Halbert - Professor de inglês - Belo Horizonte
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Halbert - Professor de inglês - Belo Horizonte

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Halbert

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Halbert - Professor de inglês - Belo Horizonte
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Vamos tirar o inglês do papel? Aprenda a trazer inglês para sua rotina, para praticar de forma mais natural e mais eficiênte para não depender de cursos para sempre!

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Super professor

Halbert é um dos melhores professores de Inglês de acordo com a qualidade do perfil, excelência do diploma e rápida organização da 1ª aula!

Mais sobre Halbert

Olá! Meu nome é Halbert e sou apaixonado por ensinar e acredito que aprender inglês deve ser uma experiência leve, prática e motivadora. Devido a minha experiência ao longo dos anos como professor e como consultor educacional (coordenador pedagógico) aprendi a trazer explicações de conteúdos de forma clara, expressiva e objetiva, ajudando cada aluno a compreender o idioma com mais confiança.

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Sobre a aula

  • A1
  • A2
  • B1
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  • níveis :

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    A2

    B1

    B2

    C1

    C2

    Outros

    Iniciante

    Intermediário

    Avançado

    Profissional

    Outros

  • Inglês
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Todos os idiomas falados na aula :

Inglês

Português

Procuro trazer para você uma aprendizagem mais natural, menos monótona e 100% prática em inglês em todas as aulas. Cada material é adaptado de acordo com suas necessidades e seu nível.

1) Gramática: Acompanhada de prática de leitura, pronúncia, novos vocabulários e compreensão. Aprenda a gramática que é realmente relevante!

2) Listening: Aulas para os níveis intermediário e avançado, envolvendo diversos áudios para deixar sua escuta afiada.

3) Conversation: Aulas para os níveis intermediário e avançado sobre temas variados, com foco em gerar mais naturalidade na fala.

4) Book Club: Para enriquecer ainda mais a sua comunicação, o clube do livro dará acesso a um vocabulário mais amplo.

O mais importante é transformar o inglês em parte do seu cotidiano. Afinal, meu objetivo não é que você dependa de um curso para sempre; por isso, filtro conteúdos e faço recomendações de filmes, vídeos e livros alinhados ao que você gosta.

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Tarifas

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Preços pacotes

  • 5h: R$250
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Esta primeira aula ofertada pelo(a) Halbert permite que você conheça o seu professor para que este atenda melhor as suas necessidades.

  • 1h

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Mais detalhes sobre Halbert

Mais detalhes sobre Halbert

  • 1) Você fala fluentemente esta língua por causa de suas origens ou porque um professor te motivou a aprendê-la?

    Eu aprendi inglês quando criança, em uma grande escola onde meu pai trabalhava. O inglês virou parte da minha rotina, através de jogos, músicas e filmes. No início, eu via o inglês como mais uma atividade habitual de criança, como natação ou jogar bola.

    Porém, eu tinha uma habilidade em explicar coisas que dominava com muita clareza para meus amigos. Com o passar do tempo, próximo de 2016, quando estava completando 18 anos, eu queria muito polir meu inglês e deixá-lo avançado. Para isso, fiz um último curso de conversação avançada e realizei treinamentos para me tornar professor. Aos 19 anos, comecei a dar aulas.

    No início, minha motivação era deixar meu inglês impecável. Porém, minha motivação para continuar sendo professor veio quando comecei a ver meus alunos se formando e se tornando fluentes por minha causa.
  • 2) Cite uma pessoa (da atualidade, histórica ou fictícia) que, na sua opinião, representa bem a cultura da língua que você ensina.

    Gostaria de citar Matheus Werner Jerke. Não tive o prazer de participar do curso dele, porém o acompanho nas redes sociais e em outras plataformas. Acompanhei sua trajetória para se tornar um professor de inglês bem conhecido, e ele utiliza uma metodologia muito semelhante à minha e que eu acredito ser uma das mais eficientes: imersão, sem traduções e gramática induzida.

    Tudo em torno de uma aprendizagem mais natural, semelhante à de um nativo americano aprendendo sua língua materna.
  • 3) Existe alguma palavra, expressão ou tradição típica que você goste particularmente?

    Atualmente, existe uma expressão que tenho usado muito com meus alunos e comigo mesmo:

    “Dive into books.”

    Para dar mais contexto, durante boa parte da minha vida, eu invejei pessoas que tinham o hábito de ler livros. Eu não tinha esse hábito, até que, durante minha caminhada para alcançar um inglês cada vez melhor, me deparei com a famosa limitação do professor C1 e C2. Busco até hoje me tornar essa grande referência, e meus veteranos próximos mencionaram muito as vantagens da leitura.

    Claro, existe a vantagem intelectual, novamente. Porém, o que realmente diferencia um C1 de um C2 é a riqueza de palavras.

    Um professor de nível C1 praticamente já sabe muito sobre gramática, e não existe exatamente um “curso” para fazer com um veterano e simplesmente alcançar o C2. É simplesmente... dive into books.
  • 4) Por qual motivo aprender esta língua é importante (seja no âmbito escolar, profissional ou pessoal)?

    Aprender uma língua vai além do âmbito escolar ou profissional, mas é importante citar também o âmbito intelectual e cultural.

    Quando aprendi inglês, não estava pensando na minha carreira ou nos estudos. Claro, hoje em dia isso realmente faz uma grande diferença para mim. Porém, aprender uma língua nova exercita muito a mente e contribui para o nosso desenvolvimento intelectual.

    Meu objetivo futuro é saber quatro línguas: português, inglês, japonês e italiano. Quando aprendi minha segunda língua, o inglês, percebi como isso fez diferença na minha vida, aumentando minha capacidade de flexibilidade cognitiva. Além disso, aprender uma nova língua nos permite conhecer outra cultura e enxergar o mundo através de uma perspectiva diferente.
  • 5) Qual a maior dificuldade no aprendizado desta língua e como contornar este obstáculo?

    A maior dificuldade é aquela que quase nunca é citada quando um novo aluno inicia seus estudos: aprender a ser constante mesmo depois de finalizar o curso.

    Existem vários métodos diferentes, alguns são raízes de outros, e provavelmente, em sua maioria, funcionais. Porém, vem a pergunta primordial quando você finaliza o curso: “E agora?”

    Pois é. A realidade brasileira nem sempre nos permite conseguir um visto ou mudar com tanta facilidade para um país americano para continuar praticando inglês, muito menos conseguir um emprego dos sonhos que proporcione reuniões em inglês.

    Sendo assim, o aluno precisa aprender a ter uma rotina de consumo constante de inglês, como se isso fosse parte natural da sua rotina. Dessa forma, não será dependente de cursos para sempre.
  • 6) Você poderia compartilhar alguma história e/ou curiosidade engraçada relacionada à sua profissão ou às aulas particulares?

    É bem engraçada a quantidade de alunos que chegam para mim descrentes de que futuramente serão fluentes. Eles pensam que é algo de outro mundo, provavelmente por causa de um leve trauma de metodologias antigas e escolas “tradicionais”.

    Essa história é engraçada porque, depois de uma conversa longa, explicando como funciona o ensino “natural”, a possibilidade de falar bem e de alcançar o básico-intermediário em pouco tempo, os alunos costumam rir, querendo acreditar. Eles percebem que tentaram aprender inglês antes, porém de uma forma que não funcionou para eles.

    E o inglês é uma língua muito mais simples do que o português. Depois de mais ou menos um ano ou um ano e meio, os alunos já conseguem se comunicar, geralmente em um nível B1 ou B2. Então, costumo conversar com eles novamente.

    Eles sempre dizem:

    “Pois é, eu duvidei de você, mas, graças a Deus, eu estava errado.”

    Eu não sou fundador de metodologias, apenas um mero aplicador, e me sinto no dever de mostrar aos alunos que o mundo evolui, assim como suas técnicas.
  • 7) Nos ajude a te conhecer melhor. Conte-nos um pouco sobre suas viagens, amizades nativas no idioma que você leciona, entre outros!

    Tive quatro grandes contatos com meu idioma na prática “bruta”, e todos eles foram incríveis e inesquecíveis! Todos aconteceram quando eu já havia finalizado meu curso de inglês, mas ainda estava polindo e amadurecendo um pouco o idioma.

    Todos eles me geraram um choque de realidade: “Nossa! Eu consegui conversar!”

    A primeira delas foi em uma viagem para o Rio. Durante um passeio de barco, encontrei o capitão de um navio de cruzeiro. Ele era da Grécia, e começamos a conversar porque percebi que ele falava um ótimo inglês e eu queria praticar.

    No final da conversa, ele queria que eu trabalhasse com ele no cruzeiro, em algo como comissário de bordo ou algo do tipo. Eu fiquei muito empolgado, mas tinha apenas 18 anos e mal conhecia minha própria cidade. Meus pais e eu ficamos receosos, pois era um cruzeiro que fazia apenas viagens longas.

    Mas isso não me abalou, pois eu ainda estava feliz por ter conversado tranquilamente em inglês durante todo o passeio.
  • 8) O que faz de você um Superprof (além do poder de se comunicar em várias línguas)?

    Eu acredito que cada aluno possa ter uma forma diferente de aprender, algo que muitos professores podem enxergar como um problema: ter que moldar, adaptar e modificar sua forma de ensinar.

    Eu consigo identificar esses diferentes perfis e me adaptar rapidamente até encontrar uma forma de explicar que faça com que o aluno aprenda da maneira que melhor se encaixa nele.

    Com o passar dos anos, alunos de diferentes perfis me elogiaram, dizendo que minha “forma de explicar foi a melhor que já tiveram”.

    Isso me fez refletir, pois, para praticamente cada um deles, tive que mudar minha forma de ensinar. Sendo assim, acho que foi justamente isso que realmente importa para eles.
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