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Tudo o que você precisa saber antes de visitar o país do sol nascente!

De Fernanda, publicado dia 22/08/2018 Blog > Idiomas > Japonês > O Guia para conhecer o Japão!

Um provérbio popular diz: “Se você não estudou, viaje! ”

Fazer uma viagem ao Japão é realmente uma ótima maneira de aprender sem fazer aulas do idioma.

O número de brasileiros presentes no arquipélago japonês tem aumentado constantemente nos últimos anos. Segundo dados da Bloomberg de julho de 2017, a população de origem brasileira no Japão montava a 180.923 pessoas no referido ano. As províncias com mais brasileiros são Aichi, Shizuoka, Gifu, Mie, Saitama, Gunma e Kanagawa.

Do ponto de vista total, o afluxo turístico de visitantes estrangeiros multiplicou-se em 3,44 (8,35 milhões em 2008 contra 28,69 milhões em 2017).

A sociedade japonesa fascina, atrai e instiga pela sua capacidade de aliar tradição e modernidade.

Aqui está o nosso guia completo para saber como e onde viajar no Japão!

Visto para o Japão: como conseguir?

Visto para o Japão: como conseguir? Descubra quais são os documentos necessários para visitar o país do sol nascente!

Os cidadãos brasileiros que desejam viajar ao Japão podem solicitar o visto com a finalidade de longa e de curta permanência (com opções para uma entrada, duas entradas ou de múltiplas entradas). Os vistos de múltipla entradas são voltados para viagens em que você sai e entra de novo no país em uma mesma viagem.

Em todos os casos, o processo para tirar o visto japonês é bem simples e sem burocracias como o visto americano, por exemplo. Você não precisa fazer uma entrevista e, basicamente, deve reunir toda a documentação exigida e se apresentar no Consulado com sua solicitação.

O visto japonês tem a duração que você provar que vai ficar no país, com base na passagem comprada. Então todas as vezes que você viajar para lá, deverá fazer um novo visto.

Outro detalhe importante é que, uma vez que você tira o visto do Japão, tem somente 3 meses para entrar no país. Ou seja, não adianta fazer o processo com muita antecedência. Programe tudo com calma, e quando faltar 2 meses para sua ida, você pode começar o processo.

Existem diversas possibilidades de vistos. Segundo o site Made in Japan, os tipos de visto variam de acordo com o propósito da viagem e do grau de ascendência japonesa do solicitante e podem ser de curta permanência (turismo, visita a parentes, congressos, negócios, trânsito) ou de longa permanência (para descendentes de japoneses e seus cônjuges).

Se a intenção da viagem é passar um período de até 90 dias no Japão, o Visto de Curta Permanência será suficiente. Ele é destinado a turistas e tem validade de até três anos, com direito a entradas múltiplas e período de permanência máximo de 90 dias.

Já para trabalhar no Japão, o candidato deve possuir o Visto Específico de Longa Permanência (Specified Visa), concedido aos descendentes de japoneses e seus cônjuges, ou o Visto de Trabalho (Working Visa). A obtenção é feita por meio do Consulado ou Embaixada do Japão no Brasil, para todos aqueles que já tiverem passaporte expedido pelo Governo brasileiro.

O Visto de trabalho dá ao cidadão, mesmo sem ascendência japonesa, o direito de ir para o arquipélago com profissão definida. O tempo de permanência varia de um a três anos conforme a área de atuação. Já o Visto Específico foi criado com a função de permitir que os descendentes que moram fora do Japão tivessem mais tempo de estada no país para visitar os parentes.

Antes de reunir a documentação necessária, identifique qual é o seu tipo de visto em função do objetivo da sua viagem ao Japão:

Cidades japonesas: os melhores destinos

Cidades japonesas: os dez melhores destinos. Descubra as melhores cidades para visitar no Japão.

Osaka-Quioto-Kobe

A conurbação Osaka-Quioto-Kobe é o lar de quase 20 milhões de pessoas espalhadas por uma área de 13.033 km². Assim, é a segunda maior área urbana do país.

Osaka, Quioto e Kobe também são as três cidades mais populosas da região de Kansai, em uma gigantesca aglomeração chamada “Keihanshin”.

Com um Produto Interno Bruto (PIB) de US $ 341 bilhões – mais do que a Irlanda, Dinamarca, Hong Kong ou Cingapura e quase tanto quanto Israel – esta é um dos regiões mais ricas do mundo (e também uma das mais caras em termos de custo de vida local).

Osaka é considerada a capital cultural do Japão – e também a capital da culinária japonesa – enquanto Quioto, muitas vezes descrita como a cidade mais bonita do Japão, é a antiga capital imperial do Japão (794-1868), do Shogunato à a restauração de Meiji).

Em 1994, a UNESCO inscreveu 17 templos, santuários xintoístas e castelos na Lista do Patrimônio da Humanidade. Se você tem interesse pela arquitetura japonesa, aqui é o lugar ideal!

Fukuoka-Kitakyushu

Cidades localizadas na ponta norte da ilha de Kyushu, Fukoka (1,5 milhão de habitantes) e Kitakyushu (960.525 habitantes) compõem a metrópole de Fukuoka-Kitakyushu.

Fukuoka é uma das cidades com a mais rica herança cultural, e frequentemente elogiada pela imprensa como estando no pódio das cidades mais dinâmicas do mundo.

Note que em Hakata – a cidade antiga que se fundiu com Fukuoka – existe um dialeto particular muito diferente do japonês padrão: hakata-ben.

Uma escola para aprender japonês em Fukuoka? Genki ACS, uma escola particular localizada em Tenjin, perto do porto de Fukuoka.

Em Kitakyushu, a outra grande cidade da região, o museu de mangá é uma das maiores atrações turísticas: o emblema de uma moda japonesa que ganha adeptos em todos os países do mundo.

Sendai

Com uma população estimada em 1,06 milhão, Sendai é a maior cidade da região de Tohoku, localizada ao norte da ilha de Honshu. É, de acordo com o ranking, a 12ª cidade do Japão.

Sendai é famosa por ter sido duramente atingida pelo terremoto de 11 de março de 2011, pelo tsunami que se seguiu e pelo acidente nuclear de Fukushima como resultado do tsunami.

Foi o terremoto mais violento da história do Japão, um dos mais mortais do planeta já registrados, bem como uma catástrofe ecológica que é difícil de superar …

Quer descobrir outras grandes megalópoles japonesas? Leia este artigo!

A história do Japão

A história do Japão. Quem foram os imperadores japoneses?

O Japão é uma monarquia constitucional.

O governo japonês é dividido em três poderes, como a maioria dos países democráticos:

  • O poder executivo,
  • O poder legislativo,
  • O poder judiciário.

O país vem operando dessa maneira desde a introdução da Constituição do Japão de 1947. Existem 47 divisões administrativas e o imperador é o chefe de Estado.

No entanto, como acontece no Reino Unido com a rainha da Inglaterra, o monarca tem apenas um papel simbólico. Não tem poder no governo, que é chefiado pelo Gabinete Japonês, composto pelo Ministro de Estado e pelo Primeiro Ministro, Chefe do Governo.

O primeiro-ministro, atualmente Shinzo Abe, é escolhido pela Dieta Nacional (parlamento japonês), o poder legislativo, cujos membros são eleitos diretamente pelo povo.

O imperador japonês é ao mesmo tempo o chefe de estado, o símbolo do estado e o chefe da religião xintoísta, a religião mais antiga do país, intimamente relacionada à mitologia japonesa.

O imperador vive em Kôkyo, um palácio imperial no centro de Tóquio. Sua família mora no palácio de Akasaka.

A vida cotidiana da família real é gerenciada pela Agência Imperial, que controla sua programação e seus bens.

O atual Imperador do Japão é da linhagem Yamato e ele é o herdeiro da propriedade do trono do Crisântemo, nome dado ao trono imperial do Japão.

E que tal conhecer os imperadores lendários e históricos japoneses?

Quais são os maiores monumentos japoneses?

Viajando no Japão para Kitakyushu para descobrir outra atmosfera. Na ilha de Kyushu, outra cidade gigantesca: Fukuoka!

O Skytree em Tóquio

A segunda torre mais alta do mundo (634 metros) foi inaugurada em 2012. A Skytree também é um passeio cultural. Por exemplo, lá você pode conhecer o aquário ou então o planetário.

Mas você também pode ir às compras nas mais de 300 lojas e restaurantes ali presentes. O edifício é muito visitado e muito animado durante todo o ano.

A torre é uma das encarnações da modernidade da megalópole japonesa e da sua influência em escala internacional.

Para os amantes de estruturas altas, a Torre de Tóquio (333 metros), que retoma as linhas da Torre Eiffel, também é muito famosa no Japão e muito mais antiga (inaugurada em 1958 para servir como antena de rádio e televisão). Do topo da torre, a vista da capital japonesa é incrível. No entanto, para chegar lá, você vai ter de encarar aproximadamente 600 degraus!… Haja ânimo!

O Templo do Pavilhão Dourado de Quioto

Passagem obrigatória em uma primeira viagem à cidade de Quioto (ela era a antiga capital do Japão até 1868)! Você vai se sentir totalmente desconectado no Kinkaku-ji!

A residência original data do final do século XIV e foi a casa do xógum Askikaga Yoshimitsu.

Foi transformado em um templo zen em sua morte e reconstruído na década de 1950, depois que um monge o incendiou. A casa é hoje adornada com folhas de ouro, daí o nome de pavilhão dourado. O edifício também é um Patrimônio Mundial da UNESCO.

Esteja ciente de que o Pavilhão de Prata, o Ginkaku-ji, também é visitável na cidade de Quioto. Muito menos famoso que o Pavilhão Dourado, ele merece, no entanto, uma ou duras horas de visita para contemplar seus esplêndidos jardins japoneses.

Ao contrário do Templo do Pavilhão Dourado, o Pavilhão de Prata leva o nome da cor da areia encontrada no jardim zen na borda do edifício.

Castelo de Himeji

Localizada a oeste de Quioto e Osaka, Himeji provavelmente não é a cidade mais conhecida do Japão. E, no entanto, é o lar de um dos monumentos mais visitados do país: o seu castelo.

Por seu tamanho mas também por sua belíssima arquitetura, o monumento é a própria encarnação dos castelos japoneses e das suas principais características:

  • Revestimento de cal,
  • Bases de pedra muito altas,
  • E ainda o uso de gesso.

Também conhecido como o “Castelo da Garça Branca” devido ao revestimento visível nas paredes externas, faz parte dos três maiores castelos do país, ao lado de Kumamoto e Matsumoto.

É altamente recomendável visitar este castelo, especialmente na primavera, quando os jardins e as cerejeiras florescem. Uma verdadeira imersão na cultura japonesa do passado.

Conheça mais os grandes monumentos japoneses aqui!

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