“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.” - Paulo Freire

Se, antes, apenas um pequeno percentual de estudantes buscavam aula particular de reforço escolar, hoje, esse recurso de apoio se tornou bem popular e mais acessível. A demanda aumentou e, consequentemente, a oferta também cresceu.

A aula particular como suporte de apoio tem ajudado a melhorar o desempenho de muitos estudantes na escola. Para aqueles que, por alguma razão, estão com dificuldades em acompanhar o nível da turma, o reforço escolar pode ajudar a dar aquela acelerada no conhecimento. Para aqueles que não possuem nenhuma dificuldade específica, o reforço escolar também é recomendado para assegurar boas notas e, claro, preparar para o futuro universitário.

Por falar em universidade, essa é a maior razão pela qual as famílias recorrem a aula particular. A preocupação para que os filhos consigam ser aprovados nas melhores universidades do país levam os pais a investir nas aulas particulares de reforço escolar. Infelizmente a concorrência é bem grande e acirrada, e nem todas as escolas estão comprometidas em preparar o aluno para a universidade. A qualidade do ensino sobretudo nas escolas da rede pública tem deixado a desejar, os pais não veem outra opção além de investir nas aulas particulares que sobressaem pela qualidade e compromisso dos professores.

O Superprof acredita na aula particular como um dos maiores suportes de apoio. Nosso compromisso é com professores e alunos que almejam um futuro melhor através do conhecimento.

Nesse artigo, você vai encontrar um apanhado de boas dicas que te ajudarão, professor, a planejar uma boa aula de reforço escolar.

Os melhores professores de Reforço escolar disponíveis
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Vamos lá

Recursos não-materiais de um bom professor a domicílio

Independentemente da área de atuação e da matéria ensinada (aula particular de português, aula particular de inglês, aula de espanhol, aula particular de geografia, aula particular de matemática, história, etc) todos os professores de aula particular devem estar conscientes sobre a responsabilidade que eles possuem enquanto profissional da educação.

fazer a diferença na vida do aluno
O bom professor educa para a vida...

O seu papel não acaba depois da explicação de determinado conteúdo. O educador é visto como referência, e isso deve ser levado em conta desde o primeiro encontro. Sabe aquela máxima que diz que o professor prepara para a vida? Pois bem, é disso que estamos falando e é exatamente por isso que acreditamos que o papel do professor vai além da explicação da matéria.

A cada ano de aula com um bom professor, as crianças aprendem o equivalente a um ano e meio a mais de estudo na comparação com alunos que têm professores apenas medianos. Os estudantes de um professor ruim, por sua vez, aprendem metade ou menos do que deveriam em um ano. O impacto dos bons professores ecoa por toda a vida adulta dos estudantes. Eles têm mais chances de cursar uma faculdade, de ter um bom emprego, de levar uma vida mais saudável e de contar com rendimentos maiores ao longo da vida. Revista Epoca 06/11/2016

Um bom professor, preocupado com o seu aluno possui certas características que contribuem para o bom desenvolvimento da aula e, claro, para o crescimento do aluno academicamente. A essas características nomeamos "recursos não -materiais de um bom professor"

Confira alguns exemplos desses recursos:

  • conhecer o programa escolar do aluno;
  • organização e planejamento da aula;
  • compromisso com o horário da aula, pontualidade;
  • bom humor, empatia pelo aluno;
  • confiança em si mesmo;
  • motivação;
  • boa metodologia de ensino;
  • ser pedagogo!

A pedagogia é provavelmente o melhor e mais importante recurso não material de um professor. Ser pedagogo significa saber escutar e compreender as diferentes necessidades do aprendiz. Saber transmitir o conteúdo de diferentes formas para atingir os diferentes perfis de aluno; está disponível para o estudante e compreender o "não-dito" por trás de um rosto ansioso.

Possuindo esses requisitos, o professor terá melhores resultados diante dos seus alunos levando-o a uma maior realização profissional e pessoal.

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Os recursos materiais para dar uma boa aula particular

“A educação, qualquer que seja ela, é sempre uma teoria do conhecimento posta em prática.” - Paulo Freire

O professor de aula particular deve estar sempre preparado para a sua aula. Isso significa que ele deve planejar a aula usando como base em fontes seguras (bons livros, sites educativos, mapas atualizados, gramática atual, gráficos). Esses suportes materiais devem ser levados até a casa do aluno caso ele precise de mais detalhes sobre o conteúdo. Alguns professores particulares chegam de mãos vazias na casa do aluno e limitam a aula ao material do mesmo (caderno escolar e livro). Uma pena, uma vez que, dessa maneira, o aluno não terá a possibilidade de expandir o seu conhecimento com a ajuda de diferentes recursos pedagógicos.

Como escolher o material de aula
Chegue preparado para a sua aula particular

Procurando por aulas de reforço sao paulo?

Por isso, o perfil de um professor particular inovador e completo contribui para que o seu aprendiz tenha vontade de ampliar seus horizontes. Ele vai além, molda a sua aula utilizando recursos novos, alternativos e ricos, que facilitarão o processo ensino-aprendizagem.

Mas o que isso significa na prática?

A aula particular é uma aula que deve ser moldada de acordo com os diferentes perfis e necessidades do aprendiz. O professor particular deve conhecer o seu perfil e planejar a aula em função dele. Isso inclui introduzir recursos visuais na aula (imagens, gráficos, maquetes), introduzir recursos sonoros (música, diálogos variados para aula de línguas por exemplo, notícia de rádio, etc). O educador deve sempre se adaptar ao perfil do seu estudante.

Para as aulas pontuais com objetivo de preparação para uma prova, é recomendado buscar e levar para o estudantes alguns exemplos de questões que caíram nas provas anteriores ou preparar um bom questionário de referência.

Saber explorar as bibliotecas online também ajudará o professor a diversificar a sua aula. Na internet, encontramos gratuitamente diversos materiais de apoio ao ensino. Fichas de exercícios, listas de verbos, regras de gramáticas com uma explicação dinâmica, mapas interativos, questionários, enciclopédias. Para os alunos que estão prestes a fazer o vestibular, muitas universidades disponibilizam em seus sites os exemplares das provas dos anos anteriores, excelente recurso para preparar uma aula preparatória para o vestibular.

Outro ponto importante, é que esses recursos precisam dialogar com o universo do educando. Ou seja, que comuniquem e façam sentido para ele. Uma vez que esses recursos estejam contextualizados, sua potencialidade educacional é muito maior.

Quer mais algumas dicas de como concretizar isso? Vamos lá:

  • Procure descobrir o gosto cultural do seu aprendiz, e busque referências como filmes, música, literatura, artes plásticas, teatro que envolva o conteúdo e a disciplina dados; procure inovar e trazer materiais que ele ainda não conheça;
  • Insira tecnologia com moderação: aplicativos, podcasts, jogos e games, instrumentos digitais, recursos online. Busque recursos digitais reconhecidos por sua pedagogia;
  • Tente visitar temas da atualidade em função da sua disciplina: selecione trechos de jornais, publicações, mídia online e estimule o debate e a argumentação de seu aprendiz;

Quanto mais recursos materiais o professor utilizar, mais chances o aprendiz terá de expandir o seu conhecimento. É claro que o professor deve está seguro de si para utilizar os diferentes recursos pedagógicos a sua disposição. Não adianta levar uma bússola para a aula sem saber utilizar, não é mesmo?

Quer saber qual o melhor local para dar a aula particular? Veja aqui...

Aprender brincando: como se servir dos jogos educativos

“Onde quer que haja mulheres e homens, há sempre o que fazer, há sempre o que ensinar, há sempre o que aprender.” - Paulo Freire

Segundo a Revista Educação, os primeiros estudos ocidentais sobre o uso dos jogos para o aprimoramento da aprendizagem remontam à Grécia e a Roma antigas. Platão reconheceu a importância do aprendizado por meio da ludicidade em oposição ao uso da violência e da repressão para o ensino. Posteriormente, Aristóteles ressaltou a relevância do lúdico como preparação para a vida adulta, o que destacou a capacidade educativa dos jogos e brincadeiras.

Nos dias de hoje, a grande questão que envolve o jogo na educação é como dosar a ludicidade e o aprendizado de modo que esses âmbitos se complementem. A atividade não deve ser desinteressante a ponto de perder o caráter lúdico, e não pode ser descontextualizada de tal forma que não gere reflexão sobre o conteúdo que está sendo ensinado. Encontrar o ponto de equilíbrio é o desafio do educador ao trabalhar com esse recurso nas salas de aula.

Uma das coisas mais importantes que um professor deve saber é: cada pessoa tem a sua maneira de aprender. Alguns alunos tem muita dificuldade em se adaptar ao sistema de ensino tradicional, onde o professor fala e o aluno escuta e retém a informação.

Aprender enquanto se diverte
Faz parte da pedagogia adaptar o que é ensinado às necessidades do aluno

Esses alunos que não se adaptam ao modelo tradicional, são muita vezes considerados "problemáticos", com "dificuldade de aprendizado". Esses estudantes devem ser estimulados com recursos alternativos, respeitando a sua maneira de ser e aprender. Uma das maneiras que tem se mostrado eficaz é o ensino com a ajuda dos jogos, ou seja, aprender brincando, colocando o aprendiz como um participante ativo do seu processo de aprendizagem.

Tizuko Morchida Kishimoto, professora titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), afirma:

Não se pode dizer que o brincar leva a qualquer tipo de aprendizagem. Brincar é diferente de aprender. O brincar é importante por duas razões: para a criança, o brincar é importante para a expressão de seus interesses e a comunicação com outros e, para o adulto, o brincar é importante para observar o objeto ou situação de interesse da criança e, posteriormente, planejar atividades que de fato representem situações que envolvem a criança.

Na atualidade, a concepção de educação vista como de melhor qualidade é a que respeita os saberes e a experiência da criança e seja participativa. O professor não educa sozinho. Pais, profissionais, outras crianças e a comunidade, todos fazem parte deste conjunto de atores responsáveis pela educação. O primeiro passo da educação é a descoberta do que a criança gosta, seus interesses, o que já sabe e o que gostaria de saber. O brincar é excelente recurso para observação dos interesses e ações da criança. Pelo brincar, a criança evidencia saberes e interesses, além de propiciar condições para aprendizagens incidentais.

Dessa maneira, brincadeiras e jogos educativos têm todo o potencial de contribuir para assimilação de conteúdos por meio do socioemocional. O brincar também reforça o que já foi estudado e organiza o que foi aprendido. Por meio do brincar, a criança elabora seu mundo, treina novas habilidades, comunica-se, expõe seus sentimentos e pensamentos e explora o mundo a sua volta de forma segura. O papel dos adultos é essencial para garantir um ambiente seguro de modo que a criança desenvolva suas potencialidades de forma livre e criativa enquanto brinca.

Uma menina escrevendo em uma folha de papel
Existem jogos lúdicos e jogos educativos. Por que não incluir no seu programa?

Como fazer?

Se você notou que o seu aprendiz não é adepto do método tradicional de ensino, se adapte. Por exemplo, você pode dinamizar a sua aula com jogos. Toda criança gosta de brincar e vai se interessar por tudo que envolva brincadeiras e jogos. Para os professores de matemática, por exemplo, um jogo de dados pode ser eficaz para ensinar divisão, soma, subtração...os mapas coloridos e bem decorados pode ser excelente para o ensino de geografia e história...

Para Piaget (1978), os jogos podem ser divididos em três grandes tipos: jogos de exercícios (0 a 2 anos), jogos simbólicos (2 a 6 anos) e jogos de regras ( a partir de 6 anos). Segundo o autor, é “a função é que vai diferenciar esses jogos que não têm outra finalidade a não ser o próprio prazer do funcionamento” (PIAGET, 1978). A seguir, uma pequena explicação de cada um desses tipos de jogos, segundo o Portal Educação:

  • Jogos de exercício: é a primeira forma de jogo que a criança conhece e aparece antes do desenvolvimento verbal completo. Tem como característica o fato de a criança brincar pelo prazer do conhecimento do objeto, da exploração, do desenvolvimento motor ou, como o próprio nome diz, do puro exercício. Nessa fase, a criança brinca basicamente sozinha ou com a mãe, ou quem representa a figura materna.
  • Jogos simbólicos: é uma forma de jogo em que a criança faz de conta que outra pessoa ou se imagina em outra situação, ou atribui outra função a um objeto. Por exemplo: Anabel brinca de casinha, faz comidinha de mentira; Davi que está de posse de um prato de papelão imagina que é a direção de um carro, Anabel que está brincando de casinha vivência o papel da mãe em sua casa, enquanto o Davi vivência o papel do pai. O jogo simbólico é de certa forma uma maneira de a criança comunicar ao outro aquilo que sente,
  • Jogo de regras: é caracterizado pelo conjunto de leis que é imposto pelo grupo. Dessa forma, necessita de parceiros que aceitem o cumprimento das obrigações definidas nas regras. É um jogo estritamente social.

Não tenha medo da internet

Use a internet para encontrar jogos que possam auxiliar a sua aula. Seja qual for a disciplina que você ensine, com um pouco de criatividade você consegue fazer uma boa adaptação que reúna diversão e conhecimento por meio dos jogos online. Outra opção são os aplicativos para smartphone e tablet. Selecionamos alguns jogos educativos que podem ser utilizados em função da idade escolar do aluno:

1. Jogo de Matemática vs Undead

Já pensou em aprender os números com jogos de zumbis divertidos? Este aplicativo é voltado para acima de 7 anos e está disponível para Android.

Conheça as principais características do jogo:

  • Gráficos e interface agradáveis
  • Um gênio da matemática que se defende de vários zumbis, sabendo que sua única arma é o seu conhecimento dos números
  • Jogo de ataque - A cada resposta correta você vai atirar sobre zumbis malignos com canetas de pontas afiadas, triângulos, réguas e divisores
  • Operações básicas - adição, subtração, multiplicação e divisão
  • Exercícios – desafie o seu cérebro em 30 níveis - cada nível tem um jogo diferente, seja um jogo de multiplicação, jogo de divisão, jogo de subtração ou o jogo ainda mais simples; acelere sua capacidade de realizar cálculos rapidamente.
  • Jogos mentais que envolvem números melhoram o treino mental, mas também os reflexos, as funções cognitivas e a memória visual.

2. Rei da Matemática

Este é um jogo que acontece num ambiente medieval cujo objetivo principal é alcançar status social por meio da resposta a perguntas de matemática e da resolução de enigmas.

Adequado para crianças a partir dos 6 anos, introduz a matemática de uma forma acessível e estimulante. A sua vantagem didática está em despertar a curiosidade e em colocar os cálculos num contexto divertido. Os jogadores são encorajados a pensar por si próprios e a ver conceitos matemáticos por diferentes ângulos por meio da resolução de problemas em várias áreas.

3. ABC do Bita

Indicado para a fase de alfabetização, e para pequenos entre 2 e 5 anos, o ABC do Bita é um abecedário interativo em português que funciona como um brinquedo para estudantes em início de alfabetização. Seus jogos educativos estimulam o raciocínio lógico, a coordenação motora e o desenvolvimento dos pequenos.

Todos vão se divertir, interagir e aprender brincando com o um aplicativo que fortalece o laço afetivo entre pais e filhos.
A cada letra, uma nova brincadeira. Faça o macaco balançar, o helicóptero voar e os milhos virarem pipoca. Divirta-se com a mais nova aventura do Bita e sua trupe.

Algumas características do jogo:

  • Auxilia na alfabetização;
  • Estimula a criatividade, raciocínio lógico e a coordenação motora da criança;
  • Possui narração profissional em português;
  • Navegação fácil e intuitiva;
  • Interação em cada letra;
  • Jogos educativos para um ensino divertido;
  • Animações interativas;
  • Design inovador;
  • Trilha sonora original e cativante.

Seja diferente, ensine diferente!

Confira como dar uma boa aula de reforço escolar...

Progredir observando outros professores

Uma outra lição mágica que fará você professor evoluir na carreira é: esqueça a competição, a carreira de professor é muito bela para que você perca tempo tentando competir com outros professores. Ao invés disso de tratar outro professor como concorrente, trate-o como amigo. Aprenda com os seus colegas de profissão. Acompanhe um ou vários professores particulares durante suas aulas. Discuta sobre as diferentes possibilidades de dar uma boa aula particular.

Como planejar uma aula dinâmica
Compartilhe experiências com outros professores!

A experiência dos outros professores vai enriquecer a sua própria experiência. Conversar com outros professores vai te ajudar a desenvolver uma aula mais criativa, dinâmica e com conteúdo diversificado. Na profissão de professor, não há espaço para ego, o estudante está em primeiro lugar e você deve fazer o possível para que ele "chegue lá". Coloque o sucesso do aprendiz em primeiro lugar e você encontrará o seu sucesso como consequência.

Veja aqui algumas dicas para um excelente acompanhamento ao longo do ano letivo.

Se você é novato no pedaço, saiba que observar outros professores dando aula te dará uma visão mais geral da profissão na qual você está se lançando. Você poderá analisar se é isso mesmo que você quer para você. Além disso, você poderá moldar o seu próprio estilo. Mas lembre-se...cada pessoa é única, saiba escutar o seu aprendiz, pois, entre outras coisas, será os resultados do seu aluno que vai provar as suas competências enquanto bom professor...

Uma outra dica muito importante são as redes de apoio. Você já ouviu falar delas? Trata-se de grupos de profissionais que são criados voluntariamente e espontaneamente com o objetivo principal de auxílio mútuo e valorização profissional. Esses grupos podem ser formados em ambientes de trabalho como escolas e instituições de ensino, em ambientes virtuais como as redes sociais, mas também entre amigos e conhecidos que tenham a vontade de se ajudar.

Assim, é a oportunidade perfeita para que a colaboração entre professores seja muito mais encorajada, uma vez que ela potencializa a troca de experiências, a criação de projetos, a reflexão sobre a prática, a interdisciplinaridade, entre muitos outros aspectos. O ambiente ideal para que você se inspire, conheça outras práticas pedagógicas, descubra novos recursos e, acima de tudo, saiba o que foi bem sucedido e o que não deu certo. Aproveite também para relatar a sua experiência e contar como são as suas aulas.

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A plataforma que conecta profes particulares e alunos

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Joseane

Apaixonada por Línguas e Culturas, sou uma viajante assídua que acredita que viajar é a melhor forma de aprender.