O piano é, sem dúvida, um dos instrumentos mais conhecidos no mundo. É também considerado um dos mais completos, pois abrange um grande número de sons graves e agudos. Apreciado por muitos músicos para composição, o instrumento é utilizado nos mais diversos gêneros musicais.

O fato de estudar piano deve primeiro ser um prazer: tocar música contemporânea ou outros estilos é uma maneira de liberar suas emoções. Podemos dizer que, hoje em dia, trata-se de uma atividade relativamente popular, se levarmos em conta que a cada dia mais pessoas se dedicam às aulas do instrumento.

Piano clássico, pianos digitais, piano de cauda, ​​piano vertical... qualquer que seja o piano no qual você iniciou seu primeiro curso, também é necessário encontrar um bom professor para aprender de fato.

E você sabe como funciona o piano e quais são seus componentes? E que tal descobrir como funciona a afinação de um piano? Neste artigo o Superprof detalha o mecanismo desse instrumento que fascina tantos!

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Diferenças entre um piano vertical e um piano de cauda

Aprender piano com professor
Encontrar um professor de piano pode levar algum tempo, mas a busca valerá a pena.

As diferenças entre piano de cauda e piano vertical são simples de entender e resultam de vários fatores que afetam a maneira de tocar e especialmente a sonoridade do instrumento musical:

  • A forma do instrumento: um piano vertical é muito mais compacto do que um piano de cauda, ​​cuja mesa de som é horizontal,
  • O volume do instrumento: o piano de cauda requer um espaço muito maior devido ao seu comprimento e forma. Ele pode exigir uma sala de 25 m² apenas para ele.
  • O som: o piano de cauda oferece um som poderoso,
  • Mecânica: sob o efeito da gravidade, os martelos caem naturalmente para um piano de cauda, ​​enquanto é necessário usar molas para afastá-los das cordas em um piano direito,
  • O toque é mais natural e mais fluido em um piano de cauda,
  • Um piano de cauda pode ter até 98 teclas, mais notas de baixo e oitavas do que um piano vertical,
  • O piano de cauda oferece uma melhor textura das duas baixas oitavas, bem como uma melhor aeração do registro baixo-médio, bem como uma delicadeza dos agudos.
  • Um piano de cauda, ​​portanto, oferece maiores possibilidades de interpretação e nuances do que um piano vertical.
  • Em geral, portanto, quanto ao som, muitos pianistas e especialistas concordam em nos dizer que o piano de cauda produz um som muito mais superior e preciso do que o do piano vertical.

Por todas essas características, portanto, os pianos de cauda são considerados melhores, mas também bem mais caros. E eles acabam sendo incompatíveis com as casas atuais e seus cômodos limitados e pequenos.

E você, gostaria de aprender a tocar teclado?

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Acredite se quiser: o piano é instrumento versátil e pode reproduzir vários gêneros musicais.

O piano: qual o mecanismo de funcionamento?

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Em geral, podemos afirmar que o piano é composto pelas seguintes partes:

  1. Mecanismo ou mecânica
  2. Teclado ou teclas
  3. Chapa ou harpa
  4. Tábua harmônica ou tampo harmônico
  5. Encordoamento e estrutura para afinação
  6. Caixa ou móvel

Podemos definir a parte mecânica como aquela que se movimenta com o objetivo de acionar as cordas dos piano quando uma tecla é acionada. Nela, estão localizadas todas as peças chamadas martelos, abafadores, flanges, buqueta, nazeta, noz, embuchamentos, correias, contra martelo, colherinhas, molas e pivots.

No piano vertical, como no piano de cauda, ​​o elemento que produz o som é chamado de martelo. É uma peça que se parece com a ferramenta de mesmo nome. Sua ação é clara: quando acionado, ele atinge a corda (daí a classificação desse instrumento nas cordas da família), e produz o som que ouvimos. Se o pianista bate forte na tecla, o martelo atinge a corda com força, gerando um som mais intenso. A ponta do martelo é coberta com várias camadas de feltro grosso, e é essa densidade que define o som. Podemos observar num piano que serviu muito, que o feltro está recoberto de marcas, deixadas pelas cordas durante a prática do instrumento, que, a longo prazo, altera o som.

Existem vários tipos de piano (cauda e vertical), e diferentes tipos de mecanismos (escape simples e duplo escape). O mecanismo do piano de cauda, ​​sendo mais complexo e chamado de "escape duplo", permite ao músico repetir uma nota, sem soltar a tecla completamente. Esta segunda nota será menos intensa, mas bastante audível. Por exemplo: ao pressionar cinco vezes consecutivamente e rapidamente a tecla mi, o intérprete precisará descer toda sua trajetória apenas na primeira vez, pois nas outras poderá manter a tecla parcialmente abaixada. Patenteado pelo francês Sebastien Érard em 1821, o duplo escape foi revolucionário, pois permitiu a criação de peças mais complexas de música.

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O teclado do piano

Em geral essa parte é composta por 85 a 88 teclas confeccionadas em madeira com uma cobertura que pode ser de marfim ou plástico. O teclado de um piano é responsável por acionar o mecanismo do piano quando cada tecla é acionada.

Chapa ou harpa do piano

Composta por ligas metálicas e é responsável por segurar as cordas do piano. É uma peça de suma importância pois deve suportar a tensão das mais de 200 cordas que fazem parte do piano, tensão esta que somada pode ultrapassar 20 toneladas.

Tábua harmônica do piano

Considerada como o alto falante do piano, sua principal função é receber e amplificar as vibrações emitidas pelas cordas. Esta peça é feita de madeiras que tenham uma boa qualidade acústica e são de suma importância para a qualidade sonora de cada piano.

Encordoamento, cepo e cravelhas do piano

As cordas do piano são feitas de aço: quanto mais grossa a corda, mais grave é o som emitido. Já as cravelhas são pinos feitos em ligas metálicas, onde as cordas são afixadas. Estas peças são semelhantes às tarrachas de um violão e podem ser movidas para subir ou descer a afinação do piano. O cepo do piano é uma peça feita em madeira trançada e extremamente densa, onde as cravelhas são afixadas.

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Os pedais do piano

Pedais são também um componente importante do piano. Os pianos têm geralmente dois ou três pedais:

  • Pedal de sustentação (à direita): sua função é a de prolongar a duração das notas. Permite executar uma técnica designada legato, como se o som das notas sucessivas fosse um contínuo. Compositores como Frédéric Chopin usaram nas suas peças este pedal com bastante frequência.
  • Pedal central: responsável por deixar o som em menor intensidade. Chamado também de sostenuto, possibilita fazer vibrar livremente apenas a(s) nota(s) cujas teclas estão acionadas no momento do acionamento dos pedais. As notas que forem tocadas posteriormente ao acionamento desse pedal não irão soar livremente, tendo seu som interrompido quando pianista soltar as teclas. Esse pedal está presente majoritariamente nos pianos de cauda; muitos pianos verticais não possuem esse pedal.
  • Pedal surdina (à esquerda): sua função é suavizar os sons emitidos pelo piano. Quando uma nota do piano faz o martelo atingir simultaneamente três cordas, o pedal da esquerda (chamado de una corda) permite que o martelo atinja somente duas (produzindo um som mais suave). O nome original desse pedal “una corda” foi assim definido pois nos primeiros pianos o desvio do martelo permitia que apenas uma corda fosse tocada.

Como afinar um piano?

Como tocar teclado em casa?
A vontade de tocar bem o piano pode levar você a alcançar técnicas inovadoras!

Afinar exige tempo, paciência, agilidade, prática, boas ferramentas e, acima de tudo, um ouvido absoluto.

Na verdade, regular seu próprio piano sozinho é mais um desafio pessoal do que uma economia no orçamento, pois o investimento pessoal será mais importante do que solicitar os serviços de um especialista.

Será necessário comprar as ferramentas apropriadas, e elas não são nem um pouco baratas.

Além disso, um custo intangível deve ser contabilizado: o tempo gasto para afinar as 220 cordas e 88 notas do piano!

Aqui estão as ferramentas que você deve adquirir na loja de música para afinar seu piano quando você estiver ainda nas aulas de piano ou nas aulas de teclado para iniciantes:

  • Uma ferramenta intangível e crucial: o tempo! Manusear as cravelhas requer uma atenção especial;
  • Um afinador eletrônico: melhor do que um diapasão, o afinador eletrônico dá uma frequência perfeita em A440,
  • Um diapasão,
  • Uma chave de afinação com ponta e diâmetro correspondentes às cravelhas do piano (quadrada, retangular ou estrela). Existem também diferentes medidas de cravelhas, certifique-se que adquire a medida correta de cabeça da chave de afinação.
  • Surdinas de plástico, cunhas ou tiras de feltro ou de borracha: para silenciar as cordas das demais notas vizinhas durante a afinação,
  • Uma boa fonte de luz para iluminar as muitas sombras do interior do piano.

Saiba que as ferramentas de afinação são difíceis de encontrar. Muitas vezes leva tempo encomendá-las.

Algumas dicas para a afinação:

  • Antes de esticar uma corda para modificar o tom de uma nota, relaxe a corda um pouco: se por acaso você errar de corda, não corre o risco de romper pela tensão excessiva!
  • Pressionar fortemente a tecla congela a afinação: uma reprodução muito suave irá desafinar o instrumento logo que um pianista tocar a primeira tecla.
  • Alguns especialistas dizem que você deve afinar o seu piano uma vez por trimestre, cerca de quatro vezes por ano.
  • Outros defendem a afinação de uma ou duas cordas a cada dois meses.
  • De qualquer forma, uma coisa é certa: a meticulosidade é a chave para ter uma tessitura perfeita e adquirir uma afinação exata!

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Conheça e identifique as notas do piano

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Ao todo, o piano possui 88 teclas, 7 oitavas e 1/4 de oitava. Seu mecanismo de funcionamento é acústico: quando as teclas são acionadas, existe uma peça chamada martelo que atinge as cordas e faz as notas vibrarem.

Dentro do instrumento, há um prolongamento da tecla do piano, que forma uma espécie de alavanca. Quando a tecla está em repouso, o martelo permanece abaixado. Quando a tecla é pressionada, seu prolongamento sobe e o martelo atinge uma corda, que vibra e produz o som. Se o pianista bate forte na tecla, o martelo atinge a corda com força, gerando um som mais intenso.

A primeira característica que o aluno de piano percebe são as teclas pretas e brancas, e essas teclas seguem um padrão ao longo do teclado. Sendo assim, você pode perceber que existem duplas e trios de teclas pretas. Isso forma um padrão de 5 teclas pretas e, logo abaixo delas existe um outro grupo de teclas brancas de 7 teclas brancas. Cada grupo deste padrão de brancas e pretas representa uma oitava. Cada oitava no piano tem sete teclas brancas (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si) e cinco teclas pretas (Dó sustenido/Ré bemol, Ré sustenido/Mi bemol, Fá sustenido/Sol bemol, Sol sustenido/Lá bemol e Lá sustenido/Si bemol).

Essa formação de 12 notas compõem o sistema musical ocidental de tradição europeia, que é organizado com o uso de 12 sons que constituem a escala cromática. Esses 12 sons podem ser divididos em dois grupos de notas: as notas naturais (teclas brancas) e as notas com acidente musical, com bemóis e sustenidos (teclas pretas).

A diferença entre os grupos de oitavas no teclado como um todo consiste na altura sonora, sendo que da esquerda para a direita há uma subida de notas mais graves para as mais agudas.

Para uma aula iniciante de teclado, é importante saber como identificar essas notas ao longo do teclado, uma vez que você terá 7 oitavas.

Identifique as notas no piano

O portal Canone Musical sugere uma metodologia relativamente simples para aqueles que estão iniciando suas aulas de teclado online e desejam memorizar de uma vez por todas a localização das notas naturais. Na verdade, o site sugere que o aluno identifique as notas brancas a partir do formato da tecla. Confira:

Formato L: São teclas cujo o formato nos lembram a letra L do nosso alfabeto. As teclas que possuem o formato de L são o Dó e o Fá. Perceba que o formato de L é a primeira tecla branca de um grupo de teclas pretas. Para diferenciar um do outro basta pensar que o Dó está “encostado” no grupo de 2 teclas pretas e o Fá está “encostado” no grupo de 3 teclas pretas.

Formato J: São teclas cujo o formato nos lembra a letra J do nosso alfabeto. As teclas que possuem o formato de J são o Mi e o Si. Perceba que o formato de J é a última tecla branca de um grupo de teclas pretas (Sempre depois de uma tecla J teremos uma tecla L, as teclas L servem como guia para começarmos um dos grupos das teclas brancas mencionados acima). Para diferenciar um do outro basta pensar que o Mí está “encostado” no grupo de 2 teclas pretas e o Si está encostado no grupo de 3 teclas pretas.

Formato P: São teclas cujo o formato nos lembra um picolé quadrado de cabeça para baixo. Logo a letra P serve para ilustrar a semelhança de tais teclas com a primeira letra do objeto que ela nos lembra. As teclas que possuem o formato P são o Ré, o Sol e o Lá. Perceba que o formato P fica entre uma tecla L e uma tecla J, sendo no primeiro grupo de teclas brancas uma tecla P e no segundo conjunto de teclas brancas duas teclas P.

Para diferenciar um do outro basta pensar que o Ré está “encostado” no grupo de 2 teclas pretas e que o Sol e o Lá são vizinhos e estão encostados no grupo de 3 teclas pretas (o Sol é a tecla da esquerda).

Depois de assimilar as notas naturais (teclas brancas), fica relativamente fácil acrescentar as notas dotadas de acidente musical, com bemóis e sustenidos na sequência.

Quando falamos em notas sustenido, estamos falando de notas com um aumento sonoro. Quando falamos em notas bemol, estamos falando em uma diminuição sonora. Para simplificar, podemos identificar unicamente os sustenidos em uma sequência. Sendo assim, em uma oitava, a sequência completa de notas é:

Dó – Dó# – Ré – Ré# – Mi – Fá – Fá# – Sol – Sol# – Lá – Lá# – Si – Dó

Para identificarmos o bemol seguimos a lógica da diminuição. Por exemplo: o aumento da nota Fá, pode ser chamado de Fá sustenido (Fá#), mas também podemos considerá-lo como uma diminuição da nota Sol, então podemos chamá-la também de Sol bemol (Solb).

O que é uma escala de piano?

É necessário conhecer as escalas para dominar sua obra pianística.As escalas são quase matemáticas: em uma oitava, existem quantos tons e semitons?

Bem, sejamos sinceros. Aprender piano é como com a matemática: você precisa ser dedicado se realmente quiser aprender. Para progredir, é preciso ter motivação e, acima de tudo, a vontade de estudar regularmente as coisas básicas, num ritmo gradual.

Uma escala (maior ou menor) é, por definição, uma série de notas ordenadas de um mesmo modo. A última nota repete a primeira nota tocada na oitava inferior – se a escala é decrescente – ou superior se for ascendente.

A definição é um pouco mais complicada em uma aula de teoria musical:

Uma escala, em teoria musical, é a sucessão ordenada dos diferentes graus de um tom.

Se pegarmos a escala de Dó (C), por exemplo, temos sete notas, além da oitava superior: dó-ré-mi-fá-sol-lá-si-dó.

A escala de Dó maior compreende seis tons, ou seja, seis intervalos de notas – o espaçamento entre cada tecla de piano.

Um tom corresponde à passagem entre duas teclas brancas, um semitom representa a transição de uma tecla branca para uma tecla preta, o que significa um sustenido ou um bemol.

Medimos, como em matemática, a diferença entre as notas.

É fácil: um tom corresponde à distância de dois semitons. Então, no piano, se tivermos duas notas brancas e uma preta no meio, a distância entre essas duas notas brancas é de um tom (2 semitons).

Na escala de Dó, obtemos: tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom.

Agora, em harmonia, podemos dizer que os intervalos da escala de Dó maior são:

  • A tônica (dó, primeiro grau),
  • A segunda (ré, segundo grau)
  • A terça (mi, terceiro grau)
  • A quarta (fá, quarto grau)
  • A quinta (sol, quinto grau)
  • A sexta (lá, sexto grau),
  • A sétima (si, sétimo grau)
  • A oitava (dó).

A partir daí, temos chegamos à definição de campo harmônico: é o conjunto de acordes formado a partir das notas de uma determinada escala.

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Piano: que tal desmistificar o piano e aprender sobre notas e teclas?

Tudo sobre as escalas maiores

A escala maior tem como referência, na verdade, a escala natural relativa em  – chamada de Modo Jônio e classificada como modo maior – adotada pelo Ocidente e parte integrante da teoria musical na Grécia Antiga.

Para tocar uma grande escala maior no piano, basta seguir uma regra fundamental. Sempre respeite o intervalo do modo maior: tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom.

Assim, para tocar uma escala de Dó maior, é preciso tocar: dó-ré-mi-fá-sol-lá-si-dó.

A partir daí, basta transpor para as outras escalas maiores:

Escala de ré maior: ré-mi-fá#-sol-lá-si-dó#-ré,
Escala de mi maior: mi-fá#-sol#-lá-si-dó#-ré#-mi,
Escala de fá maior: fá-sol-lá-si b-dó-ré-mi-fá.

E assim por diante para cada nota. Para entender melhor, pode ser interessante usar um dicionário de escalas maiores.

Tudo sobre as escalas menores

O modo “menor natural” corresponde ao modo antigo de Lá, ou modo eólio, adotado pelo Ocidente para escrever o modo menor.

A escala menor é, no entanto, diferente da escala de Dó maior.

Ao longo da história, um semitom foi introduzido entre as notas sétima e oitava da escala – a nota sensível – para imitar o modo de Dó maior, e isso gerou a escala menor harmônica.

Por exemplo, a nota Si é a nota sensível – a nota do sétimo grau – da escala de Dó maior e de Dó menor.

Ainda, a sequência do sexto grau – o Lá bemol – ao sétimo grau – o Si – traz uma sonoridade oriental à escala de C menor.

O Ocidente utilizou a escala menor melódica ascendente e descendente – aumentamos de um semitom os sextos e sétimos graus para obter um som “menos oriental”.

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Fernanda

Apaixonada por educação, música e cinema, é especialista nos encontros e desencontros das línguas.