Aulas particulares Idiomas Música Apoio Escolar Esporte Artes e Lazer
Compartilhar

Saber a língua latina para ser bom aluno

De Carolina, publicado dia 20/05/2019 Blog > Idiomas > Latim > Aprender latim para estar nas melhores classes

Um declínio contínuo nas estatísticas do Ministério da Educação mostram uma progressiva perda da qualidade do ensino em geral. Infelizmente o descaso e a despreocupação com a educação no Brasil são partes integrantes de nossa história.

Como dizia nosso saudoso Darcy Ribeiro (1922-1997), “a crise da educação no Brasil não é uma crise: é um projeto”. As heranças históricas pela não-educação e pela educação de qualidade apenas das elites, cruel e infelizmente parecem transcorrer séculos e perduram até os dias de hoje.

Pensando nisso, o sociólogo francês Pierre Bourdieu (1930-2002), que objetivou o fenômeno da reprodução social na França, mostrou que o sistema escolar reproduz e confirma as desigualdades econômicas e sociais. Isso exerce uma “violência simbólica” na juventude, promovendo uma cultura burguesa muito distante das realidades das crianças das classes mais baixas.

Em outras palavras, o estabelecimento de um processo de dominação social que leva a educação ao fracasso e promove o acesso ao ensino superior para estudantes das classes privilegiadas.

Dito isso, você já pensou em aprender latim, a língua mãe dos idiomas neolatinos, como o português, espanhol, francês e vários outros a fim de se tornar uma pessoa mais culta e desenvolta no mundo? Se não, que tal conhecer um pouco melhor sobre a língua e a cultura latina!

Estude o idioma latino Basta ver nossos prédios e modo de vida para notar a presença romana!

Nessa linha de análise, muitos acreditam que o ensino de línguas antigas – a escolha da opção latim na faculdade – foi uma estratégia adotada pelos pais das classes superiores para “colocar” seus filhos nas melhores instituições educacionais.

Falar latim era de dimensão nobre, um prestígio. Portanto, os indivíduos, herdeiros de uma classe favorecida, eram valorizados com ferramentas de distinção social.

Bem, mas será que essa afirmação é verdadeira ainda hoje? Aprender a língua latina – e mais especificamente os clássicos, como o grego antigo – continua algo reservado aos herdeiros da elite social, embaixadores da alta cultura e detentores da totalidade do capital cultural?

Confira aqui dicas ótimas de como aprender latim no ensino médio?

Nós da comunidade Superprof tentamos responder a essa pergunta: qual é a ligação entre as aulas de latim e a admissão às melhores instituições de ensino?

Contextualizando com uma breve História do idioma latino

A língua latina é uma antiga língua indo-europeia do ramo itálico, cuja origem, acredita-se foi a região do Lácio, entorno de Roma, na Itália Antiga.

Esse idioma foi largamente difundido, sobretudo devido aos soldados romanos que seguiam em suas campanhas colonizadoras por várias regiões da Antiguidade.

Foi a língua oficial da República Romana e do Império Romano e, após à conversão desse último ao Cristianismo, foi, também, o idioma oficial da Igreja Católica Romana. E através da Igreja foi se transformando, gradativamente, na língua dos acadêmicos e filósofos europeus medievais.

Por apresentar as características de ser altamente flexiva e sintética, a língua latina não demorou muito a se espalhar pelo mundo na Antiguidade. Tanto foi realidade que tornou-se a língua franca do mundo ocidental por mais de mil anos.

O latim ainda é a língua oficial da Cidade do Vaticano e do Rito Romano, isto é, da maneira padrão para a celebração da Santa Missa, os demais sacramentos e algumas liturgias da Igreja Católica.

O latim clássico, ou seja, a língua literária do final da República e do início do Império Romano, ainda nos tempos atuais é ensinado em muitas escolas do Ensino Fundamental e Superior. No entanto, percebemos que seu papel tenha se reduzido a partir do início do século XX.

A língua latina era considerada a língua franca, universal, da Antiguidade e teve sua origem na região do Lácio, nos entornos de Roma.

Nesse sentido, a importância do latim na península itálica firmou-se gradativamente. Além das variantes regionais, mesmo o latim de Roma não foi um idioma sempre igual. Ele evoluiu historicamente, apresentando fortes diferenças diacrônicas e sociolinguísticas. Do ponto de vista diacrônico, podemos distinguir:

  • Latim pré-literário: refere-se à língua das inscrições, do século VII a.C. ao século II a.C.
  • Latim arcaico: fundou-se a partir das origens da literatura, no século III até ao final do século II a.C., de influência grega. A ortografia, contudo, ainda não se encontra padronizada.
  • Latim clássico: é o empregado no Império romano e corresponde à Idade de Ouro da literatura latina, com Cícero, Virgílio, Horácio, Ovídio e Tito Lívio, entre outros. Relaciona-se com a língua escrita, notável pelo vocabulário apurado e pela correção gramatical e elegância do estilo.
  • Latim imperial: predominou até o século II d.C. Foi a época de autores famosos como Sêneca, Petrônio, Quintiliano, Estácio e Juvenal. Abriu espaço para o surgimento do latim vulgar.
  • Latim vulgar: é o idioma coloquial utilizado pelos diferentes estratos da população, da aristocracia até o povo iliterato, como uma espécie de dominação comum, sendo o principal instrumento de comunicação diária.
  • Latim tardio, incluindo o período patrístico, entre os séculos II e V. Foi a época da publicação da Vulgata de São Jerônimo, das obras de Santo Agostinho e de Boécio. Ainda no período imperial tardio, ao lado de autores mais ligados à tradição clássica, como Ausônio e Claudiano, surgiram as grande figuras dos Padres da Igreja, como Tertuliano, Ambrósio, Jerônimo e, em especial, Agostinho de Hipona. Nesse mesmo período, durante o século IV viveu um dos maiores historiadores latinos, embora sua origem fosse greco-siriana: Amiano Marcelino.
  • Latim medieval: do séculoVI ao século XIV. Este foi o período de surgimento das línguas românicas.
  • Latim renascentista: do século XIV ao XVII.
  • Neolatim: também chamado de latim científico e imperou do século XVII ao século XIX.

Em suma, o latim permaneceu por muito tempo como a língua jurídica e governamental do império Romano e as populações submetidas desejavam ascender social e culturamente. De fato, dentro do território romanizado, as línguas pré-romanas tiveram considerável vitalidade durante muito tempo. E essas línguas originárias deram uma cor específica a cada idiona neolatino que surgiu, permanecendo em topônimos (nomes próprios de lugares, da sua origem e evolução) dessas regiões até os dias de hoje.

Enfim, após a sua transformação nas línguas românicas, o idioma latino continuou a oferecer um repertório de termos para muitos campos semânticos, sobretudo e especialmente os culturais e técnivos, em uma larga variedade de línguas.

Hoje muitos comparam a língua inglesa, por seu apelo universal ao papel como língua franca que o latim representou no passado. O inglês tornou-se, assim, a língua oficial do mundo acadêmico e científico, das esferas dos negócios, da diplomacia e acordos internacionais, e também da internet, e das carreiras internacionais.

Além disso, é bom lembrar que o latim vive hoje sob a forma do latim eclesiástico, utilizado em éditos e bulas, os alvarás concedidos pelo Papa, emitidos pela Igreja Católica e sob a forma de uma pequena quantidade de artigos científicos ou sociais.

Em tempo, ainda hoje o vocabulário latino é usado na ciência, na universidade e no direito. Em nomes científicos para organismos, o latim é comumente o idioma preferido, seguido pelo grego. E, não se esqueça, até há pouco tempo, em termos históricos, as missas católicas eram ministradas em latim e em certos locais ainda o é. Por fim, mutas instituições ainda hoje ostentam lemas em latim, como em Minas Gerais, libertas quæ sera tamen.

Entendendo a História do ensino latino no país

Desde o Renascimento e o período humanista – séculos 15 e 16 – aprender latim era reservado para as crianças da elite social europeia, a nobreza e o clero até o momento da Revolução Francesa de 1789.

Aprender o vocabulário do idioma, a gramática e suas declinações era algo aguardado pelos alunos. Rosa, rosa, rosam, rosae, rosa… Rosae, rosae, rosas, rosarum, rosis, rosis. Aprender de cor a declinação latina singular e plural: era um distintivo social pertencente somente à alta sociedade.

A língua latina, por sua influência traz consigo legados da civilização romana, impacto cultural e linguístico na Europa: a linguagem da educação, ciência, erudição e cultura erudita. Por todas essas razões, o latim foi visto como um veículo poderoso de mobilidade social.

Uma minoria recrutada nas fileiras da elite (as crianças desfavorecidas não têm acesso ao ensino) foi, assim, doutrinada nessa disciplina – já uma língua morta tanto hoje como à época – ipso facto na finalidade de alcançar ascensão social e renome.

Em contraste, uma esmagadora maioria da população – um exército industrial de trabalhadores indigentes – foi historicamente privada de estudos, menos ainda em línguas europeias.

Saber o vocabulário grego ou latino, portanto, acreditam muitos, é o resultado de uma luta de classes sociais. Alguns apontam que ele continua até hoje: aprender línguas antigas é visto como uma estratégia dos ricos para integrar as melhores faculdades latinas.

A partir da revolução industrial na Europa, a laicidade e o desejo de emancipação da Igreja Católica inevitavelmente favoreceram a desconfiança em relação ao curso de latim (por que?) na escola republicana.

A partir dos anos 1950, as línguas antigas caíram de seu pedestal. Porém, uma parte da elite continuou a estudá-la, permanecendo um elemento de distinção social para os ricos.

“O latim e especialmente o grego estão mais ou menos desatualizados. As línguas antigas e a formação humanista não mais constituem a marca necessária e eminente da cultura”. Albert Thibaudet, História da Literatura Francesa, 1936.

O estudo da língua latina – mitologia, história do Império Romano, a leitura de textos antigos, grandes escritores como Ovídio, Sêneca, Cícero, Horácio, Tito Lívio e Plauto, etc. – perde progressivamente seu grande espaço de expansão.

Nos debates pedagógicos, o desafeto pelas línguas antigas se explica em alguns atores. Agora, o recrutamento da elite passa pela matemática.

Estudos romanos ajudam para outras matérias Aprenda a língua latina e saia na frente!

Como se para fazer cálculos de potência ou medir o desempenho de um motor, você devesse aprender a conjugar verbos latinos.

O objetivo seria lutar contra as desigualdades educacionais.

No entanto, entre as famílias ricas, a educação ainda é quase uma exclusividade. O ensino público no Brasil é de má qualidade. Apenas a educação superior pública se destaca. Porém, quem entra, na maioria das vezes, é quem teve condições de ter um bom ensino nos anos anteriores, ou seja, majoritariamente, a elite.

Então, infelizmente, considerando a realidade brasileira, pensar no ensino de latim para uma população que não tem acesso nem ao ensino básico parece algo inútil.

Na maioria dos casos, as pessoas que têm acesso a essa opção de estudos em língua latina continuam sendo as mais favorecidas. Portanto, aprender a primeira declinação latina (e recitar brilhantemente para seus amigos e seu professor), normalmente é um privilégio para os melhores alunos.

Latim, uma escolha ligada às origens sociais?

Como já dissemos, conhecer as palavras latinas já foi visto como elemento elevador e detentor de privilégio para as fileiras da elite econômica, política e social.

Hoje, mais recentemente, o latim é visto como uma porta de entrada para outras línguas ou para aprofundar em sua própria língua materna.

Confira aqui dicas sobre o latim para o aprendizado de outras línguas!

Pense bem, frequentar classes bilíngues, elaborar estudos científicos, recrutar força de trabalho entre os estudiosos do latim da classe privilegiada, não seria isso um elitismo em meio à uma educação que pretende ser igualitária? Será que a lei de ferro da oligarquia permanece ainda relevante nos tempos atuais?

Na França, onde o latim é ensinado como matéria opcional no colégio, a Diretoria de Avaliação, Planejamento e Desempenho (DEPP) do Ministério do Trabalho concluiu que “as crianças vindas de meios privilegiados e que obtêm boas notas estão mais preocupadas com o latim“.

O estudo mostra o abismo social nos estudos de latim na França: 44% dos estudantes de latim são filhos de professores, 39% são filhos de gestores e profissionais de pós-graduação, enquanto apenas 15% dos estudiosos latinos são filhos de trabalhadores.

A realidade francesa, muito diferente da brasileira, está aqui somente para ilustrar que o latim continua, sim, situado dentro de uma esfera de estudos muito elitistas… No Brasil, os estudos de latim são possíveis somente em nível superior e em curso de Letras ou algo científico.

Porém, mesmo bem mais reduzido, é possível que os alunos brasileiros de latim também originem-se da classe privilegiada.

Como as profundas disparidades sociais estão se intensificando, acaba que temos a origem social como um fator determinante ao acesso às melhores classes.

Isso, de certa forma, demonstra que a origem social e o nível de escolaridade são altamente correlacionados com a escolha de orientação para as belas letras latinas.

Quer conhecer a história de Roma antiga? Fazer aulas do idioma romano para aprender mais sobre as outras línguas pode ser uma boa!

Empiricamente, isso também reflete na distribuição de disposições adquiridas nas práticas culturais desiguais e diferentes: o filho de um professor, muito possívelmente, será mais acostumado a visitar o museu, à leitura de diferentes gêneros literários, sendo mais predisposto a assimilar uma cultura elevada do que uma criança de um ambiente social popular.

Na verdade, como sabemos, o interesse na cultura ou história é baixo entre os grupos sociais desfavorecidos. As classes mais pobres ainda se encontram, na maioria das vezes, detidas e preocupadas em pagar suas contas básicas, em sobreviver mês a mês. Infelizmente, essa ainda é a situação vivida por milhões de brasileiros.

Como se interessar pela gramática latina, a sintaxe do português, do latim, o curso de língua, a história da civilização romana, a arte da eloquência e da retórica dos autores do Lácio e da República Romana, quando o sentimento de incompetência às expectativas do sistema escolar é internalizado por gerações na cultura familiar?

Que tal você conferir o top 10 do porquê aprender latim?

Tudo indica uma ligação direta entre os alunos que melhor conseguem analisar os textos literários no vestibular e no Enem e o seu acesso a um ensino fundamental e médio privilegiado. Normalmente a qualidade da educação demonstrada por esses alunos privilegiados é o que os destacam dos demais.

A língua latina e os impasses sociais

Quem lembra da primeira declinação latina ou do estudo de um verbo latino depois de seus estudos universitários? Ou antes? Ninguém?

Você aprendeu os marcos da civilização romana? Em agosto de 79 da nossa era, o Vesúvio enterrou várias centenas de pessoas sob dezenas de metros de cinzas piroclásticas: é o fim da cidade portuária de Pompeia. Você já leu em latim textos sobre esse fato histórico?

Quem estudou, de fato, a história de Roma Antiga e o Império Romano? Não se assuste caso você responda não.

Isso só reflete aquilo que estamos cansados de saber: a grande defasagem do aprendizado nas escolas do Brasil.

Considerando que os pais dos alunos, naturalmente, desejam que seus filhos tenham uma posição social futura melhor que a deles: assim, os mesmos estimularão seus filhos a estudar para obterem bons resultados escolares.

Quanto mais o ambiente social é favorável aos estudos, estimulando-o, notando o valor da sua importância na vida, mais isso é verdade…

No entanto, um fenômeno de descomissionamento social está em ação hoje em dia: o paradoxo de Anderson. Você já ouviu falar?

A despeito do aumento de diplomas, há também o desenvolvimento da precariedade. Mesmo tendo um nível de escolaridade mais elevado que o dos pais, isso, frustante e infelizmente não garante mais a mobilidade intergeracional ascendente (ou seja, ter uma situação melhor que a dos pais).

É compreensível, portanto, que estratégias entre os pais dos alunos surjam para superar esse fenômeno e algumas dessas estratégias circulam em torno de ensinar a língua latina ao filho na escola para que ele esteja entre os melhores alunos e se beneficie de uma boa integração social e cultural.

É devido a isso que muitos acreditam que a escolha do latim na faculdade seja chamada de evitação social: se aprendemos a história de Pompeia ou do léxico latino, e se nos educamos em como fazer uma tradução do latim, é mais pelo cálculo utilitário para o futuro ou pela crença em possíveis benefícios futuros.

Em outras palavras, essa realidade parece apontar que estamos movidos mais pelo utilitarismo da habilidade de estudar o idioma latino do que motivados por adentramos todo um mundo e cultura que imperaram nos quatro cantos do mundo na Antiguidade.

Faça aulas língua romana Quanto mais estudos os pais possuem, mais eles irão incentivar seus filhos a estudarem também.

Como vimos, debate nessa seara é bem polêmico. Infelizmente sem uma qualidade de verdade em relação à educação brasileira e sem a perpectiva que isso ocorra tão breve, o estudo de latim nas universidades e colégios parecem ainda perpetuar o contexto do passado. Alunos em desigualdade, pois provêm de mundos e classes sociais diferentes.

Além disso, ocorre, também a redução dos cursos de língua latina pelo Brasil. Estes mesmos cursos que poderiam ajudar os jovens brasileiros a compreender melhor a estrutura gramatical e a ortografia do português (usando regras latinas – nominativo, acusativo, dativo, gerúndio, vocativo, ablativo), a ordem dos elementos na frase latina (sujeito + verbo + complemento), e as línguas oficiais de todos os países latinos.

Dito isso, venha conferir nossas dicas sobre como aprender latim facilita e estumula o melhor entendimento da língua portuguesa!

Outro ponto que sofre nesse contexto, como já dissemos, é a ausência de se estudar uma parte tão fundante e tão relevante da História da humanidade: a cultura e história da Idade Antiga.

Em suma, como vimos, o latim, a língua oficial dos romanos, do pensamento de Roma e de sua vibrante civilização se enquadra na vasta família de das línguas indo-europeias. No entanto, todo esse legado histórico e cultural, verdadeiramente, pertence a toda humanidade. A cada cantinho desse mundo vasto mundo onde exista a presença humana!

Embora no Brasil, como em outros países, o ensino do latim tenha sido mais considerado um instrumento de diferenciação social, o qual apenas as classes abastadas tinham acesso, a importância do idioma ainda hoje é vista como base fundante de vários outros idiomas, inclusive, do nosso querido português.

Portanto, nos tempos atuais estudar a língua latina, em razão de suas características essenciais, facilita o estudo e a compreensão de várias outras da mesma família linguística, inclusive o inglês, o portugûes, o francês e o italiano, dentre outras.

Quem não gostaria de já sair na frente e tornar o aprendizado dessas línguas algo mais fácil e produtivo? Ainda mais nesse mundo concorrido de hoje?

Compartilhar

Nossos leitores adoram esse artigo
Este artigo te trouxe as informações que procurava?

Nenhuma informação ? Sério ?Ok, trabalharemos o tema num próximoNa média, ufa !Obrigado. Deixe suas dúvidas nos comentários.Estamos muito felizes em te ajudar ! :) (Seja o primeiro a avaliar)
Loading...
avatar