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Vamos

Como saber se uma função é crescente ou decrescente?

Uma função é estritamente crescente no intervalo se para todos os valores de em .

Uma função é estritamente decrescente no intervalo se para todos os valores de em .

Intervalos de crescimento e decrescimento

Para encontrar os intervalos onde a função é crescente ou decrescente, faz-se o seguinte:

1 Derivar a função.

2 Determinar as raízes da derivada primeira, isto é, encontrar os valores de que satisfazem .

3 Formar intervalos abertos usando os zeros, ou raízes, da derivada primeira e os pontos de descontinuidade, se houver.

4 Escolher um valor de cada intervalo e verificar o sinal da derivada primeira nesse ponto.

5 Determinar os intervalos de crescimento e decrescimento de acordo com o sinal obtido no passo anterior.

Exercícios propostos

Determine os intervalos de crescimento e decrescimento das seguintes funções:

1

Solução

1 Derivamos a função

2 Calculamos as raízes da primeira derivada; para isso, igualamos a derivada a zero e resolvemos para

Igualando os fatores a zero, temos que a raiz é .

3 Formamos intervalos abertos com os zeros da primeira derivada; neste caso, não existem pontos de descontinuidade. Utilizamos a representação dos pontos na reta real

Os intervalos que obtemos são e

4 Tomamos um valor de cada intervalo (pode ser qualquer valor dentro do intervalo) e analisamos o sinal da primeira derivada

Para o intervalo tomamos e substituímos na derivada, obtendo

tomamos , substituímos na derivada e obtemos

5 Escrevemos os intervalos de crescimento e decrescimento

De crescimento:

De decrescimento:

2

Solução

1 Derivamos a função

2 Calculamos as raízes da primeira derivada; para isso, igualamos a derivada a zero e resolvemos para

Igualando os fatores a zero, temos que as raízes são .

3 Formamos intervalos abertos com os zeros da primeira derivada; neste caso, não existem pontos de descontinuidade. Utilizamos a representação dos pontos na reta real

Os intervalos que obtemos são e

4 Tomamos um valor de cada intervalo (pode ser qualquer valor dentro do intervalo) e analisamos o sinal da primeira derivada

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos

tomamos , substituímos na derivada e obtemos

5 Escrevemos os intervalos de crescimento e decrescimento

De crescimento:

De decrescimento:

3

Solução

1 Derivamos  a função

 

 

2 Calculamos as raízes da primeira derivada; para isso, igualamos a derivada a zero e resolvemos para

 

 

Igualando os fatores a zero, temos que as raízes são: .

 

3 Formamos intervalos abertos com os zeros da primeira derivada; neste caso, não existem pontos de descontinuidade. Utilizamos a representação dos pontos na reta real

 

 

Os intervalos que obtemos são: e

 

4 Tomamos um valor de cada intervalo (pode ser qualquer valor dentro do intervalo) e analisamos o sinal da primeira derivada

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

tomamos , substituímos na derivada e obtemos

 

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obteremos

 

tomamos , substituímos na derivada e obteremos

 

 

 

5 Escrevemos os intervalos de crescimento e decrescimento

 

De decrescimento:

 

De crescimento:

 

4

Solução

1 Derivamos a função

 

 

2 Calculamos as raízes da primeira derivada (se existirem), para tal, igualamos a derivada a zero e resolvemos 

 

 

não existem valores de Nos números reais que satisfazem a equação anterior, portanto a derivada primeira não possui raízes. Observamos que a função e sua derivada possuem uma descontinuidade em .

 

3  Formamos intervalos abertos com a descontinuidade; neste caso, não existem zeros da derivada. Utilizamos a representação dos pontos na reta real

 

intervalos crecientes y decrecientes 4

 

Os intervalos que obtemos são e

 

4 Tomamos um valor de cada intervalo (pode ser qualquer valor dentro do intervalo) e analisamos o sinal da primeira derivada

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obteremos

 

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obteremos

 

 

De decrescimento:

 

intervalo creciente y decreciente 6

5

Solução

1 Derivamos a função

 

 

2 Calculamos as raízes da primeira derivada (se existirem); para isso, igualamos a derivada a zero e resolvemos para 

 

 

Não existem valores de nos números reais que satisfaçam a equação anterior, portanto a derivada primeira não possui raízes. Observamos que a função e sua derivada possuem uma descontinuidade em .

 

3 Formamos intervalos abertos com a descontinuidade; neste caso, não existem zeros da derivada. Utilizamos a representação dos pontos na reta real

 

 

Os intervalos que obtemos são e

 

4 Tomamos um valor de cada intervalo (pode ser qualquer valor dentro do intervalo) e analisamos o sinal da primeira derivada

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

 

intervalos crecientes y decrecientes 5

6

Solução

1 Primeiro simplificamos a função e derivamos

 

 

 

2 Calculamos as raízes da primeira derivada (se existirem); para isso, igualamos a derivada a zero e resolvemos

 

 

é o único valor que satisfaz a equação anterior. Observamos que a função possui descontinuidade em .

 

3 Formamos intervalos abertos com as descontinuidades e o zero da derivada. Utilizamos a representação dos pontos na reta real

Intervalo creciente y decreciente 3

Os intervalos que obtemos são:

 

4 Tomamos um valor de cada intervalo (pode ser qualquer valor dentro do intervalo) e analisamos o sinal da primeira derivada

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

 

5 Escrevemos os intervalos de crescimento e decrescimento

 

De crescimento:

 

De decrescimento:

 

Intervalo creciente y decreciente 4

7

Solução

1 Derivamos a função

 

 

2 Calculamos as raízes da primeira derivada; para isso, igualamos a derivada a zero e resolvemos para

 

 

Igualando os fatores a zero, temos que as raízes são .

 

não existem valores de  nos números reais que satisfaçam a equação anterior, portanto a derivada primeira não possui raízes. Observamos que a função e sua derivada possuem uma descontinuidade em .

 

3 Formamos intervalos abertos com a descontinuidade; neste caso, não existem zeros da derivada. Utilizamos a representação dos pontos na reta real

 

 

intervalo creciente y decreciente 13

 

Os intervalos que obtemos são: e

 

4 Tomamos um valor de cada intervalo (pode ser qualquer valor dentro do intervalo) e analisamos o sinal da primeira derivada

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

tomamos ,substituímos na derivada e obtemos:

 

 

Intervalo creciente y decreciente 2

8

Solução

1 Derivamos a função

 

 

2 Calculamos as raízes da primeira derivada (se existirem); para isso, igualamos a derivada a zero e resolvemos para

 

 

3 Formamos intervalos abertos com os zeros da derivada. Utilizamos a representação dos pontos na reta real

 

intervalos crecientes y decrecientes 4

 

Os intervalos que obtemos são: e

 

4 Tomamos um valor de cada intervalo (pode ser qualquer valor dentro do intervalo) e analisamos o sinal da primeira derivada

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos

 

 

De decrescimento:

 

intervalos de crecimiento y decrecimiento 1

9

Solução

1 Derivamos a função

 

 

2 Calculamos as raízes da primeira derivada (se existirem); para isso, igualamos a derivada a zero e resolvemos para

 

 

Não existem valores de nos números reais que satisfaçam a equação anterior, portanto a derivada primeira não possui raízes. Observamos que a função e sua derivada possuem uma descontinuidade em .

 

3 Formamos intervalos abertos com a descontinuidade; neste caso, não existem zeros da derivada. Utilizamos a representação dos pontos na reta real

 

intervalo creciente y decreciente 13

 

Os intervalos que obtemos são: e

 

4 Tomamos um valor de cada intervalo (pode ser qualquer valor dentro do intervalo) e analisamos o sinal da primeira derivada

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

 

intervalo creciente y decreciente 15

10

Solução

1 Derivamos a função

 

 

2 Calculamos as raízes da primeira derivada (se existirem); para isso, igualamos a derivada a zero e resolvemos

 

 

é o único valor que satisfaz a equação anterior. Observamos que a função e sua derivada possuem descontinuidades em  .

 

3 Formamos intervalos abertos com as descontinuidades e o zero da derivada. Utilizamos a representação dos pontos na reta real

intervalo creciente y decreciente 16

 

Os intervalos que obtemos são: e

 

4 Tomamos um valor de cada intervalo (pode ser qualquer valor dentro do intervalo) e analisamos o sinal da primeira derivada

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

 

Para o intervalo tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

tomamos , substituímos na derivada e obtemos:

 

 

De decrescimento:

 

intervalo creciente y decreciente 18

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Ms. Kessia

As palavras são a minha forma de ver o mundo. Escrevo, traduzo e crio histórias que viajam entre línguas e pessoas. Na Superprof, trabalho com tradução do espanhol e conteúdo editorial em português para a página brasileira, um espaço onde posso unir criatividade, cultura e conexão todos os dias. Between languages, stories and people, that’s where I feel at home, turning ideas into words that connect and inspire. Because every text, when written with care, becomes a bridge between worlds. 🌟