Obras de arte não se encontram apenas em galerias de grandes exposições ou acervos de tradicionais museus. Houve, sim, uma época na qual, para ver de perto as pinturas de artistas consagrados era preciso ir até esses locais específicos.

Hoje em dia, entretanto, o conceito de arte se expandiu em nossa sociedade, e é possível visualizar grandes obras até mesmo ao andar pela rua.

Você já ouviu falar em StreetArt? Traduzido livremente como "arte de rua", o nome, por si só, já dá indícios do que se trata. No rol de obras que remetem a essa moderna vertente, podemos citar o grafite. Entretanto, trata-se de um cenário que se expande até a arte interativa, em forma de projeções, que normalmente são temáticas e exibidas em datas e locais específicos.

Trata-se de uma forma de expressão que, contraditoriamente, instaurou-se no Brasil na década de 70, quando ainda estávamos sob o regime militar.

Entretanto, há estudiosos que afirmam que essa forma de arte teve suas primeiras origens na Grécia antiga, através dos artistas de ruas e das mensagens que eram transmitidas em espaços públicos. Hoje em dia, ela se manifesta a partir de pinturas, colagens, instalações e até mesmo apresentações de estátua viva.

Os grafiteiros mais famosos do Brasil

Faça uma boa aula de desenho.

Provavelmente Alex Vallauri foi o primeiro grafiteiro no Brasil. Seu interesse por objetos kitsch fez com que, em meados dos anos 1970, passasse a fotografar painéis de azulejos, pintados nos anos 1950 e colados nas paredes de restaurantes de São Paulo.

Segundo o site Brasil Escola, a arte do grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. A definição mais popular diz que o grafite é um tipo de inscrição feita em paredes. Existem relatos e vestígios dessa arte desde o Império Romano. Seu aparecimento na Idade Contemporânea se deu na década de 1970, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes da cidade e, algum tempo depois, essas marcas evoluíram com técnicas e desenhos.

O grafite está ligado diretamente a vários movimentos, em especial ao Hip Hop. Para esse movimento, o grafite é a forma de expressar toda a opressão que a humanidade vive, principalmente os menos favorecidos, ou seja, o grafite reflete a realidade das ruas.

O grafite foi introduzido no Brasil no final da década de 1970, em São Paulo. Os brasileiros não se contentaram com o grafite norte-americano, então começaram a incrementar a arte com um toque brasileiro. O estilo do grafite brasileiro é reconhecido entre os melhores de todo o mundo.

Muitas polêmicas giram em torno desse movimento artístico, pois de um lado o grafite é desempenhado com qualidade artística, e do outro não passa de poluição visual e vandalismo. A pichação ou vandalismo é caracterizado pelo ato de escrever em muros, edifícios, monumentos e vias públicas. Os materiais utilizados pelos grafiteiros vão desde tradicionais latas de spray até o látex.

Uma das marcas registradas do brasileiro é o talento para artes manuais. Talvez por essa razão, muitos grafiteiros famosos nasceram por aqui e conquistaram grande sucesso não só em nosso país, mas até mesmo em outras partes do mundo.

A arte de rua foi evoluindo ao longo do tempo.

Em alguns países, o grafite até dá a alguns locais o posto de patrimônio público. E não estamos falando somente de pinturas abstratas: hoje em dia, o grafite é usado como forma de crítica social, exaltação do belo e chamada à reflexão sobre certas causas, como violência doméstica.

Se as suas aulas de arte têm um caráter mais moderno, você certamente já ouviu falar em alguns dos grafiteiros mais famosos do Brasil. Caso você se interesse pelo tema, ou até queira desenvolver seu talento nessa vertente, talvez seja o caso de conversar com o seu professor.

Enquanto isso, para você ir se inspirando, preparamos uma lista com alguns dos nossos principais grafiteiros. Acompanhe:

  • Crânio - Seu estilo se baseia em Salvador Dali, mas com um toque mais divertido e realista. Sua crítica social remete aos povos indígenas e àqueles problemas que se tornam tão óbvios, que sequer os vemos. De caráter altamente reflexiva, sua arte se espalhou também por outros países, como França e Holanda;
  • Nina Pandolfo - Quem disse que mulher não pode grafitar? De uma família de 6 irmãs, Nina leva traços delicados e femininos ao mundo do grafite. O resultado é positivo! Tanto que a artista já expôs em diversos países do mundo até que, na Escócia, pintou um castelo junto com nomes consagrados da arte de rua;
  • Nunca - Muitas vezes, um talento só precisa ser lapidado para se aflorar. Aos 12 anos, Nunca era pixador. Porém, anos mais tarde, o que era vandalismo se transformou em arte, quando o garoto conheceu o grafite. Começou aos 15 e nunca mais parou. Sua arte traz elementos da cultura indígena e já se expandiu pela Grécia e Inglaterra;
  • Zezão - O que acontece com um skatista quando ele fica impossibilitado de continuar exercendo sua paixão? Se talento ganha asas! Zezão sofreu um acidente e, tendo que abandonar o skate, permaneceu em contato com a rua, agora como grafiteiro. Sua obra chegou até a Europa, exposta em Paris e é marcada pela pintura sempre em tons de azul;
  • Nick Alive - Nick começou sua carreira como grafiteiro em 1997. Sua obra é altamente interpretativa, já que ele costuma desenhar seres andróginos e imagens que visam transmitir paz. Por essa razão, há diversas possibilidades de interpretação dos seus significados. Além de percorrer o Brasil, sua obra chegou ao Chile e Estados Unidos.

O Beco do Batman e seus artistas

Apreciadores da arte de rua certamente já conhecem o Beco do Batman, localizado na Vila Madalena, bairro nobre da cidade de São Paulo. Trata-se de um local que serve de cenário para filmes, selfies e até mesmo histórias de vida. Tudo isso devido ao colorido e à importância da sua arte para a humanidade.

Para se ter uma ideia do quanto a questão artística mobiliza, basta relembrar das vezes que prefeitos pensaram em apagar o grafite de certos pontos da cidade de São Paulo. O fato é que sempre houve comoção pública, que lutou para manter a arte nas ruas.

Entretanto, no Beco do Batman, nunca ninguém ousou tentar mexer. Talvez pelo apreço de pessoas de toda parte pela arte diferenciada, talvez pela atmosfera boêmia da região, talvez por se tratar de um dos maiores símbolos da StreetArt no Estado. Perder tal acervo seria como perder parte da nossa identidade artística.

Na década de 80, o beco, que já contava com alguns desenhos que não chamavam muito a atenção, ganhou uma ilustração do Batman, que finalmente chamou a atenção das pessoas ao local. Embora hoje esse primeiro Batman não exista mais, outros foram desenhados para que o nome continuasse fazendo sentido.

O Beco do Batman recebeu esse nome, graças a uma figura do super-herói pintada nele.

Suas paredes se tornaram disputadas por artistas contemporâneos, que sonham deixar sua marca. Deixar em termos, já que os desenhos são constantemente sobrepostos por outros, prova de que a arte de rua está em constante transformação. Isso leva seus apreciadores a visitar o local periodicamente, sempre em busca de apreciar novos traços e cores.

Uma curiosidade? Lembra daquele primeiro Batman que deu origem ao nome do local e incentivou o grafite por lá? Pois bem: até hoje, ninguém sabe quem foi o artista que o desenhou!

Os gêmeos

Os gêmeos é o nome artístico dos irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo. Ambos se formaram em desenho e saíram grafitando pelas ruas da cidade de São Paulo, mais precisamente no bairro do Cambuci. Hoje em dia, a arte dos irmãos já se encontra pelo mundo, em países como Estados Unidos e Alemanha.

Gêmeos podem ter o mesmo talento, como é o caso dos irmãos grafiteiros.

Aqui no Brasil, tiveram forte influência na definição do estilo de arte mais usada no grafite. As cenas retratadas vão desde o cotidiano da família até a crítica social. Para entender a sua arte, é preciso apreciá-la não só com os olhos, mas com o coração e a imaginação, já que ela envolve elementos interpretativos.

Eduardo Kobra

Nascido no Maranhão em 1975, Eduardo Kobra, um jovem da periferia, passou por algumas advertências escolares e detenções, motivadas por crime ambiental, já que passou a adolescência como pixador.

Entretanto, esse já era um sinal da paixão pela arte livre, de rua. Aos 15 anos, ganhou dinheiro pela primeira vez com suas imagens, quando pintou murais e cartazes para um importante parque de diversões.

Fundou seu próprio estúdio em 1995. Lá, realizava seu trabalho e contava com outros artistas auxiliares, que somavam 12. Eram todos especializados em painéis.

O artista se tornou conhecido aos "trinta e poucos" anos, quando participou do projeto Muro das Memórias, na cidade de São Paulo. A partir daí, seu trabalho se expandiu para o mundo. Em 2011, recebeu um prêmio no maior evento de arte em 3D do mundo.

Sua ascensão como artista se acentuou ainda mais em 2016, quando das Olimpíadas do Rio, a partir de um mural entitulado "Etnias", o maior da sua carreira até então. No ano seguinte, entretanto, o artista superou seu próprio recorde, com um novo mural, maior que esse, às margens da Rodovia Castello Branco.

Que tal a aprender a grafitar com uma aula de desenho online ?

Dentre os destaques de sua obra, vale lembrar a primeira pintura em 3D realizada no Brasil, no Patriarch Plaza, em 2010; a história do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em 2011; o mural que fica próximo ao metrô Paraíso, na Avenida Paulista, pintado em 2013; e, mais recentemente, em 2017, o mural em homenagem ao aniversário da cidade de São Luís, do Maranhão, sua terra natal.

Atualmente, vive e mantém seu ateliê em São Paulo.

Maria Raquel e seus Bolinhos

Há pouco menos de uma década, a arte de rua de Belo Horizonte ganhou um novo personagem: o Bolinho! Sua criadora é Maria Raquel, uma jovem formada em Letras que abandonou o ofício de lecionar para se dedicar ao grafite.

Maria Raquel deu vida a um cupcake, o qual chamou de "Bolinho".

Embora seu único contato anterior com a arte tivesse sido a visualização, ela criou intimidade com o spray rapidamente e o seu primeiro desenho era inspirado em um cupcake. Já que comida é um tema de interesse universal, por que não pintar um doce? Além do mais, a vida cotidiana precisa mesmo de uma pitada de açúcar.

A partir daí, o personagem ganhou forma e nome. Bolinho se tornou a marca registrada da artista, que faz questão de representá-lo nas mais diversas situações. Ele busca uma empatia com o público, seja dando exemplo de inclusão ou "ouvindo" uma música que está na moda.

Hoje em dia, o Bolinho já ocupa alguns espaços internos (como foi tema temporário do cenário do programa da apresentadora Fátima Bernardes) e se tornou estampa de camisetas e canecas.

E você? Já pensou em fazer aulas de desenho para se especializar em arte de rua? É claro que alguns grafiteiros já nasceram com um dom especial, mas isso não significa que você também não pode desenvolver seu talento.

Aprenda artes visuais online sem professor

Aprender um tipo de fazer artístico é um processo muito pessoal.

Uma mesma pessoa pode aprender artes visuais de todos os estilos e de várias maneiras diferentes.

Quer um exemplo?

Tem gente que começa copiando o que vê de maneira autodidata e só  depois de um tempo se lança na aventura de fazer aulas com um professor. Para pessoas que gostam de se iniciar em algum tipo de prática em "vôo solo", o conteúdo online pode servir como uma grande fonte de inspiração.

Graças a vídeos no Youtube, redes sociais e blogs especializados, os aprendizes têm acesso a um rico conteúdo artístico digital. E tudo isso sem precisar ter horários programados para consulta!

Tutoriais do Youtube

A plataforma de vídeos Youtube é uma mina de ouro para encontrar aulas de desenho e grafite. Muitos artistas e estudantes compartilham seus conhecimentos de maneira totalmente livre.

Assistir a esses vídeos é uma ótima maneira de progredir à medida que os autores explicam as dificuldades pelas quais passaram. Portanto, é muito fácil se identificar e se beneficiar dessas experiências.

Além disso, alguns canais lançam proposições exercícios para quem está assistindo. Ótima maneira para se definir metas concretas de semana para semana.

Você sabia que navegar na internet também pode te ajudar a desenvolver suas aptidões em pintura?
A internet é uma mina de ouro para quem quer aprender mais e mais sobre artes visuais!

Sites especializados

Blogs e sites especializados também são uma ótima fonte de informação.

Os sites são frequentemente estruturados para que os interessados sigam uma sequência lógica de cursos.

Iniciantes, intermediários ou artistas experientes: não importa o nível em que os interessados se encontram, pois todos eles podem descobrir cursos e materiais que lhe são úteis.

Os blogs, diferentemente dos sites, são escritos de uma maneira mais pessoal.

Essa é outra forma de se aprender. Ao levar em conta a experiência de outros artistas, você pode progredir em seus próprios projetos.

Blogs também permitem que você escolha um artigo de acordo com o assunto que te interessa. No entanto, eles geralmente são menos bem classificados do que os sites dedicados a cursos online.

Redes sociais

As redes sociais são ótimas ferramentas não só para artistas visuais, mas para todos os artistas em geral.

Verdadeira fonte de inspiração, elas ajudam a trabalhar a imaginação e a criatividade, e são um canal direto com um universo de pessoas.

Pinterest e Instagram estão entre as redes sociais mais populares dentre os artistas.

Sob a forma de tutoriais ou de fotos com simples demonstrações, as ilustrações permitem entender uma técnica particular ou descobrir um determinado estilo de composição.

Imagens são frequentemente mais eficazes no aprendizado de artistas do que grandes parágrafos de texto.

Mas então, que tipo de cursos encontramos internet?

Os cursos são frequentemente organizados por temas, e neles você também vai encontrar um vocabulário do grafite, como:

  • WRITER – Grafiteiro, praticante da arte de graffiti, escritor urbano.
  • BITER – Aquele que copia o desenho ou até mesmo o estilo dos outros writers.
  • PIECE – Graffiti feito por um writer, onde se usa mais de 3 cores.
  • MURAL, PRODUÇÃO – Feita por um writer ou uma crew. Envolve no mínimo 2 pieces e alguns bonecos.
  • CREW – Grupo de grafiteiros.
  • TOY – Expressão utilizada para indicar um principiante ou alguém que grafita apenas por moda.
  • FAME – Aquele que já tem o trabalho reconhecido pelos outros grafiteiros.
  • ALL CITY – é considerado aquele que escreve por toda cidade, ou pelo país. Pode se referir a um writer individualmente ou uma crew.
  • ROLL CALL – Assinar o nome de todo mundo do crew depois de ter feita um produção.
  • WILDSTYLE – Um estilo complicado, com letras entrelaçadas entre si. É considerado um dos estilos mais difíceis de fazer.
  • BACKGROUND – Fundo de um piece ou de uma produção.
  • FILL – Preencher, pintar o piece.
  • TAG – Assinatura do nome ou apelido do grafiteiro.
  • TAGGING UP – Tagear algum lugar difícil.
  • BOMB – Graffiti rápido ou ilegal, geralmente feito na noite.
  • BOMBER – quem faz o bomb.
  • BOMBING – Sair pra fazer graffiti ilegal.
  • FREE STYLE – trabalho livre, improvisado.
  • STICKERS – Adesivos que foram produzidos e taggiados antes.
  • THROW-UP – Vomito, estilo simples de letra, usado nos bombs. Geralmente feito em duas cores.
  • GOING OVER – Largar fora, fugir, correr da policia.
  • BUBBLE LETTERS – Tipo, estilo de letras em forma de bolha.
  • BACK TO BACK – Muro preenchido de ponta a ponta.
  • WHOLE CAR – Um lado do trem ou carro pintado completamente.
  • INSIDES – Tagear, bombardear os trens, ônibus etc. por dentro.
  • WINDOW DOWN – Piece feito pela janela de um trem ou ônibus.
  • BUFF – Termo usado quando se remove o piece ou bomb.
  • BONECO – desenho que representa figura humana.
  • PIECEBOOK – O livro com sketchs do writer.
  • OUTLINE – Desenho feito em piecebook, sketch
  • CAP – Bico do spray do qual depende o traço… Pode ser fino (SKINNY) ou grosso (FAT).
  • FAT – Linha grossa, feita com Fat Cap.
  • MARKER – Marcador, pincel atômico.
  • HOMEMADE – Caseiro, é relacionado aos marcadores ou vídeos.
  • HOMEMADE INK – Tinta pra marcador feita em casa.
  • GRIFFIN – Feltro, usado na construção de marcadores caseiros.
  • FANZINE – Uma mini revista de graffiti, sem fins lucrativos, apenas pra divulgar e divertir.
  • FLICKS – Fotos. Também “flick” (singular) e “flix” (plural).
  • RACK – Roubar tinta ou marcadores.

No entanto, essa modalidade de curso também apresenta algumas desvantagens: em um curso online, por exemplo, não é possível ser corrigido por um professor.

É claro que você pode mostrar seu trabalho para amigos e obter diversas opiniões, mas o retorno não é o mesmo de quando se faz perguntas a um profissional durante a execução da uma tela.

Aprenda artes visuais online com professor

Aprender a grafitar e a desenhar é necessário para conseguirmos visualizar nossos pensamentos.

Muitas vezes temos uma imagem em mente, mas não somos capazes colocá-la no papel.

Como surgiu o grafite?
O grafite surgiu na década de 1970, em Nova Iorque, quando alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes da cidade. Essas marcas evoluíram com técnicas e desenhos.

Para aprender os conceitos básicos de desenho e grafite online, não há apenas cursos especializados ou vídeos no Youtube.

Existe um método que te permite aproveitar os conselhos de um profissional enquanto fica em casa atrás do computador: aulas de desenho com um professor através uma webcam.

Contratar um professor particular que lhe dará aulas por videoconferência através de uma webcam: esse método é certamente um dos aprendizados online mais eficazes.

Desta maneira, o professor pode ver o que você está fazendo e pode, se necessário, corrigi-lo.

Esse contato virtual entre professor e aluno torna possível fazer perguntas diretamente e, assim, progredir mais rapidamente.

A escolha de um professor online também garante que você siga um programa consistente do início ao fim e não desista por falta de tempo ou motivação.

Definir compromissos regulares com um professor permite estabelecer uma certa assiduidade.

Para encontrar esse tipo de professor, não há nada mais simples: professores inscritos no Superprof oferecem aulas particulares de pintura e desenho via webcam.

grafite como expressão de arte e pensamento coletivo. ... Uma arte nascida das minorias, como um movimento cultural. Arte porque, diferente da pichação, ela possui técnicas e desenhos elaborados, muitas vezes "obriga" as pessoas a interpretarem, além de estar intimamente ligada ao movimento hip hop.

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Marcia

Jornalista. Professora. Tradutora. Bailarina. Mãe. Mulher. Dedicada às minhas lutas diárias. Em constante transformação. Escrevo para vencer as inquietações e incertezas da vida.