Francisco José - Professor de solfejo - Elche
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Francisco José

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Francisco José - Professor de solfejo - Elche
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Pianista de concertos, compositora e professora de música premiada e experiente. Dou aulas de piano, teoria musical, solfejo, história da música, harmonia e composição. Preparo alunos para exames de a

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Locais das aulas

Super professor

Francisco José é um dos melhores professores de Solfejo de acordo com a qualidade do perfil, excelência do diploma e rápida organização da 1ª aula!

Mais sobre Francisco José

IMPORTANTE!
Para poder falar com um professor no Superprof, você precisa pagar 29 €. Isso vale para todos os que anunciam aqui. Esse dinheiro vai para o Superprof, eu não recebo nada; e o Superprof cobra por “ter ajudado você a encontrar o professor que você gosta através da sua plataforma”. Se depois quiser ter aulas comigo, não se preocupe, porque ao reservar a primeira aula, não lhe cobrarei nada. Assim, os 29 € que paga ao Superprof são como se os investisse em aulas comigo :)
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Sou Francisco José.

Comecei os meus estudos aos 4 anos de idade, aprendendo piano, e tenho mais de 20 anos de experiência.

Sou PROFESSOR DE MÚSICA, especializado em REPERTÓRIO COM PIANO, por concurso público desde 2023 (funcionário público) no Conservatório Superior de Música de Alicante.

Também sou PROFESSOR DE MÚSICA, especializado em PIANO, por concurso público desde 2019 (funcionário público).

Sou DOUTOR em Interpretação Musical, dirijo teses de doutorado na Universidade Politécnica de Valência e tenho 3 MESTRADOS:

(1) Mestrado Oficial em INTERPRETAÇÃO SOLISTA e
(2) Mestrado Oficial em Interpretação a Solo de MÚSICA ESPANHOLA, Moderna e Contemporânea no Centro Superior Katarina Gurska de Madrid com Nino Kereselidze; e
(3) Mestrado Universitário EM DOCÊNCIA do Ensino Secundário Obrigatório, Bacharelato, Ensino de Línguas e Formação Profissional na Universidade de Alicante.
(4) Além disso, sou GRADUADO em Interpretação de PIANO e
(5) GRADUADO em COMPOSIÇÃO pelo Conservatório Superior de Música de Alicante.

Fui galardoado com 45 PRÉMIOS internacionais e nacionais. Para citar alguns, Mundi Awards 2019, o Concurso Internacional Frechilla-Zuloaga de Valladolid, Prémio Alexander Scriabin de Paris, prémio da Sociedade de Concertos de Alicante, Infanta Cristina de Madrid, Prémio Internacional Lagny sur Marne de França, Cidade de Carlet, Cidade de Liria, Prémio Iberia «Arthur Rubinstein», Prémio Internacional Gran Virtuoso de Londres, Artista do ano 2017, entre outros.

Atuei em salas importantes como o Auditório Miguel Delibes (Valladolid), Royal Albert Hall (Elgar Room, Londres), Duke’s Hall (Londres), Auditório da Embaixada Russa (Paris), Palácio de Cibeles (Madrid), Real Academia de Belas Artes de San Fernando (Madrid), Palau de la Música (Valência), Palácio de la Granja de San Ildefonso (Segóvia), Auditório Manuel de Falla (Granada), Auditório do Liceu (Barcelona), Teatro Principal de Alicante e ADDA (Alicante) ou Gran Teatro de Elche.

Estudei durante quase três anos na Royal Academy of Music de Londres com a grande pianista Patsy Toh, no Conservatório Superior de Música El Liceu de Barcelona com o concertista Albert Attenelle e na Academia de Verão da Universidade Mozarteum de Salzburgo.

Também no Festival de Marbella com mestres de nível internacional como o falecido Dmitry Bashkirov, Eliseo Virsaladze, Jacques Rouvier, Pavel Gililov, Pochekin e Andrea Bonatta.

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Sobre a aula

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    3º ano / ENEM

    Fundamental 2

    Fundamental 1

    Pré-escola

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Todos os idiomas falados na aula :

Português

Compreenda a música por dentro e comece a falar a sua linguagem!

Imagina entender o que toca, o que ouve e o que escreve?

Quer comece do zero ou retome os seus estudos, aprenderá a ler, analisar, criar e transformar música usando o piano como laboratório sonoro.

A minha forma de ensinar baseia-se em três pilares:
Audição · Análise · Criação

Trabalho sempre da prática para a teoria: tocamos, ouvimos, experimentamos e, a partir daí, explico os conceitos de linguagem musical, harmonia e composição de que precisas em cada momento.

A aprendizagem é progressiva, estruturada e personalizada, adaptada tanto a perfis sem formação prévia como a músicos que querem compreender melhor o que fazem e construir uma linguagem própria.

O que aprenderá?

- Leitura musical e solfejo aplicado ao piano
- Treino auditivo e reconhecimento de intervalos, acordes e funções
- Harmonia tonal e moderna aplicada a obras reais
- Análise musical para compreender como a música é construída
- Composição e criação de peças próprias
- Improvisação com base harmónica
- Escrita musical e leitura de partituras
- Relação entre melodia, harmonia e forma
- Compreensão do estilo na música clássica e moderna
- Desenvolvimento do ouvido interno e da memória musical
- Trabalho rítmico e estrutural
- Utilização do piano como ferramenta para pensar a música
- Materiais de apoio (partituras, métodos, recursos digitais)
- Acompanhamento entre sessões e guia de estudo
- Gravação de aulas para revisão e progresso (consultar)

Desde a primeira sessão, começará a compreender melhor o que ouve e o que toca, porque aprender música não é memorizar regras, mas compreender como funciona o som.

Reserve a sua aula e comece a construir a sua própria linguagem musical!

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Tarifas

Tarifa

  • R$289

Preços pacotes

  • 5h: R$1,445
  • 10h: R$2,890

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Mais detalhes sobre Francisco José

Mais detalhes sobre Francisco José

  • ¿Desde cuándo tienes esta pasión por la música y más concretamente por tu instrumento preferido?

    Desde que tengo memoria. Antes incluso de saber leer, ya estaba explorando el teclado como quien descubre un lenguaje secreto. El piano llegó a mi vida de forma natural, casi inevitable, en las horas de guardería.
    Con el tiempo entendí que no era solo una afición: la música se convirtió en una forma de mirar el mundo, de comprenderlo y de expresarme en él. El piano ha sido mi compañero constante, mi refugio, mi voz y, más adelante, el eje sobre el que he construido mi formación académica y mi vida profesional.

    Lo que empezó como un juego se transformó en una pasión consciente, y hoy sigue siendo un viaje vivo, lleno de matices, descubrimiento y emoción. Esa misma pasión es la que intento transmitir a cada alumno que se sienta frente al teclado: no solo a tocar, sino a sentir y pensar la música desde dentro.
  • ¿Qué canción podrías escuchar en bucle siempre con el mismo entusiasmo (sin volverte tarumba)?

    Elegir solo una es casi imposible, pero si tuviera que hacerlo, probablemente serían el Adagio del Concierto de Aranjuez o Gaspard de la nuit de Ravel.

    Son obras que, aunque uno las conozca de memoria, nunca se agotan. Cada escucha revela un matiz nuevo, un color distinto, una intención que antes había pasado desapercibida. Incluso después de haberlas estudiado en profundidad —hasta el punto de dedicarles investigaciones académicas— siguen sorprendiendo. Y eso, en música, es pura magia.

    Me fascina esa sensación de que una obra no se “termina” nunca de conocer. Es como volver siempre al mismo lugar y descubrir que ha cambiado… o que quien ha cambiado eres tú. Ese tipo de música es la que me mantiene vivo como intérprete y como docente, y la que intento transmitir a mis alumnos: escuchar, tocar y pensar la música con curiosidad constante, sin rutina ni desgaste.
  • ¿Qué canción podrías escuchar en bucle siempre con el mismo entusiasmo (sin volverte tarumba)?

    Una de las clases más difíciles —y a la vez más reveladoras— fue con un alumno que llegó después de varias semanas sin haber practicado absolutamente nada. Ninguna nota estudiada, ningún objetivo cumplido. La situación pedía una reprimenda… pero ocurrió algo inesperado.

    Cuando se sentó al piano, empezó a improvisar. Sin partitura, sin preparación previa, construyó una pieza de una belleza y una sensibilidad sorprendentes. No era técnica pulida, pero sí había música de verdad, intuición, oído y emoción.

    En ese momento entendí que mi papel como profesor no es solo exigir disciplina o transmitir técnica, sino aprender a reconocer qué necesita cada alumno en cada instante. A veces es rigor, otras estructura… y otras, simplemente alguien que sepa ver el talento incluso cuando llega envuelto en caos.

    Esa clase me recordó que enseñar música es, en gran medida, un ejercicio de escucha profunda: escuchar lo que el alumno toca, pero también lo que es. Y desde ahí, acompañarlo para que su potencial no se pierda, sino que encuentre forma, dirección y sentido.
  • Cuéntanos la clase más difícil que has tenido o la más sorprendente.

    Probablemente la voz humana. No porque sea menos musical que otros instrumentos, sino precisamente porque es el más íntimo de todos. Es el único instrumento del que no puedes separarte ni observar desde fuera. No puedes afinarlo con una llave, cambiarle una cuerda o guardarlo en una funda al terminar.

    La voz es cuerpo, emoción, respiración y técnica al mismo tiempo. Todo lo que eres —tu estado físico, tu mundo interior, tu concentración— se refleja directamente en el sonido. No hay intermediarios ni refugio posible.

    Dominarla exige un control absolutamente integral: musical, técnico y humano. Y por eso me parece el instrumento más complejo, pero también el más honesto. Cuando suena bien, no es porque algo externo funcione, sino porque todo está en equilibrio por dentro. Esa exigencia es, para mí, la verdadera dificultad… y también su grandeza.

    Aun así, reconozco que el piano tiene una ventaja insalvable si quieres dominar la composición, la orquestación, la dirección o dedicarte a la producción de música. Son todas ramas donde la maestría al teclado es importantísima.

    Y además la destreza motriz, de coordinación y de disociación que desarrolla un estudiante de piano que solo toque preludios y fugas de Bach es inmensa.
  • Según tú, ¿cuáles son las claves del éxito? (descartando la de sol y la de fa)

    Disciplina, sensibilidad y paciencia.

    La disciplina es la que sostiene el trabajo diario incluso cuando la motivación desaparece.
    La sensibilidad, la capacidad de escuchar de verdad: la música, al otro… y a uno mismo.
    Y la paciencia, imprescindible para respetar los tiempos del aprendizaje, del cuerpo y del arte.

    Para mí, el éxito en la música no se mide en fama ni en aplausos, sino en la profundidad de la relación que construyes con lo que haces. En cuánto te transforma el proceso, en cómo creces con él y en la honestidad con la que te enfrentas cada día al instrumento.

    Cuando esas tres cosas están en equilibrio, los resultados llegan. Y si no llegan como se esperaba, el camino sigue teniendo sentido. Eso, para mí, es el verdadero éxito.
  • Cita 3 músicos con los que te morirías por hacer un dueto en un bar a las 2 de la mañana y por qué.

    Keith Jarrett, porque improvisar con él sería como mantener una conversación directa con el universo: sin filtros, sin red, solo intuición y escucha absoluta.

    Arthur Rubinstein, por su versatilidad, su inteligencia musical y esa chispa vital que hacía que cada nota sonara humana, viva, irrepetible. Imagino un dúo lleno de ironía, elegancia y placer por la música compartida.

    Clara Schumann, por el privilegio de dialogar con una mente adelantada a su tiempo, profundamente musical y lúcida.

    Y todo esto, por supuesto, en un bar de madrugada a la una de la mañana… con un buen piano afinado, luces bajas y la sensación de que la música sucede porque tenía que suceder.
  • Cuéntanos una anécdota relacionada con tu trabajo como profe o que tengas de la época como alumn@:

    Una vez, al terminar un curso, un alumno me regaló una partitura escrita a mano. No era una obra conocida ni perfecta, pero estaba llena de intención. En la dedicatoria había escrito:

    «Gracias por enseñarme a escuchar lo que no está escrito».

    Me emocionó profundamente, porque resumía exactamente lo que intento transmitir en cada clase. La música no está solo en las notas, sino en lo que las rodea: el silencio, la intención, la escucha, y la imaginación con la que uno se enfrenta al instrumento.

    Ese momento me recordó que enseñar música va mucho más allá de corregir digitaciones o tempos. Se trata de ayudar a pensar, a sentir y a crear. Y cuando un alumno llega a entender eso, sabes que el aprendizaje ha calado de verdad.
  • ¿Cuál es tu táctica para que tus alumn@s te consideren tod@ un/a Superprof?

    Escuchar antes de hablar. Cada alumno tiene su propio ritmo, su historia, sus miedos y sus objetivos, y mi primera tarea es comprenderlos de verdad.
    A partir de ahí, adapto el camino: combino exigencia y rigor con cercanía, humor y empatía. Creo firmemente que el conocimiento no está reñido con el disfrute, y que se aprende mucho más cuando uno se siente acompañado, comprendido y motivado.

    Mis clases son espacios para equivocarse, preguntar y explorar, pero también lugares donde se trabaja con seriedad y ambición. Me implico de verdad en el proceso de cada alumno, celebro sus avances y le ayudo a superar los momentos de bloqueo, porque sé que ahí es donde más se crece.

    Si mis alumn@s me consideran un Superprof, creo que es porque sienten que no solo les enseño a tocar mejor, sino a confiar más en sí mismos y en su relación con la música.
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