É preciso todo um percurso para ser professor de matemática! Uma missão quase igual a de um soldado. Os estudos superiores normalmente são longos e a vida de estudante,  algo muito penoso.

Não é fácil chegar na frente de todos os alunos de uma sala de aula de matematica ensino fundamental ou médio para ensinar a linguagem dos números.

Imagine na faculdade? Quantos anos de estudos para chegar lá e ter confiança o suficiente para ensinar a matéria para alunos com um nível avançado de conhecimento?

Ou ser professor particular? Ficar de frente para o aluno, preparar material para uma hora ou mais de aula, tirar suas dúvidas, explicar o conteúdo, assegurá-lo de que tudo vai bem?

E como os professores independentes fazem para dar aulas? É preciso obrigatoriamente fazer o mesmo curso que os professores da escola para dar ensinar matemática em domicílio?

Como você mesmo pode constatar, a resposta é não. Existem hoje vários perfis de professores particulares de matemática. Vários autodidatas ou outras pessoas que não seguiram o mesmo caminho que os mestres da educação tradicional.

Essa também é uma das vantagens de dar aulas de matemática de reforço escolar e aulas particulares: uma profissão que exige menos diplomas, mas, observe, não menos esforço.

No entanto, para aqueles que querem de qualquer jeito ter um certificado, quais são as vantagens dessa escolha? E quais são os diplomas mais apropriados para se dar aulas de matemática? Quais são os diplomas que hoje existem para isso?

É possível dar aulas de matemática sem diploma?

Nessa época de crise, vários profissionais que não conseguem seu lugar no mercado de trabalho em empresas e indústrias optam pela educação como fonte de renda e também para ocuparem seu tempo até que alguma oportunidade melhor apareça. Isso não é diferente na área de ciências exatas.

Posso ser autodidata e dar cursos de geometria?
É preciso ter uma formação específica para ensinar os tão temíveis cálculos?

Muitos matemáticos, engenheiros, contábeis, administradores escolhem as vias educacionais para exercer uma profissão.

E você já parou para pensar, por que não ser professor de matemática particular?

Ao fazer uma pesquisa rápida no site da comunidade Superprof, podemos ver que o preço médio da hora de um professor particular da matéria é: R$ 70 em São Paulo (SP), R$ 65  no Rio de Janeiro (RJ) e R$ 50 em Salvador (BA).

É incrível como o preço pode variar de cidade para cidade! E olhe que Salvador é a 3ª cidade mais populosa do Brasil. Porém, observe que a cidade é menos rica que as outras duas capitais e o custo de vida é mais baixo.

Enfim, a intenção aqui não é saber o porquê do preço de cada cidade ser diferente. Queremos ter uma ideia de quanto é o salário de um professor particular. Já sabemos que ele varia de uma cidade para outra, mas não deixe de considerar o custo de vida de cada município também.

Vamos aos cálculos: o salário de um professor particular que tem a agenda cheia (4 alunos por dia da semana) dando 1,5 horas de aula (R$ 50/h) é de R$ 6 mil por mês.

Nada mal, não é? Então, por que não ser professor particular da matéria? E olhe que, pelo menos nos ensinos fundamental e médio, essa disciplina é a que dá mais dor de cabeça para os alunos!

Ou seja, muitos precisam de um reforço escolar ou algumas aulas particulares para tirarem suas dúvidas e reparar algumas defasagens do passado.

Ok, já estabelecemos que o retorno financeiro é positivo, mas não é qualquer um que pode ensinar matemática assim, não é mesmo? Então, quem pode se aventurar dando aulas particulares da matéria? É preciso ter quais diplomas para ter a base necessária para tal ofício?

Diríamos que não existe uma lei específica no Brasil para as aulas particulares. Ainda mais que esse setor tem uma certa informalidade porque muitos clientes (pais e alunos) pagam as aulas em dinheiro, sem declarar. Infelizmente, as aulas particulares não são deduzidas no imposto de renda como pode acontecer em outros países, como a França, por exemplo.

Aparentemente não existe nenhum impedimento legal para aqueles que queiram dar aulas particulares. Porém, nem precisamos de falar que, se o professor não for bom e não possuir os pré-requisitos necessários, ele não vai arrumar clientes, não é mesmo?

Não é raro alguns alunos fazerem aulas particulares com autodidatas que são realmente muito bons nas matérias, principalmente matemática. Professores que conhecem de cor todas as regras de equações, teoremas, álgebra, trigonometria, geometria e números em geral.

Os pais dos alunos normalmente gostam desses professores particulares porque eles utilizam uma pedagogia e metodologia diferentes da maioria. Às vezes, as aulas dos autodidatas são mais descontraídas e funcionam melhor com os alunos das aulas de matematica ensino medio e fundamental.

Saiba que a maioria dos sites especializados como o Superprof aceitam os anúncios de professores de matemática sem diploma. Eles também podem ajudar os alunos ensinando várias matérias como matemática, física, química, história e outras com seus métodos.

Saiba como encontrar o melhor curso de matematica online na plataforma da Superprof! Falando nisso, por acaso você sabia que é possível encontrar, de forma ágil e segura, os melhores profissionais de ensino de matemática próximos à sua residência e na sua vizinhança?

Sim, através da plataforma da comunidade Superprof você pode realizar buscas por profissionais que se adequem a seu perfil e à suas necessidades e optar por uma primeira aula exprimental gratuita, para sentir se existe empatia ou não com esse professor.

A plataforma online Superprof, portanto, conecta alunos e estudiosos a professores experientes e gabaritados e está presente em mais de 27 países, hoje alcançado mais de 9 milhões de professores cadastrados. É, portanto, uma ótima ferramenta para se escolher e contactar seu futuro professor particular. E você consegue fazer isso tudo a partir de seu próprio celular, tablet ou computador, da segurança de sua casa.

Dar aulas particulares de matemática sendo estudante

Entre todos esses professores improvisados, encontramos normalmente os estudantes. A maioria deles são craques nas matérias e estão fazendo pré-vestibular ou faculdade.

Alguns fazem estudos em engenharia, administração de empresas, economia ou computação. Eles normalmente aproveitam as aulas particulares para pagar parte de seus estudos. Outros querem ser professores profissionais e treinam com seus alunos de aulas particulares.

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É excelente ter uma renda extra quando se é estudante!

Claro, esses estudantes dão aula dos conteúdos de matemática que eles conhecem bem. Não tendo ainda o diploma nem a formação completa, é melhor perguntar a eles quais matérias eles dominam perfeitamente e ver se elas estão de acordo com a necessidade do aluno que vai fazer as aulas particulares.

Saiba que muitos pais não confiam em estudantes para ensinar matemática para seus filhos. Mas há muitos que pensam que estudantes são mais baratos que professores formados e às vezes a pouca diferença de idade ajuda no aprendizado. Os alunos (como encontrá-los para dar aulas particulares de matemática?) ficam mais à vontade com pessoas mais próximas de sua realidade. Observe esse fato e não o desmereça.

Engenheiro e professor de matemática?

Os formados em engenharia também podem ser professores de matemática. Até pessoas altamente qualificadas não têm nenhum problema para dar aulas da matéria.

Os engenheiros têm muitas disciplinas de álgebra, geometria, física em seu histórico universitário. Além disso, os cálculos e outras matérias estão em um nível muito elevado, ou seja, eles têm que saber muito bem o conteúdo para conseguir passar no semestre. Então, com certeza eles terão a base necessária para dar aulas particulares de matemática.

Mais um ponto a favor dos engenheiros: eles devem fazer muitos cálculos em suas construções e projetos. Por isso, eles têm a teoria e a prática nas mãos. Ou seja, eles têm tudo que um professor de matemática necessita para transmitir seu vasto conhecimento.

Esses profissionais nem precisam de mostrar um diploma de matemática para os seus clientes. Seu currículo é suficiente para mostrar suas competências para os pais dos alunos, por exemplo.

Os diplomas para ser professor de matemática

Você já viu vários exemplos de professores de matemática sem diploma específico neste post.

Agora vamos falar das pessoas que fazem curso superior da disciplina.

Para começo de conversa, normalmente eles ganham mais que seus colegas que não têm diploma específico em matemática.

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É apaixonado pelos números? Então considere de forma séria uma graduação na matéria!

Para ser professor, é importante fazer a graduação mas também a licenciatura para dar aulas. É a partir da licenciatura que  o graduando toma contato com várias matérias relacionadas à pedagogia do ensino e a metodologias de aprendizado.

Já o diploma de mestrado pode ser um bom diferencial para ensinar no ensino fundamental e médio. Algumas faculdades também aceitam uma porcentagem de professores mestres.

Com o diploma de mestrado nas mãos, por que não continuar no doutorado e traçar sua carreira acadêmica? Ficar na universidade é um excelente caminho para quem quer ser professor. Além disso, você pode realizar vários tipos de pesquisas e dar aulas e seminários sobre o tema que estuda.

Claro, se sua intenção é somente dar aulas particulares, a graduação e a licenciatura em matemática são mais que suficientes! Se for muito bom mesmo, nem de diploma você precisa para conseguir ensinar e ter alunos.

Um certificado é importante para dar aulas em escolas de ensino fundamental e médio, como já citamos anteriormente. Mas não é essencial para ser professor, sobretudo um professor de aulas particulares ou de reforço.

Como fazer para o pagamento das aulas?

Saiba que você pode optar por vários meios de pagamento.

O mais seguro é receber por aula, no final de cada uma. Porém, como na maioria dos casos são os pais que pagam, fica difícil de pagar as aulas uma por uma.

O mais comum é fazer um preço (quanto custa a aula particular de matemática?) para o mês ou para o total de 10 aulas, por exemplo. Vamos supor que suas aulas custam R$ 60 por hora. Dez aulas de uma hora cada fica R$ 600. Ou se combinar uma aula por semana de uma hora e meia (R$90), o total será de R$ 360 por mês.

Para ter certeza que vai receber o dinheiro, você pode pedir antecipado. Alguns pais e clientes não gostam desse método, mas ele te dá a garantia necessária para dar suas aulas tendo a certeza de que receberá por elas.

E se o aluno desmarcar a aula na última hora? Calma, você pode cobrar a aula mesmo assim. Isso é normal porque ele não te avisou a tempo de marcar outra aula no lugar ou outro compromisso qualquer, por exemplo.

Outra possibilidade é fazer boletos. Você pode fazê-los por meio de sites especializados. É só você colocar os seus dados e o valor total das aulas e enviar para seus clientes.

Você pode enviar os boletos pelo correio, e-mail até SMS. Alguns pais preferem essa forma de pagamento. Assim, eles pagam todos os seus boletos de uma só vez.

Pronto para dar aulas particulares e criar um curso de matematica basica ou avançada ou dar uma aula de matematica ensino fundamental?

A matemática surgiu na Mesopotâmia, no Egito, na Grécia, na Índia e também no Oriente Médio, todos locais onde tivemos grandes civilizações e florescimento de conhecimento.

Afinal, o que é a matemática?

Antes de sequer pensar em matemática, você já parou para pensar como surgiram os números? Quais foram as necessidades que fizeram o homem se expressar matematicamente?

Bom é difícil identificar uma data precisa acerca de quando o homem primitivo começou a utilizar a matemática em sua lida diária, mas sabemos que ela apareceu após o surgimento da escrita, há cerca de 3.600 anos.

Certos documentos históricos apontam que as origens da matemática surgiram com os egípcios. No entanto, sabemos que também em certas áreas como a Mesopotâmia, a Grécia, a Índia e o Oriente Médio também praticaram a matemática a seu jeito e segundo suas necessidades. Não foi, portanto, o Egito o seu único berço.

Acredita-se que a matemática foi surgindo fruto de necessidades práticas do homem primitivo como a demarcação de áreas, o levantamento de seu rebanho, partindo em seguida para a valoração de certos objetos, o precursor do papel que o dinheiro exerce hoje em dia.

O fato é que temos a matemática muito presente em nosso dia a dia e de tal forma que não é mais possível nos distanciarmos dela e de suas aplicações práticas em nossas vidas.

Ao que tudo indica, no princípio, as relações de grandeza estavam relacionadas mais com os contrastes entre si do que com as semelhanças. A diferença entre um animal e outro, as variações de tamanho de um peixe, a forma arredondada da lua e a retilínea de um pinheiro, por exemplo. Tudo isso, envolto na natureza pode vir a ser considerado material para aplicações matemáticas.

A propriedade abstrata que hoje chamamos de número foi, certamente, um grande avanço no campo da matemática moderna. Vale ressaltar que atualmente as funções mais rotineiras de nossa vida têm sido realizadas por computadores: isso passa desde uma conta até o controle do nosso dinheiro no banco, o nosso pagamento de salário e várias outras atividades hoje controladas por máquinas.

Isto é, não mais aplicamos nós mesmos o nosso conhecimento matemático em nosso cotidiano como costumávamos fazer antigamente. E, portanto, de uma certa forma, nossa mente tem ficado meio preguiçosa para esse tipo de prática e até meio resistente quando precisamos de fazer alguma conta de cabeça ou dividir a conta do bar na saída com nossos amigos.

Segundo algumas pesquisas na área, a matemática passou a ser definida como a ciência do número e grandeza. Isso, no entanto, já não é mais válido, pois a matemática é muito mais do que números e grandezas. A matemática que hoje conhecemos é intelectualmente sofisticada.

Não obstante, desde os primórdios da raça humana, os conceitos de número, grandeza e forma ocupam a mente e formam a base do raciocínio matemático. A matemática, de início, preocupava-se com o mundo que percebemos com os olhos, como parte da vida quotidiana.

Em resumo, a matemática é uma ciência que relaciona o entendimento coerente e pensativo com a possibilidade de ações nesse sentido. Ela oferece praticidade àquele que se utiliza de seus conceitos quotidianos. Nesse sentido, não se pode pensar na matemática como uma sequência linear de informações as mais diversas apenas.

A verdade é que o conhecimento que a matemática abarca é aplicado diariamente, diversas vezes ao dia, em todo o mundo. Praticamente todas as profissões utilizam a matemática em sua rotina quotidiana.

Outro grande erro, infelizmente anda muito praticado, é o ensino da matemática ou até mesmo a sua aplicação de forma descontextualizada, como ja dissemos. Nada pior do que o alunos ter que encarar todas aquelas fórmulas sem entender o lado prático da aplicação de metade delas.

Quando isso acontece, todos perdem. Tanto o aluno, que se sente perdido e desestimulado diante de um conecimento que deixa de fazer sentido para a realidade dele, quanto o professor que acaba oferecendo uma aula de valor agregado bastante limitado.

Ainda assim, é o professor a principal frente de mudança desse contexto. Como peça fundamental, é o professor o responsável por adotar em suas aulas as inovações muito bem contextualizadas que a matemática nos oferece nos dias de hoje. O professor, portanto, deve buscar a participação ativa do aluno com demonstrações pertinentes e criativas e com exemplos que se apliquem de maneira bem fácil à realidade vivenciada pelo aluno no seu dia a dia.

A matemática para a vida

Como é conhecimento de todos, estamos vivendo uma era de grandes avanços tecnológicos. Nesse período, várias transformações e evoluções vêm influenciando bastante a nossa vida pessoal e profissional. Internet, redes sociais, celulares, tablets, computadores e notebooks, essas são apenas algumas das ferramentas com as quais podemos contar nos dias de hoje propulsoras dessa evolução tecnológica.

No entanto, a velha máxima de se estar preparado e de continuar estudando e se aprimorando continua valendo e hoje ainda muito mais do que antes! Precisamos, portanto, de buscar por boas fontes de conhecimento, e de também nos aperfeiçoarmos nesse conhecimento e, via de regra, ele envolve a matemática, direta ou indiretamente.

Em outras palavras, para nos mantermos bem colocados no mercado de trabalho sabemos que hoje é necessária a constante atualização do conhecimento nas nossas áreas de atuação. Também é exigido o mínimo de expertise e familiaridade com essas novas ferramentas tecnológicas aqui descritas como, por exemplo, saber utilizar o GPS do celular da forma devida ou efetuar uma chamada internacional via Skype.

Todas essas recentes possibilidades midiáticas envolvem muitos cálculos e conceitos matemáticos, algaritmos próprios e em desenvolvimento, utilizados nos mais variados tipos de aplicativos e programas. Enfim, em toda uma linguagem edificada no mundo virtual mas que impacta significativamente a nossa realidade hodierna.

A matemática quando aprendida da forma devida e bem contextualizada na realidade do estudante abre vários outros caminhos. Alguns deles enriquecem a formação intelectual do aluno, seja pela exatidão do pensamento lógico-demonstrativo, seja pelo exercício criativo da imaginação e dos raciocínios indutivos e dedutivos.

A aprendizagem, portanto, é algo que hoje sabemos ser construída com o uso, a aplicação diária. É um saber adquirido e constituído através das diversas fases de nossa vida. Normalmente inicia-se no seio familiar e evolve conjuntamente para a escola, para outros grupos sociais como o grupo de xadrez, por exemplo, até caminhar para a graduação e pós-graduação. A vida profissional, claro, se fundamenta nessas fases e se beneficia delas.

Nesse sentido, é de fundamental importância de que construamos uma base sólida em nossos conhecimentos matemáticos. Pensar matematicamente exige, desde cedo, uma habilidade e até mesmo um certo esforço de abstração e também de se identificar a aplicabilidade de tal conhecimento em nossas vidas quotidianas.

Em resumo, a matemática como disciplina deve ser ensinada e aprendida de forma simples e coerente, tornando a sua prática útil e realmente indispensável para a realidade vivenciada pelo aluno. E, para que isso ocorra, é necessário relacionar constantemente a prática do aprendizado a questões palpáveis e facilmente identificáveis para o aluno.

Precisando de um professor de Matemática ?

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Carolina

Quero aprender italiano e espanhol, mas preciso mesmo é do inglês... Leio as plaquinhas nos museus, gosto de música e de cinema dos anos 70. De agora, só o Pablo do arrocha que serve.