Aulas particulares Idiomas Música Apoio Escolar Esporte Artes e Lazer
Compartilhar

Descubra todas as dicas para aprender a tocar teclado

De Fernanda, publicado dia 09/10/2017 Blog > Música > Piano > Como aprender a tocar piano?

Aprender o piano não é tarefa fácil. Mesmo antes de iniciar os estudos do instrumento, o primeiro passo é ter motivação e paixão por música e pelos teclados.

O processo de aprendizagem pode ser longo: das aulas de teoria musical às aulas de teclado para iniciantes, passando pelos níveis intermediário e avançado, prática do instrumento, ensaios, leitura de partituras, até chegar o momento no qual o pianista começa a querer compor sua própria música.

Para aprender a tocar teclado, é necessário estudar com regularidade e trabalhar assiduamente para conseguir avançar e se tornar um bom músico.

Não desanime nem pule as etapas.

Primeiro, aprenda a ler uma partitura de piano, então aprenda a teoria da música. Em seguida, é preciso adquirir destreza e treinar a coordenação das duas mãos quando toca.

Estar à vontade em frente ao seu piano e ler uma partitura assim como você lê um livro, tocar e improvisar, cantar no piano e depois compor…. São etapas avançadas de estudo e só acontecem após alguns anos de prática.

Aqui estão nossas dicas para se tornar um bom pianista e tocar seu teclado com maestria!

A melhor hora para aprender a tocar piano

Quando aprender teclado? Não espere um momento de inspiração incrível ou uma hora especial. Para avançar nos estudos do piano é importante treinar com regularidade.

A questão de “quando praticar o piano” surge muitas vezes e é crucial na formação de qualquer pianista. O tempo de prática é um elemento chave para evoluir.

Em primeiro lugar, para saber quando e como praticar o piano em casa de forma proveitosa, é melhor perguntar diretamente ao seu professor particular. Ele é a pessoa mais indicada para lhe fornecer recomendações personalizadas. Para aproveitar bem seus conhecimentos, você deve lhe explicar claramente como você trabalha normalmente, quais são seus hábitos de estudo, e assim por diante.

Em segundo lugar, é preciso saber que a motivação e o estado de espírito são fundamentais.  A maioria dos jovens estudantes de piano abandonam o instrumento por falta de perseverança, desânimo ou falta de método.

Daí a importância do estado de espírito. Para treinar efetivamente, existem qualidades fundamentais: a vontade, a motivação e o desejo de progredir. Pois vamos falar a verdade: o piano não é o instrumento mais fácil do mundo de se aprender!

Por fim, em relação à sua disponibilidade. Pergunte a você mesmo e responda com sinceridade: esta falta de tempo para praticar o teclado é real ou é somente um pretexto?

Todo mundo tem tempo livre. Basta querer encontrar esse momento (exceto em casos excepcionais). Vale a pena parar e observar como você organiza seus dias. Será que você não consegue reservar uma hora a cada três dias para tocar piano? Você verá que é bem possível que sim.

Melhor trabalhar 30 minutos todos os dias do que organizar sessões de estudo de três horas de forma irregular. A regularidade é a palavra-chave. É melhor estudar menos e com regularidade do que o contrário.

A regularidade permite que você imponha disciplina a si mesmo, para criar um estado de espírito favorável à aprendizagem do piano. A regularidade impõe e promove rigor, disciplina e repetição. Preparar a sua aula de teclado ou piano é essencial!

Saiba que a questão do tempo é no fundo menos importante do que a do “como”. Em outras palavras, não é a quantidade que conta, mas a qualidade.

Dicas para melhorar a destreza no piano

A destreza é a capacidade de mover os dedos no teclado com muita precisão e, quando necessário, em alta velocidade. Também podemos chamar essa competência de flexibilidade. Ter uma boa destreza significa que você tem a capacidade de sequenciar acordes complicados de forma fácil e rápida, com grande fluidez.

É preciso sempre estar atendo ao movimento e à flexibilidade de suas mãos, todas as vezes quando senta na frente do piano. É normal ter pouca flexibilidade no início. Por isso, é preciso treinar muito esse aspecto ao longo de suas aulas de teclado e em casa também. E, caso você tenha “mãos pequenas”, é preciso compensar com uma grande flexibilidade, boa velocidade de execução e boa precisão. É uma fórmula de equilíbrio que deve ser encontrada por cada pianista.

Todo pianista digno de respeito deve passar por esse estágio em qualquer momento de sua vida.
Treinar sua destreza é treinar sua qualidade de toque. Se você quer tocar o que quiser, vai precisar passar por esse caminho.

Veja algumas dicas básicas parta treinar o movimento e a flexibilidade das suas mãos:

  • Faça escalas para exercitar a destreza no piano – uma boa dica são os métodos de Hanon e Czerny
  • Crie seus próprios exercícios: use sua imaginação, sua criatividade e sua inventividade para criar seus exercícios. É importante que os treinos sejam adaptados a cada aluno, acompanhando sua progressão e suas principais necessidades.
  • Faça sequências de acordes simples: ao utilizar apenas o teclado como recurso, este exercício permite trabalhar a memória visual.
  • Treine com regularidade: em sessões de no mínimo 10 a 15 minutos cada. Fazer exercícios de destreza no final da prática contribui para o fortalecimento dos músculos, favorecendo assim o rápido desenvolvimento da flexibilidade, como um ginasta.

É possível desenvolver destreza no teclado? Como ter uma melhor uma boa flexibilidade na hora de tocar o seu instrumento?

É possível tocar teclado e cantar simultaneamente

Tornar-se um pianista não é coisa fácil. Associar voz e piano é uma façanha ainda mais difícil!

Seu sonho sempre foi se tornar um Elton John? Tocar as notas perfeitas e soltar aquela voz com emoção?

A verdade é que quando você se concentra bastante na parte do piano (mesmo fazendo aulas de piano), você se esquece das letras, se confunde na melodia.

Quando, ao contrário, você se concentra na parte vocal, os acordes não fluem, você toca fora de ritmo, você erra a nota, e o andamento não é mais o mesmo. Mas como resolver esse problema?

A nossa primeira dica é: você precisa estudar cada parte separadamente (canto + instrumental) até dominar tudo, antes de tentar tocar e cantar ao mesmo tempo.

Uma sugestão: antes de começar suas tentativas de sincronização de ambas as partes, toque a música no piano e solfeje a música ao mesmo tempo. Isso permite que você se concentre apenas nas inflexões de voz, ritmo, melodia, abstração de palavras.

Depois disso, siga os seguintes passos:

  • Ouça bem a versão original: faça um exercício de esgotamento da música que você quer tocar. Preste atenção em cada detalhe, nas técnicas utilizadas pelo cantor, no tom de voz, no ritmo, na entonação…
  • Use uma partitura simplificada: comece com um jeito mais fácil de tocar.
  • Faça exercícios específicos para praticar o piano e voz (como a técnica do falar enquanto toca a música ou a de identificar as sílabas das palavras em cada nota tocada)
  • Comece tocando e cantando uma música fácil
  • Treine com regularidade: é melhor treinar 30 minutos a cada dois dias do que acumular 3 horas cansativas de estudos.

Como simplificar uma música no piano?

Simplificar uma música no piano pode ter várias finalidades.

Tornar uma obra mais acessível no piano é às vezes uma etapa obrigatória nos seus estudos; outras vezes pode ser simplesmente pela praticidade, ou ainda para dar um toque pessoal à obra original.

Mas antes de simplificar uma música, é essencial conhecer os menores detalhes dela.

A estrutura, a melodia, as sequências, até as variações e os efeitos técnicos criados pelo músico em questão.

Este conhecimento é obrigatório antes de iniciar a simplificação. Para resumir em uma palavra esse processo: ouça.

Ouça música. De manhã antes de ir para o trabalho, no trajeto do trabalho, no transporte público, e até mesmo depois de chegar no escritório. Ouvir é o único caminho.

Em 80% das músicas produzidas hoje em dia, se você identifica os 4 ou 5 acordes principais, já tem mais da metade do caminho andado. Uma vez que esses acordes principais foram identificados, é preciso aprender a sua ordem e sua sequência dentro da música. É ótimo saber como fazer um acorde de C, F e G separadamente. Mas fazer uma sequência com eles, em alta velocidade, é outra coisa totalmente diferente!

O professor de piano tem papel fundamental. Ele pode orientá-lo em todo o processo: na escolha da obra musical, qual o tipo e o nível da simplificação (pequena simplificação, simplificação média ou simplificação bem avançada) e, claro, com o acompanhamento personalizado em relação às qualidades e às competências do aluno.

Cuidado para não criar o vício de querer sempre simplificar tudo. Se você quiser uma última dica, aí vai: simplifique apenas aquelas obras que são importantes para você, ou que você deve tocar em um prazo curto de tempo.

Não podemos desvalorizar o trabalho dos grandes compositores de piano. Este trabalho faz parte do legado deles e integra a história da música.

Como compor uma música no piano?

Como compor uma música no piano? De quantas mãos você precisa para compor uma obra musical? Conheça nossas dicas e comece a fazer sua própria música sem segredo!

Quando você atingir um nível suficientemente bom, vai poder ousar e compor suas próprias músicas. Já pensou?

Claro que isso requer certas habilidades técnicas e uma mente criativa para poder compor uma música. A Chiquinha Gonzaga não nasceu sabendo tocar!

Em primeiro lugar, antes de ter a competência para escrever música, é importante dominar todos os estilos de acordes e de partituras.

Você precisa saber como tocar de tudo um pouco e não ter problemas para decifrar e ler a música.

Do nosso ponto de vista, são necessários vários anos de prática de diferentes estilos musicais. Acreditamos que isso seja até mesmo obrigatório antes de começar a compor suas próprias peças.

Depois, você precisa definir se vai criar primeiro a letra ou a melodia. Os dois processos são possíveis, sabendo que é mais fácil começar a partir de uma letra existente, uma vez que você já tem a música de uma certa forma estruturada (tamanho dos versos, refrão, a parte semântica, etc.).

Depois disso, defina um quarteto de acordes fundamentais. Escolhê-los bem e conseguir encontrar a identidade melódica que você pretende dar à sua música é provavelmente o passo mais importante.

Você pode estruturar a sua melodia a partir da sequência de acordes ou então por meio dos arpejos.

Por fim, como última etapa, sugerimos que você escreva a sua composição. Depois de tentar, testar e testar melodias, ritmos e acordes, colocamos no papel os resultados, os achados.

Dominar o solfejo e a escrita musical é quase indispensável nesses casos.

A escrita contribui para ajustar a coerência e o equilíbrio da obra.

Compartilhar

Nossos leitores adoram esse artigo
Este artigo te trouxe as informações que procurava?

Nenhuma informação ? Sério ?Ok, trabalharemos o tema num próximoNa média, ufa !Obrigado. Deixe suas dúvidas nos comentários.Estamos muito felizes em te ajudar ! :) (Seja o primeiro a avaliar)
Loading...

Deixe um comentário

avatar