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Quais são as melhores perguntas para fazer na hora de decidir o seu futuro profissional?

De Fernanda, publicado dia 28/02/2018 Blog > Apoio Escolar > Orientação Vocacional > Orientação vocacional: perguntas e respostas

Para uma criança, um adolescente ou mesmo um jovem adulto às vezes é difícil ter uma ideia clara do projeto profissional.

Ou o sonho e os objetivos já estão evidentes desde cedo, ou nós precisamos ir atrás deles.

Mas, em todo caso, é importante fazer algumas perguntas para escolher a profissão de seu interesse.

Refletir sobre orientação vocacional permite que você faça um balanço da sua experiência passada, do momento presente e das perspectivas que podem oferecer o futuro.

E no final, essas perguntas só estão lá para te ajudar a fazer a escolha certa. Algumas questões dizem respeito ao próprio estudante, e outras se referem ao contexto mais geral.

Afinal, o estudante não está sozinho. O meio social também conta.

Aqui estão algumas das questões importantes a serem consideradas na hora de escolher o caminho que guiará seu futuro.

É possível mudar de ideia depois de começar uma graduação?

Transferência de curso no Ensino Superior. Quais são as possibilidades de transferência ou reingresso nas universidades? 

Em regra geral, cada universidade tem seu processo administrativo e sua lista de documentos necessários para validação. Na maioria das vezes, as exigências incluem documentos pessoais, a matrícula e o histórico acadêmico na instituição de ensino, entre outros. Esse histórico contém informações sobre as disciplinas já cursadas, seus conteúdos programáticos e suas cargas horárias.

Mas existem diferentes casos de transferência. É importante que você identifique em qual você se encaixa para poder se informar adequadamente junto à instituição de ensino superior de seu interesse:

  • Reingresso: para candidatos da mesma instituição de ensino que tenham abandonado ou cancelado o curso de graduação para o qual pretendem retornar.
  • Reingresso com Transferência Interna: para candidatos que tenham abandonado ou cancelado um curso de graduação, por sua iniciativa, e pretendam ingressar em curso diferente daquele que foi abandonado.
  • Transferência Interna: para candidatos regularmente matriculados ou com trancamento total do semestre em cursos de graduação.
  • Transferência Externa: para candidatos regularmente matriculados ou com trancamento total em cursos de outras Instituições de Ensino Superior,
  • Portador de Diploma: para candidatos diplomados em cursos de graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC).

Caso você pretenda conseguir uma transferência interna, é fundamental ficar de olho no calendário da sua instituição, além de buscar informações no departamento do curso para o qual você quer se transferir. Em muitas universidades, cada departamento, escola ou unidade de ensino tem autonomia para estabelecer seus próprios procedimentos de inscrição e critérios de seleção para transferência interna.

Agora, se você pretende mudar de universidade – transferência externa ou voluntária -, é importante consultar o regulamento da instituição onde se pretende estudar. Essa transferência pode acontecer de uma universidade federal para outra federal, de uma universidade privada para outra instituição privada, ou entre universidades federais e privadas.

Muitas instituições também divulgam um edital de seleção de transferência e exigem uma prova de pré-seleção para avaliar a capacidade técnica do candidato. Para cobrir os custos referentes aos procedimentos de pré‐seleção, as universidades costumam cobrar a taxa de inscrição, a ser recolhida pelos candidatos em momento inicial.

Outras podem até exigir uma carga horária mínima e/ou máxima para que a transferência aconteça.  Se o candidato for aprovado, existe a validação e o aproveitamento – ou não – dessas disciplinas.

Um estudante de Matemática que faz apenas uma transferência de universidade certamente terá algumas matérias cortadas da nova grade horária, caso já as tenha concluído na instituição anterior. No entanto, caso ele decida cursar Geografia, há grandes chances de que ele não consiga aproveitar nenhuma disciplina. A comissão de seleção da transferência/reingresso avalia todos os programas e históricos dos candidatos e tem condições de definir quais disciplinas podem dispensar outras.

De qualquer maneira, um dos critérios mínimos é que a instituição de ensino acolhedora tenha vagas abertas no curso desejado. Isso é divulgado oficialmente já logo no início do processo de transferência, que acontece em determinados períodos do ano (em geral duas vezes ao ano).

Quais são os diferentes auxílios financeiros para os estudantes nas universidades brasileiras?

Cursos caros podem espantar alunos. É possível fazer o curso dos seus sonhos com orçamento reduzido.

Hoje em dia, há muitas opções e soluções para aqueles que estão com orçamento reduzido. O acesso a universidades públicas e privadas pode ser facilitado por meio de bolsas, auxílios e financiamento de governo e empresas. Quer conhecer um pouco mais? O Superprof traz todas as dicas!

Uma das primeiras opções é solicitar bolsas de estudos diretamente nas universidades privadas. Pelo portal GE Bolsas, é fácil encontrar as opções de descontos disponíveis em função do curso almejado e da sua localização.

Além disso, instituições públicas e privadas também costumam ofertar programas de bolsas e auxílios diversos aos estudantes que atenderem aos critérios específicos exigidos. Alguns exemplos de benefícios oferecidos são: a instituição oferece moradia estudantil, restaurante universitário (refeições diárias), Bolsa de Apoio Acadêmico e Extensão (BAAE I), auxílio aluguel, subsídio alimentação, bolsa para alunos com deficiência, auxílio estágio, auxílio provisório concedido emergencialmente ao estudante ingressante, auxílio transporte, saúde, hospital, entre vários outros. A concessão varia de acordo com cada universidade.

Outra opção é por meio de financiamento. O Fies é um financiamento estudantil ofertado diretamente pelo governo para o estudante. Durante o curso, o estudante deve pagar mensalmente o valor da coparticipação (a parcela dos encargos educacionais não financiada) diretamente ao agente financeiro.

Quando se formar, deverá pagar o restante de acordo com a sua realidade financeira. Isso significa que a parcela a ser paga será variável de acordo com a renda do formado e será descontada diretamente da fonte (ou seja, da folha salarial). Caso o estudante não tenha renda, deverá pagar um valor mínimo.

Para se inscrever para as modalidades Fies, é necessário que o candidato possua renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até 3 (três) salários mínimos.

Há também o ProUni. É um programa do Ministério da Educação, criado pelo Governo Federal em 2004, que oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior.

Podem participar:

  • Estudantes egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais da própria escola.
  • Estudantes com deficiência.
  • Professores da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Nesse caso, não é necessário comprovar renda.

Para concorrer às bolsas integrais, o candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

Por fim, há a Bolsa Permanência. Trata-se de um auxílio financeiro que tem por finalidade minimizar as desigualdades sociais e contribuir para a permanência e a diplomação dos estudantes de graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Podem receber a bolsa-permanência os estudantes que atendam os critérios para a política de cotas, estejam matriculados em cursos com carga horária maior que cinco horas diárias e que tenham renda per capta familiar mensal de até 1,5 salários mínimos.

Como ser um profissional bem-sucedido?

Como ser um profissional bem-sucedido? Fazer o que gosta e ganhar dinheiro: o sonho de qualquer um.

É fato: ter um retorno financeiro na sua vida profissional é um objetivo comum a todos os que buscam felicidade na vida pessoal e profissional. No entanto, especialistas da área de Recursos Humanos e Orientação vocacional afirmam que o retorno financeiro nunca deve ser o motivo principal (ou único) da escolha da profissão. Na verdade, se você ignorar seus interesses, aptidões, desejos e objetivos pessoais, você estará passando por cima dos elementos essenciais para alcançar a satisfação plena em qualquer carreira.

Mas afinal, o que é um profissional bem-sucedido? É aquele que, além de obter sucesso financeiro, tem satisfação e realização graças à sua atividade.

Por isso, mais uma vez, a orientação vocacional é um processo mais do que indicado, em todos os casos. Por meio do acompanhamento de especialistas, em sua maioria formados em psicologia, o estudante participa de um processo de autoconhecimento e reflexão fundamentais para tomar uma decisão.

A primeira fase é de levantamento das aptidões do jovem: isso por meio de de conversas, dinâmicas e exercícios. Dessa primeira interação já é possível mapear os interesses e a personalidade do orientando. O profissional, com essas informações, traça o seu perfil e então apresenta uma lista de áreas do conhecimento alinhadas aos interesses do indivíduo. Além disso, o orientador também pode apresentar profissões que o aluno desconhecia até então.

Além do apoio de um profissional, sabemos que o papel da família nessa etapa da vida é crucial. Em vez de pressão, pais e familiares próximos devem contribuir para que o estudante tenha acesso às informações necessárias, além de dar apoio psicológico e afetivo.

Estudar sempre!

Saiba ainda que hoje em dia o estudo contínuo é valorizado em quase todas as carreiras, nos mais diversos setores. Na era da informação, o aperfeiçoamento contínuo vale ouro: seja com cursos de pós-graduação, especialização, mestrado e doutorado, idiomas, cursos livres em diversas modalidades…. Tudo isso é hoje condição para que você evolua na carreira. Caso você tenha dificuldades financeiras, existem hoje muitas alternativas de financiamento e bolsas no ensino superior.

O relatório de 2016 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revelou o impacto da educação superior no mercado de trabalho do Brasil. De acordo com o documento, um trabalhador que fez graduação ganha mais do que o dobro do que aqueles que estudaram até o Ensino Médio.

A diferença é ainda mais gritante quando se fala em níveis acadêmicos mais elevados. Segundo a OCDE, os trabalhadores que têm mestrado ou doutorado chegam a ganhar salários mais de quatro vezes maiores do que as as pessoas que têm até o Ensino Médio.

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