Mais conhecido como The MET, o Museu Metropolitano de Arte, é um importante museu localizado na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos. Quem gosta e se interessa por arte com certeza já deve ter escutado falar neste famoso ícone novaiorquino.

O Metropolitan Museum of Art abriga uma relevante coleção de pintura europeia dos séculos XII ao século XX. Ou seja, passear por ele é como fazer uma viagem na história da arte com quadros dos mais famosos e relevantes pintores que criaram suas obras na Europa durante esse período.

Espaços dedicados à pinturas e esculturas de artistas norte americanos e exposição de armas, instrumentos musicais e indumentária podem ser igualmente descobertos e visitados dentro do MET. Ou seja, se você não é muito fã de pintura européia, então mesmo assim poderá se divertir e encontrar algo interessante ao passear por esse enorme museu.

Isso sem contar com as obras da arte antiga, romana, egípcia, grega e assírio-babilônica, e arte oriental que também fazem parte da coleção. Tudo isso exposto em um mesmo local!

Certamente, os mais importantes movimentos artísticos estão representados no The MET. Lá, você encontrará grandes exemplares de:

  • simbolismo,
  • realismo,
  • naturalismo,
  • impressionismo,
  • expressionismo,
  • pontilhismo,
  • dentre vários outros movimentos modernistas.
Visitar museus de arte contribui muito para o progresso no curso desenho!

Entre os artistas, podemos citar:

  • Cézanne,
  • Delacroix,
  • Pissarro,
  • Van Gogh,
  • Renoir,
  • Degas,
  • Manet,
  • Ingres...

É pouco ou quer mais?

Você faz aula de desenho e pretende visitar museus em NY? Então o The MET tem que entrar para o seu roteiro! Se o seu curso de desenho online não te contou nada sobre esse local maravilhoso no coração de Nova Iorque, então você aterrissou na matéria certa! No texto de hoje, o Superprof traz uma lista com as 10 melhores obras de arte do Museu Metropolitano. Depois de ler tudo isso, mesmo se o MET não estiver na sua lista, você vai quer visitá-lo com certeza!

1. Washington cruzando o rio Delaware, por Emanuel Leutze

Washington cruzando o rio Delaware é uma pintura a óleo sobre tela feita pelo pintor americano de origem alemã Emanuel Leutze em 1851.

Mas você ainda não viu a pintura Washington cruzando o rio Delaware, no Museu Metropolitano de Arte, em Nova Iorque. Viu?

Então prepare-se, pois vamos te contar mais sobre ela!

O artista

Emanuel Gottilieb Leutze foi um artista especializado em pintura histórica, especialmente na história dos Estados Unidos, indo da descoberta de Cristóvão Colombo até a Guerra de Independência Americana.

Leutze ficou reconhecido por pintar o ataque que marcou o ponto crucial na Guerra da Independência, alcançando grande sucesso nos Estados Unidos e na Alemanha, local onde pintou a tela.

A obra

A pintura "Washington Crossing the Delaware" (nome através do qual você identificará esta obra dentro do Metropolitan Museum of Art) retrata a travessia do rio Delaware por George Washington, em 1776. Tal fato histórico aconteceu durante o ataque aos mercenários em meio à batalha de Trenton, em Nova Jersey.

Esta pintura imortalizou o ponto crucial na Guerra da Independência norte-americana.

Por ser uma obra de arte tão simbólica para os Estados Unidos, é possível encontrar várias réplicas do quadro espalhadas pelo país, até mesmo na Casa Branca.

Embora a pintura tenha algumas imprecisões históricas - como o fato da batalha ter acontecido à noite e ser, no quadro, representada durante o dia -, sabemos que os artistas são livres para fazer a obra de acordo com a sua criatividade. Sendo assim, tal detalhe não interfere na grandiosidade da pintura!

A famosa licença poética, não é mesmo?!

Experimente conhecer o Museu Metropolitano de Arte, em Nova Iorque.
Nada é mais americano do que a estátua da liberdade...

Contexto histórico

Nada do que falemos aqui poderá te preparar para a experiência de ficar diante de uma pintura que possui 3,60 x 6,40 metros aproximadamente.

A escala monumental da composição é acompanhada pela importância do evento histórico pintado por Leutze. Sem dúvida, o pintor escolheu sabiamente um dos pontos fundamentais para a virada da Guerra de Independência a favor dos norte-americanos.

Isso porque a causa colonial parecia perdida quando o ano de 1776 chegou ao fim. Em um movimento militar que percorreu um linha tênue entre brilhantismos e desespero, George Washington liderou o exército colonial através do rio Delaware logo após o anoitecer, em 25 de dezembro, a fim de atacar o acampamento hessiano nos arredores de Trenton, Nova Jersey.

Washington e seu exército alcançaram os inimigos de surpresa, dando a vitória militar - e moral - muito necessária aos colonizados. O exército de Washington matou 22 soldados hessianos, feriu 98 e capturou mais de 1.000 (os hessianos eram soldados alemães contratados pelo Império Britânico).

O Exército Colonial (liderado por Washington) tinha menos de dez soldados mortos e feridos. Depois de muitos contratempos militares no norte, a ousada jogada de Washington na noite de Natal de 1776 ajudou a fornecer uma sensação de esperança para a causa colonial.

Dá para entender porquê essa pintura é tão importante, não é mesmo?

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2. Curso de desenho: A morte de Sócrates, por Jacques-Louis David

A morte de Sócrates é uma pintura à óleo sobre tela, feita pelo francês Jacques-Louis em 1787.

A tela foca no evento histórico: a execução do filósofo grego Sócrates.

O artista

Em meados do século XVIII, vários estilos dominavam os gostos artísticos da Europa. Na França, o frívolo gênero rococó estava tomando forma e a arte barroca estava bem estabelecida em todo o continente.

Embora esses dois períodos populares possam ser caracterizados por um interesse em extravagância, nem toda arte do século XVIII compartilhava esse sentimento. Artistas neoclássicos como Jacques-Louis David tinham uma abordagem oposta à pintura, como podemos conferir em sua subestimada obra-prima, A Morte de Sócrates.

A obra e o contexto histórico

"The Death of Socrates" retrata a execução na vida real de Sócrates, em 399 aC, um filósofo grego que ajudou a abrir caminho para a filosofia ocidental naquela época.

Usando o Fédon de Platão como referência, David captura o momento em que Sócrates - que havia sido condenado à morte pelos tribunais atenienses por "impiedade" e por "corromper os jovens" - recebe cicuta venenosa para beber.

Enquanto alcança de bom grado o copo, ele continua a pregar para seus jovens seguidores, ilustrando tanto seu respeito pela decisão alcançada democraticamente quanto sua dedicação à filosofia.

Segundo Platão, depois de agradecer humildemente ao deus grego da saúde por uma morte pacífica, Sócrates "levou a xícara aos lábios e a drenou de maneira muito alegre e silenciosa".

Sócrates, aqui representado em escultura, teve sua morte retratada em pintura.

Embora esse evento tenha realmente acontecido, David tirou uma licença artística ao documentá-lo. Isto é especialmente verdade nas figuras que ele optou por incluir na pintura. Enquanto Sócrates, seus seguidores Simmias e Cebes, Crito, Apoloodorus e membros de sua família estavam presentes na cena oficial, Platão e as figuras restantes representadas no quadro foram incorporadas à cena pelo artista.

3. MET Tour: A mulher com papagaio, por Gustave Couber

A Mulher com Papagaio é uma pintura óleo sobre tela, feita pelo pintor famoso realista Gustave Coubert, em 1866.

A obra

A pintura retrata uma mulher nua, apenas com um lençol branco cobrindo levemente a sua região íntima, deitada sobre os lençóis e observando um papagaio pousado em sua mão esquerda.

Uma mulher nua e nada mais do que isso!

O contexto histórico e o artista

Inspirado pelo sucesso da Vênus exposta no Salão de Paris durante a década de 1860–1870, Courbet tentou desafiar as regras da academia. Ele decidiu, então, pintar um nu de uma forma realista para que fosse aceito pelo júri do Salão, que se tornava cada vez mais rígido e arbitrário.

A primeira tentativa, em 1864, foi rejeitada, pois foi tida como "indecente". Dois anos mais tarde, a Mulher com um louro foi aceita para o Salão de 1866. Neste momento, Courbet se gabou: “Eu disse há muito tempo que eu iria encontrar uma maneira de atingi-los com um soco no rosto”. Mesmo que a posição da figura e a tez moldada com delicadeza seguissem as regras de pintura da academia, as peças de vestuário abandonadas no chão e seu cabelo despenteado diferenciam claramente o trabalho de Courbet dos nus mitológicos e idealizados que foram exibidos no Salão.

Gustave Coubert desejava exatamente isso: chocar a burguesia, abalando as convenções artística da época.

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4. Ponte sobre o lago de nenúfares, por Claude Monet: um clássico das aulas de desenho!

Nenúfares é uma série de aproximadamente 250 pinturas que representam o jardim de flores, feitas pelo impressionista francês Claude Monet.

Monet pintou aproximadamente 250 obras que representam um jardim de flores.
As tão famosas nenúfares do jardim de Claude Monet.

Monet é um dos pintores franceses mais famosos no mundo!

A tela Ponte sobre o Lago de Nenúfares, feita em 1899, representa a lagoa do lírio, que fica em seu jardim em Giverny.

A obra

Em 1893, Monet, um horticultor apaixonado, comprou terras com um lago perto de sua propriedade em Giverny, com a intenção de construir algo "para o prazer dos olhos e também para motivar a pintar". O resultado foi o seu jardim de nenúfares.

Em 1899, ele iniciou uma série de dezoito vistas da passarela de madeira sobre o lago, completando doze pinturas, incluindo a atual, naquele verão. O formato vertical da imagem, incomum nesta série, dá destaque às nenúfares e seus reflexos na lagoa.

O artista

Monet foi um famoso pintor francês, nada mais, nada menos que o fundador da pintura impressionista francesa! Isso sem contar que ele foi o praticante mais consistente e criativo dentro deste movimento que visava expressar as percepções de alguém diante da natureza (especialmente quando aplicado à pintura de paisagem ao ar livre).

O maravilhoso jardim da sua casa que serviu de modelo para várias séries de pinturas famosas - como essa que se encontra na coleção do Metropolitan Museum - pode ser visitado na cidade de Giverny, na França.

Você pode admirar Manet no Museu de Orsay também!

5. Madame X, por John Singer Sargent no Museu de Nova York

Madame X é um óleo sobre tela de beleza incomparável, feita em 1884. A tela é de autoria do famoso pintor norte-americano John Singer Sargent, nascido na Itália.

A obra

A obra representa a figura de um corpo inteiro feminino, a pose da americana Virginie Amélie Avegno Gautreau, famosa por sua beleza e por frequentar a alta sociedade francesa.

A tela não foi encomendada, mas foi feita a pedido do próprio pintor Sargent!

A primeira versão da tela era da linda Madame Gautreau mostrando sua jovialidade, seu porte altivo e aristocrático, em um belo vestido de cetim preto, com generoso decote e uma das alças caída sobre o braço.

Tal alça revelava e encobria o corpo ao mesmo tempo, gerando um efeito de mulher segura e muito sensual.

É dentro desta beleza de construção que você poderá encontrar trabalhos como "Madame X" e muito mais!

No entanto, a obra causou profundo impacto negativo ao ser apresentada no Salão de 1884.

Sargent tentou "consertar" a má impressão causada, desenhando a alça do vestido na posição normal.

O artista

John Singer Sargent foi um artista americano expatriado, pois nasceu em Florença, na Itália. Considerado o "principal pintor de retratos de sua geração" por suas evocações do luxo da era eduardiana, ele criou cerca de 900 pinturas a óleo e mais de 2.000 aquarelas, além de inúmeros esboços e desenhos a carvão.

Suas obras documentam viagens em todo o mundo, de Veneza ao Tirol, Corfu, Oriente Médio, Montana, Maine e Flórida.

Não hesite em visitar também o museu do Louvre, em Paris!

6. A pintura de Francisco de Goya: Don Manuel Osório Manrique de Zuniga, criança

A tela Don Manuel Osório Manrique de Zuniga, retratado enquanto criança é uma obra-prima do artista espanhol Francisco de Goya, feita em meados de 1787.

A obra

A obra retrata um menino de provavelmente 3 ou 4 anos de idade, com trajes na cor vermelha e alguns animais de estimação.

Esta tela foi encomendada pelo próprio pai do menino, Vicente Joaquín Osório de Moscovo y Guzmán, o conde de Altamira.

Goya escolheu um ponto de vista bastante curioso para representar o menino: estático feito um fantoche!

Entretanto, o que mais intriga os críticos é a simbologia das cores e os animais presentes no retrato.

Contexto histórico

Retratos de crianças acompanhadas de animais têm uma longa tradição na pintura espanhola.

O garoto retratado é mostrado com um pássaro de estimação (que segura o cartão de visita do pintor no bico), uma gaiola cheia de tentilhões e três gatos com olhos arregalados. Embora eles adicionem um elemento envolvente para o espectador, Goya pode tê-los planejado como um lembrete dos limites frágeis que separam o mundo da criança das forças do mal, ou como um comentário sobre a natureza fugaz da inocência e da juventude.

O garoto Manuel morreu com a tenra idade de oito anos.

Outras obras de Goya

  • Os desastres da guerra;
  • Os fuzilamentos de três de maio;
  • Três de maio de 1808 em Madrid;
  • Saturno devorando um filho ...

E como não ficar encantado com tamanha qualidade artística do pintor.

Por que não tentar reproduzir seu próprio autorretrato durante uma aula de desenho?

7. Aristóteles contemplando o busto de Homero, por Rembrandt

Aristóteles com o busto de Homero é uma pintura a óleo sobre tela feita pelo ilustre pintor, desenhista e gravurista holandês Rembrandt, em 1653.

A tela retrata Aristóteles contemplando o busto esculpido de Homero.

Aproveite para conhecer a pintura de Aristoteles contemplando o busto de Homero no MET.
Quando um sábio contempla outro sábio.

A obra

Neste trabalho , Aristóteles é retratado vestindo e uma corrente de ouro trajes do século XVII e colocando a mão sobre os busto do grande poeta Homero.

O filósofo grego ricamente vestido repousa pensativamente a mão sobre um busto de Homero, o poeta épico que alcançara a imortalidade literária com sua Ilíada e Odisséia séculos antes.

Aristóteles usa um medalhão de ouro com um retrato de seu poderoso aluno, Alexandre, o Grande; talvez o filósofo esteja avaliando seu próprio sucesso mundano contra as realizações atemporais de Homero.

O tom misterioso da tela carrega muitos significados, o que leva os estudiosos de arte a terem diferentes interpretações.

Contexto histórico e o artista

Entre as obras de arte mais célebres do Met, esta pintura transmite a meditação de Rembrandt sobre o significado da fama.  Embora o trabalho tenha sido considerado essencialmente holandês, ele foi pintado para um patrono siciliano no momento em que o estilo de assinatura de Rembrandt, com sua paleta escura e acúmulo quase escultural de tinta, estava começando a ficar fora de moda em Amsterdã.

Mas isso é Rembrandt, um dos maiores artistas de todos os tempos, e mestre do barroco holandês!

8. Os Músicos, de Caravaggio: uma pintura  do mestre do barroco no MET

Os Músicos é uma pintura óleo sobre tela, feita pelo italiano Michelangelo Merisi da Caravaggio, em 1595.

Esta obra do mestre do barroco italiano encontra-se no Museu Metropolitano de Arte, em Nova York!

A obra

A pintura retrata quatro rapazes, três deles tocando diferentes instrumentos musicais e um deles vestido como cupido.

Embora descrita pelos seus contemporâneos como "uma peça musical", essa imagem apresenta uma alegoria musical em termos de performance contemporânea. Já a presença do Cupido sinaliza sua intenção alegórica.

Os figurinos têm uma aparência vagamente clássica e Caravaggio incluiu seu autorretrato no segundo garoto. Acredita-se ainda que a figura central que carrega um alaúde seja Mario Minniti, um amigo do pintor.

O artista

Treinado na Lombardia, Caravaggio inicialmente fez sua reputação em Roma com pinturas de figuras de comprimento médio - como "Os Músicos"-, que foi pintada por seu primeiro grande patrono, o cardeal Francesco del Monte.

Embora a obra tenha sido encomendada pelo cardeal Francesco Del Monte, a tela não é uma pintura religiosa.

O cardeal pediu a tela porque apoiava um tema que estava muito em alta na época: o renascimento da música.

9. Mulher com um jarro de água, por Johannes Vermeer

Esta obra, também conhecida como "jovem mulher com um jarro de água", é um óleo sobre tela feito por volta de 1662 pelo pintor holandês Johannes Vermeer.

A famosa moça com o jarro de água.

A obra

Em estilo barroco, a figura central da pintura é a de uma mulher abrindo a janela com uma mão e carregando um jarro com a outra.

De pé em uma janela aberta, uma mulher começa o dia com uma espécie de ritual que emprega uma jarra e bacia de prata dourada, com um lenço de linho protegendo seu vestido e cabelo.

Primeira obra de Vermeer a entrar em uma coleção americana, esta pintura incorpora o interesse do artista em temas domésticos, dando um vislumbre quase voyeurista da vida privada de uma mulher antes de apresentar seu rosto público ao mundo.

Assim como em outras telas do pintor, a mulher é representada com uma fisionomia preocupada.

A face preocupada da mulher encontra-se em contraste com a harmonia dos tons de tinta escolhidos pelo artista.

A obra encontra-se em exibição no The MET.

O artista

Johannes Vermeer foi um pintor holandês do período barroco, especializado em cenas domésticas da vida da classe média. Ele era um pintor de gênero de província com sucesso moderado em sua vida.

Diferente de muitos dos seus contemporâneos na mesma profissão, Vermeer não ficou rico, deixando sua esposa e filhos em dívida após sua morte (talvez porque ele produziu relativamente poucas pinturas em vida).

O pintor holandês trabalhou devagar e com muito cuidado, frequentemente utilizando pigmentos muito caros.

Vermeer pintou principalmente cenas interiores domésticas. Quase todas as pinturas dele estão dispostas em dois quartos pequenos em sua casa em Delft; elas mostram os mesmos móveis e decorações em vários arranjos, e geralmente retratam as mesmas pessoas, principalmente mulheres.

10. Trabalho Americano: Autumn Rhythm Number 30, de Jackson Pollock

Ritmo de Outono número 30 é uma pintura abstrata expressionista em tinta esmalte sobre tela, feita pelo artista americano Jackson Pollock, em 1950.

Autumn Rythm Number 30 é considerado um dos trabalhos mais notáveis do artista.

Por quê?

A técnica de Pollock, a pintura envolvia uma técnica diferente de trabalho, isto é, as telas eram colocadas diretamente no chão, ali ele pingava e despejava tinta em latas ou usava bastões, escovas, entre outras coisas, para controlar o fluxo de tinta que jogava na tela.

Aproveite para aprender técnicas de desenho se inspirando nas melhores pinturas do museu MET.
Você pode apreciar outras obras de arte, além da arte abstrata do museu metropolitano de arte.

Entre 1947 e 1952, Pollock fez aproximadamente 700 obras em estilo abstrato expressionista, virando influência decisiva no movimento de Arte Contemporânea.

Confira outras obras notáveis do artista::

  • Mural
  • Naked Man with Knife
  •  Lavender Mist: Number 1
  • N.° 5, 1948
  • Blue Polles: Número 11

Há quem diga que Ritmo de Outono parece expressar raiva, mas como toda arte abstrata, você pode apreciar pela sua originalidade.

E não se esqueça de apreciar outros trabalhos expostos no museu The MET, como Kandinsky, Gauguin, Corot ...

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Ana

"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." Clarice Lispector