"Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção" - Paulo Freire

Há um bom tempo atrás, dar aula de reforço escolar era atividade de quem estudava no ensino médio ou nos primeiros semestres da faculdade como forma de fazer uma renda extra para manter a vida.

Hoje, o cenário já é bem diferente. Há alguns anos, começaram a surgir instituições educacionais físicas cujos serviços se restringem a oferecer aulas de reforço acadêmico. O mercado de aulas particulares virou um negócio bastante sólido e a razão para tal é bem óbvia: com o passar dos anos, houve um aumento enorme na demanda por aulas particulares. Isso é consequência da forte exigência social para entrar em uma universidade e ingressar no mercado de trabalho, ainda mais face à baixa qualidade do ensino, sobretudo do ensino público.

Hoje, professores experientes dividem o seu tempo entre dar aula em uma instituição e dar aulas particulares a domicílio. Sendo, esta última, uma forma complementar de renda.

Pais buscam apoio escolar para os seu filhos cada vez mais cedo, e em todas as idades. Em toda a educação básica, passando pelo ensino fundamental e médio, a busca por aulas particulares se tornou cada vez mais frequente. Não se espera mais que o aluno apresente dificuldades acadêmicas para que as famílias recorram a essa modalidade de ensino.

O professor ou tutor de acompanhamento escolar tem sido requisitado desde o início do ano letivo para acompanhar o estudante de forma regular. Dessa forma, o Superprof preparou esse artigo para ajudar os futuros tutores das aulas particulares a organizarem o seu tempo e curso, com o objetivo de fornecer um acompanhamento escolar efetivo e regular ao longo de todo o ano letivo.

Os melhores professores de Reforço escolar disponíveis
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Vamos lá

Qualidades de um bom professor

“Professores ideais são aqueles que se transformam em pontes e que convidam os alunos a cruzá-la, depois de ter facilitado sua passagem, com alegria e colapso, incentivando-os a criar pontes a partir de suas próprias atitudes.” Nikos Kazantzakis

Antes de entrar no mercado das aulas particulares é preciso se perguntar se você tem os recursos certos para ser um professor a domicílio. Não basta pensar somente no retorno financeiro que, aliás, só vai chegar uma vez que você conquiste uma boa quantidade de alunos. É a satisfação que vai trazer novos aprendizes até você. Portanto, é importante destacar aqui que professor particular a domicílio é uma profissão séria e valorizada atualmente.

Como dar uma boa aula particular
Ensinar é uma arte, domine-a!

É também preciso estar ciente de que é necessário possuir uma base de conhecimentos sólidos sobre a disciplina ministrada. Não existe mais espaço para improvisos: os tempos são outros! Embora não seja necessário possuir um pós-doutorado na área, é essencial dominar plenamente o conteúdo da disciplina ofertada e, é claro, ter habilidades pedagógicas e o mínimo de experiência.

Note que um aluno que procura uma aula particular está certamente o fazendo para sair na frente em sala de aula, ele deseja aprender mais e melhor. Ele está apostando todas as suas fichas nas aulas particulares e o professor de reforço escolar desenho e outras matérias deve estar a altura de suas expectativas.

Além do conhecimento acadêmico, o bom professor particular deve transmitir muita positividade e mais desejo de aprender. O objetivo da aula particular é despertar a certeza de que o aprendiz é capaz de ir mais longe, de buscar respostas aos seus questionamentos e, por fim, de ser o mestre do seu próprio aprendizado.

Dar aula particular não é tão fácil quanto muita gente acredita. O acompanhamento de forma regular durante o ano letivo pode ser bem desafiador, pois requer, além de conhecimento de causa, flexibilidade e adaptabilidade.

Isso dito, confira outras características necessárias para se tornar um bom professor particular a domicílio:

  • possuir conhecimento concreto da disciplina ensinada,
  • ter uma boa metodologia de ensino e adaptá-la aos diferentes perfis,
  • sabe adaptar a aula ao nível escolar e idade,
  • sabe otimizar o conteúdo em função do programa escolar,
  • está disponível, sabe escutar e compreende as necessidades do educando,
  • é altruísta, otimista, sorridente, pontual, empático, legal pra caramba e profissional (dê seu jeito).

Além disso, para o professor que deseja dar aula particular mantendo a satisfação durante todo o ano escolar, é imprescindível respeitar os valores morais e pedagógicos em cada aula ministrada!

A função do professor particular ou do tutor não é a de acompanhamento durante toda a sua vida escolar. A finalidade das aulas particulares é também dar autonomia.

Esse processo vai demorar com variações em função do cada aprendiz. Mas o resultado final deve ser sempre o mesmo: a sua independência. Tenha sempre na cabeça que seu papel é ser um guia que mostra um caminho seguro e autônomo.

Nesse sentido, é muito importante que você tenha o conhecimento para passar para ele, mas principalmente que você o ensine a aprender!

É a diferença que podemos encontrar entre um educando que depende do professor, que pensa que o educador é responsável pelo seu sucesso, e um outro que é autônomo. Esse caminho é útil, não somente para a teoria que você ensina para ele, mas para a vida em geral.

Então, você deve ensinar e transmitir competências, mas também métodos. Mais uma vez, eles devem ser claros para que o aluno possa se apropriar deles. É assim que ele se tornará também livre e autônomo.

Resumindo:

  • Um bom professor particular é sério, com metodologia, pedagogia e observador.
  • Ele deve saber encontrar as dificuldades de quem acompanha e deve adaptar seu método de trabalho em função da personalidade dele.
  • O professor tem que ter uma vontade sincera de ajudar não só nos conteúdos em que o aprendiz tem dificuldade, mas a ser autônomo. O aluno deve aprender a aprender e buscar o método ideal para si.
  • Um tutor escolar de qualidade deve ser capaz de se desprender do educando progressivamente até o momento que ele esteja preparado para seguir e entender através de seus próprios métodos de acordo com o ensino do Brasil.

Um educador deve ter:

  1. Uma boa capacidade de comunicação
  2. Um entusiasmo e uma paixão pelo ensino
  3. Bom humor e ser capaz de rir com o aluno
  4. Tempo para escutar o educando

Veja o melhor local para dar a aula particular!

Como dar aula de reforço para os alunos do ensino fundamental 1

Dar aulas de reforço escolar para estudantes do ensino fundamental 1 pode ser bem mais desafiador do que se parece. Isso porque o professor deve conhecer as diferentes disciplinas dessa etapa de ensino, isto é, matemática, português, ciências, história e geografia! Em geral, os formados em pedagogia têm o perfil mais adequado para dar aula de reforço.

Como dar aula de reforço para criança pequena
A alfabetização e o letramento é um dos grandes desafios do ensino fundamental 1

Além disso, o professor de reforço deve lidar com um grande desafio: a alfabetização e o letramento. O ciclo alfabetizatório inclui diversas questões como crescimento da autonomia do aluno, percepção de espaço e contexto, desenvolvimento de maturidade e responsabilidade, formação de opinião própria e expressão.... É preciso ter bastante metodologia para lidar com essa faixa etária. Conhecimento em psicologia é ideal para saber se relacionar .

Nessa fase, além de transmitir o conhecimento acadêmico, o professor deve ajudar em diversas questões relacionadas a vida escolar.

Por exemplo:

  • ajudar o aluno a ser autônomo no seu processo de aprendizagem,
  • ajudá-lo a ser organizado
  • ajudá-lo a se concentrar
  • a organizar suas ideias
  • se expressar com clareza

É importante que o tutor de reforço tenha em mente que os primeiros anos do ensino fundamental 1 formam o alicerce para uma vida acadêmica de sucesso. O que o aluno aprende nessa fase vai ser essencial para o seu sucesso durante os anos seguintes da sua escolarização, portanto é preciso ter compromisso com a educação e, claro, ter vasto conhecimento do conteúdo.

Para aqueles que não estabeleceram ainda a sua metodologia de ensino, sugerimos que pesquisem sobre o método Montessori. Este método tem como princípio a ênfase na autonomia, liberdade com limites e respeito pelo desenvolvimento natural das habilidades físicas, sociais e psicológicas da criança. Conheça mais informações sobre a metodologia:

método Montessori foi criado pela pedagoga, médica e educadora italiana Maria Montessori após a sua experiência trabalhando com crianças portadoras de necessidades especiais. A metodologia foi inicialmente aplicada nas escolas infantis da Itália e posteriormente se espalhou pelas instituições ao redor do mundo. No Brasil ela tem sido implementada desde 1910 e cada vez mais têm conquistado novos adeptos. Mas afinal, o que é o método Montessori?

A grande descoberta montessoriana é que as crianças são as construtoras da humanidade. Do ponto de vista montessoriano, não são os adultos que “constroem” as crianças, mas as crianças que fazem os adultos. O adulto depende dos esforços da criança. Esse é o tamanho de sua importância – ela não é mais um ser passivo que será aquilo que fizermos dela, mas um ser ativo, que se esforça o tempo todo para preparar a humanidade de amanhã. Por isso, o empenho da criança vai sempre na direção de se tornar cada vez mais independente dos adultos, cada vez mais forte e mais potente.

Para Montessori, a criança pode ser estimulada a adquirir conhecimentos a partir de diferentes atividades com graus de dificuldade gradativos. Na educação montessoriana, a interferência demasiada dos adultos pode ser prejudicial ao aprendizado. Além disso, cada indivíduo possui um ritmo próprio, que deve ser respeitado.

Dessa maneira, o desenvolvimento acontece em fases, que são chamadas de Planos de Desenvolvimento. A cada plano, as crianças buscam um novo patamar de independência em relação aos adultos.

Saiba mais sobre como preparar uma boa aula de reforço.

Aula de reforço escolar para alunos do fundamental 2

Bem, dar aulas para os estudantes do sexto ao nono ano do ensino fundamental também tem seus desafios. As razões todos os professores já conhecem: a fase da pré-adolescência influencia nas questões comportamentais e nem sempre todos os professores estão preparados para tal. A famosa puberdade, temida pelos pais, também é desafio para os professores. Mas, nem tudo está perdido! Com a metodologia certa e um pouco de empatia, dá para tirar de letra!

como lidar com os alunos do ensino fundamental
O professor de reforço deve saber lidar com a possível indisciplina dos estudantes

No fundamental 2, o estudante já possui um conhecimento mais estruturado, permitindo que o professor faça uma análise mais aprofundada e descubra quais as reais dificuldades do aluno. Ao contrário do que acontece no ensino fundamental 1, no qual o professor leciona todas as disciplinas. Aqui, o ensino é mais focalizado. Em geral, os pais decidem qual matéria ou em quais matérias é necessário o reforço. Logo, um tutor ficará responsável apenas pela sua disciplina de formação.

Normalmente as matérias mais requisitadas nessa fase são matemática, português, inglês e ciências, mas as demais disciplinas podem ser requisitadas. Tudo depende do perfil e das dificuldades apresentadas.

Que tal começar a dar cursos online de sua casa?

Um dos resultados de um bom acompanhamento durante todo o ano letivo é a melhoria do desempenho escolar: é sobretudo ela que vai atestar o bom trabalho do tutor de reforço escolar. No entanto, os pais também poderão notar outras mudanças e evolução em diversos aspectos: autonomia nos estudos, aumento de interesse, motivação, menos estresse, sociabilidade e melhora na autoestima.

Como auxiliar os alunos do ensino médio?

Sim, esta etapa de ensino é considerada como uma das mais desafiadoras, por vários motivos. E o primeiro deles podemos observar pelos recentes dados divulgados pelo IBGE, da PNAD Contínua 2019, e que revelam um cenário preocupante:

Apesar da proporção de pessoas de 25 anos ou mais com ensino médio completo ter crescido no país, passando de 45,0% em 2016 para 47,4% em 2018 e 48,8% em 2019, mais da metade (51,2% ou 69,5 milhões) dos adultos não concluíram essa etapa educacional. É o que mostra o módulo Educação, da PNAD Contínua 2019, divulgado em julho de 2020 pelo IBGE.

Sobre abandono escolar: das 50 milhões de pessoas de 14 a 29 anos do país, 20,2% (ou 10,1 milhões) não completaram alguma das etapas da educação básica, seja por terem abandonado a escola, seja por nunca a terem frequentado. Desse total, 71,7% eram pretos ou pardos.

Os resultados mostraram ainda que a passagem do ensino fundamental para o médio acentua o abandono escolar, uma vez que aos 15 anos o percentual de jovens quase dobra em relação à faixa etária anterior, passando de 8,1%, aos 14 anos, para 14,1%, aos 15 anos. Os maiores percentuais, porém, se deram a partir dos 16 anos, chegando a 18,0% aos 19 anos ou mais. 

Portanto, um dos primeiros pontos a ser destacado aqui seria a motivação. Nesse contexto, o professor particular teria o papel de trazer uma nova metodologia de ensino: atraente, divertida, lúdica e, sobretudo, com a contextualização do conhecimento.

Segundo o portal Brasil Escola: 

De forma geral, contextualização é o ato de vincular o conhecimento à sua origem e à sua aplicação. A ideia de contextualização entrou em pauta com a reforma do ensino médio, a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996.

Somente baseado nisso é que o conhecimento ganhará significado real para o estudante. Do contrário, ele poderá se perguntar: “Para que estou aprendendo isso?” ou “Quando eu usarei isso em minha vida?”. Isso faz com que o estudante passe a rejeitar a matéria, dificultando os processos de aprendizagem.

Para que isso não ocorra e exista prazer e gosto pelo conhecimento, entendendo sua importância, o professor precisa definir o tratamento a ser dado ao conteúdo que será ensinado e, depois, tomar as decisões didáticas e metodológicas necessárias para que o ambiente de aprendizagem contextualizada seja eficaz.

A ideia da contextualização requer a intervenção do educando em todo o processo de aprendizagem, fazendo as conexões entre os conhecimentos. O educando será mais do que um espectador, como costumava ser na educação tradicional, mas ele passará a ter um papel central, será o protagonista; como um agente que pode resolver problemas e mudar a si mesmo e o mundo ao seu redor.

Para tal é necessário que o professor crie situações comuns ao dia a dia do aprendiz e o faça interagir ativamente de modo intelectual e afetivo, aproximando o cotidiano e o dia a dia do educando do conhecimento científico. Isso é sempre possível, pois inúmeros e praticamente inesgotáveis são os campos e contextos de experiências vivenciadas pelos alunos e pela escola, que podem ser utilizados para dar vida e significado ao conhecimento.

Ensino médio exige muito foco para a matéria dos números
Uma etapa difícil, mas que pode ser vencida com ajuda de uma tutoria especializada

Em segundo lugar, como outro ponto de destaque, podemos citar o ENEM e os vestibulares.

O ensino médio é o momento onde os estudantes possuem uma maior consciência sobre a importância do aprendizado. É geralmente durante o ensino médio que muitos estudantes começam a correr atrás do tempo perdido e consequentemente, buscam por aulas particulares.

A aproximação do ENEM e dos vestibulares, estes que lhes darão uma possível passagem para a universidade são a maior razão pela qual os estudantes buscam apoio junto a um professor de reforço escolar. Não há tempo para enrolação, é preciso que o professor esteja muito bem preparado para desenvolver essa função.

Normalmente, os professores de reforço escolar para o ensino médio já são formados ou frequentam os últimos semestres da universidade, tendo com preparo suficiente para atuar. É necessário possuir uma metodologia de ensino bem estabelecida e muita didática. No ensino médio, ninguém tem tempo a perder: ele precisa avançar no conteúdo rapidamente e com eficácia. Muitos buscam por aulas particulares de línguas estrangeiras já que é matéria obrigatória nos vestibulares e infelizmente não é bem desenvolvido na escola.

As demais disciplinas, como química, física, matemática, geografia, história, também são altamente solicitadas. Um espaço especial é dado para o acompanhamento escolar em redação, já que se trata de uma parte importante de todos os vestibulares. Aqueles que frequentam o terceiro ano do ensino médio costumam buscar ajuda junto a um tutor de redação para desenvolver as suas habilidades de escrita.

Além de lidar com o conteúdo programática da sua disciplina, o tutor de reforço escolar para os alunos do ensino médio precisam saber lidar com estresse nessa fase final de ensino.

Como dar aula de reforço escolar no ensino médio
A proximidade do ENEM e do vestibular são um verdadeiro estresse para muitos do ensino médio...

Uma outra forma de conquistar a atenção dos estudantes dessa etapa de ensino é buscando outras metodologias inspiradoras de ensino. Que tal, por exemplo, aplicar o método da sala de aula invertida?

Segundo a revista Carta Capital Educação:

Eis o princípio por trás da metodologia da “sala de aula invertida” (Flipped Classroom, em inglês), que propõe a inversão completa do modelo de ensino. Sua proposta é prover aulas menos expositivas, mais produtivas e participativas, capazes de engajar os alunos no conteúdo e melhor utilizar o tempo e conhecimento do professor.

“A metodologia tradicional deixa o aluno num papel passivo, simplesmente ouvindo as explicações do professor. Ao inverter esse modelo e fazer com que o aluno assista às aulas fora do ambiente da escola ou universidade, há um aumento na presença e participação em sala de aula”, explica a educadora Andrea Ramal, diretora do GEN | Educação.

Quando um conteúdo totalmente inédito é apresentado ao aluno, a introdução se dá, em geral, por meio de textos e videoaulas que apresentam os conceitos básicos e exercícios resolvidos como exemplos. “A leitura antecipada incita o raciocínio prévio e eleva o papel do professor. Esse passa de expositor para tutor, auxiliando e incentivando o aprendizado mais profundo do aluno quando ele traz dúvidas, raciocínios e discussões prévias”.

Jean Piaget (1896-1980), fundador da psicologia genética, deixou uma marca indelével na neurociência e na pesquisa educacional.

Para ele, a teoria ensinada em uma aula tradicional não é suficiente para estimar que o indivíduo domine e assimile o conhecimento. Em vez disso, métodos pedagógicos empíricos, como tradução do conhecimento, experimentação e demonstração, devem ser utilizados.

Para estudantes em dificuldade ou para reforço de línguas, aulas de química, física ou simplesmente para devolver o interesse pelos estudos, podemos experimentar as ditas pedagogias alternativas: Montessori, Freinet e Steiner, por exemplo.

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Joseane

Apaixonada por Línguas e Culturas, sou uma viajante assídua que acredita que viajar é a melhor forma de aprender.