É incrível, estar em Paris é respirar arte!

O Museu do Louvre é sem sombra de dúvida o maior museu de Paris e o mais impressionante monumento histórico da França.

Historicamente, o Palácio do Louvre foi construído para ser uma fortaleza, ainda no reinado de Fellipe II.

A decisão de que o Louvre fosse usado como museu partiu de uma Assembleia Nacional Constituinte, durante a Revolução Francesa.

Desde estão, o Louvre passou a exibir as mais variadas obras-primas e a atrair visitantes de todas as partes.

Pudera, são aproximadamente 37.000 objetos de arte, que vai da pré-história ao século XXI.

Entre o acervo estão algumas das coleções de arte mais incríveis, como antiguidades egípcias, arte grega, arte islâmica, arte romana, arte etrusca ...

O espaço ainda conta com uma localização privilegiada, a margem direita do rio Sena, entre os Jardins das Tulherias e a Igreja de São Germano, localizado no Palácio do Louvre.

Quer conhecer um pouquinho do museu mais visitado do mundo?

Continue conosco e descubra as 10 pinturas mais incríveis do Museu do Louvre.

1. Mona Lisa do famoso Leonardo da Vinci

Localizado no primeiro distrito de Paris, bem pertinho da Catedral de Notre Dame, o Louvre surpreende por abrigar uma das obras de arte mais enigmáticas do mundo: Mona Lisa.

Mona Lisa é uma das maiores atrações do Museu do Louvre.
Faça uma visita ao Museu do Louvre, se deixe seduzir pelo sorriso de Mona Lisa.

A obra adquirida por Francisco I após a morte de Da Vinci e até hoje motivo de orgulho para a humanidade.

É impossível passar pelo Louvre e não se deixar apaixonar pelo charme de Mona Lisa, também conhecida por La Gioconda.

Esta joia rara da arte Renascentista é a pintura mais famosa de Leonardo da Vinci.

Sem dúvidas, o retrato de Mona Lisa é a grande estrela do museu do Louvre.

O sorriso enigmático criado por Da Vinci intriga desde a sua criação: das camadas de tinta que compõe a obra a quem foi a inspiração para o retrato.

Certamente, o segredo do sorriso de Mona Lisa vai continuar um mistério!

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2. A Jangada da Medusa

La Radeau de la Méduse é uma pintura a óleo criada entre 1818 e 1819. Ela é resultado obsessão do pintor Théodore Géricault pelo naufrágio da Fragata de Medusa.

A tela impacta pela maneira como o pintor retrata o desespero dos tripulantes lutando pela vida!

História da pintura:

Quando a Fragata Medusa partiu da França com destino ao Senegal, com a missão de colonização do países africano, os tripulantes não esperavam ter um destino tão triste.

Dos 147 naufragados,  10 sobreviveram a tragédia.

Acreditam que Géricault entrevistou alguns dos sobreviventes do naufrágio, entre eles um um médico cirurgião e um engenheiro.

Há relatos de sobreviventes que tenham praticado atos de canibalismo.

Theodore apresenta a Jangada de Medusa através de uma cena mitológica, a cena de um navio da marinha francesa encalhada nas proximidades da Mauritânia.

No cenário, é possível perceber tudo que os sobreviventes tiveram que passar, desde a fome, sede, ataques de loucura até canibalismo.

A pintura de Géricault é considerada um dos trabalhos mais admirados pelos artistas românticos franceses, um ícone da pintura ocidental. Inspirando outros artistas:

  • Gustave Courbet;
  • Edouard Manet;
  • William Turner
  • Eugene Delacroix ...

A Jangada da Medusa é mantida no museu do Louvre desde 1824.

3. A pintura de Francisco I

Jean Clouet foi um pintor renomado do período renascentista, com vários trabalhos de artes feitos na França.

O primeiro registro de seu trabalho está datado no ano de 1516, no reinado de de Francisco I.

Sem dúvida, a obra mais famosa do pintor Clouet é o retrato de Francisco I

O rei Francisco I foi um dos maiores patronos da arte em Paris e importante para a história do Louvre.

Muitas das aquisições artísticas do maior museu de Paris foram fruto do financiamento do rei em grandes artistas da época. O intuito do rei era afirmar o seu poder e conhecimento através das artes.

Ao passear pelo Louvre , você também pode conferir o retrato de outros reis, como o rei Luís XIII, Luís XIV ou XVII.

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4. A Coroação de Napoleão

Le Sacre de Napoléon é uma pintura de Jacques Louis David do ano de 1807, a obra retrata o momento em que Napoleão foi coroado na Catedral de Notre Dame.

Joséphine de Beauharnais recebendo a coroa das mãos  de seu esposo Napoleão.
A obra " A Coroação de Napoleão" marca  o início do reinado de Napoleão sendo coroado imperador.

A arte impressiona pela dimensão, são aproximadamente 10 metros de largura e 6 metros de altura, integrando o acervo do Louvre com louvor.

A história da obra ...

Meses antes de sua coroação, o próprio Napoleão Bonaparte encomendou a pintura "A Coroação de Napoleão". Entretanto, Jacques Louis David deu início na obra em 1805 na antiga capela do Colégio de Cluny, bem pertinho de Sorbonne.

Após alguns retoques e com a ajuda de seu aprendiz, a pintura ficou pronta e foi exposta ao público em 1808, mas continuou sob a propriedade do pintor até 1819, quando foi cedida aos Museus Reais no mesmo ano.

Posteriormente, a pintura foi instalada na Salle du Sucre, no Palácio de Versalhes. Apenas em 1889, a tela foi transferida para o museu do Louvre.

5. Pintura no Louvre: O Casamento de Caná

A tela Les Noces de Cana é uma enorme pintura que mistura personagens bíblicos com personagens do século XVI.

A obra mostra as Bodas de Caná, representando a história do milagre do Novo Testamento cristão. De acordo com o testamento, Jesus e seus discípulos foram convidados para um casamento em Caná, na Galileia.

Ao final da festa, percebendo que o vinho estava chegando ao fim, Jesus pediu para que enchesse os cálices de água, os transformando em vinho.  E esse foi o primeiro dos milagres, segundo o Evangelho de João.

A pintura a óleo O Casamento de Caná, do renascentista Paolo Veronese, está exposta no museu do Louvre bem de frente da querida Mona Lisa

Originalmente, a pintura esteve no Mosteiro beneditino de San Giorgio Maggiore, em Veneza. Chegou a ficar pendurado por mais de 200 anos no refeitório do mosteiro até ser saqueado por Napoleão Bonaparte, em 1797 e levado à Paris.

A pintura é uma das obras mais importantes do artista Veronese, ordenado pelo monastério veneziano.

Atualmente, a pintura está entre as obras mais importantes do museu do Louvre.

6. A Liberdade guiando o povo de Eugène Delacroix

La liberté guidant le peuple é uma pintura de Eugène Delacroix em comemoração à Revolução de Julho de 1830.

Certamente, essa é a obra mais conhecida do pintor francês Delacroix e a mais famosa na França.

Delacroix é um dos maiores pintores franceses!
A pintura Liberdade guiando o povo é considerada o símbolo da democracia francesa!

A tela apresenta a figura de uma mulher guiando o povo para o seu ideal por cima dos corpos derrotados, empunhando a bandeira da Revolução Francesa e uma mão e o brandido um mosquete com baioneta na outra.

A pintura capta o envolvimento de diferentes setores da sociedade parisiense em busca da sua liberdade.

Por que a figura da mulher é importante?

A obra virou o retrato dos ideais nacionalistas e republicanos. Ao focar na participação da mulher no conflito, a pintura assumiu o símbolo de persistência, bravura e liderança.

A mulher na tela de Delacroix representa a alegoria da liberdade!

Delacroix faz o espectador sentir a importância dos acontecimentos descritos na época. Por isso, a pintura foi a alegoria perfeita para representar a República Francesa.

A liberdade guiando o povo está no Museu do Louvre desde 1874.

7. Grandes pinturas do Louvre: A Grande Odalisque

Une Odalisque de Jean-Auguste-Dominique Ingres é uma pintura a óleo de 1814 representando uma Odalisca. A pintura significou a ruptura de Ingres do neoclassicismo em direção ao romantismo exótico.

La Grande Odalisque é um exemplo do trabalho denso e de muita qualidade!

Acredita-se que a pintura tenha sido encomendada por Caroline Murat, irmã de Napoleão I. E que o pintor Ingres tenha buscado inspiração em outras obras para fazê-la, como Vênus de Urbino e Madame Récamier.

A primeira exibição da obra atraiu ampla crítica, pois chamou atenção pelas proporções alongadas e a falta de realismo anatômico, bem diferente do estilo da época.

8. O trapaceiro com ás de ouro

A obra A carta afiada com ás de ouro de Georges de La Tour é uma pintura francesa datada em torno do ano 1636 a 1638.

A tela é considerada uma das obras-primas do pintor La Tour, a arte também integra o departamento de pintura do museu mais querido de Paris.

Dicas de referências de arte nas pinturas do Louvre.
Busque referências de arte nas grandes pinturas do Louvre!

A obra de La Tour foi inspirado nos temas de Caravaggio

O observador mais atento verá 3 personagens jogando cartas e uma empregada. Um dos jogadores trapaceia no jogo escondendo o ás de ouro nas costas.

Pelas moedas do cenário, é possível concluir que os três jogam a valer dinheiro.

A empregada é a única que sabe da existência de um trapaceiro entre os jogadores e só ela pode desmascarar o trapaceiro.

9. A entrada de Alexandre, o Grande, na Babilônia

Quando o Alexandre, o Grande, chega à Babilônia, ele descobre ali uma suntuosa cidade, bem diferente do que imaginavam os gregos.

A história de Alexandre, o Grande, serviu de inspiração para o pintor Charles Le Brun.

Seu legado consiste em um ciclo de diversas obras de arte representando a épica de Alexandre, o Grande, na Ásia  e a guerra contra Darius da Pérsia.

Entre as pinturas de Le Brun, se destacam:

  • A passagem do Granique, "Le Passage du Granique", 1665;
  • A entrada de Alexandre na Babilônia ou o Triunfo de Alexandre, 1665;
  • A Batalha de Arbela, 1669;
  • Alexandre e Porus " Alexandre et Porus", 1665-1673:

A pintura o Triunfo de Alexandre apresenta o personagem de Alexandre, o Grande, glorioso em sua carruagem dourada.

Vale frisar que Le Brun também fez pinturas de temas mitológicos, militares e religiosos, entre outros temas, além inúmeros desenhos.

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10. O Combate de Davi e Golias na Grande Galeria do Louvre

O Combate de Davi e Golias é  uma pintura impressionante de Daniele da Volterra, feita em ardósia entre os anos de 1550-1555.  O quadro está no primeiro andar da grande galeria do Louvre.

A obra impressiona pelo fato de possuir "frente e verso".

Como assim?

Ela está exposta em um maravilhoso pedestal e pode ser contemplado pelos dois lados da pintura, basta "girar" o quadro.

Sua obra em dupla face é uma pintura extremamente interessante, pois apresenta a cena do Antigo Testamento: o combate entre Davi e Golias, um homem versos um gigante, pondo fim a guerra entre dois povos.

Volterra nos mostra a grandiosidade de sua pintura para o mundo da arte.

Aproveite sua visita ao grande museu para contemplar obras como Venus de Milo, As Sabinas, Vitória de Samotracia...  ou se admirar com a famosa pirâmide do Louvre.

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Ana

"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." Clarice Lispector