Nas últimas décadas, vem se consolidando, na Educação Infantil, a concepção que vincula educar e cuidar, entendendo o cuidado com algo indissociável no processo educativo.

Base Nacional Comum Curricular (BNCC), 2018, p. 36

Também chamada de ensino infantil, a educação infantil representa a etapa inicial da educação básica. Ela é destinada a crianças de 0 a 5 anos, que estão vivenciando os seus primeiros momentos no ambiente escolar.

Por esse motivo, essa fase de educação infantil combina as práticas educativas com as de cuidado, atuando como uma extensão da educação recebida no ambiente familiar. A principal finalidade da educação infantil é promover o desenvolvimento integral da criança.

Nesse período de educação infantil, as crianças também passam a conviver com pessoas além do seu núcleo familiar, especialmente por meio de atividades lúdicas, jogos e brincadeiras, que contribuem para a aprendizagem e socialização. Diante disso, vamos saber mais sobre o tema educação infantil? Boa leitura!

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Problemáticas na educação infantil do Brasil

Há desafios educação infantil em diferentes partes do mundo. O acesso à educação infantil não é uma oportunidade universal, em muitos países. Apesar da existência de programas públicos de ensino, alguns fatores ainda influenciam a participação das crianças, como localização geográfica, gênero e renda familiar1.

As crianças que encontram-se em vulnerabilidade social enfrentam maiores barreiras para frequentar creches e pré-escolas de qualidade. Por isso, essas crianças iniciam o ensino fundamental com desvantagens em relação às demais, principalmente em relação às habilidades cognitivas, linguísticas e socioemocionais.

Além disso, as crianças, que vivem em áreas rurais, periféricas ou regiões menos favorecidas, enfrentam maiores dificuldades para acessar as instituições de ensino infantil. Os principais obstáculos são a distância entre a escola e a casa da criança, a falta de creches e pré-escolas em regiões rurais e o menor investimento público em educação nas regiões mais distantes.

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Vulnerabilidade social e residência em áreas periféricas e menos favorecidas

As crianças, que vivem nessa situação, têm maiores riscos de sofrerem com a exclusão educacional

Por exemplo, no Brasil essa desigualdade é perceptível, quando se compara as taxas de acesso à educação infantil entre as regiões Norte e Nordeste e Sul e Sudeste, o que comprova a desigualdade de desenvolvimento social.

Existem ainda desigualdades entre a rede pública e privada de ensino. Há diferenças em termos de recursos, infraestrutura e assistência pedagógica. Geralmente, as instituições públicas sofrem com superlotação, falta de recursos e estrutura limitada.

Portanto, as crianças, que pertencem a grupos vulnerabilizados, sofrem com maior risco de exclusão educacional. As crianças de baixa renda, ou que residem em áreas periféricas, enfrentam maiores obstáculos para acessar um ensino infantil de qualidade.

As desigualdades no acesso à educação infantil impactam a trajetória educacional da criança, afetando o seu desempenho nos anos e séries seguintes. A falta de acesso faz muitas crianças sofrerem com dificuldade de aprendizagem, atrasos no desenvolvimento de linguagem e baixo desempenho acadêmico.

Vale destacar que a pandemia da COVID-19 também tornou as desigualdade sociais ainda mais evidentes na América Latina, havendo paralização no ensino da educação infantil, e impacto sobre o desenvolvimento de habilidades cognitivas, linguísticas, emocionais e sociais, as quais são conquistas ao longo do ensino na primeira infância2.

Situação do ensino na primeira infância e os seus desafios

O governo brasileiro tem se esforçado para ampliar o acesso à educação infantil de qualidade, desde a infância até o início da adolescência, seguindo as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Porém, há desafios que persistem na educação brasileira, principalmente na primeira infância.

Baixa taxa de frequência escolar nas escolas de primeira infância

Um dos principais desafios diz respeito à taxa de frequência escolar das crianças de 0 a 3 anos3, pois

Apenas
39,7%

das crianças

Dessa faixa etária frequentaram a creche ou instituição educacional, em 2024, conforme o IBGE3. A estimativa do Plano Nacional de Educação é de que 50% das crianças dessa faixa etária frequentem a creche ou outra instituição educacional.

Comparando os percentuais, percebe-se que os resultados alcançados ainda encontram-se bem abaixo dos objetivos. Esse percentual comprova que uma grande parcela das crianças brasileiras de 0 a 3 anos não tem acesso à educação infantil na faixa etária indicada, em um período importante para o desenvolvimento de linguagem, cognitivo, emocional e de capacidade de socialização.

A taxa de frequência escolar das crianças de 4 a 5 anos, por sua vez, alcançou um percentual de 93,5%, o que é positivo para o cenário nacional escolar da educação infantil, conforme pesquisa realizada pelo IBGE em 20243.

Essa mesma pesquisa aponta que o atraso escolar de estudantes com faixa etária entre 6 e 10 anos aumentou. A taxa de frequência escolar líquida passou de 95,7% para 90,7%, considerando os anos de 2019 e 20243.

Desigualdades regionais que afetam a educação infantil

Esses mesmos dados disponibilizados pelo IBGE comprovam profundas desigualdades regionais. Isso porque a pesquisa aponta que, em 2024, as crianças de 0 a 3 anos da região Sudeste tinham mais que duas vezes a probabilidade de frequentar a escola em comparação com as crianças da mesma faixa etária da região Norte3.

Desigualdades sociais que afetam a educação infantil

Somente 30% das crianças pertecentes a famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico (Cadastro Único) encontra-se matriculadas nas creches, o que demonstra uma limitação no acesso à educação infantil de crianças de 0 a 3 anos4.

Na pré-escola, esse percentual é maior, com 72,5% das crianças de 4 e 5 anos4, pertencentes a famílias inscritas no CadÚnico, matriculadas nas escolas. Percebe-se, conforme esses dados, que a probabilidade de matrícula aumenta de acordo com o aumento da idade da criança.

Esse baixo percentual de matrícula pode ser decorrente da limitação estrutural de atendimento a bebês e crianças, e do pensamento de muitas famílias de que o desenvolvimento de habilidades cognitivas nos primeiros anos de vida da criança pode ser estimulado apenas no ambiente familiar.

Falta de frequência nas escolas por decisão dos pais ou responsáveis

Outro desafio é a falta de frequência na educação infantil por decisão dos pais ou responsáveis, uma vez que 59,9% das crianças de 0 a 3 anos, e 48,1% das crianças de 4 e 5 anos não frequentam a instituição de ensino por vontade dos pais ou responsáveis, conforme pesquisa do IBGE (2024)3.

Essa problemática pode ser decorrente da falta de vagas dispóníveis, da dificuldade de transporte, da preferência por cuidados familiares ou até mesmo pela falta de informação quanto à importância do ensino infantil.

A educação brasileira, principalmente na educação infantil e no ensino fundamental, é oferecida pela rede pública de forma predominante3. Isso mostra a importância do Estado garantir o acesso à educação infantil de qualidade para todos.

Comparação do Brasil com outros países

Ainda é importante reconhecer as limitações das condições estruturais oferecidas pela rede pública de ensino. A quantidade média de alunos dos anos iniciais por sala é maior do que em países da OCDE. No Brasil, a média é de 22,3 alunos por turma nos anos iniciais, enquanto nos países da OCDE é de 20,8 alunos, conforme dados do IBGE (2024)3.

Tal limitação também se mostra no índice de alfabetização, uma vez que somente 59,2% das crianças das redes públicas foram consideradas alfabetizadas até o 2º ano do ensino fundamental, em 2024. Apesar do avanço em relação à 2023 (56% das crianças tinham sido consideradas alfabetizadas), esse percentual ainda ficou abaixo do objetivo nacional, conforme dados do MEC6.

Apesar dessa limitação, o Brasil ainda encontra-se acima de outros países de baixa e média renda, uma vez que a média nesses países é de cerca de 70% das crianças não conseguirem ler e interpretar um texto simples ao 10 anos7. Em compensação, está abaixo de países como Alemanha, Canadá, Singapura e Hong Kong, que alcançam em torno de 95% de alfabetização.

Marcos do desenvolvimento infantil: motor, cognitivo, linguagem e socioemocional

Durante a primeira infância até os 3 anos, a criança passa por marcos do desenvolvimento criança, que diz respeito ao desenvolvimento motor, cognitivo, de linguagem e socioemocional. É importante que a criança frequente a escola na faixa etária recomendada para desenvolver essas habilidades da forma adequada. Veja quais são esses principais marcos e entenda a importância educação infantil:

Desenvolvimento motor

  • 0 a 6 meses: sustenta a cabeça, rola o corpo e leva objetos à boca;
  • 6 a 12 meses: engatinha, senta e inicia passos;
  • 1 a 2 anos: corre, anda e usa colher;
  • 2 a 3 anos: pula, corre e sobre escadas;

Desenvolvimento cognitivo

  • 0 a 6 meses: reconhece rostos e reage a sons;
  • 6 a 12 meses: reconhece o nome e explora os objetos;
  • 1 a 2 anos: entende comandos simples;
  • 2 a 3 anos: resolve problemas simples;

Desenvolvimento de linguagem

  • 0 a 6 meses: responde à voz e emite sons gutuais;
  • 6 a 12 meses: balbucia sílabas;
  • 1 a 2 anos: fala palavras simples;
  • 2 a 3 anos: fala frases curtas;

Desenvolvimento socioemocional

  • 0 a 6 meses: busca colo e sorriso social;
  • 6 a 12 meses: estranha deconhecidos;
  • 1 a 2 anos: demonstra independência;
  • 2 a 3 anos: interage mais com outras pessoas.
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Processo de alfabetização infantil

A alfabetização é o processo de aprender a ler e a escrever. Essa etapa educação básica é importante, pois o processo de alfabetização dita a capacidade de aprendizado do estudante em toda a sua trajetória escolar. Tal processo é dividido em partes, conforme o desenvolvimento da criança:

  • Fase pré-silábica: usa desenhos, letras aleatórias ou rabiscos para representas palavras, pois não relaciona as letras aos sons;
  • Fase silábica: percebe a relação entre a escrita e a fala, e usa uma letra para cada sílaba;
  • Silábico-alfabética: entende que cada som é representado por uma letra, mas mistura representação por sílabas e por sons;
  • Alfabética: compreende definitivamente a relação entre letras e sons, e escreve palavras correspondentes aos sons da maneira correta, ainda que apareçam erros ortográficos.

Para que o processo de alfabetização ocorra de forma eficiente, os sistemas educacionais utilizam alguns métodos de alfabetização. Os principais são o método fônico, o método construtivista e o método socioconstrutivista. Muitas vezes, também se aplica uma abordagem mais equilibrada entre esses métodos.

O método fônico ensina a relação entre letras e sons, tendo foco na decodificação e consciência fonológica. Já o método construtivista se baseia na construção ativa do conheciment pela criança, havendo um processo de aprendizagem e reflexão. O socioconstrutivista, por sua vez, integra função social da escrita, a interação social e o contexto cultural, havendo o uso social da leitura e escrita.

O que é quais as causas da dificuldade de aprendizagem?

Muitas crianças e jovens sofrem com a dificuldade de aprendizagem, especialmente os estudantes que não tiveram acesso ao ensino da educação infantil de qualidade. Tal dificuldade faz com que eles aprendam de forma mais lenta ou necessitem de um esforço maior do que o esperado para entender determinado assunto que outras crianças da mesma idade aprendem com facilidade.

A dificuldade de aprendizagem pode afetar a leitura, a escrita, a matemática, a linguagem e outras habilidades acadêmicas. Quando essas dificuldades persistem, e apresentam causas neurobiológicas, elas passam a ser chamadas de transtornos de aprendizagem - que são a disgrafia, a discalculia, dislexia e disortografia, por exemplo.

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Dificuldade de aprendizagem não é a mesma coisa de falta de inteligência

As crianças com dificuldade de aprendizagem têm inteligência. Para se desenvolver, elas precisam apenas ter os estímulos adequados e assistência pedagógica

As causas da dificuldade de aprendizagem podem ser o contexto familiar instável, a falta de adaptação à metodologia escolar ou a falta de estímulos adequados, por exemplo. Já os sinais e sintomas da dificuldade de aprendizagem podem ser lentidão ou dificuldade de aprender e de organizar pensamentos e tarefas e problemas de atenção e concentração.

Como estudar de forma eficaz?

Existem várias técnicas que se pode utilizar para estudar de forma eficaz. Alguns exemplos são: técnica pomodoro, técnica Feynman, revisão espaçada, mapas mentais, técnica de autoexplicação, resumos ativos, teste prático e interleaving.

Para ter uma rotina de estudos eficaz, é importante que o estudante escolha um ambiente adequado para se dedicar aos estudos, desenvolva um plano de estudos (para saber perfeitamente o que estudar até o dia da prova), escreva resumos dos conteúdos que estudou para relembrá-los posteriormente e retire todas as distrações que possam distraí-lo de alguma forma.

No processo de estudos, a organização e o planejamento são fundamentais. Com um plano de estudos organizado e um ambiente adequado, você terá até mesmo mais motivação para estudar. Então, utilize técnicas de estudos, se concentre e vá em frente em busca dos seus objetivos!

É importante que, desde cedo, a criança tenha uma rotina de estudos adequada, com planejamento e organização, para que consiga ter uma trajetória com bons resultados nos estudos. Aprendendo a estudar desde cedo de forma eficaz, os seus objetivos serão alcançados mais facilmente.

Atividades para crianças de 4 anos

Existem várias brincadeiras que os professores podem fazer com crianças faixa etária de 4 anos que estimulam as suas habilidades cognitivas, sociais, motoras, emocionais, de linguagem, etc. Essas atividades podem ser feitas em sala de aula ou em casa.

Crianças na sala de aula, sentadas e aprendendo com a professora.
A educação é importante na primeira infância.

Alguns exemplos que estimulam e promover o desenvolvimento de crianças de 4 anos são:

🧠Jogo da memória;

🧩Jogo de quebra cabeça simples;

🏰Jogo de montar blocos;

🎨Atividades de pintura;

🐻Atividades com massinha de modelar;

👸Contação de histórias com fantoches.

Cada uma dessas atividades possui os seus próprios benefícios e promove habilidades específicas para a criança. O jogo da memória, por exemplo, desenvolve as habilidades de memória visual, concentração, atenção e raciocínio lógico.

O quebra-cabeça desenvolve as habilidades de percepção visual, raciocínio lógico e coordenação motora fina. Além disso, o jogo de montar blocos melhora a noção espacial, a coordenação motora e a criatividade da criança.

Já a pintura infantil melhora a criatividade e a coordenação motora fina, assim como a massinha de modelar, que também aumenta a força das mãos. Por fim, a contação de história com fantoches desenvolve a empatia, a imaginação e a linguagem.

Com essas atividades indicadas para crianças de 4 anos, ou seja, indicadas para a primeira infância, a criança terá experiências positivas suficientes para para se desenvolver de forma significativa. Lembrando que essas brincadeiras educação infantil podem ser feitas na escola ou em família. Basta encontrar um espaço agradável para brincar com os pequenos!

E aí, gostou de entender como é a realidade da educação infantil no Brasil, e como se dá o ensino na primeira infância? O nosso objetivo é que você tenha entendido esse cenário no contexto escolar brasileiro alinhado às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular.

Se este conteúdo te ajudou, amplie o seu conhecimento no tema da formação e desenvolvimento infantil com nossos outros artigos para estimular e contribuir com o desenvolvimento dos pequenos. Caso tenha interesse, peça também a assistência dos orientadores educacionais especialistas da Superprof!

Referências Bibliográficas

  1. OCDE - Organisation for Economic Co-operation and Development. Education at a Glace 2023: OECD Indicators. Paris: OECD Publishing, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1787/e13bef63-en/. Acesso em 14 fev. 2026.
  2. INTERNATIONAL INSTITUTE FOR EDUCATIONAL PLANNING - IIEP-UNESCO. Covid-19: Key policy challenges for early childhood education in Latin America. Paris: IIEP-UNESCO, 29 mar. 2021. Disponível em: https://www.iiep.unesco.org/en/articles/covid-19-key-policy-challenges-early-childhood-education-latin-america. Acesso em 14 fev. 2026.
  3. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE. Indicadores da educação infantil avançam, mas não atingem a meta do PNE. Agência Nacional de Notícias, 03 dez. 2025. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/45338-indicadores-da-educacao-infantil-avancam-mas-nao-atingem-meta-do-pne. Acesso em 14 fev. 2026.
  4. FUNDAÇÃO MARIA CECILIA SOUTO VIDIGAL. Desigualdade marca o acesso à educação infantil no Brasil: apenas 3 em cada 10 crianças do CadÚnico estão na creche, segundo dados de 2023. Notícias [S.I.], 2023. Disponível em: https://fundacaomariacecilia.org.br/noticias/desigualdade-marca-o-acesso-a-educacao-infantil-no-brasil-apenas-3-em-cada-10-criancas-cadunico-estao-na-creche-segundo-dados-de-2023. Acesso em 14 fev. 2026.
  5. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Educação Infantil e Ensino Fundamental. Brasília: Ministério da Educação, 2018.
  6. BRASIL. Indicador nacional de alfabetização avança e atinge 59,2% em 2024. Secretaria da Educação Social, 14 jul. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/secom/pt-br/acompanhe-a-secom/noticias/2025/07/indicador-alfabetizacao-avanca-e-atinge-59-2-em-2024. Acesso em 14 fev. 2026.
  7. WORLD BANK. New reports offers evidence-based solutions to address global literacy crisis among children. Press release, 30 out. 2025. Disponível em: https://www.worldbank.org/en/news/press-release/2025/10/30/new-reports-offers-evidence-based-solutions-to-address-global-literacy-crisis-among-children. Acesso em 14 fev. 2026.

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Isabella Herculano

Graduada em administração de empresas e especialista em marketing de conteúdo. Apaixonada por educação, redação e mundo digital. Atua como redatora e conteudista.