Maria Luiza - Professor de inglês - Sorocaba
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Maria Luiza

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Maria Luiza - Professor de inglês - Sorocaba
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Mais sobre Maria Luiza

Desde os meus 16 anos venho estudando e lecionando Inglês para alunos de todas as faixas etárias com diferentes objetivos de aprendizagem. Contextualização e espontaneidade são as minhas principais ferramentas pedagógicas. O cotidiano do aluno é sempre inserido nas minhas aulas.

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Sobre a aula

  • Pré-escola
  • Fundamental 1
  • Fundamental 2
  • +19
  • níveis :

    Pré-escola

    Fundamental 1

    Fundamental 2

    1º ano do Ensino Médio

    2º ano do Ensino Médio

    Formação para adultos

    Ensino Superior

    3º ano / ENEM

    Mestrado

    Doutorado

    MBA

    A1

    A2

    B1

    B2

    C1

    C2

    Outros

    Iniciante

    Intermediário

    Avançado

    Infantil

  • Português

Todos os idiomas falados na aula :

Português

O curso de inglês tem por objetivo o desenvolvimento da competência comunicativa do aluno através do estudo das quatro habilidades principais: Listening (compreensão oral), Speaking (fala), Reading (leitura) e Writing (escrita).
Em sala de aula, recursos tecnológicos são utilizados como instrumentos didáticos.

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Tarifas

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  • R$50

Preços pacotes

  • 5h: R$250
  • 10h: R$500

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Mais detalhes sobre Maria Luiza

Mais detalhes sobre Maria Luiza

  • Você fala fluentemente esta língua por causa de suas origens ou porque um professor te motivou a aprendê-la?

    Durante toda minha vida eu fui apaixonada por línguas porque meus pais nasceram de pais e avós estrangeiros. Em casa eu os ouvia falando com meus tios, ora em alemão, ora em italiano e eu e minha irmã gêmea, Maria Elza, ficávamos muito curiosas para querer entender tudo, o que eles diziam, até que no Colégio Santa Escolástica, aos 12 anos, descobri que o Inglês era super legal e que com ele dava para falar com todos os meus parentes com muito mais facilidade. Adorei estudar tanto, tanto que aos 16 anos eu comecei a dar aulas particulares a alguns alunos e até para colegas de classe. Ajudei bastante gente e fui crescendo com meu Inglês, e inclusive dei aulas para médicos, dentistas e engenheiros advogados e até um antropólogo e um psicanalista famoso.
    Sempre fui a 1ª na classe, tanto no ginásio, como no vestibular e na faculdade, principalmente pelo Inglês que muito me ajudou nas pesquisas da biblioteca da escola, pois naquela época não tinha o computador, muito menos a Internet.
    Eu tive excelentes professores de Inglês e adorava todos eles com quem aprendi toda esta fluência e entonação que tento repassar aos meus alunos durante nossas aulas particulares.
    Viajei bastante pelo mundo, mas nem tanto quanto eu gostaria, porém o meu Inglês ajudou demais o tempo todo tanto nos Estados Unidos quanto principalmente na Europa, onde quase todo o mundo fala Inglês. Até no Japão, imaginem, menos na França...
  • Cite uma pessoa (da atualidade, histórica ou fictícia) que, na sua opinião, representa bem a cultura da língua que você ensina.

    Eu sempre admirei nosso poliglota Fernando Henrique Cardoso, político ex-presidente do Brasil. Em Sorocaba tive a honra de dar aulas para Hang-Ly Ikegami Rochel, psicanalista que sempre se salientou como o melhor aluno da classe. Também tive o prazer de dar aulas para Luiz Almeida Marins Filho, antropólogo que estudou na Austrália e que quando jovem ganhou uma bolsa de estudos para os Estados Unidos, depois foi morar lá com a família, por vários anos, onde representou o Brasil maravilhosamente. No momento, voltou a morar em Sorocaba.
    Dei aulas a vários alunos dos grupos profissionais e acadêmicos de médicos, dentistas, engenheiros, advogados e administradores de empresas.
  • Existe alguma palavra, expressão ou tradição típica que você goste particularmente?

    Existe uma palavra em Inglês que eu sempre falo e uso. É a expressão “unfortunately” que meus alunos também usam quando necessário...
    Sempre adorei comemorar o “Halloween” entre meus alunos, inclusive com os mais idosos que participam das brincadeiras com muita alegria. O mesmo acontece com o “Thanksgiving Day”, quando todos até exageram nas balas e nos docinhos com nossos vizinhos também.
  • Por qual motivo aprender esta língua é importante (seja no âmbito escolar, profissional ou pessoal)?

    Importante? Muito mais do que isso. O idioma Inglês é simplesmente indispensável no mundo inteiro em tudo o que você consegue imaginar! Seja nos filmes, na música, nas vendas, com imobiliária, nas escolas e universidades, enfim, infinitamente em tudo! Não dá para ficar sem.
    Eu recomendo aos meus alunos para que pensem em Inglês, o tempo todo, mesmo quando estiverem sozinhos e principalmente, antes de dormir ou quando levantarem para programar o seu dia...
    Ao viajar fora do país? Não tem como! Tem que saber falar Inglês mesmo que seja só um pouquinho. É fundamental para não ser enganado...
  • Qual a maior dificuldade no aprendizado desta língua e o como contornar este obstáculo?

    Ao contrário. Eu sempre aponto aos meus alunos as facilidades que a gramática da língua inglesa oferece aos aprendizes, por exemplo, no Passado Simples dos verbos irregulares que são muito mais difíceis em Português, etc.
    A maioria sofre um pouco na conjugação dos tempos verbais em Inglês e eu consigo contornar isso treinando bastante durante as aulas com exemplos reais e verdadeiros, principalmente com os “Modal Verbs”.
    Mas, eu sempre consigo convencê-los e ensiná-los...
  • Você poderia compartilhar alguma história e/ou curiosidade engraçada relacionada à sua profissão ou às aulas particulares?

    Sim. Eu costumava dar aulas de Inglês junto com minha filha Carla até os últimos dias de sua vida. Conversávamos em Inglês o tempo todo, sem nenhuma interrupção. Até que um dia entrou um bando de pernilongos em nosso escritório onde dávamos as aulas ( até hoje) com as janelas abertas, e eles nos incomodavam tremendamente, até que ela exclamou ao conseguir matar um deles e em Português, (sem querer) e disse “matei, desgraçado!”
    Nós duas caímos na risada com aquele susto e aquela situação tão espontânea difícil de controlar, normalmente, para voltar ao Inglês na mesma hora. Foi mesmo muito engraçado.
  • Nos ajude a te conhecer melhor, nos conte um pouco sobre suas viagens, amizades nativas no idioma que você leciona entre outros! :D

    Durante toda minha vida eu sempre adorei viajar por todo o mundo. Quando eu estudava no Colégio das Madres Beneditinas e tinha apenas 12 anos de idade, escrevi uma redação dizendo que o meu sonho era visitar o Egito para conhecer as pirâmides de lá. Mas, levei este sonho por muitos anos comigo até que pude conhecer e mesmo subir nas pirâmides do México, como as do Sol e da Lua, que também são muito lindas, e são dedicadas ainda à Chuva, que era uma deusa para os Maias.
    Já apaixonada pelo Inglês e dando aulas aos 16 anos tive um grupo de alunos da Faculdade de Medicina que me convidaram para ir com eles aos Estados Unidos. Eu fiquei encantada com a ideia, mas meu pai só deixaria eu aceitar o convite se minha irmã gêmea e meu irmão mais velho fossem juntos também. Foi maravilhoso e pela primeira vez pude ter aquela sensação de sair do Brasil e falar Inglês, de verdade, com americanos de várias idades, crianças, jovens e pessoas mais velhas sem ter que olhar no livro ou coisa assim, com a maior naturalidade. Adorei!
    Foram quase dois meses de férias em pleno inverno norte americano quando eu conheci a neve pela primeira vez.
    Foi quando nós pudemos contemplar as maravilhosas Niagara Falls e depois uma visita a “ONU” (UN) onde fiquei sabendo que Cândido Portinari deixou lá um importante e enorme quadro chamado “A Paz”, logo ali na entrada. Além de ser brasileiro era paulista, nascido em Brodósqui, no Estado de São Paulo!
    Visitamos Alguns parques e museus também. Mas, o que mais me impressionou foi o “Metropolitan Museum” em Nova Iorque onde em seus três andares eles exibem objetos que pertenceram aos egípcios e aos gregos, enfim tudo inacreditável e perfeito. Dava para ver uma réplica do quarto de dormir da linda Cleópatra com suas perucas e enfeites de cabelos.
    Ainda nos Estados Unidos assistimos um filme estrangeiro com a Sofia Loren, em inglês no Radio City New Hall, um enorme teatro em New York, onde são estreados todos os filmes pela primeira vez. Lá o pessoal podia fumar lá dentro e eu achei isso um pouco estranho na época.
    Lembro-me também de um fato muito interessante. Em um dos parques que nós visitamos, havia um show no palco com uma das araras que pulava de uma gangorra e fazia acrobacias com vários brinquedos em miniaturas, tais como, balanços , etc.Mas eu fiquei orgulhosa quando ele anunciou tratar-se de uma “Brazilian blue macaw”. É tão bom ouvir falarem do Brasil quando você não está lá.
    Inesquecível para mim e para minha irmã gêmea que sempre esteve comigo até se casar com um rapaz da minha cidade natal, quero dizer, Sorocaba.
    Aos 24 anos eu também me casei e ganhei uma filha que recebeu o nome de Carla. Ela me acompanhou o resto da vida e juntas visitamos vários países da Europa tais como Espanha, Portugal, França, Alemanha, Áustria, Itália, Suíça, Grécia, Inglaterra, entre outros.
    Adorei ficar alguns dias na Suíça porque lá eles sabem falar várias línguas além do Inglês. Minha filha conseguiu até falar alguma coisa em italiano em um supermercado. Eu pude falar em alemão lá no hotel onde nós estávamos. Era o Hotel Moewenpick que nos acordava com um maravilhoso despertar de sinos da Catedral, que pareciam estar dentro do quarto, de tão lindo. Inesquecível também.
    Próxima parada: Veneza.
    Visitamos e fotografamos a Ponte dos Suspiros.
    Mas, foi na Praça São Marcos que os pombos vieram pousar nos meus ombros. Dezenas deles. Foi muito legal mesmo.
    Ainda na Itália, em Florença não deixamos de ver o “Davi” de Miguelangelo, lembrando que dizem que o artista ficou tão empolgado com sua obra, que pediu à estátua que falasse com ele e dando-lhe uma martelada nos joelhos dele, pediu: “Parla!” em italiano, é claro.
    Quanto aos Alpes, em pleno inverno, pudemos ver um presépio enorme todinho feito de neve e que tirou o primeiro lugar em um concurso natalino na Europa. Simplesmente indescritível. Fizemos ainda um passeio de “trolley” lá no alto dos montes alpinos. Perigoso mas “unforgettable”.
    Em Roma não deixamos de jogar uma moeda na “Fontana de Trevi” e é claro o Coliseu, pelo menos por fora. Na época o Papa era João Paulo II que nos presenteou com uma missa no Vaticano. Em uma daquelas quartas-feiras tão esperadas. Nós o chamávamos como “João de Deus” e ele parecia estar muito feliz.
    Depois fomos para a Grécia, onde as pessoas falam um Inglês muito ruim e carregado. Os jovens lá não trabalham. Só estudam, pelo menos naquela época. Como eu sou formada em Filosofia, me emocionei demais ao ver o mar Egeu e caminhar pelas calçadas de Corinthos, por onde os apóstolos de Jesus também passaram.
    Na Grécia os guias turísticos não falam sobre edifícios de alguns anos atrás, mas sim, apenas de “séculos”. É impressionante a educação e o respeito dos soldados gregos, que uma vez desfilaram igual e lindamente unidos nas ruas, enquanto coincidentemente fazíamos um passeio pela cidade de Atenas.
    À noite fomos a um restaurante grego muito famoso onde pudemos experimentar a comida e a salada com azeitonas gregas enormes e deliciosas. De presente, apresentaram um show de danças com espadas equilibradas nas cabeças com lindas e esculpidas mulheres que pareciam deusas da beleza.
    Os homens gregos também são muito bonitos e fortes e ao mesmo tempo delicados quando sabem dançar o “Zorba” que é uma dança muito diferente e especial entre os pares em roda que se seguram pelos pés, entre si, ao virar e girar com o som da música no palco. Eu me senti no céu!
    Visitar o Partenon e as casas como eram no passado e os túmulos gregos dos famosos historiadores foram demais. Eu vi ao vivo o que estudei em Filosofia na faculdade.
    Mas, foi em Madrid e em Barcelona que pude experimentar a ‘paella’ pela primeira vez. Achei uma delícia e na volta da viagem, já em São Paulo, pude novamente repetir aquele prato tão famoso.
    E os museus? E os palácios? Algo suntuoso e indescritível! Consegui comprar algumas réplicas de El Grego, Velazquez, Salvador Dali, entre outros. Maravilhoso. !
    Seguimos então, para Paris. Cheguei a chorar no avião de tão feliz ao ver de longe a Torre Eiffel, o “L’Arc de Triomphe” e a maravilhosa iluminação daquela “Cidade Luz” como é chamada pelos turistas. Sabe, na plataforma do “Eiffel Tower” você consegue pelo telescópio enxergar toda a cidade. É mesmo muito bonito.
    Atualmente, existe uma pirâmide de vidro, bem em frente ao Museu do Louvre, lindo de morrer.
    Eu não consegui visitar todo o Museu. Aliás, ninguém consegue. Dizem que levaria uma semana inteira mesmo ficando 1 minuto em cada quadro, 24 horas por dia... Imaginem a fila só para ver de perto, a “Monalisa”.
    Adorei Portugal e principalmente a maneira perfeita com que eles falam a nossa língua. É de chamar atenção o modo com que eles tratam os brasileiros... E os doces lá são maravilhosos e quase todos feitos com muitos ovos e açúcar. São “ótimos” para quem “sofre” de Diabetes. Mentira é claro.
    Na pequena cidade portuguesa onde ficamos as casas colocam ao invés de números, umas placas de louça enfeitadas em geral azul com os nomes dos proprietários escritas com letras muito bonitas.
    A Áustria é de música clássica. Sorte de quem tem tempo para ouvi-las. Dá vontade de só ficar lá o tempo todo se fosse possível. Imaginem o orgulho dos austríacos parentes de tão famosos músicos e compositores? Eu ainda tenho pelo menos um porta-jóias que toca Mozart pra mim só para eu matar a saudade...
    Existe em Liechtenstein, que é um pequeno país na Europa, uma casinha que tem um telhado de ouro puro construído por um príncipe naquela época. É bonito e muito interessante. Vale a pena conhecer.
    Alguns anos mais tarde estive novamente na Alemanha, em casa de amigos onde pudemos visitar Speldorf e fazer compras muito boas e experimentar, o apfelstrudel, que é alias idêntico ao americano ou a torta de maçã que a gente pode comer no Mcdonalds...
    A Bélgica foi o último país que visitei na Europa, mas eu sempre me lembro dos cisnes que nadavam lá em uma enorme praça onde também contemplávamos as fachadas típicas das casas de estilo alemão. Parece-se com aquelas outras casas no Brasil que a gente também vê em Blumenau, Gramado no sul do Brasil.
    Bom. É isso. Se eu pudesse viajar mais, eu gostaria de trabalhar em um cruzeiro de navio para falar com todo mundo em Inglês e explicar a eles o que eu sei...
    Aliás, nas nossas Bodas de Prata, meu marido e eu fizemos um lindo cruzeiro no Caribe e visitamos várias ilhas, uma mais linda do que a outra.
    O serviço do navio “Monarch of the Seas” é maravilhoso e simplesmente inesquecível. São 14 andares dentro deste transatlântico que atende passageiros do mundo inteiro. Adorei conhecer e conversar em Inglês com pessoas que tinham sotaques muito diferentes e interessantes.
    Gostaria muito de repetir esse passeio. Quem sabe quando vierem as Bodas de Ouro!
    Nos Estados Unidos temos amigos na Califórnia, na Flórida e em Carolina do Norte. Hoje em dia, com a Internet dá para conversar com eles a qualquer hora, mas, o ideal mesmo é vê-los pessoalmente e passar com eles algum tempo.
    Minha filha (falecida) morou em Idaho, Middleton por um ano e o meu filho Bruno morou no México, Vera Cruz, onde aprendeu a falar espanhol por um ano e na Inglaterra também por um ano. Meu outro filho, Mário Luiz, embora tenha ficado nos Estados Unidos por pouco tempo, fala Inglês fluentemente e até dá aulas para alguns alunos, mesmo tendo a engenharia como profissão.
    Esta é a minha família que eu amo tanto. O Inglês é a minha vida da qual eu não abro mão. Todos aqui falam Inglês, até mesmo meu marido, de tanto me acompanhar no computador na plataforma ‘on line’, no aplicativo ‘Meet’ e outros.
  • O que faz de você um Superprof (além do poder de se comunicar em várias línguas :-P) ?

    Durante muitos anos eu fui licenciada (franqueada) com uma das unidades Yázigi em Sorocaba.
    Por duas vezes, ganhei, ainda com minha irmã e depois com minha filha o título da melhor escola do ano no Brasil e isto me deixou muito grata e orgulhosa por nosso trabalho. Chegamos a ter mais de 2000 alunos, mas infelizmente devido à pandemia e outros problemas financeiros e familiares achei melhor fechar a Escola e continuar em casa, dando aulas “on line”.
    Confesso que estranhei e senti falta de uma aula presencial no começo, mas aos poucos fui me adaptando e com a ajuda da Carla e do Carlos eu consegui me adaptar muito bem e hoje com poucos alunos ensino Gramática (language awarness) e discuto (Conversation) sobre assuntos variados como “Elections”, “War in Ucranie”, “Family”, “Sports”, “Animals”, “Vaccines”, “Women’s Empowerment”, and many others.
    London was one dream that came true. Passing by the Hyde Park Corner, the London Bridge,…and watching the immovable centurions in front of the Buckingham Palace was really incredible.
    The old black taxi cars reminded me of the Hitchcock movies which were absolutely the same. What about the two-decker buses? Totally different and interesting.
    It was winter and the weather was cold and humid. But, the pizza hut I could eat there was identical to the ones they serve here in Brazil and the British people drink a lot of tea day and night. It is incredible!
    In those times smoking was allowed everywhere. Weird, isn’t it? And the people there enjoy eating green apples instead of red ones, at least those I could see …
    Well, I loved to listen to people there speaking classical English and sometimes using some British slang.
    I would certainly love to go back to England and dance their rhythm together with friends and tourists. It was a wonderful experience.
    I always thank my God for the opportunity to relax and “cease the day” as Roger Williams says in that movie …
    In fact, I’m happier now than ever. I love my job and I always will.
    Thanks for giving me the opportunity to talk about my Life!
    Teacher Maria Luiza Moeckel Milano
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