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Baixista debutante: por qual instrumento optar?

De Joseane, publicado dia 23/07/2019 Blog > Música > Violão > Como escolher o seu primeiro Baixo

Você é um apaixonado pela profissão de baixista e deseja ser o novo Paul McCartney da vez, aprenda a escolher o seu baixo para mandar bem no seu próximo ensaio!

Que você faça parte de um grupo de música ou que você seja um baixista solo amador,  a regra de ouro para realizar um bom som no baixo é, antes de tudo, escolher sabiamente o seu instrumento. Não importa o estilo de música que você preferir, seu baixo deve permitir que você encadeie acordes básicos facilmente seguindo o bumbo e a caixa na composição de uma bateria.

Quando da escolha do seu baixo, sobretudo se você ainda é um aprendiz, estipule um o quanto você quer gastar. Dessa forma, é mais fácil escolher entre os diversos modelos na faixa de preço que estará de acordo com o seu budget. Aqui é importante entender que dependendo da faixa, o leque de opções pode ser maior.

Não hesite em ir até uma loja de instrumento musical para testar os modelos que você selecionou.  Procure por lojas ou até amigos para fazer o test drive de alguns baixos. Por vídeos é possível perceber o feeling do baixo mas o ideal mesmo é fazer um teste diretamente com o instrumento. Uma boa é procurar também sons do baixo gravados diretos na placa de som.

Isso dito, continue lendo e aprenda algumas regras básicas que você deve seguir quando da escolha do seu primeiro baixo.

Devo escolher um Baixo de quantas cordas?

Antes de escolher o seu primeiro baixo, a pergunta que você deve se fazer é : qual é o meu som? Obviamente, se você está se dedicando a profissão de baixista ou se você toca baixo como um hobby, você certamente quer comprar um baixo pois gostaria de tocar aquele som que você tanto curte, certo?

Compor um baixo Quando se trata de baixo, o menos é mais. Então, para um iniciante, um baixo de 4 cordas já está de bom tamanho!

Então que tal começar por aqui: tenha em mente o tipo de música que você quer tocar. Dessa forma, sua busca é mais fácil ao restringir à modelos de baixo para Rock, por exemplo, porque você já cria um fator limitante. Atenção: não estamos dizendo que existam apenas baixos para Rock, baixos para Heavy Metal, baixo para MPB, etc – não é bem assim!

A verdade é que alguns baixos têm características únicas que servem melhor para tocar rock do que MPB. Baixos para pagode e samba são normalmente de 5 cordas ou até 6 cordas, por exemplo. Entendeu?

Como você já deve saber, o modelo mais tradicional de um baixo possui 4 cordas. Um baixo de 4 cordas é sintonizado de acordo com o esquema a seguir:

  • 1ª corda: é a mais aguda das cordas e recebe o nome de SOL (G).
  • 2ª corda: recebe o nome de RÉ (D).
  • 3ª corda: recebe o nome de LÁ (A).
  • 4ª corda: é a mais grave e recebe o nome de MI (E).

O baixo standard de 4 cordas é o modelo ideal para começar, mesmo se você quiser ir para um estilo rock ou metal. Um baixo de 4 cordas tem um braço mais estreito e mais fino que um baixo de cinco ou seis cordas. Para começar a praticar e se acostumar com o instrumento, é melhor começar com um modelo clássico de 4 cordas pois são mais confortáveis para o aprendizado.

No entanto, se você já tem alguma experiência e quer mesmo é se aperfeiçoar no seu estilo musical preferido, escola seu baixo de acordo com o som que você vai realizar. A saber que um baixo para metal e rock um baixo de 5 ou 6 cordas é uma escolha mais apropriada já que esse modelo emite um som mais grave!

Quer ficar ainda mais inteirado sobre a profissão de baixista? Dá uma olhada nesse artigo aqui.

Composição de um baixo: escolha do meu primeiro instrumento

O baixo é composto por duas partes de madeira: o braço e o corpo. O corpo do baixo, como o de uma guitarra elétrica, um violão clássico ou uma guitarra popular, é formado por dois ou três pedaços de madeira.

Como o baixista deve escolher o baixo? Saber escolher o seu baixo é muito importante na hora de realizar o seu som!

As principais partes de um baixo, são:

  1. Tarraxa –  Responsável pela afinação do instrumento, merece cuidados especiais quanto à manutenção e conservação.
  2. Casa – é a distância entre dois trastes consecutivos.
  3. Traste – é um objeto de ferro que, quando a corda é pressiona sobre ele, serve para mudar o comprimento da corda e conseqüentemente as alturas dos sons.
  4. Captador – aparelho que serve para capta os sons de instrumento e amplifica-lo. Têm a função de transformar a vibração das cordas em som. Através de indução magnética, o som é captado e transmitido para a saída. Entre os vários modelos de captadores, os tipos mais comum são o Jazz, Precision e Piezo.
  5. Potenciômetros – serve para ajustar questões referentes ao timbre e intensidade.
  6. Ponte – é onde se prende as cordas. É uma peça muito importante do contrabaixo. Embora pareça que seja apenas um apoio para as cordas, é a ponte que faz a transferência das vibrações das cordas para a madeira do corpo. Além disso, é na ponte que se faz o ajuste do tamanho de cordas, pois cada nota exige um tamanho certo. Em alguns contrabaixos, as cordas não são presas na ponte, mas sim diretamente no corpo, visando um melhor aproveitamento dos graves.
  7. Corpo – Principal responsável pelo timbre do instrumento. Assim como no violão existe a caixa acústica, o corpo do contra baixo é quem vibra, dando sustentação e grave necessário ao baixo. É no corpo que se fixam as cordas, o braço e a parte elétrica. O peso do corpo influi também no equilíbrio do baixo e no conforto para o instrumentista.
  8. Mão ou Paleta – Além de servir para fixação das tarrachas, tem muita influência no equilíbrio do instrumento. Experimente tocar num baixo com paleta e num sem ( como Factor, Steinberg ) e sinta a diferença!
  9. Braço – Parte fundamental do instrumento, deve ser firme o suficiente e de madeira estável (ou seja, com a variação do tempo ela não empena facilmente). Requer cuidados quanto ao uso do tensor, que é interno ao braço. Sempre que se trocar as cordas, checar se a curvatura do braço é aceitável, e se necessário, atuar suavemente no tensor.

Agora que você já está íntimo do seu baixo, veja como escolher a marca de baixo que te convém melhor de acordo com o seu orçamento e o som que você quer realizar.

Veja ainda como se equipar para se tornar um baixista profissional!

Melhor marca de baixo para iniciantes

Verdade seja dita, a melhor marca de baixo é aquela pela qual você pode pagar por ela! Agora digamos que o orçamento não é um problema para você, aqui vai algumas dicas para escolher a marca do seu primeiro baixo:

Dicas para comprar um contrabaixo A escolha da marca do seu baixo deve respeitar o seu orçamento e o seu estilo!

Como já alertamos, tenha em mente o tipo de som que você pretende tirar do baixo. Por exemplo, um som mais vintage (antigão, tipo rock dos anos 70), nestes casos os modelos Jazz Bass são os mais indicados. E acredite existem baixos Jazz Bass de qualidade com preços bem atraentes.

Um exemplo legal são os Jazz Bass da Eagle , simplesmente um dos melhores modelos do mercado, nesta faixa de preço. Ele possui recursos e sonoridade encontrados apenas nos Contra Baixos Jazz Bass da Fender

Contra Baixo Standard BX12 CONDOR

Este é um Baixo que possui recursos de alta qualidade por um preço bem acessível. Além de esbanjar beleza, este contra baixo vai surpreender você com sua qualidade sonora. O BX12 Condor conta com uma captação passiva Condor (P+J), que proporciona graves profundos e médios quentes. Além de um controle de volume, o BX12 Condor oferece knobs de Agudo e Grave, o que dará a você mais controle sobre o timbre do seu contra baixo. Um ótima opção de custo x benefício.

Leia nossas dicas para evoluir cada vez mais no seu aprendizado de baixo.

Qual a diferença entre baixo passivo e baixo ativo?

É a eletrônica que entra em jogo na escolha entre o baixo ativo ou o baixo passivo. Os captadores absorvem o som quando uma corda vibra.

Comprar um contrabaixo Defina o seu estilo e então escolha entre um baixo de captação ativa ou passiva!

Para começar, lembre-se: baixo ativo não é melhor que baixo passivo, e vice-versa. É apenas uma questão de estilo e gosto.

Um baixo ativo tem um pré-amplificador alimentado por uma bateria. É mais fácil controlar o som e equalizá-lo. O nível de saída do som também é maior, desde que a bateria esteja totalmente carregada. A captação ativa é ideal para quem curte slap e tendem a ter bem menos ruídos. A captação ativa é boa pois lhe dá mais controle no tom do baixo, pois há um pré-amp lá dentro.

Um baixo passivo não tem pré-amplificação. Não requer energia. É simplesmente possível modular o nível de som ou o tom. Foram as primeiras captações usadas em baixos. Ao ouvir Beatles você ouve um baixo passivo do Sir Paul McCartney lá. A captação passiva utiliza imãs maiores para captar o som e mandar para fora do baixo. Isso resulta em um som mais aveludado e natural à madeira. O timbre é menor e os slaps ficam fracos no baixo passivo.

Como dissemos, questão de gosto e estilo!

Está procurando um professor de baixo ou contra baixo? Aqui no Superprof você pode encontrar o seu professor particular de música e baixo.

 

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