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Turismo em terras chinesas: mini guia

De Camila, publicado dia 30/03/2019 Blog > Idiomas > Chinês > Saiba tudo sobre a China

Cansado de visitar países da Europa ou das Américas do Sul e do Norte? Então que tal partir em uma viagem pela Ásia, começando pelo seu mais populoso país?

Com uma economia impressionante, a China está se tornando um dos países mais visitados do mundo. Folclore tradicional, tecnologias avançadas ou rituais familiares: a cultura chinesa é tão diversa que vale a pena ser explorada!

Ficou interessado e quer saber mais sobre o assunto? Então confira abaixo o mini guia que Superprof preparou especialmente para quem deseja começar a enxergar a China com outros olhos!

Tudo sobre a China – curiosidades

Existem muitos fatos interessantes sobre a China que não tomamos consciência do lado de cá do planeta. Com uma cultura muito diferente da nossa, o país do mandarim tem uma história milenar que trás com ela vários aspectos que para nós, meros ocidentais Sulamericanos, são extremamente curiosos.

Ficou interessado em saber um pouco mais sobre essas singularidades desse país oriental?

Antes de mais nada, é importante saber algumas características básicas dessa grande nação asiática. Confira as principais informações sobre a China na tabela abaixo:

INFORMAÇÃODADOS
NOME OFICIAL:República Popular da China
FORMA DE GOVERNO:Estado comunista
CAPITAL:Pequim
POPULAÇÃO: 1.393.783.836
LÍNGUAS OFICIAIS: chinês, mandarim
DINHEIRO: Yuan (ou Renminbi)
ÁREA: 9.596.960 km2
PRINCIPAl CORDILHEIRA:Himalaia
RIOS PRINCIPAIS: Yangtzé, Amarelo

O confucionismo influencia profundamente o país

O confucionismo propõe uma forte ênfase na importância do respeito pelos governantes, família e harmonia social. Ele é uma filosofia nacional e também um sistema religioso de crenças.

Segundo o site “Significados”, ” O Confucionismo é um sistema ético, filosófico e religioso chinês, fundado por Confúcio. [Ele] Foi a doutrina oficial da China por mais de dois mil anos, até o início do século XX. [Na China] Não há igrejas ou organização em forma de clérigos, portanto o confucionismo não se encaixa nas correntes religiosas como comumente são conhecidas no ocidente. Também não há adoração de divindades e não existe a noção de vida após a morte. O princípio básico do confucionismo é conhecido como junchaio, ou seja, o ensinamento dos sábios.

Mesmo depois de 2.500 anos, as crenças confucionistas ainda estão arraigadas na ética e religião tradicionais, e isso pode ser visto e percebido quando se viaja por todo o país.

A China é conhecida como “o Reino do Meio”

A antiga visão de mundo chinesa acreditava que a China era o centro do mundo. Tal tipo de pensamento levou a arrogantes recusas do comércio exterior, assim como a derrotas militares pela Europa e a validação de tratados forçados, marcando o fim da era imperial.

O povo chinês tem muito orgulho de sua longa história e rica cultura. Caso você esteja de partida ao país, então provavelmente notará tal aspecto quando se comunicar com o povo chinês. Você também notará tal característica ao visitar locais turísticos, já que eles geralmente têm sinais para enfatizar sua importância na história global.

Os chineses passam os cuidados familiares antes de tudo. Na China, os pais cuidam dos filhos quando eles são pequenos. Quando crescem, são eles que cuidam dos pais.

Os chineses dão uma grande ênfase para a família

O povo chinês dá grande importância à família e à estrutura familiar: casamento, a família e as crianças são extremamente importantes.

A vida de muitas famílias chinesas gira exclusivamente em torno das crianças mais novas.

Os pais tendem a viver com seus filhos mesmo depois deles terem casados ​​e terem tido seus próprios filhos. Dentro da tradição e da cultura chinesa, espera-se que os filhos cuidem dos pais quando atingem idade para trabalhar. E quando chegado o momento de uma celebração através de uma festa tradicional, as reuniões familiares são fundamentais.

O ping pong é o esporte mais popular

Ping pong, também conhecido como tênis de mesa, é o esporte amador mais popular na China, com aproximadamente 300 milhões de jogadores regulares.

Hoje em dia, entre a geração de jovens no entanto, basquete, vôlei e badminton ganham mais populares. Mesmo assim, o tênis de mesa continua sendo o esporte número 1 da população.

O presidente Mao fez do pingue-pongue o esporte nacional nos anos 50. Ele fora utilizado como um veículo para recuperar o orgulho nacional e facilitar as relações internacionais.

Isso explica por que a China sempre se sai tão bem em torneios globais de pingue-pongue (melhor do que em qualquer outro país em qualquer esporte). Isso também explica por que muitos bairros da China têm mesas de pingue-pongue públicas, já que os chineses adoram praticar esportes juntos ao ar livre (especialmente os idosos).

O pingue-pongue é o esporte número 1 do país! Agora está explicado porque os chineses são tão bons em ping-pong.

A caligrafia chinesa é uma forma de arte reverenciada.

Na China, a caligrafia é uma forma de arte tradicional venerada e muito praticada. Ela é também a responsável pelo desenvolvimento de muitas outras formas de arte chinesas. Alguns exemplos disso incluem os entalhes de vedação, pesos de papel ornamentados e pedras de tinta.

Existem várias categorias diferentes de caligrafia na China. Se esse assunto te interessa e você estiver de viagem marcada para o país, então pode ter certeza de que encontrará várias informações a respeito.

O kung fu chinês pode ser datado da sociedade primitiva

O kung fu chinês pode ser datado da sociedade primitiva, quando as pessoas usavam os bastões para lutar contra animais selvagens. Com o passar do tempo, ele gradualmente se transformou em uma forma de autodefesa e caça.

Mais tarde, o kung fu evoluiu e se tornou uma espécie de arte marcial. Ele era utilizado para treinar soldados e melhorar a moral do grupo antes deles entrarem em guerras (isso numa época em que havia várias batalhas de disputa por terras e filosofias, conhecido como o período da primavera e outono de 770 a 476 a.C.).

O chá pode mostrar o status social na China

O chá é a bebida nacional da China. Na cultura tradicional do chá chinês, a maneira de beber chá, assim como o tipo de chá que você bebe, pode indicar qual é o seu status social.

Hoje, ter um bule de chá quando alguém chega na sua casa é a maneira típica de receber os visitantes. Cerimônias de chá ou visitas a casas de chá também podem ser uma maneira importante de consolidar transações comerciais.

O chá é a bebida nacional chinesa. Você já pensou fechar um negócio com uma visita a uma casa de chás? Na China é assim!

Festivais tradicionais chineses são fundamentais para a cultura do país

Festivais tradicionais são acontecimentos centrais na cultura chinesa. Os festivais mais importantes incluem:

  • Festival da Primavera (também conhecido como Ano Novo Chinês);
  • Festival das Lanternas;
  • Festival Qingming;
  • Festival do Barco-Dragão;
  • Festival do Meio-Outono.

A cultura alimentar chinesa é realmente importante

Você pode se surpreender ao descobrir isso, mas os biscoitos da sorte não são uma coisa da China. Os restaurantes chineses na China não os servem aos seus clientes e mesmo se você pedir, não vai encontrá-los.

No entanto, a China é definitivamente uma cultura diretamente ligadas às tradições alimentares. Os chineses comem uma enorme variedade de alimentos, muitos dos quais têm significados simbólicos. Os alimentos costumam ser o ponto alto dos festivais e a primeira coisa que muitos chineses dizem encontrar alguém é: “Você já comeu?“.

Visto para a China: burocracia antes de visitar o território chinês

Ir à China requer, inevitavelmente, o conhecimento de como se defender na língua, assim como de como iniciar procedimentos administrativos que podem ser particularmente longos.

Descubra aqui alguns passos, conselhos e informações necessárias antes de poder ir para o Extremo Oriente!

Como se preparar antes da partida?

Aprender a língua chinesa

Antes que você possa mergulhar entre os cidadãos da República Popular da China e visitar os maiores monumentos chineses, é preciso dominar um mínimo da língua chinesa!

Uma excelente maneira de assimilar a língua falada na China de maneira ágil, eficaz e personalizada é fazendo aulas particulares!

No Superprof, é possível encontrar profissionais fera no assunto em todo o território brasileiro, a preços variados que cabem em todos os bolsos.

Aprender sobre a cultura chinesa

Antes de viajar pela China, trabalhar na China, fazer um estágio na China ou morar na China, é aconselhável ampliar seu campo de conhecimento em literatura, culinária e religiões que os chineses praticam para se integrar melhor.

Visto para China: quais procedimentos seguir?

Como tirar um visto para visitar a China

Um formulário para pedido de visto para a República Popular da China deve ser baixado e preenchido. Ele pode ser encontrado no site da Embaixada da China no Brasil.

Com passaporte com no mínimo seis meses antes do vencimento, passagem aérea comprada, comprovante de reserva de hotel e uma foto 3 x 4 em mãos é preciso, então, comparecer ao Consulado da China no Brasil mais próximo da sua cidade.

O valor a ser pago é, no entanto, um pouco salgado: R$460,00. Ele tem, no entanto, validade de 5 anos, caso seu passaporte tenha mais de um ano de validade.

Imagens de dragões podem ser encontradas por toda a China. Dragões são representados de várias maneiras na cultura chinesa.

Visitar Hong Kong e Macau

As duas cidades são consideradas administrativas. Sendo assim, ao visitá-las, o turista está saindo do território chinês. Isso faz com que ele precise do visto de duas entradas ou mais, de acordo com a necessidade.

Condições para viver, trabalhar ou estudar em território chinês

Primeiramente é preciso conseguir uma permissão de residência em território chinês. A melhor maneira de não fazer nenhum tipo de procedimento errado é procurar a ajuda de alguma agência especializada.

Para ir estudar na China, você terá que obter um visto específico de duração mínima de 1 ano para o visto X ou apenas 1 semestre para o visto F.

História das dinastias chinesas

Confira um apanhado geral das várias dinastias chinesas que reinaram na República Popular da China.

História da China

Seja no ocidente ou no oriente, costuma-se falar sobre a história da China evocando a sucessão de suas dinastias. Mas nem tudo é tão simples assim. De fato, era muito raro que uma dinastia se extinguisse naturalmente para abrir caminho a uma nova. A dinastia seguinte é mais frequentemente estabelecida por causa da queda da dinastia precedente.

Nenhuma dinastia reinou em todo o país.

A China era um conjunto de reinos independentes e não existia  um “governo federal” para gerir todos eles.

Idade do bronze e Idade do ferro

Para aprender a navegar na cronologia da história chinesa ou conhecer o passado dos maiores monumentos chineses, é bastante útil conhecer algumas datas das dinastias chinesas mais importantes.

Antes das dinastias reais, a China experimentou o período dos Três Augustos e dos Cinco Imperadores(五帝 五帝 sān huáng wǔ dì) de 2070 a.C. a 1600a.C. (470 anos). Como já assinalamos, às vezes as dinastias se sobrepõem. Assim, aqui está a cronologia das dinastias reais de acordo com as datas mais usadas:

  • A dinastia Xia
  • A dinastia Shang
  • A dinastia do Zhous Ocidental
  • A dinastia de Zhous Oriental. Ela foi dividida em duas:
    – Período da Primavera e Outono
    – Período dos Estados Guerreiros.

Idade do ferro e Era feudal

O mundo chinês sofreu muitos transtornos. Bem antes da Revolução Cultural, da chegada do Partido Comunista e até da Segunda Guerra Mundial, as dinastias sucederam-se várias vezes:

  • A Dinastia Qin
  • A dinastia Han:
    – A dinastia Han Ocidental
    – A Dinastia Xin
    – A dinastia Han Oriental
  • A época dos Três Reinos
    – O Reino Wei
    – Reino de Shu
    – O reino de Wu
  • A Dinastia Jin Ocidental
  • A era dos 16 Reinos dos Cinco Bárbaros
  • A Dinastia Wei do Norte
  • A época das 6 dinastias no sul da China
  • A dinastia Sui
  • A Dinastia Tang
  • O reinado da imperatriz Wu Zetian sob o nome da dinastia Zhou
  • O período de cinco dinastias e dez reinos
  • A dinastia Liao
  • A segunda dinastia de Jin
  • A dinastia Song
    – Canção do Norte
    – Canção do Sul
  • A dinastia Yuan ou dinastia mongol
  • A dinastia Ming (明 míng): de 1368 a 1644 (16 imperadores),
  • A dinastia Qing ou dinastia Manchu.

As dinastias Ming e Qing

As duas últimas dinastias da China cobrem um grande período histórico: 544 anos para ser exato.

Dinastia Ming

dinastia Ming refere-se à linhagem dos 16 imperadores que reinaram, mas também ao período que abrange este reinado por abuso de linguagem. Foi a família dos Zhu que a fundou em 1368. O símbolo chinês usado para designar essa dinastia significa “luz, clareza”.

Na época da dinastia Ming, a China era considerada o país mais avançado da Terra. Isso porque houve um renascimento cultural com o qual as artes se desenvolveram. Não é a toa que é sob essa dinastia que aparecem os primeiros trabalhos em porcelana (por nós chamada de “porcelana chinesa”). Além disso, o comércio chinês se espalhou pelo Oceano Índico e pelo continente africano.

Os pandas, infelizmente, estão em perigo de extinção. O urso panda também é um dos símbolos da terra chinesa.

Dinastia Qing

Como nada dura para sempre, a dinastia Qing acabou subindo ao poder. Ela foi a última a governar a China antes do início da República Popular da China e o estabelecimento do governo chinês.

Embora a captura de Pequim pelos Qing data de 1644, eles só conseguiram dominar e administrar toda a China em 1683.

A revolução Xinhai finalmente derrubou o poder da dinastia e a República da China foi proclamada. A República Popular da China nasceu em 1949 após uma guerra civil e com a chegada ao poder de Mao Zedong.

A Grande Muralha da China de A a Z

Graças ao Superprof, você conhecerá todos os detalhes sobre a Grande Muralha da China. Se você planeja ir ao país para fins turísticos, então este edifício grandioso é, sem a menor sombra de dúvidas, uma parada obrigatória dentro do seu roteiro.

História da Grande Muralha da China

A construção da muralha

No século V a.C. começa um período em que vários reinos competem pelo controle da China. Este é chamado de “período dos Estados Guerreiros” e dura até 221 a.C. É neste momento que cada reino constrói muros para se proteger de invasões bárbaras.

Em 221 a.C., um desses estados consegue unificar todos os reinos da China e fundar um império. A primeira dinastia imperial chinesa é a de Qin, liderada pelo imperador Qin Shi Huang. É ele quem investe nas primeiras reformas necessárias para a construção de uma muralha.

O muro da China como rota comercial

A dinastia que entrou no poder após à de Qin é a dinastia Han.A estratégia adotada por Han é simples: abandonar a manutenção da muralha e negociar com os invasores do norte, oferecendo-lhes “presentes diplomáticos” (como mulheres, por exemplo).

No entanto, sob o reinado do imperador Wudi (ainda parte da mesma dinastia), a construção do muro será retomada.

Nascimento da “Grande Muralha”

Depois de todos esses acontecimentos, somente durante a dinastia Ming que o projeto de construção de uma grande muralha voltou à tona, ou seja, no século XIV!

Neste momento, a muralha assume uma papel de defesa do território chinês. O poder de ataque dos inimigos era tal que os chineses não tinham escolha senão defender-se com o maior muro possível.

Assim, a Grande Muralha da China nasceu e permaneceu como a conhecemos hoje.

A Muralha da China em termos geográficos

Um tamanho desproporcional

A Grande Muralha da China está localizada no norte do país, desde a costa norte da aglomeração chinesa de Pequim até o deserto de Gobi. Este muro fortificado mede de 5 a 7 metros de largura para uma altura que varia entre 5 e 17 metros, dependendo da localização dentro de sua extensão.

A muralha se estende por cerca de 6.700 quilômetros.

A Grande Muralha da China é um marco da história e do patrimônio do país. Quem nunca escutou falar na famosa Muralha da China?

Muralha da China: um monumento visto do espaço?

No entanto, o debate foi levantado quando o astronauta americano Eugene Cernan revelou uma foto tirada entre 160 e 320 km de altitude (então, a partir do espaço), onde podemos identificar a muralha. Na realidade, o monumento chinês só seria visível quando certas condições fossem favoráveis: um tempo claro e um sol suficientemente baixo tornariam possível ver a sua sombra na Terra.

Sendo assim, é possível tirar fotos da Muralha da China do espaço, mas isso é simplesmente porque esse tipo de câmera tem uma resolução maior que o olho humano.

A certa atração turística do monumento chinês

A Muralha da China é obviamente uma das principais atrações turísticas do território chinês e até mesmo de toda a Ásia. Entre 15 e 16 milhões de pessoas a visitam a cada ano.

Evolução da China nos últimos séculos

Superprof condensou para você algumas informações necessárias para entender a evolução da população chinesa ao longo dos últimos séculos, focando, principalmente, sobre as principais reformas do século XX.

População da China: densidades incomparáveis

A população chinesa é, há vários séculos, a mais densa do planeta. De fato, este país desenvolveu muito cedo uma agricultura forte, o que levou a um aumento demográfico sem precedentes nas áreas rurais. Acrescente a isso importantes aglomerações e você terá um enorme excedente populacional natural em todo o país.

Quanto mais séculos se passaram e mais as condições de vida aumentaram, assim como a taxa de natalidade.

A história da China é fortemente marcada por essa taxa de natalidade descontrolada que acabou “superpopulando” o país.

Os “soldadinhos” de Mao

Durante os primeiros anos do poder de Mao Zedong (década de 1950), as autoridades chinesas não impediam a população de se procriar. Pelo contrário: o presidente chinês até encorajava os habitantes do país a formar um exército de “pequenos soldados” para apoiar, no futuro, o regime do Grande Timoneiro, atuando como uma nova população ativa.

Em 1953, um censo da população deixou o governo chinês em choque, levando-o a se engajar, de 1953 a 1958, em uma campanha a favor da contracepção para tentar limitar essa superpopulação. Nada funcionaria… Foi necessário uma grande onda de fome em 1960 para que a situação se estabilizasse.

Controle de natalidade

A reorganização desse “caos demográfico” ocorre até os dias de hoje na República da China através de uma política de prevenção do nascimento bem rígida.

No entanto, a taxa de natalidade continua alta devido ao grande número de mulheres que já existiam. No final dos anos 70, para responder a essa explosão demográfica asiática, a política do filho único foi oficialmente implementada.

A partir de 1979, os chineses não podem ter mais de um filho por casal, com exceção da minoria étnica Zhuang. Além disso, desde 1970, a idade mínima para o casamento foi aumentada para 22 anos para homens e 20 para mulheres, visando a redução da natalidade das famílias.

Desenvolvimentos do século XXI

Desde 2002, um chinês tem a possibilidade de pagar 5000 renminbis (cerca de 3041,00 reais) para ter direito legal a um segundo filho. No entanto, o salário médio na China nos anos 2000 é de 1200 renminbis (“yuan” em inglês), o que dificulta o pagamento para muitas famílias.

Em 2015, a política do filho único termina com um limite de dois filhos por agregado familiar. As restrições autoritárias impostas pelo governo são mais flexíveis, mas o objetivo de conter o crescimento da população permanece ativo.

Rumo a um futuro densamente povoado

Hoje, a população da China é a mais alta do mundo, respondendo por quase 20% da população mundial em 2014, segundo estimativas mostradas por pesquisas. Quase 1,4 bilhão de chineses povoam a China atualmente. Se o censo estiver realmente correto, então o país de Mao é o número 1 do mundo, colocando a Índia e seus 1,34 bilhão de habitantes (2017) em segundo lugar.

Se a China é hoje um país com uma economia poderosa, seu desenvolvimento foi sofrido, acompanhado por um aumento na expectativa de vida.

Muitas pessoas vão à China só para ver os guerreiros de Xian. O Guerreiros de Terracota de Xian estão entre as riquezas chinesas mais visitadas.

As dez maiores cidades chinesas

Superprof montou um top 10 das localidades mais populosas da China para te ajudar a descobrir essas antigas e modernas cidades. São elas:

  1. Pequim
  2. Xangai
  3. Shenzhen
  4. Cantão
  5. Hong Kong
  6. Shenyang
  7. Dongguan
  8. Tianjin
  9. Wuhan
  10. Nanjing

10 monumentos chineses mais importantes

Para facilitar a sua vida (já que adoramos “bajular” nossos leitores!), preparamos um top 10 dos monumentos chineses mais importantes do país, o que tornará o planejamento da sua viagem  para a China ainda mais simples!

  1. Muralha da China
  2. Cidade Proibida
  3. Grande Buda de Tian Tan
  4. Templo do Céu
  5. Palácio de Potala
  6. Torre Pérola do Oriente
  7. Monastério de 10.000 Budas
  8. Templo Xuankong
  9. Antigo Palácio de Verão
  10. Exército de Terracota de Xian
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