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Técnicas para calcular fórmulas de Física mentalmente

De Myla, publicado dia 11/10/2019 Blog > Apoio Escolar > Física > Macetes úteis para as exatas

Existem muitos alunos que morrem de medo de Física e até mesmo aqueles outros que a consideram matéria inútil. Longe da verdade!

Sem a Física, ciência que estuda a natureza, ou seja, os numerosos fenômenos naturais que ocorrem na matéria ao longo do tempo e do espaço, infinita e drasticamente menor seria nossa atuação e desenvoltura neste maravilhoso planeta terra. Pois é através da Física que conseguimos identificar e entender como diversos fenômenos naturais atuam na matéria.

Identificada a lei adotada por um fenômeno, tudo se torna mais fácil: podemos entrar dentro de aviões pesando centenas de toneladas e decolar voo através de distâncias continentais ou nos divertirmos em uma colossal montanha russa, com as atuações de energia centrípeta e centrífuga sob ela!

Portanto, saber física deixa de ser algo meramente do domínio teórico de uma disciplina na escola ou faculdade e ganha ares e majestade de ciência profícua, pertinente e super contextual.

Pensando nisso, como seria se pudéssemos efetuar cálculos de fórmulas de física de cabeça, mentalmente? Seria isso algo muito longe da nossa realidade e uma habilidade apenas destinada aos super dotados do mundo?

Longe disso! Desenvolver agilidade em cálculos mentais é algo que pode ser cultivado (e, portanto, aprendido) e praticado frequentemente, além de trazer muitos benefícios à nossa saúde e visão de mundo.

Gostaria de conhecer algumas dessas vantagens? Pare um pouco, puxe uma cadeira ou sente-se na poltrona mais próxima e venha com a gente!

Venha ver nossas dicas para que você tenha sucesso com a física!

Física para iniciantes

Será que um curso de física para iniciantes seria uma boa opção? Afinal, a maioria de nós bem sabe que essa disciplina pode vir a ser uma matéria problemática, perrengue, ou irmos a levando na base da pura decoreba de fórmulas e macetes…

Muitos alunos apontam a Física como a matéria em que mais apresentam dificuldades e, portanto, pela qual mais sofrem e demonstram ansiedade a respeito.

Mas a Física, nem de longe deveria ser considerada assim: fonte de dor de cabeça para nós, meros mortais!

De modo geral, existem quatro formas de resolver as contas que aparecem no nosso dia a dia: (1) uso da calculadora, (2) estimativa do resultado com base em referências e experiências anteriores, (3) fazendo a conta mesmo e (4) utilizando-se do cálculo mental. Qual é a sua forma favorita?

Algo fundamental é sermos hábeis em identificar e compreender as nossas maiores dificuldades. E, para isso, caso seja possível, a orientação de um professor particular faz muita diferença!

Veja só, um professor experiente e gabaritado nos ajuda a identificar as áreas em que temos mais dificuldade. À medida em que o curso de física para iniciantes progride, onde se encontram as nossas dificuldades, aquilo que nos faz hesitar, engasgar, em relação a uma questão?

Com a colaboração de um professor particular, facilmente identificamos os nossos espinhos na área da física. Estariam eles na memorização das fórmulas, ou na compreensão dos conceitos? Na resolução dos problemas ou seria mais relacionado à matemática básica?

O passo seguinte seria o de sanar as causas que resultam em nossas dificuldades. E, mais uma vez, o acompanhamento de um bom professor, que se adeque a nossos objetivos e necessidades, pode vir a ser uma mão na roda na hora de fazer as questões do ENEM.

Pensando nisso, a comunidade Superprof é uma plataforma focada em aulas particulares e, portanto, viabiliza o contato entre aluno e professor. Essa interação se dá de forma bastante rápida e segura. Fica fácil ao aluno encontrar professores de ótimas qualificações dentro do perfil que ele necessita e o professor encontra um público-alvo interessado nas habilidades que domina. É uma relação em que um lado enriquece o outro e vice e versa!

Aproveite e veja dicas de como obter sucesso nas aulas de física!

Como estudar Física?

Um dos principais imbróglios que os alunos apontam em relação à física sustém-se em sua dificuldade em aliar teoria e prática. Ficar decorando macetes sem entender o significado não leva a lugar algum. Daí a total perda de interesse ou letargia que vários alunos possuem acerca da disciplina.

Em outras palavras, a falta de proximidade com o conteúdo, a inabilidade de poder contextualizá-lo, torna-se algo preocupante e inviabiliza um bom desempenho do estudante nessa disciplina. E talvez até em outras correlatas, como geometria e matemática.

Dito isso, ensinar ao aluno ou a nós mesmos a investirmos em nosso senso de curiosidade é um bom ponto de partida!

Que tal conhecer dicas simples para você progredir em física? Venha conferir!

Quanto mais formos capazes de contextualizarmos as leis e princípios da física, de os aplicarmos de forma prática, mais a física fará sentido dentro de nossa cabecinha!

Quando entendemos, por exemplo, o que faz uma lâmpada ficar acesa, emitindo luz, em vista dos princípios da física, tudo fica mais divertido e – o mais importante – e mais palpável.

Saber edificar essa proximidade com o conteúdo, os princípios, leis e conceitos da física com a realidade do dia a dia do aluno é que é o pulo do gato! Quando o olhar do estudante entende as aplicações práticas de vários dos ramos da física, essa disciplina começa a ficar cada vez mais interessante. A curiosidade do estudante gera a vontade de aprender mais, de estudar e entender o conteúdo. Esse é um processo que se desenvolve naturalmente.

Manter frequentes revisões de conteúdo também é necessário. Aquele aluno que deixa pra estudar toda a matéria dada dois dias antes da prova pode até, talvez, não ir tão mal, uma vez ou outra. No entanto, definitivamente, ele não está aprendendo, de fato, o conteúdo.

A gente aprende quando a gente memoriza – quando introjetamos tanto o assunto que o sabemos de cima a baixo, a torto e a direito – e aprendemos quando tecemos nossa própria linha de raciocínio ao desenvolver a solução de um problema.

Cálculo mental para Fórmulas de Física no ENEM

Primeiro, seria interessante você recordar quais são os assuntos que mais caem em física no ENEM e, lógico, priorizá-los, mas não vá estudar apenas eles, ok? Atenha-se à grade da matéria de forma geral. Mais à frente, você encontra esses assuntos recorrentes de forma um pouco mais detalhada.

Vamos lá: existem quatro formas de resolver as contas que aparecem no nosso dia a dia: (1) uso da calculadora, (2) estimativa do resultado com base em referências e experiências anteriores, (3) efetuando a conta mesmo e (4) empregando o cálculo mental.

Existem várias técnicas para que você faça cálculos de cabeça com rapidez. A fatoração, por exemplo, é uma das mais bem empregadas!

No dia a dia, contudo, o mais praticado pelas pessoas é elas chegarem mentalmente à aproximação de um resultado ou estimativa. Fazer contas de cabeça nem sempre foi algo incentivado.

No entanto, algumas técnicas contribuem para o cálculo mental das fórmulas de física:

  1. Utilize a fatoração: um dos tipos mais simples de fatoração transforma números em multiplicações mais simples. É possível fatorar completamente, até se chegar aos números primos, ou de forma incompleta, apenas para facilitar as contas. Por exemplo: quanto é 36 x 25?

À primeira vista, parece ser difícil resolver essa multiplicação de cabeça, mas, quando a fatoramos, tudo fica mais simples:

36 x 25 = ?

(6 x 6) x (5 x 5) = aplique a seguir a regra de 3:

(6 x 5) x (6 x 5) =

30 x 30 = 900

2. Inicie da esquerda para a direita e decomponha os números: para chegar mentalmente a uma ideia aproximada do resultado de uma operação, comece a conta da esquerda para a direita e decomponha as unidades, dezenas, centenas e milhares.

Faça os cálculos com os números decompostos e arredonde se for necessário. Não se esqueça de corrigir o valor arredondado no final. Por exemplo:

786 – 523 = ?

786 = 700 + 80 + 6

523 = 500 + 20 + 3

Então subtraia as unidades, as dezenas e as centenas e você terá, respectivamente, 3, 60 e 200. É aqui que sabemos que o resultado será algo próximo a 200.

Então some as centenas, dezenas e unidades: 200 + 60 + 3 = 263

3. Busque o complemento para o número: arredonde o número para que ele termine em 0 ou 2. E lembre-se de compensar o que arredondou. Por exemplo, ao fazermos 88 – 65 de cabeça, podemos substituir 65 por 70. E lembrar que se adicionamos 5, iremos subtrair 5 no resultado final:

88 – 65 =

(88 – 70) + 5 =

18 + 5 = 23

4. Para adições com números consecutivos: ao somar ou subtrair números consecutivos, multiplique um deles por 2 em vez de somar os dois números. Veja esse exemplo:

900 +  901 =

(900 x 2) +1 =

(1800) + 1 = 1801

5. Multiplique pelo dobro e pela metade: Essa técnica parece-se muito com a da fatoração. Para multiplicar números com dois, três ou mais algarismos, multiplique um deles pelo dobro e o outro pela metade. Exemplo:

18 x 24 = ?

18 : 2 = 9  e  24 x 2 = 48, portanto,

18 x 24 = 9 x 48 = 432

Venha conferir passo a passo como você pode melhorar em física!

De início podemos pensar que os cálculos mentais sejam algo muito complexo e circunspectos apenas aos super dotados. Nada mais longe da verdade! com algumas técnicas e prática constante, qualquer aluno consegue efetuá-los.

Física e Vestibular

Já sabemos que o conteúdo de Física para o vestibular é muito vasto. Mesmo seguindo a lista abaixo como base, para se ter um bom domínio da disciplina, você precisará de muitas e muitas horas de estudo!

  • Mecânica: essa é a base da chamada Física Clássica. O ENEM costuma cobrar mais de uma questão sobre esse assunto, tanto na área da cinemática quanto da dinâmica. E atenção às Leis de Newton.
  • Energia e Eletricidade: nessa seção o aluno precisa entender bem o conceito de energia, sobretudo em relação aos circuitos elétricos. As transformações energéticas também são fundamentais: energia mecânica, energia elétrica e energia térmica (efeito Joule).
  • Ondas: aqui será exigido conhecimento dos fenômenos ondulatórios e todas as suas principais aplicações, como difração, interferência, ressonância e todos os demais. Nesse caso em particular o ENEM costuma cobrar conceituações e as aplicações no dia a dia.
  • Termologia: além de saber fazer as conversões entre as principais escalas termométricasCelsius, Kelvin e Fahrenheit, o candidato precisa entender bem o aspecto físico das grandezas, sobretudo o calor específico e a capacidade térmica.
  • Óptica: esse é considerado um campo muito importante para os exames vestibulares, especialmente a óptica geométrica e suas aplicações interdisciplinares com a Biologia, por exemplo. Sempre caem questões acerca do funcionamento do olho humano, as anomalias na visão e os tipos de lentes indicados para as correções.

Espie sobre as melhores estratégias para se estudar física! Ficou curioso?

Agora que você já está um pouco mais familiarizado com o mundo da física em relação ao ENEM e exames vestibulares, que tal aplicar algumas das dicas aqui sugeridas e depois nos contar como tem sido?

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