim.» – Mia Couto

Quem realmente conhece as verdadeiras origens da dança clássica ou da dança contemporânea?

A dança é uma das três principais artes cênicas da antiguidade, ao lado do teatro e da música. No antigo Egito já se realizavam as chamadas danças astro-teológicas em homenagem a Osíris. Na Grécia, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos.

A evolução da dança é imprescindível para o estudo da história da arte e para aqueles que desejam se tornar profissionais da dança, como dançarinos em competições oficiais ou até mesmo professores particulares ou em escolas de dança.

Além de ser útil para seus estudos, a história da dança enriquece sua cultura pessoal e o faz compreender melhor a evolução de todos os estilos de dança.

Mergulhe conosco na grande história da arte da dança, que vai dos ritos aos esportes, como se vê na aula de zumba.

Alongue seu corpo, faça um breve aquecimento e vamos lá!

Os primeiros dançarinos da pré-história

Se a arte da dança é tão atraente para muitos brasileiros, é certamente porque a dança está enraizada em nossa cultura!

Quais níveis são ensinados em uma escola de balé? Faça uma visita às cavernas do mundo para descobrir as antigas representações dos dançarinos!

A existência da dança remonta aos tempos pré-históricos: em algumas cavernas européias, africanas ou asiáticas, há desenhos dos primeiros homens que praticavam essa arte. O homem primitivo pintava nas paredes das grutas, cavernas e galerias subterrâneas cenas de caça e rituais que representavam a caçada. Acreditavam ser possível, pela representação pictórica, alcançar determinados objetivos, como abater um animal, por exemplo.

Graças ao trabalho meticuloso dos arqueólogos contemporâneos, foram encontradas tumbas decoradas com desenhos de dançarinos no Egito e até mesmo gravuras semelhantes nas rochas de Bhimetka, na Índia. Estas pedras têm mais de 30.000 anos!

Essas gravuras são particularmente valiosas para os historiadores da arte. Na verdade, como a dança é composta de movimentos abstratos, é difícil datar sua origem com precisão.

A dança é considerada essencial para a evolução da civilização.

Como os primeiros homens ainda não tinham nenhuma linguagem oral, o movimento do corpo ocupava o papel principal na comunicação. As tribos poderiam assim se reconhecer e se relacionar por meio dessa linguagem corporal.

Qual a história da dança? Foi no ano de 2.000 a.C. no Egito, no meio do deserto que surgiram as danças da chuva. Essa dança é conhecida não só no Egito, mas em muitas outras tribos e lugares.

Foi aproximadamente em 4.000 a.C. que a técnica da dança começou a aparecer. Alguns homens começaram a desenvolver danças religiosas, incorporando movimentos como o espacate, as danças em casal ou torneios. Graças à simetria dos dançarinos e às novas sequências coreográficas, a dança começou a se tornar graciosa e harmoniosa.

A arte da dança não deve ser subestimada: na verdade, é uma das mais antigas, sem as quais nossos antepassados ​​teriam dificuldade para se comunicar!

Nessa época a música para dançar ainda não existia, e mesmo assim…!

Dança durante a Antiguidade

É mesmo durante o período da Antiguidade que a dança ganhou importância na sociedade!

Durante o Egito dos faraós, as técnicas de desenho evoluíram, permitindo que os arqueólogos aprendessem mais sobre a prática desta arte.

Na época, os dançarinos egípcios mostraram flexibilidade levantando as pernas muito alto para trabalhar o equilíbrio corporal.

Embora a dança fosse importante no Egito Antigo, é principalmente na Grécia que esta arte ganhou um lugar relevante!

Os dançarinos da civilização grega praticavam:

  • Danças religiosas,
  • Danças dramáticas,
  • Danças líricas
  • Danças especiais, etc.

Na Ilíada e na Odisséia, Homero se baseia em danças realmente praticadas pela civilização grega, especialmente durante o rito do casamento. A dança é acima de tudo coletiva: os homens e as mulheres se seguram pelos punhos enquanto dançam em círculos.

A dança mais popular na época da antiguidade continua a ser a dionísica. Na verdade, a arte da dança era vista como um meio de comunicação entre mortais e imortais. O povo grego dançava durante rituais religiosos em homenagem ao deus Dionísio, embora a dança também estivesse presente em outros rituais.

Qual é a história da dança? O jovem Baco e seus seguidores, (1884) de William-Adolphe Bouguereau. Nas festas dionísicas, a dança era expressão presente e embalava os participantes.

Na obra De Saltatione, Lucian de Samosata explica a importância da dança:

“Aqueles que falaram verdadeiramente de sua origem afirmam que nasceu no momento da criação de todas as coisas e que é tão antigo quanto o Amor, o mais antigo dos deuses. “

A dança tinha diversas funções para os antigos:

  • Se comunicar e criar amizades durante as interações sociais,
  • Rezar para um deus durante cerimônias oficiais e rituais religiosos,
  • Para curar enfermos, especialmente durante as danças macabras,
  • Expressar sentimentos ao sexo oposto ou à família

Cada dança antiga expressava um sentimento particular. A emmélie e a gymnopédique eram danças lentas e sérias que traziam um sentimento trágico. Pyrrhics e sicinnis, danças mais rápidas, expressaram um sentimento satírico. Por fim, cordace e hyporchème, danças vivas e energéticas, expressaram a alegria dos dançarinos.

Homens, mulheres e crianças nem sempre praticavam os mesmos estilos de dança. Na verdade, a dança era acima de tudo um meio de distinguir a condição social, sexo, idade e país de origem de dançarinos antigos.

Você entendeu: para se tornar um verdadeiro dançarino profissional, vai precisar estudar alguns livros didáticos de história da arte!

Dança na Idade Média

A Idade Média foi um período sombrio para esta bela arte que é dança!

Quais são os estilos de música para dançar hip hop? Na Idade Média, a dança era praticada em grupos, com alegria e bom humor!

É particularmente difícil conhecer a história da dança na Idade Média. Durante estes séculos, apenas uma pequena elite (nobres ou clérigos) sabia escrever e ler. Há, portanto, poucos registros sobre a dança da Idade Média, já que ela era sobretudo praticada pelo povo.

A Igreja Cristã viu a dança como uma atividade sem escrúpulos. As danças noturnas eram tidas como libertinagem condenada: esta última tentou proibir completamente a arte, sem nunca conseguir extinguí-la de fato.

Gradualmente, as danças religiosas começaram a desaparecer para dar lugar a novas formas de dança!

A partir do século VI, os povos europeus inventaram estilos de danças divertidas para praticar em grupos em torno de um cantor. A dança e a música eram duas atividades inseparáveis: as pessoas reproduziam o coro do cantor enquanto dançava ao seu redor.

Descubra as principais danças do período medieval:

  • Estampie: era apreciada pela corte francesa, uma espécie de sapateado acompanhado por música instrumental;
  • Saltarello: popular entre as cortes medievais e renascentistas italianas. Leve e alegre, era uma “dança saltitante”
  • Carola: modalidade de maior registro de dança na Idade Média, desde os séculos XII e XIII. Praticada por um grupo de dançarinos de mãos dadas e em círculos.
  • Branle: uma dança de camponeses onde os dançarinos seguiam o líder.
  • Tarantela: popular entre os séculos XIV e XV na região da Campania, Itália – daí a origem de seu nome que deriva de Taranto, cidade no sul da Itália. Consiste na troca rápida de casais, e o ritmo aumenta progressivamente.

Qual a história da dança? Dança popular entre as cortes medievais e renascentistas italianas, o Saltarello é leve e alegre: era uma “dança saltitante”. Danse champêtre dans les environs de Rome. Françoise Pinelli – 1800/1825 – Museo di Roma.

Mesmo no século 21, é bem possível aprender a dançar os ritmos medievais!

Em escolas, em estúdios ou em associações especializadas em dança, ou até por meio de aulas particulares: muitos professores dominam danças medievais. Para fazer uma introdução à dança medieval, você não precisa ser um profissional, longe disso!

Na verdade, a dança medieval é ensinada em um ambiente amigável e alegre. A aula de dança medieval permite que você ensaie diferentes passos coletivos e mantenha uma coreografia enquanto descobre a magnífica história dos povos europeus.

Algumas citações de dança podem fazer você querer ir mais longe ainda nos seus estudos de dança!

Por que não fazer uma aula de carol com um coreógrafo experiente?

A arte da dança moderna

Foi no século 18 que surgiu uma dança bem conhecida do dançarino profissional: o balé!

A palavra “balé” (ballet) vem do termo italiano “balletto“, diminutivo do “ballo“, que significa “dança”. “Ballo” é etimologicamente ligado ao latim “ballo, ballare“, que significa “dançar”. A ortografia francesa “ballet” é usada de forma idêntica em inglês e em alguns dicionários brasileiros.

Originalmente, “um balé é um gênero dramático cuja ação é representada por pantomimas e bailarinas” (Wikipedia).

A dança clássica foi particularmente popular na França e na Itália. Jean-Baptiste Lully contribuiu para essa popularidade graças às composições que ele interpretou tanto na corte dos reis, mas também na Ópera National de Paris. Graças à emoção dessas apresentações, o balé de ação tornou-se um meio de comunicação sob o regime político para transmitir uma mensagem sutil.

Bailarinas e a história do balé. Na história da dança clássica, as mulheres demoram para ocupar o papel principal nos palcos.

As cinco posições da dança clássica

Pierre Beauchamp, dançarino e coreógrafo na corte, figura emblemática dessa bela dança, registrou as cinco posições da dança clássica. É a ele que se credita a invenção do primeiro sistema de notação gráfica da coreografia:

  • Primeira posição: junte seus calcanhares de forma que a ponta de seus pés apontem para direções opostas. Certifique-se de que suas pernas estejam viradas a partir das coxas. Não vire apenas os joelhos, ou você pode se lesionar.
  • Segunda posição: igual à primeira, mas posicionando um dos pés a um pé de distância. Mantenha os dedos virados para fora.
  • Terceira posição: essa posição é como a primeira, mas cruze o calcanhar do pé à frente para o meio (peito do pé) de seu pé traseiro.
  • Quarta posição: Posicione seus pés para fora, mas posicione seu pé frontal a cerca de 15cm à frente de seu pé traseiro. Isso pode ser feito a partir do primeiro passo ou do terceiro.
  • Quinta posição: Similar à primeira, mas você posiciona o calcanhar de seu pé frontal no dedão do pé traseiro.

As máscaras costumavam ser usadas para favorecer a linguagem corporal das dançarinas.

Os trajes dos dançarinos ajudaram os artistas a se sentir mais livres, um sentimento igualmente procurado pelos aprendizes de hoje. Os sapatos e as roupas ajudaram a acentuar a fluidez do corpo e foi nessa época que a famosa sapatilha meia ponta nasceu.

Qual a história da dança? Graças à evolução da dança, hoje assistimos à popularização da arte. Vestimentas mais confortáveis, aulas acessíveis e movimentos libertadores.

Ao mesmo tempo, alguns dançarinos descobriram danças eruditas, criando coreografias refinadas e complexas. Em um ritmo rápido, os artistas tiveram que provar inteligência e concentração infalível para poder executar perfeitamente os movimentos. As danças eruditas, no entanto, eram reservadas para uma elite; elas agora são acessíveis a todos, graças às aulas particulares de dança ou à grande quantidade de festivais de dança anuais!

Aprenda a dançar como no tempo da realeza!

História da dança clássica no Brasil

As danças que aconteciam nos palácios em comemorações à corte no século XVI chegaram ao Brasil com D. João VI. (1769 – 1826) que fugindo da invasão napoleônica, trouxe e início do século XX, companhias de ópera francesas e italianas se apresentaram no Brasil, Com elas vieram os balés que faziam parte das apresentações. (Rengel e Langendonck 2006, p 68).

No Brasil, acredita-se que o primeiro balé foi dirigido por Lacombe e apresentado em 1813 no Real Teatro de São João, no Rio de Janeiro.

Só depois de um século que o interesse permanente pelo balé aconteceu, com a atuação da Companhia de Diaghilev (com Nijinski, Massine, Karsavina e Lidia Lepokova) no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, seguida da visita da Companhia de Ana Pavlova.

A história da dança no Brasil. A bailarina Maria Olenewa, na foto por volta de 1930, fundou a primeira escola de dança do Brasil.

A história do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro começa em 1927, quando a bailarina Maria Olenewa (1896-1965) fundou a primeira escola de dança do Brasil, sediada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Olenewa, integrante da Companhia de Bailados de Leonide Massine, que lecionara na Escola de Danças do Teatro Colón de Buenos Aires e dançara no Brasil em 1921, fixou residência no Rio de Janeiro. Animada com as aulas particulares de balé que ministrava na cidade, tomou a iniciativa de propor a criação da Escola de Dança, dando início à formação de bailarinos para integrar um futuro Corpo de Baile.

Lá se formaram, entre outros, Berta Rosanova, Leda Yuqui, Madeleine Rosay e Carlos Leite. Mais tarde, outros nomes surgiram como Dalal Achcar e Márcia Haydée.

Outros corpos de baile foram criados por Vaslav Veltchek, Aurélio Milloss, Carlos Leite e Sansão Castelo Branco, Tatiana Leskova, Nina Verchinina, Dalal Achcar.

Entre os bailarinos da nova geração vale também citar Davi Dupré, Aldo Lotufo, Marcia Haydée, Beatriz Consuelo, Sandra Dicken, Dennis Gray, Alice Colino, Ana Botafogo, Noêmia Wainer.

Podemos mencionar também muitos compositores que contribuíram com partituras: Villa-Lobos, Lorenzo Fernandes, Luís Cosme, Alberto Nepomuceno, Heckel Tavares, Cláudio Santoro.

Já na cenografia outros nomes marcaram a história: Di Cavalcanti, Burle Marx, Nilson Pena, Belá Pais Leme, Darci Penteado e Fernando Pamplona. Poetas como Manoel Bandeira e Vinícius de Morais contribuíram com libretos.

Qual a historia da dança no Brasil? A história do Theatro Municipal do Rio de Janeiro se confunde com a história da dança clássica no Brasil.

História da dança contemporânea no Brasil

É dança o que de bom se fez no passado, o que de bom se faz agora e o que de bom se fará no futuro, e será dança aquilo que contribuir efetivamente, aquilo que se somar positivamente às experiências vividas por gerações de artistas que dedicaram suas existências ao plantio e cultivo de uma arte cujos frutos surgem agora, não apenas nos nossos palcos, mas nas telas dos nossos cinemas e das nossas televisões, deixando de ser algo cultivado por uma pequena elite para se transformar num meio de entretenimento dos mais populares nas últimas décadas. (FARO, 1986, p. 130).

Foi no século 20 que a dança começou a aparecer como é geralmente praticada hoje!

Desejando se afastar da reputação que o balé ganhou de dança “intelectual”, alguns coreógrafos contribuíram para popularizar a dança moderna, bem como a dança do jazz moderno. A dança clássica era considerada como uma prática voltada para o grupo; já a dança moderna favoreceu a liberdade do dançarino como tal.

Após a Segunda Guerra Mundial, foi a vez da dança contemporânea se tornar popular!

Alguns teóricos remetem a origem da dança contemporânea aos experimentos dos artistas pós-modernos do movimento Judson Dance Theater, iniciado na década de 1960, nos Estados Unidos.

Incorporando movimentos de diferentes estilos (jazz, dança moderna, dança clássica …), a dança contemporânea tem foco na mudança de ritmo e na improvisação. O dançarino de contemporânea busca, acima de tudo, expressar sua independência e criatividade por meio de movimentos que são rápidos e lentos, exigindo uma técnica precisa.

Qual a história da dança no Brasil? O Grupo Corpo é uma companhia brasileira de dança contemporânea reconhecida internacionalmente que atua há mais de 40 anos desenvolvendo espetáculos de dança.

No Brasil, a dança contemporânea teve o seu início em meados da década de 40, por meio do casal Klauss Ribeiro Viana e Angel Vianna.

Preparador corporal, bailarino, professor, Klauss foi introdutor de um método próprio voltado para a corporalidade expressiva de atores e bailarinos. Pioneiro na pesquisa e desenvolvimento da técnica somática, criada com o objetivo de proporcionar a consciência corporal dos seus praticantes, trabalhando corpo e mente, além da manutenção de sua saúde. Utilizou técnicas que ampliam o treinamento técnico em dança. Ele também foi o primeiro bailarino a utilizar o termo “expressão corporal” no Brasil.

A dança surge de processos internos, de como nossos músculos se movem, como os ossos se encaixam e como colocamos emoção em nossa massa. Daí a ideia de buscar a dança que existe dentro de cada um. Quanto mais levarmos em conta essa dimensão existencial revelada por meio do nosso corpo, mais proveitoso poderá vir a ser o trabalho realizado e mais rico o resultado, escreve Klauss.

Qual a história da dança? O contato improvisação é uma técnica de movimento criada na década de 1970 por um grupo de coreógrafos e bailarinos norte-americanos, ligados à dança moderna, linguagem ainda emergente na época.

É pelas mãos de Klauss Vianna que os bailarinos brasileiros começam a abandonar as sapatilhas e a usar o corpo como instrumento de criação pessoal. Seu trabalho no Teatro Ipanema permite ao grupo aprofundar sua proposta não realista e definir, na linha de interpretação, o teatro ritualístico que caracteriza as montagens mais importantes da equipe.

Foi Klauss que assinou a expressão corporal de Roda Viva, de Chico Buarque, 1968.

No Rio de Janeiro, a Escola Angel Vianna continua a difundir seu método na formação profissional de bailarinos, atores, coreógrafos e terapeutas corporais, escola que se torna curso superior em 2001.

Pratique a dança contemporânea

A dança contemporânea permite desalojar velhos padrões não só de movimento, mas de formas de pensar. É preciso deixar de lado certos valores para se espreguiçar no chão ou improvisar mesmo sabendo que, para quem olha de fora, você pode parecer ridículo.

A reconhecida coreógrafa alemã Pina Bausch escolhe os bailarinos não pela técnica, mas pelo que pensam. Para isso, passa dois ou três dias com as pessoas antes de elegê-las ou não.

Angel Vianna, professora, bailarina e companheira de vida de Klauss Vianna, diria que talento tem muito pouco a ver com dançar. É ao experimentar livremente que as capacidades se afloram. A dança contemporânea já valeria por nos devolver o corpo como forma de expressar nossa individualidade.

Como manter uma coreografia de tango argentino? Bachata, salsa, valsa, afro… Você pode aprender tudo com a ajuda do Superprof!

Desde o século 20, as escolas de dança têm ensinado estilos muito mais variados do que antes:

  • Axé
  • Bachata
  • Baião
  • Balé
  • Bolero
  • Break
  • Capoeira
  • Carimbó
  • Country
  • Dança contemporânea
  • Dança de roda
  • Dança de rua
  • Dança do ventre
  • Dança moderna
  • Dança de salão
  • Fandango
  • Flamenco
  • Forró
  • Foxtrot
  • Frevo
  • Funaná
  • Funk
  • Hip hop
  • Jazz
  • Jive
  • Kizomba
  • Lambada
  • Lindy Hop
  • Maracatu
  • Merengue
  • Pagode
  • Pasodoble
  • Polca
  • Pole Dance
  • Pop Latino
  • swing
  • Salsa
  • Samba
  • sapateado
  • Tango
  • Zouk
  • Aula de zumba

Associações de danças, estúdios e escolas de dança e música oferecem aulas de contemporânea para todos os níveis, desde iniciantes até avançados.

Descubra também os filmes de dança mais famosos.

Centenas de Superprofs oferecem aulas particulares de dança a preços atraentes: por que não começar com uma aula de zumba ou de balé?

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Lucianda
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Lucianda

Gual. Importância da Dança no século 21

leandro
Convidado
leandro

eu gostei de site muito bom me ajudou e pode ajudar várias outras

Louizy Costa
Admin
Louizy Costa

Olá Leandro,
Que bom que gostou do conteúdo, saiba que temos vários outros artigos de dança no blog, espero que goste também. (:

Marta
Convidado
Marta

Achei o que procurava obrigada!

Bianca da Vitória
Convidado
Bianca da Vitória

Boa tarde, usei o artigo para uma pesquisa e preciso saber o sobrenome da autora para botar nas referências.

Louizy Costa
Admin
Louizy Costa

Olá Bianca!
O nome da autora do texto é Fernanda Cotrim Martins. (:

Ficamos felizes que o artigo contribua com sua pesquisa!