Fazer as pessoas dançarem é uma boa razão para escolher o baixo como instrumento.
Flea, o baixista do Red Hot Chili Peppers tem feito os fãs dançarem e muito como baixista do grupo. Inspirador, não? Aprender o baixo é mergulhar em um universo musical por si só. Ainda que o seu sonho não seja se tornar um profissional do baixo, aprender a tocar a esse instrumento será bem maneiro e divertido.
Afinal de contas ser baixista tem lá o seu charme né? Você não quer concorrência ao entrar em uma banda? Quer aprender um instrumento que se destaca dos outros em meio a uma música? E ainda com sonoridade atraente e mais do que exclusiva? Opte por um Contra Baixo.
Os “Baixistas nato” é uma espécie quase em extinção, principalmente em relação a violonistas e outros músicos. Afinal uma boa parte dos baixistas foi um dia guitarrista, que por falta de baixistas ou excesso de concorrentes na guitarra, pulou para o lado mais “grave” da força.
A seguir, conheça dez razões para você escolher o Baixo como instrumento musical!
Quer fazer uma aula de violão em São Paulo?
Baixo é mais fácil do que guitarra
Tá, essa pode não ser a razão mais louvável, mas fato é que o baixo é bem mais descomplicado do que a guitarra. Se você apenas quer tocar um instrumento de corda por hobby, se deixe apaixonar pelo charme e pela quase facilidade do baixo!
O violão, a guitarra elétrica ou a guitarra folk têm seis cordas, enquanto o baixo standard tem apenas quatro. O baixo é essencial para qualquer grupo de música que se preze. Tem um som mais grave e pode soar uma oitava abaixo do violão.
Comece seu curso de violão online agora!

O ajuste é bem simples: as cordas graves são arranjadas equidistantes umas das outras e são sintonizadas em quadras (quatro notas de distância entre cada corda). O instrumento é perfeitamente simétrico.
É muito mais fácil dedilhar e encontrar intervalos. A técnica é mais fácil de adquirir do que na guitarra clássica. Mas você tem que aprender a tocar o metrônomo para desenvolver seu ouvido e seu ritmo.
Veja aqui como escolher o seu primeiro baixo.
Pensando em fazer aula de violão para iniciantes?
O ritmo do baixo é sensacional
No blues rock, jazz cigano, bossa nova ou qualquer música R'n'B, você ouvirá o baixo.
A maior parte do aprendizado do baixo está no ritmo e não no aspecto melódico como o violão. Não há necessidade de aprender a escala maior, a escala pentatônica, os acordes básicos, os acordes cruzados e todas as outras escalas de guitarra.
Um baixista se concentra no ritmo. Se você não tem senso de ritmo, isso pode ser aprendido, mas você terá que trabalhar mais, então o baixo parecerá um instrumento complicado.
Por outro lado, é possível ter sucesso em tocar um ritmo de baixo, mesmo que mal, em dois ou três dias, já saber tocar as notas de uma peça na guitarra leva muito mais tempo.
O baixo também é mais fácil de dominar que a bateria. Não há necessidade de dividir seu cérebro ao meio para obter uma super independência de cada braço e perna. No baixo, você só tocará com a mão esquerda e a mão direita.
Conheça dez dos melhores baixistas de todos os tempos!
O contrabaixo é menos espaçoso do que uma bateria
A bateria é sim um instrumento maneiro, mas é toma um espaço enorme!

Além disso, você claramente não quer passar horas na sala de musculação para poder carregar os muitos (e pesados) instrumentos da bateria. Sabendo que depois de transportar o bumbo, os pratos , a caixa, etc , você ainda tem que montar o instrumento ...
Enquanto o baterista deve estar adiantado, o baixista pode aparecer no último momento do ensaio ou concerto. Você só tem que ligar o seu jack ao seu amplificador de guitarra baixo, pegar seu mediador e você tá pronto pra fazer seu som!
Veja ainda como se equipar para se tornar um baixista profissional!
O baixo não é tão barulhento
Francamente se você em um apartamento e não tem uma boa isolação, o baixo é seu melhor aliado! Ao contrário da bateria que faz um barulho de doido, o baixo é bem menos estourado.
Como é elétrico, você pode tocar diretamente conectando o fone de ouvido ao seu baixo. Nenhum som sai, exceto por um leve som metálico. Tocar baixo ao invés de tocar bateria ajuda a manter relações cordiais com seus vizinhos e sua família.
Um instrumento para tocar com dedões
O violão tem seis cordas tão inevitavelmente, todas são muito próximas umas das outras. O baixo tem apenas quatro, então se você tem dedos grandes você pode posicionar seus dedos com mais facilidade no baixo!!
Para realizar as técnicas do jogo do baixo, é melhor ter força nos dedos:
- O slap consiste em bater na corda do baixo com o polegar,
- O tapping consiste em bater na corda com as pontas dos dedos da mão direita.
Ter dedos grandes pode ser um incômodo quando se toca violão, mas certamente é uma boa coisa para tocar baixo!
O baixo faz toda a diferença em um grupo
O baixo vibra na barriga do público! Se um guitarrista pode se dar ao luxo de tocar uma nota errada, um baixista que cometa um erro pode criar um verdadeiro desequilíbrio.

Toda a harmonia da peça desmorona e o público e os músicos percebem que houve um deslize...oups. O baixista cria a ligação entre os harmônicos (acordes), determinando o ritmo e o estilo musical da peça.
Mas na maioria das músicas, os acordes mudam conforme a sonoridade progride. O baixista terá que harmonizar a composição enquanto mantém o ritmo. Seu papel é impulsionar a música ao longo da peça.
Ele cria uma espécie de tapete harmônico para outros músicos. Mas sua principal função é manter um ritmo constante e manter a batida.
É por isso que o baterista é o melhor amigo do baixista: eles trabalham juntos para dar ritmo e pulsação à música.
Leia nossas dicas para evoluir cada vez mais no seu aprendizado de baixo.
Tocar baixo é bastante original
Olhe ao seu redor: quantas pessoas ao seu redor tocam violão ou bateria? Agora me diz quantas pessoas você conhecem que sabem tocar baixo?
Enquanto baixista você terá mais chances de encontrar um grupo já que existe bem menos concorrência. Quer ver, vá dar um passeio em uma escola ou loja de música. Muitas vezes há anúncios classificados de bandas à procura de músicos baixistas muito mais do que guitarristas ou violonistas...
Procurando por uma aula de violão de qualidade?
O baixo ajuda a trabalhar o ouvido musical
Um guitarrista muitas vezes tem dificuldade em adquirir ritmo. Ele leva esse aspecto para o segundo plano enquanto musicalmente consiste em 50% do ritmo e 50% das notas.
O baixista tem (quase) somente que pensar e se concentrar no ritmo. Ele terá que trabalhar seu ouvido musical para progredir rapidamente no seu aprendizado de baixo.

Mas assimilar o ritmo não é feito da mesma maneira como se aprende as notas. Será necessário escutar atentamente as composições de guitarra, baixo e bateria para se tornar mestre na arte de decifrar o ritmo.
Com o tempo e com a prática você será capaz de reconhecer a batida de cada músico somente através do ritmo que eles põe na batida. Uma composição do Led Zeppelin não será tocada ritmicamente da mesma forma que a de Clapton.
Aprenda todas as nuances do baixo para se tornar um baixista melhor!
Um instrumento polivalente
Mesmo que o baixo seja mais fácil de aprender do que o violão e a bateria, isso não significa que ele não deixe espaço para a criatividade. Existem muitas técnicas para aprender em aulas de guitarra baixo ou mesmo como autodidata:
- o slap
- o tapping
- a batida independente
- a batida com as unhas
- batida para baixo e para cima
- alternar entte acordes
- voltar ao ritmo rapidamente quando se comete um erro
No baixo você tem toda a liberdade para desenvolver o seu estilo próprio, criar improvisação, descobrir novos ritmos. Aprender a tocar baixo pode ser muito versátil e te manter sempre ocupado enquanto você aprende a dominar a batida como ninguém mais.
Para aprender a tocar como profissional, faça aula de violão com os professores da Superprof.
Tocar como os melhores
Nada mais inspirador do que assistir os seus ídolos e conseguir reproduzir as suas façanhas musicais, não é mesmo? Pois bem, saiba que existem muitos músicos que chegaram ao reconhecimento mundial graças às suas habilidades com o contrabaixo. E o que é mais inovador? Isso não somente no universo do rock and roll, mas em diferentes gêneros musicais. O Superprof separou aqui uma lista especial para você relembrar aqueles que cativam seus ouvidos e se surpreender com aqueles que ainda nunca ouviu. Confira!
Flea - Red Hot Chilli Peppers
Começamos com um dos baixistas mais aclamado no mundo: Michael Balzary, mais conhecido como Flea. Ele seria o segundo melhor baixista de todos os tempos, segundo o ranking da revista Rolling Stone. E sua fama não é à toa: o australiano multi-artista (toca trompete e é ator) é um dos fundadores de uma das bandas mais conhecidas de todos os tempos: o Red Hot Chilli Peppers.
Fortemente influenciado pelo jazz em seu ambiente familiar durante a adolescência, ele começou a tocar aos 17 anos, depois de descobrir o rock feito por Kiss, Jimi Hendrix e Led Zeppelin.
Em 1983 ele criou o famoso Red Hot Chili Peppers, após conhecer Anthony Kiedis, Hillel Slovak e Jack Irons.
Seu estilo de tocar é influenciado pelo funk, jazz e outros baixistas, como Jaco Pastorius.
Em 2009, Flea lançou novos modelos de baixo que apelidou como Fleabass. Segundo ele, "FLEABASS é nascido do meu amor pela música à educação como um estudante e um professor de música, e um amante da tradição do mesmo. Eu queria que os alunos tivessem um instrumento que possam apaixonar-se, e eu queria que elas fossem capazes de fazê-lo com os meios limitados que a maioria deles tem para adquirir um."
EM 2012 Flea lançou seu primeiro álbum solo, o Helen Burns, com influências que mesclam jazz, tendência minimalista, sopros e sintetizadores. O disco foi bem recebido pela crítica.
Kim Deal - Pixies
Kim é uma cantora e compositora norte-americana. Ela foi baixista e co-vocalista do grupo de rock alternativo Pixies, antes de formar os Breeders com sua irmã gêmea Kelly Deal, em 1989.
O Pixies se separou no início de 1993, e Deal voltou seu foco para os Breeders, que lançaram o álbum de platina Last Splash em 1993, que ficou conhecido pelo single de sucesso "Cannonball".
Henri Texier
Nascido em 27 de janeiro de 1945, é um contrabaixista francês de jazz.
Aos dezesseis anos, fascinado pelo contrabaixo, Texier se tornou um baixista autodidata, sendo majoritariamente influenciado por Wilbur Ware. Formou seu primeiro grupo com Georges Locatelli, Alain Tabar-Nouval, Jean-Max Albert e Klaus Hagel, inspirado em Don Cherry e Ornette Coleman. Apesar da quase ausência de documentos registrados, este grupo representa uma das primeiras expressões do free jazz na França (1965).
Ao longo da década de 1970, Texier permaneceu ativo na Europa no cenário do jazz, apresentando-se com músicos como Paul Motion, Joe Lovano, Bob Brookmeyer, Dewey Redman, Kenny Wheeler, Steve Swallow, John Abercrombie, Michel Portal, Aldo Romano, Louis Sclavis, Martial Solal ou Bill Frisell, entre outros.
Em 1982 ele formou um quarteto com Louis Sclavis. Com o trio Romano-Sclavis-Texier, colaborou em três álbuns tendo como tema a África vista pelo fotógrafo Guy Le Querrec: Carnet de routes, Suite africaine e African Flashback.
Em sua carreira, Henri Texier explora novos caminhos: estudou outros instrumentos como oud e percussão, assim mesclando seu jazz com outras linguagens musicais, inspirado nas sonoridades oriundas da África e da Índia.
Charles Mingus
Nascido em 1922 na fronteira do Arizona com o México, Charles Mingus Jr. foi um contrabaixista, pianista, compositor e líder de banda de jazz americano. Um grande defensor da improvisação coletiva, ele é considerado um dos maiores músicos e compositores de jazz da história, combinando influências diversas, inclusive sons mexicanos. Com uma carreira de três décadas, fez colaborações com outras lendas do jazz, como Louis Armstrong, Duke Ellington, Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Dannie Richmond e Herbie Hancock.
As composições de Mingus continuam a ser tocadas por músicos contemporâneos que vão desde as bandas de repertório Mingus Big Band, Mingus Dynasty e Mingus Orchestra, até os alunos do ensino médio que tocam nas paradas e competem no Charles Mingus High School Competition. Em 1993, a Biblioteca do Congresso adquiriu os documentos coletados de Mingus - incluindo partituras, gravações de som, correspondência e fotos - no que eles descreveram como "a aquisição mais importante de uma coleção de manuscritos relacionados ao jazz na história da Biblioteca".

Liminha - Mutantes e solo
O paulistano e produtor musical Liminha ficou conhecido por sua atuação como baixista da banda Os Mutantes. Acompanhou a banda até o começo de sua fase progressiva, após a gravação do disco O A e o Z. Nos anos 80, virou produtor de sucesso e trabalhou com nomes como: Arnaldo Antunes, Barão Vermelho, Blitz, Caetano Veloso, Charlie Brown Jr, Chico Science & Nação Zumbi, Cidade Negra, Daniela Mercury, Ed Motta, Erasmo Carlos, Fernanda Abreu, Frejat, Gabriel o Pensador, Gilberto Gil, Ira!, Jorge Mautner, Jorge Ben Jor, Natiruts, Os Paralamas do Sucesso, O Rappa, Pedro Luis e a Parede, Titãs, Vanessa da Mata, entre outros.
Um dos seus trabalhos mais célebres com o instrumento foi a composição da linha de baixo da canção Fullgás, de Marina Lima.
Ficou em 99° lugar na "Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira" promovida pela revista Rolling Stone em outubro de 2008
Felipe Andreoli - Angra e Karma
É hoje um dos baixistas mais respeitados do mundo em seu estilo, integrando a internacionalmente renomada banda Angra, além do grupo solo de Kiko Loureiro e o quarteto instrumental 4Action, entre outros projetos. É conhecido como um virtuose do metal melódico e do metal progressivo. Sua fama se deve ao fato de ser um dos pioneiros da técnica de pizzicato com três dedos no Brasil, além de técnicas como slaps e tapping, que executa com muita velocidade e precisão.
Jaco Pastorius
Nascido em 1 de dezembro de 1951 e falecido em 1987, John Francis Anthony Pastorius III, também conhecido como Jaco Pastorius, foi um baixista de jazz e jazz rock.
Ele influenciou bastante o papel do baixo elétrico, em particular ao fazê-lo passar da categoria de simples acompanhante de ritmo para o papel de solista.
Pastorius é conhecido por tocar baixo sem trastes, bem como o último homem do jazz do século XX a influenciar as gerações seguintes, de acordo com as palavras do guitarrista de jazz Pat Metheny.
Nos anos 80, ele tocou em shows com músicos renomados, como Brian Melvin (jazz), Mike Stern (fusão de jazz) ou Biréli Lagrène (jazz cigano).

Tocar um instrumento de sucesso!
Acho que já deu para perceber que não é todos os dias que nasce um baixista né? Realmente, comparado a outros músicos como bateristas, violinistas, guitarristas, o baixista ainda é um ser raro.
Se, de um lado, é uma pena para a música que os baixistas não sejam muito numerosos. De outro lado, esse dado é muito bom para aqueles que querem começar a tocar baixo e a se dedicar ao aprendizado desse super instrumento.
Ao se dedicar com força e vontade ao aprendizado das diferentes técnicas do baixo e contrabaixo, você tem grandes chances de se tornar um baixista profissional e de sucesso.
Talvez esse nem seja o seu sonho inicialmente mas é bom sempre se dedicar bastante a tudo que fazemos né? E deixara coisas fluir com naturalidade. Quando você menos esperar, será o baixista estrela de um grupo por aí...
E então? Que tal começar agora seu curso online para iniciantes ao nível avançado com os melhores professores do Brasil?
Os cursos disponíveis no Superprof são voltados a todos perfis de aluno e de necessidade: com ou sem experiência, para crianças ou adultos, por vídeo ou presencial,
Resumir com IA:










poxa,obrigado pela dica e ao mesmo tempo o estímulo .Tenho 52 anos e curto rock pra caramba e agora com mais tempo, queria aprender a tocar um instrumento mas acho guitarra complicado e sua dica do baixo me fez concluir que o baixo se encaixa melhor no meu perfil.valeu!
Meu amigo você se iludiu pois de jeito nenhum o BAIXO e mais fácil.
Pra quem não tem vontade realmente , o que seria do facil se nao existisse o dificil? fica a dica
Hofer , tbm sou fã de rocke tenho 52. Queria algo pra avançar em pouco tempo, pq quero começar agora , e eu to achando a idéia de tocar baixo mais indicada pra quem nao quer perder muito tempo e quer apenas se divertir .
Tenho 39 anos e decidi ter como hobby a música.
Me dedico a guitarra e baixo: realmente nao se compara a complexidade da guita…
O baixo é tão gostoso que uso como descanso, uma forma de relaxar das aulas de guitarra. ..
Nunca é tarde pra se fazer o que se gosta: aproveitemos a vida!
…. tenho 4.5 anos….e estou na minha quarta aula de baixo… Na verdade, às aulas de baixo é pra mim a realização de um sonho de adolescente, só que, hj com uma vantagem: hj sou maduro e tenho certeza do que eu quero..!! Estou curtindo cada momento… Eu sempre curti rock in roll desde Cazuza até sepultura… cólera…etc…. e de uns anos pra cá Djavan, Tim Maia…. Nunca se esqueçam: NUNCA É TARDE PRA SE REALIZAR AQUELE SEU SONHO DE MENINO….ACREDITEM….
Adoro Cólera , vieram em Belém poucos meses antes do Redson viajar . Tenho 52 e tbm quero realizar um sonho . Pesquisando o bsixo….
Eu amo a música, navegando em vários gêneros músicas, me apaixonei pelo rock and roll e sua ideologia, eu sempre tive vontade de aprender tocar algum instrumento só não sabia qual, e aos 33 anos várias vezes eu falava pra mim mesmo que já passou o tempo de aprender, e vendo os comentários de pessoas mais vividas e experientes do que eu começando a aprender tocar baixo me motivou de mais, e em breve irei começar a aprender, nunca é tarde pra aprender algo novo, um forte abraço a todos.
“Não há necessidade de aprender a escala maior, a escala pentatônica, os acordes básicos, os acordes cruzados e todas as outras escalas de guitarra”, fala isso pra um baixista e o ouvido dele vai sangrar. Na prática, para tocar suas músicas preferidas com tablatura, você não irá usar essas teorias, mas quando você começar a fazer grooves, acompanhar o tom da música ou tocar uma música qualquer sem ter a tablatura você vai precisar de teoria sim e não só essas, sem o mínimo de teoria, você nunca irá sair do nível iniciante.
Isso é a pura verdade…..
Isso, sangre por todos os buracos aqui.
PERFEITO!!!!! (se você não aprende a teoria, como a música realmente é formada… escalas acordes… e fica somente na tablatura ou na cifra, sem noção de tom, sem saber como arranjar com uma pentatônica, como falou o Flávio, você nunca vai sair do nível iniciante, e o pior, nem terá noção nem prazer de “saber” o que está fazendo no baixo.
Eu sou tecladista, comecei a estudar contrabaixo há exatos três anos, e, a primeira coisa que resolvi aplicar foram as escalas (modos gregos, escalas pentatônicas, esqueletos de levadas…) e posso afirmar: EU NÃO TOCO BAIXO…mas o que eu toco, não faço feio em lugar nenhum, eu toco certo! mas tudo dependeu do aprendizado, da base de estudo das escalas.
Tocar tônica “cabeça” todo mundo toca”, no primeiro dia em que pegar no instrumento”; agora, vá fazer frases, criar riffs… aí a coisa muda de cor.
Arrisco até fazer uma indicação de um bom livro: CONTRABAIXO PARA LEIGOS do Patrick Pfiffer.
Eu sou autodidata, nunca toquei um instrumento de cordas, tive dificuldades no início, quanto a coordenação nas mãos e ao manter as cordas abafadas e ligadas ao braço do instrumento; hoje tenho um pizzicato que não mete vergonha em lugar nenhum, sou capaz de entrar numa loja de instrumentos musicas, pedir um baixo e sair tocando, ao invés de um teclado que é um instrumento que toco há anos.
Aos manos veteranos, meu incentivo: TENHO 53 ANOS DE IDADE, e comecei a tocar baixo aos exatos 50. Vão em frente, não desista.
Sou artista plástico e tem uma frase que eu deixei em entrevista a uma revista de circulação nacional e internacional, que falei o seguinte: Jamais desista de um sonho sem antes dar a ele a oportunidade de se tornar realidade.
Abraços a todos!!!!
Possuo um CORT A6 com captadores MK6 made USA (não são os MK1) e com pré M. Laghus, um dos melheres luthiers do Brasil. Mas toco como hobbie
Bom, só um grande equívoco… Baixo não é mais fácil nunca que guitarra ou qualquer outro instrumento. Nenhum é mais fácil ou mais difícil, tocar guitarra de modo mediano também é fácil, assim como baixo ou piano. O baixo não é algo simples pelo fato que é necessário conhecer muito bem de harmonia para não fazer só as tônicas, além disso o mesmo está entre a rítmica e a harmonia, o baixista deve ter ambas as questões muito bem resolvidas. Como diária um grande professsor que tive. O baixo é fácil… fácil de tocar mal.
Faltou nosso celebre Champignon da Charlie Brown Jr.
Mto bom. Estou pensando em aprender baixo porque adoro as frequências baixas. E este post foi mto objetivo . Parabéns!