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Canções imperdíveis com presença da batera

De Carolina, publicado dia 05/12/2018 Blog > Música > Bateria > O top das melhores músicas de bateria

“O que importa para mim é continuar propondo solos de bateria que chamam a atenção da mesma forma que as melodias. Sempre abordei esse instrumento com a ideia de escrever uma música dentro da música”. Vinnie Paul (baterista do Pantera)

Se a guitarra é frequentemente muito importante no ritmo e especialmente no rock, não devemos esquecer que a bateria é o motor de qualquer música.

Ela tem um papel primordial na construção musical. E não basta bater recordes de velocidade como o baterista canadense Tom Grosset e suas 1208 batidas em um minuto para ser bom!

Algumas músicas são mais adequadas para certos bateristas que outras. Para se aperfeiçoar, é melhor se interessar pelas músicas que saem do ritmo ternário básico, usado na maioria dos grandes sucessos.

Aqui estão algumas para aprender a bateria, apresentando…

1- Moby Dick

Grupo: Led Zeppelin

Baterista: John Bonham

Lançado em 1969

Estilo de música: Blues Rock / Hard Rock

Se essa música é tão emblemática, não é graças ao guitarrista Jimmy Page, mas graças às percussões de John Bonham – Bonzo – em um maravilhoso solo de bateria.

Faça aulas de percussão Aprenda as canções que marcaram a história da batera

Para reproduzir o estilo de John Bonham durante sua próxima aula de bateria, você precisa saber como se livrar das convenções.

O chimbau é tocado no primeiro tempo (batida para baixo) e o bumbo está no ritmo superior. Tudo é invertido comparado ao rock padrão, onde normalmente encontramos o bumbo no primeiro tempo e a caixa nos back beats.

Seu solo de bateria de 15 minutos em Moby Dick é uma inspiração para muitos bateristas.

Quais são as melhores músicas para um baterista? Os músicas podem se tornar icônicas graças aos tambores, sabia?

2- Sunday Bloody Sunday

Grupo: U2

Baterista: Larry Mullen Junior

Lançamento: 1983

Estilo musical: New Wave / Rock

Qualquer um pode reconhecer a música desde seu início. E graças aos solos de bateria.

Sunday Bloody Sunday é, acima de tudo, uma música comprometida, em homenagem aos 13 civis irlandeses abatidos pelo exército britânico.

Larry Mullen Jr gravou-a em versão de estúdio usando um metrônomo, dando um resultado muito quadrado, limite militar.

Essa música pode parecer fácil de tocar, mas não é: para a bateria, não tem introdução, refrão ou verso. O baterista adiciona toques de caixa aqui e não necessariamente no segundo e quarto tempos, como de costume.

Os 4 sucessivos toques de caixa são característicos dessa música além do canto de Bono.

3- Infra-rae

Grupo: Art Blakey & The Jazz Messengers

Baterista: Art Blakey

Lançamento: 1956

Estilo de música: Jazz

Não podemos deixar de lado o jazz quando se fala de bateria sendo valorizada na música. As tablaturas não existiam na época e improvisação era a palavra chave. É esse estilo musical que deu ao instrumento sua nobreza.

Nessa música, o quadro rítmico muda regularmente e se transforma em 4/4 de oscilação durante os solos.

As intervenções do baterista parecem sempre inesperadas para dar lugar a uma grande variedade.

Eu aconselho você a assistir a Art Blakey por seu lado showman e espetacular que me deixa sem palavras.

Você conhece a história da bateria?

Qual é a diferença entre um bit e um ternário? Art Blakey foi um monumento na história dos tambores!

4- Won’t Get Fooled Again

Grupo: The Who

Baterista: Keith Moon (“Moon the Loon”)

Lançamento: 1971

Estilo de música: Classic Rock

Além de ser os créditos da série C.S.I.: Investigação Criminal, essa música é uma das mais complexas de The Who.

Os sons respondem a diferentes estilos musicais, sendo meio hard rock, meio experimental graças à intervenção do sintetizador.

A partição da bateria é difícil de seguir com o estilo bem excêntrico e surpreendente de Keith Moon.

O break do sintetizador dando lugar às batidas de bateria e o poderoso clamor do vocalista Roger Daltrey é considerado um dos maiores momentos do rock.

5- Vitamin C

Grupo: Can

Baterista: Jaki Liebezeit

Lançamento: 1972

Estilo musical: Funk

Aulas de música com tambores Quer ser um bom baterista? Escute estas músicas

A música Vitamin C tem pitadas de jazz, funk e até tango. É difícil dizer que ela nasceu na década de 1970. Ele não tem uma ruga e ainda é muito experimental para os tempos de hoje.

O baterista mostra um poder e uma loucura perfeitamente controlados. É enérgico, seco e você pode facilmente imaginar uma dança lasciva com ela de fundo.

O baterista Jaki Liebezeit foi considerado pelos outros membros do grupo como “meio homem, meia máquina” graças a uma técnica precisa, tão confiável quanto um metrônomo.

E se você colocá-lo no centro das atenções em suas aulas de bateria?

6 – Dr. Hooch

Grupo: Do Make Say Think

Bateristas: David Mitchell e James Payment

Lançamento: 1999

Estilo de música: Pots Rock

O chimbau e os pratos estão presentes durante os primeiros 4 minutos, difundindo uma atmosfera de suspense quase pesada. Aguardando a sequência: quando a música vai começar?

O baterista é honrado com ritmos inusitados e contra-batidas.

O álbum homônimo, Dr. Hooch, foi reconhecido “álbum instrumental do ano” em seu lançamento.

Quem são os melhores bateristas?

Haja baquetas para tocar tantas músicas boas e escutar tantos talentos!

7- La Ritournelle

Grupo: Sébastien Tellier

Baterista: Tony Allen

Lançamento: 2004

Estilo de música: Pop

Além do uso dessa música em comerciais para L’Oreal e Meetic, bem como na série Narcos, a bateria é tocada por Tony Allen, o rei nigeriano da afro beat. Soa como 4 bateristas de acordo com Fela Kuti. Apenas isso!

Um grande fã de Art Blakey e Frank Butler, o objetivo de Tony Allen é fazer com que seu instrumento fale. A expressão certa é talking drum trabalhando com o ritmo, as cores e os sons da bateria.

O quadro harmônico ativa 5 medidas e, obviamente, como o título sugere, é um loop repetitivo em loop para a bateria. A precisão, mas também os contra-tempos, criam e quebram o diálogo criado com o piano.

8- Gone

Grupo: Miles Davis

Baterista: Philly Joe Jones

Lançamento: 1959

Estilo de música: Jazz

A gente não precisa apresentar Miles Davis, grande mestre do jazz, trompete de groove incrível mas também muito talentoso na composição.

Gone faz parte do álbum Porgy and Bess, uma adaptação de uma versão de ópera muito jazzística.

Treine para ser um baterista de sucesso Os tambores são como o coração das músicas!

Como em qualquer música de jazz, a bateria não tem necessariamente um ritmo regular, os intervalos são comuns, mas o ritmo do chimbau nunca é abandonado.

9- Chamaleon

Grupo: Herbie Hancock

Baterista: Harvey Mason

Lançamento: 1973

Estilo de música: Jazz

As batidas funky e o baixo assinam a direção da música instrumental Chameleon.

Mas os tambores obviamente desempenham um papel na construção do ritmo do funk com a mistura de notas e silêncios.

Os instrumentos musicais se entrelaçam para nos oferecer um grande momento de groove e funk fusion na linha direta de James Brown ou Sly Stone.

Assista também aos melhores filmes de bateria!

10- My Sharona

Grupo: The Knacks

Baterista: Bruce Gary

Lançamento: 1979

Estilo de música: Rock

Essa introdução de bateria, antes de ser uma paródia de Michael Youn e sua banda, é a assinatura da música My Sharona.

O ritmo ternário é muitas vezes intercalado com um estilo livre e batidas de tom-tom, trazendo originalidade e dinâmica para a música que permaneceria sem nada sem a intervenção do baterista.

Durante uma aula de música, é possível tocar o ritmo de introdução bastante lento, acessível para iniciantes.

11- We Will Rock You

Grupo: Queen

Baterista: Roger Taylor

Lançamento: 1977

Estilo de música: Arena Rock

Então, é claro, tecnicamente, não há nada muito excepcional. Essa é também uma das músicas mais indicadas para a aula de bateria para iniciantes. Sem a bateria, a canção não existiria e não teria o eco que ainda tem hoje.

Até a sua avó é capaz de tocá-la!

É uma música com um ritmo constante que deve ser mantido por 2 minutos.

Como tocar as melhores músicas para bateria?

12- Painkiller

Grupo: Judas Priest

Baterista: Scott Travis

Lançamento: 1990

Estilo de música: Heavy Metal

Vamos voltar para músicas mais complicadas, porque mesmo se We Will Rock You for um clássico, não é impressionante ao nível do controle da bateria.

Este não é o caso da maioria das músicas do Judas Priest e especialmente do Painkiller.

A introdução é feita na bateria com um pedal de pedal duplo para fazer vibrar até mesmo músicos furiosos com o metal. O ritmo na bateria é muito rápido, definindo imediatamente o clima.

Faça aulas de um instrumento de percussão Os pratos também tem um papel importante nas canções

Entre a tradição lírica e a modernidade thrash, entre velocidade e agressividade, a música Painkiller serve como base para o heavy metal nos anos seguintes de seu lançamento.

Bônus: A Song for The Deaf

Grupo: Queens of The Stone Age

Baterista: Dave Grohl

Lançamento: 2000

Estilo de música: Alternative Metal / Hard Rock

Para o bônus, basta escutar a introdução da música. Ela já mostra o tamanho importância da bateria nessa canção.

A seus pauzinhos!

Significados “músicas de bateria”

Aprender a tocar bateria não é tão fácil quanto parece. Os ritmos e sequências podem ser particularmente complicados.

O que é um ritmo ternário?

Ao contrário do ritmo binário, baseado em duas batidas, o ritmo ternário é formado por três batidas ou unidades de tempo. É amplamente utilizado na bateria.

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