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Noções fundamentais para aprender e melhorar sua prática como pianista

De Fernanda, publicado dia 03/06/2019 Blog > Música > Piano > Quais são os acordes de base no piano?

“A simplicidade é a conquista final. Depois de ter tocado uma quantidade de notas e mais notas, é a simplicidade que emerge como a recompensa coroada da arte.” (Frédéric Chopin)

Aprender a tocar piano é, acima de tudo, aprender a expressar seus sentimentos e libertar seus sentidos. Mas também é o resultado de anos de treinamento para conseguir ler uma partitura, dominar o solfejo e a teoria da música.

Quando se começa a aprender o piano, a gente é colocado – como todo iniciante em qualquer instrumento – à frente de algumas grandes dificuldades: como a de coordenar mão esquerda e mão direita, por exemplo.

Mas não há necessidade de ser um grande músico como J. S. Bach ou F. Schubert para se divertir com o piano: com alguns acordes básicos, já podemos tocar algumas peças de piano famosas.

Para tocar o prelúdio de Bach, por exemplo, basta dominar um arpejo de acordes simples.

Claro, é preciso saber encadear cada acorde perfeitamente, mas estamos ainda bem longe da Sonata ao luar de L. v. Beethoven.

Neste artigo, a equipe editorial do Superprof vai se concentrar no estudo dos acordes básicos do piano. Algo bem acessível para iniciantes!

Piano: acordes maiores e menores

Para aprender os acordes básicos no piano, não há necessidade de estudar solfejo em uma aula intensiva. As sucessões de acordes podem ser facilmente decoradas, pois as mudanças de notas são muito pequenas.

Geralmente, no piano, a mão esquerda toca o acorde, enquanto a mão direita toca a melodia. Essa última é constituída pelas notas da escala na qual o acorde é tocado.

Simplificando: tocar a melodia é brincar com as notas que são emitidas pela mão esquerda.

Mas então, como aprender, reconhecer, dissociar e tocar acordes menores e acordes maiores?

A maioria das peças são muitas vezes construídas na mesma base. Você sabe como diferenciar os acordes menores e maiores em uma partitura?

Os acordes maiores no piano

Os acordes maiores são aqueles que dão uma sonoridade alegre ao ouvido.

Para aprender a tocá-los, é simples.

Mas é necessário antes conhecer algumas noções de solfejo, sobretudo os intervalos de notas.

É preciso partir de uma nota tônica fundamental para tocar um acorde maior perfeito.

Então, aumentamos dois tons para encontrar a terça maior. Então aumentamos um tom e e meio para encontrar a quinta justa, formando uma tríade maior.

Por exemplo, um C (dó) maior pode ser composto da seguinte forma: do, mi, sol. É o acorde perfeito de C maior, composto por um fundamental (C), uma terça maior (E) e a quinta justa.

Ao seguir este processo, pode-se tocar todos os acordes maiores de uma grande escala:

  • Dó: Dó-mi-sol,
  • Ré: ré-fá #-lá,
  • Mi: mi-sol #-si,
  • Fá: fá, lá, dó,
  • Sol: sol, si, ré,
  • Lá: lá-dó #-mi,
  • Si: si-ré#-fá#.

Fica um pouco mais complicado para tocar os acordes maiores sustenidos e bemóis: mas basta transpor sobre as teclas pretas enquanto conta os intervalos das notas.

Mas tenha cuidado! Deve-se sempre ter cuidado para manter dois tons entre a tônica fundamental e a terça, e um tom e meio entre a terça e a quinta.

Acordes menores no piano

Os acordes menores dão um tom melancólico e um pouco nostálgico a uma música no piano. Eles criam uma atmosfera mais triste.

Agora que sabemos como tocar um acorde maior, não há nada mais simples para encontrar o acorde menor.

Será?

Sim, porque para ter o tom menor de um acorde no piano, basta descer a terça maior em um semitom: esta se torna uma terça menor e é tocada no bemol (muitas vezes uma tecla preta à esquerda) da nota.

O mesmo acontece para os acordes maiores: um C menor se torna um dó-mi bemol-sol.

E assim por diante, lembrando-se de manter um tom e meio entre a tônica fundamental e a terça, e dois tons entre a terça e a quinta.

Para avançar um pouco, que tal consultar um dicionário de acordes básicos e explorar todas as variações possíveis?

4 acordes indispensáveis ​​e mágicos

A grande vantagem do piano é que, quando você conhece os acordes básicos, e também conhece sua transcrição, consegue reproduzi-los em outros instrumentos como violão ou sanfona.

Se é fácil aprender os conceitos básicos do piano, tornar-se pianista não é o mesmo! Nas partituras, as escalas podem parecer bem repetitivas, mas o som que escutamos é maravilhoso!

O piano é tido muitas vezes o instrumento mais “nobre” de todos os instrumentos de corda. Isso porque ele em geral é o instrumento mais utilizado nas aulas de teoria musical.

Mas saiba que tocar uma melodia “que soe bem” exige poucos acordes.

Para fazer isso, basta conhecer apenas quatro acordes, uma grade chamada mágica e indispensável:

C (dó maior),
G (sol maior),
Am (lá menor),
F (fá maior).

Nós chamamos essa sequência de mágica pois podemos encontrá-la em uma quantidade absurda de músicas, de Beatles a Roberto Carlos, de Pink Floyd a Rita Lee, incluindo grande parte do pop rock brasileiro e internacional moderno.

Eles se estabeleceram como verdadeiros clássicos do piano.

Os acordes mágicos são, portanto, sequências de acordes de piano “que soam bem” aos ouvidos, e construídos com a mesma estrutura (em harmonia musical, sete graus de uma escala de piano).

Uma sequência de acordes mágicos será geralmente constituída da seguinte forma:

  • Um acorde maior de primeiro grau (a primeira nota da escala),
  • Um acorde maior do quinto grau (a quinta nota da escala),
  • Um acorde menor de sexto grau (a sexta nota da escala),
  • Um acorde maior de quarto grau (a quarta nota da escala).

Criar uma melodia com a sequência de C maior, G maior, A menor e F maior é um clássico que funciona bem.

A parte mais difícil não é tocar os acordes, mas encontrar a melodia que funciona melhor!

No entanto, graças a esta hierarquia de graus, para mudar o tom da música no piano, basta transpor de acordo com o lugar no teclado, onde se começa a tocar o primeiro acorde.

Por exemplo, pode começar com um maior E maior (mi, sol#, si), B maior (si, ré#, fá#), C menor sustenido (dó#, mi, sol#) A maior (lá, dó#, mi).

E assim por diante!

No teclado, eles também são simples de executar porque o intervalo entre cada nota é regular.

Saiba como encontrar uma aula de teclado para iniciantes ou para alunos mais experientes.

Um truque para aqueles que têm dificuldades? Conte com os dedos, percorrendo as notas da escala de dó (do, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó) e encontre a sequência dos acordes.

Qualquer pianista iniciante terá prazer em descobrir que a maioria dos sucessos musicais são constituídos pelos mesmos quatro acordes mágicos. Mas quais são as melhores maneiras de tocar piano?

Acordes no piano: músicas para iniciantes

Antes de comprar um piano, você deve aprender a dominar todos os acordes!

Aprender a música deve ser um prazer antes de qualquer coisa: é por esta razão que é aconselhável escolher um repertório musical adaptado ao seu nível, a fim de evitar a desmotivação frente à complexidade de um partitura musical.

O segredo é aprender a pressionar e depois soltar o pedal do piano antes de cada início de série de notas. Não é necessário ser um especialista em acessórios de piano para compor as músicas básicas: basta conhecer os acordes de base e o funcionamento do pedal para obter uma melodia harmoniosa em apenas algumas aulas de piano.

Aí segue uma pequena lista não exaustiva das melhores músicas para aprender acordes de piano:

  • « Para Elisa » de Beethoven (apenas a primeira parte),
  • « Comptine d’un autre été » de Yann Tiersen,
  • « Someone like you » de Adele,
  • « All of me » de John Lennon,
  • « Variações de Goldberg » de Jean-Sébastien Bach,
  • « Marcha nupcial » de Wagner (version débutante),
  • « A bela adormecida » de Tchaïkovski,
  • « Angels » de Robbie Williams,
  • « Candle in the wind » de Elton John,
  • « Tico tico no fubá » de Zequinha de Abreu.
  • « Aquarela do Brasil » de Ary Barroso.

Procure variar os gêneros musicais para uma maior diversidade durante suas aulas de piano. Enquanto a música clássica é perfeita para tocar com ambas as mãos, as músicas contemporâneas são mais recomendadas para a iniciação básica do piano, pois utilizam muitas vezes uma quantidade menor de acordes.

Então, instale-se bem na sua banqueta e comece desde já a treinar seus primeiros acordes pianísticos!

Acordes piano: criando uma melodia

Não existe uma receita mágica para criar uma melodia nos teclados. A melodia é o elemento mais livre de uma música, que é menos sujeito a restrições. Veremos a seguir que, quando se trata dos acordes, as coisas ficam bem mais tensas (para a mão esquerda).

A inspiração está em primeiro lugar na criação de melodias. Como lembramos anteriormente, as melodias têm duas fontes:

  • Seu estado interior, suas emoções, suas emoções, seus sentimentos em um determinado instante. A melodia, mais do que qualquer outro elemento musical, expressa a alma da pessoa que toca.
  • As melodias inventadas pelos compositores que você ouve. A inspiração nunca vem do nada. É produzida por uma sensibilidade musical e ela própria é resultado da escuta atenta e recorrente de música (não necessariamente música de piano).

Para inventar melodias no piano, é necessário o único pré-requisito: ter conhecimento de escalas.

Para improvisar uma melodia, você deve conhecer a estrutura da escala na qual você improvisa. Uma escala é uma sequência consecutiva de sete notas, separadas por semitons (por exemplo, mi-fá) ou tons (por exemplo, dó-ré). Se você estiver em dó maior, a escala será: dó – ré – mi – fá- sol – lá – si – (dó). Se você estiver em mi maior, a escala será: mi – fá# – sol# – lá – si – dó# – ré# – (mi).

Há um total de doze escalas maiores e doze escalas menores. Uma melodia é composta pelas notas dentro de uma mesma escala. Se você improvisar uma melodia em dó maior, pode usar as notas na escala dó maior: ou seja, todas as notas brancas, mas sem teclas pretas. Para iniciantes, é interessante começar a treinar somente na escala de dó maior.

A regra é a seguinte: uma melodia sempre está conectada a uma determinada escala, ou seja, a um conjunto de 7 notas. Claro, em dó maior, é possível usar notas fora da escala de dó maior, mas para começar é preferível usar apenas as notas da escala. Uma dica: uma melodia, em geral, não faz grandes desvios. Se você tocar: dó – sol – si – ré – fá – si, a melodia não fica muito “bonita”, falta coerência, fica um pouco “desarticulada”.

Em uma melodia, uma nota não deve estar mais de três ou quatro notas distante da anterior. Claro, de novo, esta é uma regra que pode ser útil para começar, mas que posteriormente pode ser quebrada. Para depois se libertar de restrições musicais, é necessário compreendê-las bem e cumpri-las.

Acordes piano na mão esquerda: fundamentais

Como acompanhar uma melodia (interpretada nesse caso pela mão direita) com a mão esquerda? Usando acordes, é claro. Os acordes enriquecem a melodia, que sozinha é um pouco pobre. Mas quais acordes escolher? Mais especificamente:

  • Como fazer o acorde na mão esquerda “soar bem” com a melodia na mão direita?
  • Como os acordes entre eles “combinam” um com o outro?

É a harmonia musical que é a resposta para essas questões. A harmonia musical é a ciência dos acordes e do seu sequenciamento. A harmonia musical é um conceito bastante recente. Na Idade Média, os músicos tinham uma visão predominantemente melódica da música. Uma música era composta por uma única voz (canto gregoriano) ou várias vozes, todas melódicas. A “ciência” que estudou a coexistência de linhas melódicas em uma determinada música se chama contraponto.

O contraponto pode responder à pergunta: como garantir que as diferentes vozes melódicas em uma música soem bem juntas? A música então evoluiu (no Renascimento): a voz superior (o soprano) tornou-se independente dos outras e a única voz melódica. Nasce então a harmonia musical.

Como não temos espaço suficiente neste artigo, vamos relembrar algumas ideias básicas relacionadas à harmonia. Em uma escala, existem sete notas diferentes, também chamadas de “graus”. Se tomarmos a escala de dó maior, temos: dó – ré – mi – fá – sol – lá – si – (dó). Em cada uma dessas notas, pode-se construir um acorde. Um acorde é uma combinação de dois intervalos: uma terça e uma quinta. O acorde, por exemplo, é: dó-mi-sol. O intervalo dó-mi é o intervalo de terça e o intervalo dó-sol é o intervalo de quinta. O acorde de sol é: sol – si – ré.

Como improvisar no teclado?? Parece complicado, mas não é!! Improvisar é um mistura de técnica e sentimento.

Em um determinado intervalo, existem sete acordes diferentes, mas nem todos os acordes têm a mesma importância. Os acordes mais importantes são os construídos nos graus I, IV e V. Isso é, na escala de dó maior:

  • O acorde de dó maior I: dó-mi-sol (falamos de um acorde com função “tônica”).
  • O acorde de sol maior V: sol-si-ré (falamos de um acorde com função “dominante”).
  • O acorde de fá maior IV: fá-lá-dó (falamos de um acorde com função “subdominante”).

Você pode começar usando apenas esses três acordes no estado fundamental. Alternar estes três acordes com sua mão esquerda enquanto você toca uma melodia improvisada em sua mão direita. Tente encontrar as combinações que melhor funcionam entre si. Você verá que usando esses três acordes, sua improvisação nunca soará “errada”.

Quais as etapas para compor uma peça de piano?

Existem alguns passos a serem respeitados na hora de criar uma obra musical.

Na verdade, existem alguns truques e técnicas necessários.

Caso contrário, você vai perder a cabeça tentando e sua música nunca vai sair daquele jeito. O que seria uma pena…

Letras antes da melodia ou o contrário?

A maioria dos compositores vai lhe dizer que é melhor compor a melodia depois de escrever as letras. Os motivos são simples.

É mais fácil definir um universo musical quando as letras já estão escritas, pois a música já vai ter uma certa estrutura (tamanho dos versos, refrão, a parte semântica, etc.).

Com a letra, fica mais fácil de pensar no tempo e no tom da obra.

Mas sempre é possível compor a melodia antes de escrever as letras. Se o compositor se sentir à vontade com isso e for bem criativo em questões de melodia, isso pode ser até mesmo uma vantagem.

Tendo já o ritmo e o tom definidos, podemos encontrar mais facilmente um sentido para nossas rimas.

Como escolher os acordes principais?

A primeira coisa a fazer quando você começa a compor é definir um quarteto de acordes fundamentais.

Vamos explicar: 90% das músicas que existem no mundo são construídas em torno desses quatro acordes.

Escolhê-los bem e conseguir encontrar a identidade melódica que você pretende dar à sua música é provavelmente o passo mais importante.

Por que escrever partitura de piano? Melodia & letra: um equilíbrio nem sempre fácil de ser encontrado.

A primeira escolha é entre acordes menores e maiores.

É importante saber que os acordes mais utilizados em obras modernas são os acordes de C, G e B. Então, você tem duas opções: ou segue essa melodia, sabendo que vai soar como uma música que está na moda, ou inova, sabendo que você sempre pode mudar o tom de qualquer música.

Como estruturar a melodia em torno desses acordes principais?

O quarteto de acordes principais forma a linha do baixo da mão esquerda.

É a partir desses baixos que trabalharemos a melodia para a mão direita. Existem duas opções:

  • Compor pelos acordes: compor uma música baseada apenas em um acorde (mão esquerda e mão direita) dá um aspecto dinâmico e ritmado à sua composição. Se o compositor optar por compor uma obra desse estilo, ele terá que antecipar variações de ritmos e efeitos de estilo no movimento dos dedos para dar mais leveza à peça. E quando você ainda está aprendendo o piano, isso pode ser um obstáculo para a composição.
  • Compor pelos arpejos: os arpejos são usados ​​para trazer fluidez à melodia. Desdobramos os acordes para dar fluência e mais harmonia à música.

Exemplo: em vez de tocar um acorde de dó-mi-sol, nós tocamos o dó, então o mi e só então o sol, fazendo movimentos para frente e para trás para que o som e a melodia sejam contínuos.

Seja qual for o método escolhido, existem vantagens e desvantagens. Mas também é isso o que marca os melhores compositores de música do mundo.

Aprenda acordes de piano com um professor

Com um professor particular, selecionado, por exemplo, na plataforma do Superprof, qualquer aprendiz de músico que deseje se tornar pianista e tocar bem o piano se beneficiará não só de um método pedagógico especializado, mas também de um acompanhamento regular.

Aprenda a tocar piano com um professor experiente, um luxo! No final de cada aula de piano, faça um ponto. O que rever para a próxima semana: Para Elisa, Marcha turca, o Prelúdio de Bach ou algo mais contemporâneo, estilo Adele?

O professor de piano irá construir um verdadeiro plano de ação, e irá buscar atingir os objetivos de aprendizagem em função das necessidades de cada aluno.

Assim, irá adaptar a aula de teclado ou piano de acordo com o nível do estudante: se for necessária uma iniciação musical, se o aluno quiser aprofundar as bases de teoria musical, ler uma partitura, trabalhar a coordenação mão esquerda / mão direita ou passar diretamente à prática e tocar uma música no piano. Tudo é possível!

Em uma aula de teclado ou piano em casa ou em uma escola de música, o aluno desfruta de um clima favorável à aprendizagem dos diferentes acordes. É uma das melhores maneiras de aprender o instrumento.

Todo o tempo necessário será  utilizado para assimilar a teoria musical, a construção dos acordes com os intervalos das notas, todos os tons, depois a compreensão dos diferentes graus de acordes.

O professor também pode lhe emprestar um dicionário de acordes para estudar em casa.

O aluno, depois de ter adquirido um nível mínimo, pode pedir ao seu professor particular que lhe ensine a tocar peças de grandes compositores.

Além de ler as notas e tocar composições de piano conhecidas, os alunos também podem pedir a seus professores que ensinem diferentes estilos musicais, como piano jazz, piano blues, tango ou música clássica.

Por fim, a aula particular é uma verdadeira fonte de motivação, especialmente para crianças e adolescentes.

Se eu tivesse de aprender o piano sozinho, via internet, quando eu era adolescente, é muito provável que eu logo desistisse.

Pelo contrário: meus cinco anos de aulas particulares na escola de música, me permitiram, quase quinze anos depois, encadear os acordes que “soam melhor” e não ficar desanimado diante de um piano vertical!

Quer encontrar uma boa aula de teclado presencial  ou uma aula de teclado online? Está no lugar certo!

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