"Quando você quer ensinar coisas demais aos alunos, você não lhes ensina nada." - Jules Payot (1859-1940)

De todos os serviços prestados às pessoas, as aulas particulares estão entre as mais populares: aulas de reforço escolar, ajuda com dever de casa, cursos intensivos para melhorar o desempenho escolar ou passar em algum exame.

O abandono, a evasão e o fracasso escolar estão fortemente associados à exclusão social e às desigualdades socioeconômicas: fazer aulas particulares representa custos adicionais para famílias de classes menos favorizadas.

Neste contexto, como estabelecer o valor horário de aulas particulares, especialmente aulas em grupo? Este é o objetivo deste artigo.

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Os benefícios das aulas em grupo

Um grupo de estudantes ao redor de uma mesa
Identifique as vantagens da aula com mais de um estudante para divulgar melhor seus serviços!

Claro, antes de definir o valor de suas aulas em grupo, é essencial reconhecer o valor, a efetividade e os benefícios dessa modalidade.

As aulas em grupo são possíveis em todas as disciplinas do Ensino Fundamental ao Médio. Diferentes modalidades e metodologias de curso existem, em função do nível e do assunto abordado.

Nesse caso, estamos falando especificamente das aulas particulares. A princípio, a escolha por essa modalidade em grupo é feita por pessoas que preferem estudar com outros colegas em vez de sozinhas, face a face com seu tutor.

Argumenta-se também que os encontros coletivos proporcionam um ambiente de troca mais intensiva do que os individuais, e que esta modalidade é mais adequada para estudantes interessados ​​em melhorar suas habilidades, ter uma boa nota ou ter uma nota excelente em um exame. As aulas em grupo podem realmente ser eficazes se os alunos gostarem de estudar em conjunto: eles se beneficiam do ambiente coletivo no qual todos podem fazer perguntas e compartilhá-las com o grupo.

Além disso, é um canal de sociabilidade efetivo associado ao aprendizado.

Outra situação que pode contribuir também para a autoestima do aluno: se, por exemplo ele está com dificuldades na escola, pode estar se sentindo isolado ou excluído. Dessa maneira, em um novo ambiente e em um grupo com novos alunos que não conhecem sua vida na escola, ele pode se sentir seguro e confiante novamente.

Em geral, a aula é organizada nas dependências do professor ou de um dos alunos (caso o grupo esteja inteiramente de acordo), ou em uma estrutura que ofereça esse tipo de serviço.

Do ponto de vista de um professor, uma vantagem é inerente a essa modalidade: a flexibilidade. Os professores podem ter muitos alunos, mas sempre têm a autonomia de decidir sobre seus horários e sobre sua disponibilidade.

Por fim, uma das vantagens mais atraentes para estudantes em busca de sessões coletivas é o valor do curso. Em geral, uma aula em equipe é mais acessível que uma aula individual. Sim, essa é a lógica relacionada à lei da oferta e da demanda: quanto mais estudantes em uma turma de grupo, menor a tarifa horária por pessoa.

Em geral, um curso em casa custa entre 50 e 70 reais por hora, em média.

Ainda assim, em média, uma aula intensiva de duas horas em grupo para uma pessoa custará os mesmos R$ 50.

Temos uma hora a mais por sessão, ou pelo menos gastamos o dobro do tempo revendo conceitos, e pelo mesmo preço.

E o professor multiplica o seu lucro, uma vez que pode ganhar - por exemplo - R$ 250 para duas horas de aulas com 5 alunos em vez de R$ 100 para duas horas com um único estudante.

Este é particularmente o caso de nossos professores no Superprof, que muitas vezes oferecem aulas para grupos de três, quatro ou cinco pessoas, sempre com redução nos valores.

Outra vantagem: em uma instituição educacional pública, o professor utiliza uma metodologia e uma didática única para seus cerca de 30 alunos.

Embora se beneficie do princípio da liberdade acadêmica e seja relativamente livre para escolher seus recursos didáticos, não pode permitir desvios além dos programas escolares bastante densos e ambiciosos.

Por outro lado, os professores podem realizar livremente digressões ou parar em um ponto para colocá-lo em discussão dentro do pequeno grupo.

Tomemos o exemplo do nosso curso de inglês: em vez de memorizar uma lista de verbos irregulares, a aula particular em grupo pode se dedicar exclusivamente à conjugação de uma forma divertida.

Como?

Incorporando, por exemplo, a conjugação de verbos em sentenças simples em sessões de conversação de imersão linguística com o grupo de estudantes.

Assim, estimulam sua compreensão oral sem ter a impressão de empregar esforços cognitivos significativos.

Uma vez que a aula particular é um momento de revisão ou recuperação, ou de consolidação, o aluno pode se sentir em igualdade com os outros e encontrar um novo papel de condução dentro do grupo. Tudo isso contribui de maneira efetiva para o desempenho em geral.

Será que podemos dar aulas em grupo em todas as disciplinas e em todos os níveis e permitir que o educando almeje o sucesso acadêmico?

Infelizmente, mesmo que os professores sejam experientes, há áreas em que é mais difícil aprender em grupo.

Dar aulas de guitarra com outros aprendizes de violonistas, por exemplo, parece mais complicado do que aplicar a mesma metodologia para aperfeiçoar dissertações ou análises literárias durante uma aula de português...

Como determinar o preço das aulas em grupo

As formas mais comuns de remuneração são cheque ou dinheiro, valores faturados pelo próprio professor, que possui estatuto de microempreendedor.

Como estabelecer preço de aula em grupo?
Quanto vale a sua formação? Se você não souber estabelecer o valor de suas aulas, terá dificuldade para gerenciar sua renda mensal.

Nossos professores em Superprof são pagos principalmente dessa forma, mas existem também profissionais que trabalham em empresas, instituições ou escolas de reforço, e são contratados sob o regime CLT, recebendo um salário fixo no mês.

Uma aula coletiva é geralmente organizada em pequenos grupos de até dez alunos: os professores exercem sua atividade em uma sala de aula - ou em uma espaço de reunião.

Existe um preço relativo de mercado que faz com que as tarifas sejam fixadas no mesmo valor, o que a economia chama de "preço de equilíbrio" (para aqueles que acreditam na teoria liberal da oferta e da demanda): esse valor varia entre 40 a 70 por hora.

Conheça agora alguns critérios importantes na hora de fixar de uma taxa horária para ministrar aulas individuais são:

  • A experiência do professor particular,
  • Sua formação (graduação, pós, mestrado, doutorado, especialização...)
  • Despesas de viagem (muitas vezes incluídas no valor horário),
  • O nível do estudante,
  • O valor pelo qual o próprio professor acredita ser capaz de oferecer suas habilidades em relação à sua experiência.

Mas e como isso funciona para as aulas particulares em grupo?

Tomemos o exemplo de uma aula em grupo para aprender uma língua estrangeira.

Um professor propõe dar aulas de inglês ou espanhol a R$ 50 por hora para encontros individuais de 1 hora. No entanto, ele nunca poderia cobrar de cada um os mesmos R$ 50 para encontros em grupo de 8 pessoas, por exemplo.

Imagine: por 30 encontros de 1 hora ministrados a 8 alunos, o professor embolsaria R$ 12 mil !!

Dificilmente alguma família aceitaria pagar R$ 1.500 por 30 encontros (30 horas de aula) além dos valores já pagos na escola regular (mesmo que pública, há material e gastos suplementares).

Como resultado, os profissionais costumam praticar tarifação decrescente em função do número de alunos presentes em cada encontro: por exemplo R$ 150 para 3 pessoas (50 por aluno), R$ 200 para 5 pessoas (R$ 40 por aluno), 210 para 7 pessoas (R$ 30 por aluno).

Quanto mais atraente o valor for para a família, mais o professor aumenta o seu rendimento anual.

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Qual preço estabelecer para aulas em grupo?

Quais são os preços de aulas de matemática online, cursos de química ou física, aulas particulares de inglês ou espanhol, cursos avançados de português como língua estrangeira ou cursos preparatórios para o vestibular?

Aqui, novamente, os preços irão variar de acordo com a área geográfica e o custo de vida das diferentes regiões.

Quanto cobrar pelo seu curso coletivo?
Aulas em grupo no Rio de Janeiro têm valores diferentes do que aulas em grupo em Recife.

O custo de vida é diferente em São Paulo, Aracaju, Porto Alegre ou Vitória; os professores, portanto, alinham seus valores com a concorrência, com a demanda regional e procuram diversificar sua oferta de serviços para preencher seu cronograma e maximizar sua força de trabalho.

Não vamos dizer que as aulas são exclusivamente baseadas em uma lógica microeconômica. No entanto, parece absurdo propor R$ 200 por hora para um curso de música ou iniciação musical para um grupo de 8 crianças de 4 anos...

Por outro lado, um curso de português de ensino médio para 10 alunos não pode custar R$ 10 por pessoa, pois o professor receberia apenas R$ 100 por encontros coletivos que exigem preparação e metodologia específica.

Nossos professores na plataforma do Superprof estão bem conscientes disso: investir em conhecimento - que os economistas chamam de "capital humano" - tem um custo.

Este investimento é o valor do tempo do curso, dadas as qualificações do professor e o tempo gasto na preparação e organização das aulas.

Se a determinação dos preços é uma resposta à lei da oferta e da procura, as bases devem ser especificadas.

A lei da oferta e da procura pretende coordenar o humor do mercado mediante as escolhas de seu público em relação aos produtos e serviços oferecidos. Do equilíbrio entre eventualidade e efetividade de compra resulta a quantidade e o preço razoáveis a que deve ser transacionado cada bem.

Esta lei define a quantidade de bens e serviços que uma quantidade de agentes (aqui, os pais dos alunos) estariam dispostos a comprar em troca de uma determinada quantidade de trabalho (aqui, a oferta de trabalho dos professores).

Em teoria, quando a demanda por cursos aumenta, a oferta de professores disponíveis se torna mais escassa e os preços sobem.

Pelo contrário, se diminuir (imagine que todos os alunos de repente melhorem seu desempenho acadêmico), o valor cairá, já que os professores (a oferta) estarão em abundância no mercado.

Em média, a taxa horária para as aulas em grupo nas principais cidades brasileiras gira em torno de R$ 40.

Preços das aulas em grupo: como calcular seu salário?

Vamos pegar o exemplo de um professor de matemática cadastrado no Superprof.

Se ele ensina para um pequeno grupo de 5 alunos do Ensino Médio, uma hora por semana de fevereiro a novembro (10 meses, 40 encontros), a uma taxa de 40 reais por pessoa.

Um padeiro amassando uma massa de pão.
Negociação salarial: um equilíbrio entre oferta e demanda? | Se a economia funcionasse pelo escambo? Quantos pães orgânicos para uma hora de piano?

Para esse grupo, ele vai receber 8 mil reais por ano, ou 800 reais por mês trabalhado.

Se ele dá aulas para 5 grupos de 5 alunos, ou seja, 20 encontros por mês, 5 encontros de uma hora por semana, ele receberia 4 mil reais por mês.

Sabendo que seriam 5 horas de aulas trabalhadas: 4 mil reais por 5 horas semanais é um bom salário em função da cidade onde se vive!

Se ele quiser aumentar ainda mais sua renda, deve ter a consciência de que nem sempre é fácil encontrar tantos alunos assim para fazer grupos de estudos particulares do mesmo nível.

Se ele por algum motivo só pode trabalhar com três grupos por semana, então ele terá que aumentar sua taxa fixa: por exemplo, 60 reais por pessoa. Por encontro, ele receberá 300 reais.

A uma taxa horária de 60 reais, atingirá 900 reais por semana, 3.600 reais por mês para 3 horas semanais de trabalho. Mas os pais dos alunos podem achar esse valor um pouco alto ...

Sim, você está cobrando um valor acima da média, mas como já dissemos acima, tudo vai depender da sua localidade, o custo de vida da região, mas também de suas qualificações, seus diplomas, experiência, metodologia, didática, recursos suplementares....

Por outro lado, alguns optam por cobrar menos por hora, o que pode ser mais atrativo para alunos e pais de famílias mais populares. Ao mesmo tempo, saiba que cobrar 2o reais por uma aula de física de Ensino Médio, por exemplo, em Brasília, onde o custo de vida é alto, pode parecer uma prática um pouco estranha. Você pode desvalorizar seu perfil e pode ser até um tiro no pé!

Algumas pessoas oferecem aulas de graça, ou quase isso, pensando que é um bom jeito de começar.

Esta é uma ideia muito ruim por 2 motivos:

  • Em primeiro lugar: não legitima as suas habilidades pedagógicas.
  • Em segundo lugar: você terá problemas para sair deste espiral de preços baixos e, assim, nunca vai conseguir aumentar seu preço.
Quanto cobrar pelo seu curso particular?
Como definir o valor de uma aula particular por skype?

Então, se você acaba de começar a trabalhar como autônomo (provavelmente é o motivo que o trouxe aqui), é muito importante saber exatamente o preço mínimo, abaixo do qual você não pode praticar.

Por quê?

Para evitar que você se esgote mentalmente e fisicamente.

Muitas vezes vemos jovens empresários em princípio de carreira e que são otimistas demais.

E muitas vezes eles acabam completamente frustrados com o trabalho independente e autônomo. Trabalhar como freelancer ou ter sua própria empresa nem sempre é fácil como imaginamos.

Portanto, antes de ingressar no mercado de reforço escolar, é importante conhecer os encargos e a quantidade de impostos relacionados ao seu negócio.

O segredo é reunir todos os critérios e encontrar um equilíbrio lógico e coerente com o seu perfil e com o seu público. Sabendo que os preços também podem ser negociáveis!

Lembre-se que além de todos esses cálculos, os professores ainda precisam deduzir despesas relacionadas às suas aulas: para uma hora de aula, pode-se contar entre 2 e 4 horas de preparação, mais as despesas de deslocamento, além de outras despesas como impressão de materiais e documentos.

Como tornar seu curso particular em grupo atrativo?

Onde ensinar PLE?
A contextualização faz com que o conteúdo transmitido faça sentido para todos.

Costuma-se dizer que aulas particulares - sejam elas individuais ou em grupo - são um momento especial para aprender, superar as dificuldades e progredir em um determinado assunto. E que, acima de tudo, elas são mais descontraídas e atraentes para os estudantes. Isso porque muitos ainda enfrentam problemas de aprendizagem em um ambiente tradicional como a escola. Sobretudo se a instituição ainda segue metodologias ultrapassadas, com rigidez no método e descontextualização de conteúdos. Além disso, a vida social na escola nem sempre é fácil para algumas crianças e adolescentes.

Por essas razões, a aula particular pode contribuir para que os estudantes ampliem seus horizontes, tenham espaço para se expressar e ainda descubram novos caminhos de construção do conhecimento.

Mas e então: como tornar suas aulas em grupo ainda mais atraentes? Vejamos algumas dicas que podem mudar seu programa e valorizar ainda mais seu curso.

Contextualize o conhecimento

Segundo o portal Brasil Escola: 

De forma geral, contextualização é o ato de vincular o conhecimento à sua origem e à sua aplicação. A ideia de contextualização entrou em pauta com a reforma do ensino médio, a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996.

Somente baseado nisso é que o conhecimento ganhará significado real para o estudante. Do contrário, ele poderá se perguntar: “Para que estou aprendendo isso?” ou “Quando eu usarei isso em minha vida?”. Isso faz com que o estudante passe a rejeitar a matéria, dificultando os processos de aprendizagem.

Para que isso não ocorra e exista prazer e gosto pelo conhecimento, entendendo sua importância, o professor precisa definir o tratamento a ser dado ao conteúdo que será ensinado e, depois, tomar as decisões didáticas e metodológicas necessárias para que o ambiente de aprendizagem contextualizada seja eficaz.

A ideia da contextualização requer a intervenção do estudante em todo o processo de aprendizagem, fazendo as conexões entre os conhecimentos. O educando será mais do que um espectador, como costumava ser na educação tradicional, mas ele passará a ter um papel central, será o protagonista; como um agente que pode resolver problemas e mudar a si mesmo e o mundo ao seu redor.

Para tal é necessário que o professor crie situações comuns ao dia a dia do aprendiz e o faça interagir ativamente de modo intelectual e afetivo, trazendo o cotidiano para a escola e aproximando o dia a dia dos alunos do conhecimento científico. Isso é sempre possível, pois inúmeros e praticamente inesgotáveis são os campos e contextos de experiências vivenciadas pelos alunos e pela escola, que podem ser utilizados para dar vida e significado ao conhecimento.

Procure metodologias que inspirem

Práticas pedagógicas interessantes são totalmente possíveis nas aulas particulares, seja ela na modalidade individual ou coletiva: um exemplo de prática inovadora é a sala de aula invertida.

Segundo a Carta Capital Educação:

Eis o princípio por trás da metodologia da “sala de aula invertida” (Flipped Classroom, em inglês), que propõe a inversão completa do modelo de ensino. Sua proposta é prover aulas menos expositivas, mais produtivas e participativas, capazes de engajar os alunos no conteúdo e melhor utilizar o tempo e conhecimento do professor.

“A metodologia tradicional deixa o aluno num papel passivo, simplesmente ouvindo as explicações do professor. Ao inverter esse modelo e fazer com que o aluno assista às aulas fora do ambiente da escola ou universidade, há um aumento na presença e participação em sala de aula”, explica a educadora Andrea Ramal, diretora do GEN | Educação.

Quando um conteúdo totalmente inédito é apresentado ao aluno, a introdução se dá, em geral, por meio de textos e videoaulas que apresentam os conceitos básicos e exercícios resolvidos como exemplos. “A leitura antecipada incita o raciocínio prévio e eleva o papel do professor. Esse passa de expositor para tutor, auxiliando e incentivando o aprendizado mais profundo do aluno quando ele traz dúvidas, raciocínios e discussões prévias”.

Jean Piaget (1896-1980), fundador da psicologia genética, deixou uma marca indelével na neurociência e na pesquisa educacional.

Para ele, a teoria ensinada em uma aula tradicional não é suficiente para estimar que o indivíduo domine e assimile o conhecimento. Em vez disso, métodos pedagógicos empíricos, como tradução do conhecimento, experimentação e demonstração, devem ser utilizados.

Para estudantes em dificuldade ou para reforço de línguas, aulas de química, física ou simplesmente para devolver o interesse pelos estudos, podemos experimentar as ditas pedagogias alternativas: Montessori, Freinet e Steiner, por exemplo.

Elas colocam as crianças como protagonistas no processo ensino-aprendizagem.

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Fernanda

Socióloga e mestre em Letras Modernas pela Sorbonne. Entre França e Brasil, trabalho com jornalismo e projetos socioeducativos há 20 anos. Apaixonada por música, cinema e yoga. Acredito na cultura e na educação como pilares de transformação da sociedade.