Hoje em dia, podemos afirmar que o texto jornalístico talvez seja o gênero textual mais lido, pois possui o maior alcance nos diversos setores da sociedade.

No jornal impresso, nas revistas, no Facebook, no Instagram e até no Whatsapp: a linguagem jornalística está presente em todos os canais. Se você frequenta aulas de português, se quer prestar o vestibular, ou se até mesmo tem como meta se tornar um jornalista, está no lugar certo: conheça tudo sobre esses gêneros textuais!

O que é um texto jornalístico?

Como escrever um texto jornalístico?
Você sabe qual a função dos textos jornalísticos e qual a sua estrutura?

Os textos jornalísticos têm como principal objetivo comunicar e informar aos leitores sobre diferentes assuntos, como política, economia, cultura e entretenimento. Esses textos hoje podem ser encontrados em suportes variados, como jornais, revistas, redes sociais, blogs, sites, rádio, televisão....

Em geral, para escrever o texto jornalístico, é preciso passar por algumas etapas: coleta de informações, entrevistas, pesquisa. Depois desse momento, a pessoa que escreve o texto tem a função de transformar essas informações sobre determinado fato/assunto e transmiti-las aos leitores de maneira clara e eficiente.

Para isso, algumas técnicas básicas são utilizadas, e uma das mais importantes é o lide. O lide é um elemento fundamental para a funcionalidade do texto jornalístico, que expressa a função das linhas iniciais de uma matéria, no intuito de atrair e conduzir o leitor aos demais parágrafos. Nele, estão as principais informações do fato ocorrido. Em geral, todas essas perguntas são respondidas:

  1. O quê? (qual o fato ocorrido?)

  2. Quem? (quais pessoas envolvidas no fato ocorrido?)

  3. Quando? (dia/horário em que ocorreu o fato)

  4. Onde? (local em que ocorreu o fato)

  5. Como? (de que maneira ocorreu o fato)

  6. Por quê? (se estiverem evidentes, quais são as causas do fato ocorrido)

Além disso, o jornal reúne textos jornalísticos de formatos e conteúdos variados, popularmente chamados de “matérias”. Cada matéria corresponde a um gênero textual diferente e possui características próprias:

  • editorial
  • notícia
  • reportagens
  • entrevistas
  • textos publicitários
  • classificados
  • artigos
  • crônicas
  • resenhas
  • charges
  • cartas do leitor

Quando usar o formato de redação jornalística

Como existem diferentes gêneros textuais jornalísticos, a redação jornalística é amplamente abordada em provas nacionais, como o Enem e os vestibulares. Além disso, hoje em dia, com a grande diversidade dos canais de comunicação - redes sociais, blogs, sites, Youtube, etc - os textos jornalísticos estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano. Por isso, é fundamental saber diferenciar os diferentes gêneros e suas principais características. Confira alguns dos mais populares:

Notícia

Gênero mais comum cuja função da linguagem é informativa. Em resumo, trata-se de um relato impessoal sobre algum fato. Há algumas maneiras de escrever uma notícia, e algumas delas são:

Artigo de Opinião

Tem o objetivo de informar sobre um assunto com a característica principal de manifestar o posicionamento do articulista (autor do texto) a respeito dele.

Editorial

O Editorial também tem o objetivo de informar os leitores e exprimir o parecer do veículo de comunicação sobre os fatos.

Crônica

Um dos gêneros que mais se aproxima da literatura, a crônica traz um relato de fatos do cotidiano, com a característica de transmitir a subjetividade/análise do cronista (autor da crônica) a respeito do assunto.

Reportagem

Textos jornalísticos mais longos e completos do que as notícias. Seu objetivo principal é descrever os fatos de forma mais aprofundada. Dessa maneira, a reportagem também traz outros elementos que enriquecem o texto, como relatos dos envolvidos, visões opostas, opiniões de especialistas, dados e estatísticas, entre outras informações.

Um dos principais tipos de reportagem é a investigativa, na qual o jornalista mergulha em uma situação ainda não comprovada (política ou social, por exemplo) e a estuda, para conseguir provar sua veracidade ou não. Pode ser um fato conhecido que será explicado de maneira mais completa ou, até mesmo, algo que o próprio jornalista descobriu e vai mostrar ao público pela primeira vez.

Resenha crítica

Texto assinado e escrito em terceira pessoa, que expressa opinião e discursa sobre alguma alguma produção em particular. A resenha crítica, ou apenas crítica, faz uma avaliação, por meio de argumentos positivos ou negativos, a respeito de produtos culturais como livros, artes visuais, filmes, peças de teatro, etc. O texto se constitui de introdução, apresentação, apreciação e conclusão, não necessariamente nesta ordem.

Classificados

Encontrado sobretudo nos veículos impressos, como jornais e revistas; hoje os classificados também podem ser encontrados na internet, sob a forma de anúncios.

Os classificados são textos curtos que trazem informações sobre vendas, trocas, empréstimos, aluguéis, empregos, entre outros. A principal função é expor o objeto do classificado, sem deixar de lado a persuasão, ou seja, a intenção de convencer o leitor.

Sabe como escrever um texto dissertativo?

Como fazer um texto jornalístico ?

Como escrever uma redação jornalística?
Você é capaz de elaborar um texto jornalístico?

Em geral, os textos de gêneros jornalísticos são redigidos em prosa. A linguagem deve ser objetiva, simples, imparcial e deve estar alinhada à norma-padrão da língua. O texto contém frases e ideias resumidas, e em geral os períodos são construídos na ordem direta (sujeito + verbo + complementos e adjuntos adverbiais). A linguagem não deve ter margens para dupla interpretação e/ou outras formas de ambiguidades.

O site Jornalista.com traz informações importantes a esse respeito:

O estudante de jornalismo aprenderá na faculdade como lapidar o seu texto, ainda que ele já tenha um vasto conhecimento em português. O discurso jornalístico tem elementos caracterizadores específicos calcados na atualidadeveracidade e universalidade. O discurso deve ser atual, pois tem de se organizar em torno do presente, verossímil, pois tem de se apoiar na verdade, e universal, porque o assunto discursado deve ser de interesse público.

Além das características pertinentes ao conteúdo, é desejável que um texto jornalístico cumpra seu papel informativo, isto é, que todos os leitores compreendam a mensagem passada, caso contrário, o jornalista não terá cumprido seu papel social. Por esse motivo, recomenda-se o máximo de clareza na composição e na escolha de palavras na hora de escrever, elas devem ser comuns e de uso corrente e os termos técnicos devem ser explicados.

Lide

Como vimos acima, o “lide” (forma aportuguesada) ou “lead” (em inglês), que significa “guia”, “principal”, “liderança” ou “o que vem à frente” é um recurso amplamente utilizado.

O lide é a primeira parte do texto jornalístico que tem como função apresentar as principais informações do fato, essenciais para atrair os olhos do leitor para o resto da matéria.

Dessa maneira, o lide é um recurso jornalístico obrigatório que deve ser bem trabalhado, apresentando objetividade e coerência.

Pirâmide invertida

Um dos recursos jornalísticos empregados com a função de hierarquizar as informações dentro da matéria, prevalecendo a ordem decrescente de importância.

Portanto, o conteúdo mais importante se localiza na base da pirâmide (parte mais larga), que permanece na parte de cima da matéria. Por outro lado, o conteúdo mais superficial ou menos relevante, chamado de “ápice” ou “vértice”, se localiza no final do texto.

Dicas para uma boa redação jornalística

Preparar-se para aprender
Escrever um texto jornalístico não é uma missão impossível. Você só precisa de uma dose de dedicação e motivação.

Antes de mais nada, o primeiro passo é tentar ao máximo se informar sobre os fatos sobre os quais você vai escrever, escolhendo sempre fontes seguras e confiáveis. Além disso, se o texto se tratar de uma redação jornalística (e não um texto de opinião ou editorial, por exemplo), lembre-se de tomar um posicionamento o mais neutro possível, ser objetivo, claro e imparcial.

É importante apresentar os fatos para que o leitor possa chegar às conclusões dele.

Conheça algumas dicas práticas para escrever uma boa redação jornalística:

  1. Faça um bom título: informe, atraia a curiosidade do leitor, e evite o sensacionalismo
  2. Intertítulos: destaque informações importantes
  3. Lide: seja objetivo desde o começo e responda sempre às 5 perguntas essenciais: o que, quem, quando, como e por que.
  4. Prefira a simplicidade: um texto jornalístico é simples e claro. Use frases curtas e evite palavras rebuscadas, figuras de linguagem e ambiguidades.
  5. Cuidado com o excesso dos adjetivos: eles podem levar o leitor a pensar que você está opinando, maquiando ou enaltecendo ou minimizando a informação. Seja cuidadoso e tenha a certeza de que realmente são necessários.
  6. Escreva datas de forma resumida
  7. Fundamente seu texto: não se restrinja a achismos. Faça pesquisas, acrescente dados, entreviste pessoas, adicione relatos dos envolvidos, apresente opiniões diversificadas sobre o mesmo assunto. Isso só enriquece o seu texto, dá mais legitimidade e força para o conteúdo transmitido.
  8. Ao final, faça a releitura do texto em voz alta: a sonoridade da leitura diz muito sobre a fluidez do texto, além de ajudar a encontrar palavras repetidas, cacofonias, erros de concordância e de pontuação.
  9. Em geral, para conseguir uma forma homogênea na produção de texto das notícias (padrão), os jornais têm seus Manuais de Redação, estabelecendo regras que devem ser obedecidas pelos jornalistas na hora da produção da matéria. Essas políticas editoriais determinam o que deve ou não deve ser utilizado nos seus canais de comunicação.

Texto jornalismo: estrutura padrão

Organizar a maneira como você escreve artigos de jornalismo é tão importante quanto organizar a maneira como você conta qualquer história. Os leitores não vão tolerar uma história confusa. Eles querem uma história que possa ser lida de forma clara e natural.

Lembre-se de que os leitores também têm períodos curtos de atenção. Você precisa conectá-los à sua história desde o início e manter o interesse deles até o fim, caso contrário eles deixarão de ler. Portanto, organizar suas histórias de jornalismo de forma cronológica (por exemplo, primeiro isso aconteceu e depois isso aconteceu ...) raramente funciona bem.

Na redação jornalística, o primeiro passo para escrever uma história organizada é organizar suas entrevistas e notas de pesquisa para que elas façam sentido para você. Só então você pode começar a organizar a história, para que faça sentido para seus leitores.

É muito importante organizar suas anotações antes de começar a estruturar o seu texto jornalístico.

Ao se preparar para esta tarefa, fique atento a um erro comum: organize sua história na ordem em que você anotou. É muito improvável que você tenha organizado de forma clara e natural os elementos de sua história durante a coleta de notícias.

Preparando-se para escrever

Bons repórteres escrevem suas histórias o mais rápido possível após a realização das entrevistas. É melhor escrever enquanto as informações ainda estão frescas em sua mente. Antes de se sentar para escrever, siga estas etapas para organizar suas anotações e pensamentos:

  1. Reescreva suas anotações de entrevista e pesquisa para que elas estejam completas e façam sentido para você;
  2. Categorize as informações em suas anotações em títulos de tópicos que surgirem.
  3. Priorize. Quais fatos são mais interessantes? Quais citações são mais interessantes? Considere numerar seus fatos em ordem de importância e colocar estrelas ao lado das melhores citações.
  4. Quais citações correspondem a quais fatos? Combine-os.
  5. Escreva uma declaração de uma ou duas frases que explique sua história. Imagine que você está contando ela a um amigo. Esta declaração o guiará ao escrever sua lide e o resto da sua história. Verifique se a sua declaração explica o seu ângulo.

Escolhendo uma estrutura

A pirâmide invertida é a maneira mais comum de os jornalistas organizarem suas histórias. Mas nem sempre é o melhor caminho.

As notícias de última hora são difíceis e, por isso, geralmente são melhor escritas no formato de pirâmide invertida.

Nesse formato, as informações mais importantes vêm em primeiro lugar. Nos parágrafo sucessivos, as informações.
"Um exemplo de uma história regular de pirâmide invertida pode ser um mistério antiquado, onde o leitor é apresentado a pistas cada vez mais importantes enquanto lê", diz Rich Cameron, professor de jornalismo no Cerritos College, na Califórnia. "É somente depois de coletar todas essas pistas que o leitor pode finalmente começar a resolver o mistério", ele continua. Cameron diz ainda que "com uma história de pirâmide invertida, apresentamos a solução (ou, no nosso caso, um resumo) logo no início. O restante da história contém informações cada vez menos importantes até pararmos".

Pirâmide invertida: a base da escrita jornalística.

Copo de Martini

Um primo próximo da pirâmide invertida é o formato "Copo de Martini". Funciona assim: você começa com um resumo da pirâmide invertida dos fatos mais importantes da história. Geralmente, são apenas alguns parágrafos curtos. Feito isso, você muda para uma ordem cronológica do que aconteceu. Depois, detalha o que aconteceu passo a passo. Se possível, termine com um kicker (um toque surpresa ou uma citação de fechamento forte). Essa abordagem funciona bem para histórias de crimes.

Resumindo:

  1. Resumo pirâmide invertida;
  2. Ordem cronológica;
  3. Detalhamento dos fatos;
  4. Kicker.

Mas, às vezes, esses formatos mencionados não são a melhor maneira de contar sua história. Imagine a história da Cachinhos Dourados no formato de pirâmide invertida: Os três ursos viveram felizes para sempre antes que a Cachinhos Dourados comessem todo o mingau e quebrasse a cadeira do Bebê Urso... Não fica muito bom, não é mesmo?

Kabob

Considere outros formatos, como o formato "Kabob".

No formato Kabob, a história começa com uma anedota sobre uma pessoa específica. Imediatamente após isso, inclua um gráfico básico - um parágrafo que resuma a ideia da história, assim como quem, o que, quando, onde, por que e como. Depois disso, a história se amplia para uma discussão geral sobre o tópico. Termina retornando àquela pessoa específica novamente e concluindo com outra anedota ou citação.

"Pense nisso como arrumar carne e vegetais em um espetinho de churrasco", explica Tim Harrower, jornalista do Oregonian (The Portland). "Comece com um tomate vermelho suculento - uma anedota. Siga com um gráfico de nozes. Em seguida, adicione carne - pedaço após pedaço após pedaço - até chegar ao fim, onde você reprisa com outro tomate - uma citação ou anedota final. "

Além disso, existem muitas outras maneiras de organizar uma história. Não existe uma solução simples e única para organizar histórias. Toda história se desenrola de uma maneira diferente. Mas não há nada de aleatório na boa escrita: toda história precisa de começo, meio e fim.

Transições

À medida que você passa do começo da sua história para o final e de um parágrafo para o outro, inclua transições. Transições são palavras ou frases que mantêm a história fluindo sem problemas e informam ao leitor que você está falando da mesma coisa que antes ou que mudou de assunto.

A redação para jornal precisa ser objetiva.

Resumo

Jornalismo não é escrita livre. Antes de começar a digitar sua história, sente-se e anote os destaques. Organize suas ideias. Crie um esboço. Se você ficar preso, tente dividir sua história em seções amplas, como:

  1. O Problema;
  2. O que significa;
  3. O que acontece depois.

Breve história do início da redação para jornal

Jornalismo é a reunião, organização e distribuição de notícias - incluindo matérias e comentários - por meio de uma ampla variedade de meios de comunicação impressos e não impressos.

Primeiras aparições do jornal

Este não é um fenômeno recente: a referência mais antiga a um produto jornalístico vem de Roma por volta de 59 a.C., quando as notícias foram registradas em uma circular chamada Acta Diurna. Com publicação diária, ela era pendurada estrategicamente por toda a cidade para que todos pudessem ler (pelo menos aqueles sabiam ler na época).

Durante a dinastia Tang, de 618 a 907 d.C., a China preparou um relatório do tribunal, em seguida denominado bao, para distribuir aos funcionários do governo com o objetivo de mantê-los informados sobre eventos relevantes. Continuou depois em uma variedade de formas e nomes até o final de 1911, quando acabou juntamente com o fim da dinastia Qing.

No entanto, a primeira indicação de uma publicação regular de notícias pode ser atribuída à Alemanha em 1609, e o artigo inicial publicado no idioma inglês (embora "inglês antigo") foi o jornal conhecido como Weekly Newes de 1622. O Daily Courant, no entanto , que apareceu pela primeira vez em 1702, foi o primeiro jornal diário para consumo público na Inglaterra em língua inglesa.

No Brasil, o primeiro jornal a circular foi o Gazeta do Rio de Janeiro, produzido e distribuído entre 1808 e 1821.

Você sabia que as primeiras revistas foram criadas tendo o público feminino como alvo?

Resumindo, as primeiras aparições de veículos informativos que deram forma ao nosso jornal contemporâneo ao longo da história foram:

  1. 59 a.C. - Roma - Acta Diurna
  2. 618 d.C - China - bao
  3. 1609 - Alemanha - (sem nome)
  4. 1622 - Inglaterra - Weekly Newes
  5. 1702 - Inglaterra - Daily Courant
  6. 1808 - Brasil - Gazeta do Rio de Janeiro

Censura e liberdade de imprensa

Não deveria surpreender que essas primeiras incursões em manter o público informado tenham recebido a oposição do governo em muitos casos. Eles tentaram impor a censura, colocando restrições e impostos sobre os editores como uma maneira de conter a liberdade de imprensa. Mas a alfabetização da população, como um todo, estava crescendo e, por causa disso, juntamente com a introdução de tecnologia que melhorava a impressão e a circulação, as publicações de jornais viram seus números explodirem.

Embora ainda exista censura de notícias jornalísticas em todo o mundo, a liberdade de expressão na imprensa ainda é predominante.

Aparição das revistas

Logo depois que os jornais se firmaram, a criação da revista também se espalhou. Sua forma mais antiga era periódica com nomes apropriados, como Tattler (algo como "quem bisbilhota") e Spectator (algo como"espectador"). Ambas foram tentativas iniciais de casar artigos de opinião com eventos atuais na Inglaterra.

Na década de 1830, as revistas eram periódicos comuns de circulação em massa que atraíam um público mais amplo. Eles incluíram folhetos ilustrados voltados especificamente para o público feminino.

O tempo passou e o custo da coleta de notícias aumentou dramaticamente, à medida que as publicações tentavam acompanhar o que parecia ser um apetite crescente e insaciável por notícias impressas. Lentamente, as agências de notícias se formaram para substituir os editores independentes. Eles contratavam pessoas para reunir e escrever reportagens, e depois vendiam essas histórias para uma variedade de agências de notícias individuais.

O surgimento da mídia não impressa

No entanto, a mídia impressa estava prestes a enfrentar uma forma inteiramente nova de coleta de notícias: primeiro, com a invenção do telégrafo, que foi rapidamente seguida pelo rádio, televisão e a transmissão em massa. Foi uma evolução da tecnologia que parecia quase inevitável.

A mídia não impressa mudou completamente a dinâmica da coleta e geração de notícias. Ela acelerou todos os aspectos do processo, tornando as notícias em si mais oportunas e relevantes. Rapidamente, a tecnologia se tornou parte integrante do jornalismo, mesmo que o produto final estivesse na forma impressa.

Hoje, os satélites que transmitem informações de um lado para o outro em segundos, assim como a Internet, são os responsáveis por colocar as últimas notícias nas mãos de quase todas as pessoas do mundo ao mesmo tempo. Isso criou um novo modelo de jornalismo que provavelmente será o padrão para o futuro.

Precisando de um professor de Redação ?

Você curtiu esse artigo?

5,00/5, 1 votes
Loading...

Fernanda

Socióloga e mestre em Letras Modernas pela Sorbonne. Entre França e Brasil, trabalho com jornalismo e projetos socioeducativos há 20 anos. Apaixonada por música, cinema e yoga. Acredito na cultura e na educação como pilares de transformação da sociedade.