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Top temas que caem na prova de português do Enem

De Erico, publicado dia 30/07/2019 Blog > Apoio Escolar > ENEM > Conteúdos de Linguagens, códigos e outras tecnologias no Exame Nacional

Já está com a inscrição do Enem feita? É hora então de iniciar os estudos. Entre as provas está a de português, denominada como “Linguagens, códigos e outras tecnologias”.

Tenha em mente que o exame dispões de um método próprio e, com certeza, requer muita atenção em cada questão. Afinal, o Enem se tornou um grande instrumento de acesso ao Ensino Superior.

Atualmente ele pode ser utilizado como parte de processos seletivos ou até mesmo em substituição ao vestibular. E para não fazer feio na prova de português, é importante que você saber que, certamente, irá se deparar com gramática, literatura e muita interpretação de texto.

E mais: tudo isso que acabei de citar pode aparecer de uma só vez em uma questão. Mas, não se preocupe, para lhe ajudar a estruturar os seus estudos, separamos os top temas que mais caem em português no Enem.

Dicas de ouro para a prova de interpretação de texto do Enem

Se tem algo que vale a pena horas e horas de estudo, é interpretação de texto. Afinal, a prova é interdisciplinar e apresenta enunciados longos. Ter que reler várias vezes pode ocupar tempo e tempo, você sabe, mesmo porque é algo que necessita de muito tempo despendido.

Mais que apenas passar os olhos pelo texto, é necessário que você entenda-o. Por isso, durante os estudos, tenha perseverança. Esta é a hora de ler e reler quantas vezes achar necessário. Como diz o ditado “A prática leva à perfeição”.

Praticando sempre! Para se dar bem na interpretação de texto, faça da leitura um hábito!

Para lhe ajudar nesta tarefa separamos sete dicas para você arrasar na prova de interpretação de texto do Enem. Veja só:

  • Identifique a ideia principal: isso facilitará a sua vida na hora de encontrar a resposta correta. Verifique também o gênero  textual (poema, manual de instruções, trecho de romance, matérias de jornais, etc). Analise ainda se o texto é descritivo, narrativo, argumentativo, expositivo ou injuntivo;
  • Tirinhas: para o Enem não basta apenas saber interpretar textos, mas também imagens. Então insira em seu plano de estudos para o Enem as famosas tirinhas da Mafalda e do Armandinho que costumam aparecer com frequência na prova. Elas mesclam imagem e texto, ao mesmo passo que apresentam uma lição de acordo com algum acontecimento social;
  • Pratique a leitura: parece óbvio, mas é sempre bom lembrar que a leitura melhora quando fazemos dela um hábito. Dê preferência a textos mais elaborados como é o caso de reportagens de revistas e literatura;
  • Destaque pontos importantes no texto: marca texto, post-its ou até mesmo um lápis podem ser seus aliados nesta missão. Destaque tudo o que considerar importante no texto. Desta forma, será mais fácil localizar informações necessárias;
  • Pegadinhas: fique atento a expressões como “nenhum”, “todas” e “somente uma” nos enunciados. Aproveite para grifar, pois elas podem mudar o sentido de um enunciado;
  • Escreva o que ler: para exercitar o seu entendimento sobre determinado assunto tente fazer resumos de algo que tenha lido. Isso pode lhe ajudar tanto em interpretação quanto na redação;
  • Utilize um dicionário: cada vez que se deparar com uma palavra que não conheça, procure o seu significado e anote-o em um caderno. É uma forma de enriquecer o seu vocabulário.

Conteúdo de gramática para a prova do Enem

Assim como no restante do exame, a interpretação de texto também será bem-vinda na prova de gramática do Enem. Afinal, ela não é abordada sozinha, não basta saber um pronome ou uma conjunção, você também deverá analisar a sua função no texto e os efeitos de sentido.

Portanto, para se dar bem em gramática é necessário que você foque no texto, faça uma leitura crítica, compare e interprete imagens. A gramática aparece de forma contextualizada.

Ampliando os estudos! Lembre-se sempre que, além de estudar e entender todos esses conceitos de gramática, o importante é praticar!

Mas, é claro que você deve inserir as regras gramaticais em seu plano de estudos. E para lhe ajudar nessa tarefa, confira algumas delas:

  • Sintaxe: compõem as figuras de linguagem e costumam aparecer em textos literários;
  • Morfologia: estudo da estrutura e formação das palavras. Elas estão agrupadas em 10 classes gramaticais: substantivo, verbo, advérbio, adjetivo, pronome, artigo, numeral, conjunção, preposição e interjeição;
  • Denotação: quando a palavra está em seu sentido literal ou real, assim como vemos no dicionário;
  • Conotação: quando o sentido da palavra é alterado de acordo com o seu contexto. É bastante empregado na linguagem poética;
  • Aposto: é um termo que oferece informações de outro termo da oração. O aposto pode explicar, esclarecer, detalhar, enumerar, resumir ou comparar;
  • Vocativo: é um termo independente que não pertence nem ao sujeito e nem ao predicado. Pode ser um chamamento ou uma apelo usado no discurso direto.

Melhor do que estudar e entender todos esses conceitos, é praticar. Então, não hesite em fazer a maior quantidade possível de exercícios que já caíram em anos anteriores. Na internet, por exemplo, há sites que disponibilizam cadernos de prova de todas as edições do Enem e seus respectivos gabaritos para download.

Cai no Enem: funções e figuras de linguagem

Planejando os estudos! Ao longo das leituras é possível notar as formas como a fala pode ser organizada em diferentes contextos! 

Para a prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias é importante que os estudantes saibam entender a presença de funções e figuras de linguagem. Esses conceitos também podem ser uma mão na roda no restante do exame.

Sendo assim, vamos começar pelas funções da linguagem que são as formas como a fala pode ser organizada dependendo do que quer se transmitir. Antes de tudo é necessário que você se atente aos elementos que são:

  • Emissor (quem envia a mensagem);
  • Mensagem (conteúdo ou assunto);
  • Receptor (quem recebe a mensagem);
  • Canal de comunicação (meio pelo qual a mensagem é transmitida);
  • Código (conjunto de sinais que compõem a mensagem);
  • Contexto (situação a que a mensagem se refere).

Cada um desses componentes se referem às seguintes funções da linguagem:

  • Função referencial: quando se refere ao objeto ou situação de uma mensagem;
  • Função emotiva: quando há destaque para a presença ou atitude do emissor;
  • Função conativa: quando há uma imposição sobre o receptor, levando-o a adotar determinado comportamento;
  • Função fática: quando o canal de comunicação é utilizado para verificar ou fortalecer a sua eficiência. É bastante utilizado em diálogos;
  • Função metalinguística: neste caso o foco está no próprio código;
  • Função poética: percebe-se uma forma inovadora da mensagem, com combinações sonoras ou rítmicas.

Funções da linguagem compreendidas, seguimos agora para as figuras de linguagem. Elas aparecem com frequência em romances, música e poesia – servem para alterar o significado das palavras em um texto, podendo empregar força, intensidade, colorido e beleza à expressão.

As figuras de linguagem são divididas em quatro grupos. São eles:

  1. Figuras de som ou sonora: tem como intuito reproduzir sons presentes nos seres. Elas podem ser: aliteração (repetição de sons consonantais); assonância (repetição de sons vocálicos idênticos); e paronomásia (palavras de sons parecidos e significados diferentes);
  2. Figuras de construção ou sintaxe: quando há desvios de concordância entre os termos da oração. Se dividem em: elipse (omissão de um termo); zeugma (elipse de um termo que já tenha aparecido); polissíndeto (repetição de conectivos); inversão (mudança da ordem natural dos termos); silepse (concordância com ideia subentendida); anacoluto (termo solto em uma frase); pleonasmo (redundância); e anáfora (repetição de uma palavra);
  3. Figuras de pensamento: dá mais expressividade à comunicação por meio de uma combinação de ideias e pensamentos. Podem ser: antítese (aproximação de palavras com sentido oposto); irônia (termo com diferente sentido dando um efeito crítico ou humorístico); eufemismo (substituição de uma expressão por algo mais leve); hipérbole (exagero); prosopopéia (atribuição de ações a um ser inanimado); gradação (sequência que cria ideias de progressão ascendente ou descendente); e apóstrofe (destaque de uma ideia);
  4. Figuras de palavras: emprego de palavras em sentido conotativo. Se dividem em: metáfora (termo com significado diferente do habitual); metonímia (sentido denotativo, mas com relação lógica); catacrese (quando algum termo é utilizado por falta de outro específico); antonomásia ou perífrase (substituição de nome ou expressão por outro que possa ser identificado com facilidade); e sinestesia (mistura de sensações dos órgãos do sentido).

Atenção: essas funções e figuras de linguagem fazem parte dos conteúdos do Enem. Isso poderá até mesmo lhe auxiliar na interpretação de textos literários.

Aulas do Enem para aprender literatura

Os textos literários são considerados uma forma de arte, pois provocam o leitor e o faz refletir, ao mesmo tempo que cria diferentes emoções e sentimentos. A literatura também é algo que deve estar presente em seu cronograma de estudos.

Para isto, estude as escolas literárias. Cada uma apresenta uma determinada característica e fazem parte de momentos históricos. Elas são divididas por eras, sendo: a colonial (Quinhentismo, Barroco e Arcadismo) e a nacional (Romantismo, Realismo, Parnasianismo, Naturalismo, Simbolismo, Pré-Modernismo, Modernismo e Pós-Modernismo).

Embora seja importante você estudar todas essas escolas literárias, focalize nessas duas:

– Modernismo: é dividido em três etapas, sendo a primeira fase heróica que marca a ruptura com as estruturas clássicas do Simbolismo e Parnasianismo. A segunda fase apresenta um caráter mais regionalista e a terceira foca em questões existenciais;

– Pós-Modernismo: há uma liberdade artística, espontaneidade e multiplicidade de estilos.

Não se esqueça de também estudar os autores. Entre os que mais aparecem no Enem podemos citar: Carlos Drummond de Andrade, Machado de Assis, Aluízio Azevedo, José de Alencar, Oswald de Andrade, Clarice Lispector, Cecília Meireles, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Vinícius de Moraes, entre outros.

Opções de estudos! Uma forma de se preparar ainda mais é contratando aulas particulares para o Enem!

Muita coisa pra estudar e você sente que não vai dar conta? Já pensou em investir em um cursinho preparatório ou um professor particular?

Aulas particulares para o Enem poderão lhe ajudar a seguir pelo caminho correto, tirando as suas dúvidas e retomando assuntos que você sente dificuldades.

Enfim, um professor particular poderá fazer por você o que não conseguiria sozinho. Sem contar que você será obrigado a se comprometer com os horários das aulas e a resolução de exercícios.

Agora se você acha que consegue seguir o seu próprio plano de estudos é possível encontrar diversos sites na internet que disponibilizam aulas gratuitas, tanto de literatura como de outras matérias.

Então, mãos à obra. Separe todo o conteúdo de linguagens que precisará estudar, defina como distribuirá o seu tempo para se dedicar às leituras, entenda os conceitos e pratique muito.

Identifique os seus pontos fortes e fracos. Desta forma, no dia da prova do Enem você saberá quais questões gastará mais e menos tempo.

Bons estudos!

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