"É melhor ser uma boa cantora popular do que uma má cantora de ópera." - Maria Callas

É verdade! O canto e a técnica vocal são disciplinas muito especiais, onde as cordas vocais e a respiração são combinadas com um professor de canto que dirige a coisa toda. Homens e mulheres não têm o mesmo tipo de voz e, quando for o caso, isso será enfatizado.

De fato, o tamanho das cordas vocais ou da cavidade ressonante (como a boca, por exemplo) são elementos concretos, que nos permitem afirmar que existem tipos de vozes geralmente específicos para cada sexo. A mulher, por exemplo, tem várias tessituras, de acordo com especialistas.

É por isso que encontramos algumas que cantam mais baixo e outras que têm o timbre mais suave. São essas variáveis que diferenciam uma artista de outra. Está aí também uma razão pela qual, em algumas competições de música divididas por categoria, homens e mulheres não concorram entre si.

Existem critérios usados para classificar as vozes de mulheres.

Mas então, quais são os diferentes tipos de vozes femininas ? É isso que veremos imediatamente!

Quatro categorias de vozes femininas

Veremos mais adiante que as coisas não são tão simples mas, em resumo, existem quatro tipos principais de vozes femininas. Do mais grave ao mais agudo, será possível fazer arte lírica, cantar com um violino ou reproduzir sons barrocos. Mas quais são, afinal, essas quatro vozes?

A voz feminina grave

Primeiro, no topo da escala, encontramos o contralto que, é preciso dizer, é bastante raro. Também presente em crianças ainda mais raramente, essa escala indica uma voz grave, muito grave. Um cantar que nos envolve e embala, como Maurane.

E entre os famosos contraltos, que fazem você querer expressar sua voz, encontramos:

  • Marian Anderson;
  • Jocelyne Taillon;
  • Marie-Nicole Lemieux;
  • Ivete Sangalo;
  • Maysa;
  • E muito mais!

Existe também, nas mulheres (e crianças), um tipo de timbre que simplesmente é a voz de uma mulher grave, que é comparada à voz de contra-tenor dos homens. Desde o século XIX, esse tipo de voz se estende do solo 2 até o meio 4.

Uma voz feminina também pode ser forte.

Faça uma aula de canto online!

O fato é que a voz do contralto é freqüentemente comparada à chamada voz "natural", que utiliza os melhores códigos líricos, a dicção e o tom de voz de forma o mais simples possível para transmitir a música para o público.

Mas e as vozes agudas de mulheres? Como a reconhecemos?

Algumas mulheres procuram por uma aula de canto para desenvolver seu talento musical e descobrir em qual categoria se enquadram.

A voz feminina aguda

As vozes mais musicais e harmônicas são frequentemente - às vezes erroneamente - equiparadas às vozes agudas. E, no entanto, essas ocorrências estão entre as mais prevalentes em meio às mulheres e podem se classificar em dois tipos principais:

Primeiro, encontramos mezzo-sopranos, que poderia ser descrito como voz intermediária, leve e rica musicalmente. De fato, uma mulher com uma voz mezzo soprano poderá cantar muitas técnicas vocais, sua tessitura permite que ela faça parte de um coral da mesma maneira que canta música contemporânea.

Esse tipo de voz é bastante difundido entre as mulheres, tanto que uma parte bonita do repertório musical é dedicada a ele. Ela é representada por cantoras como Cecilia Bartoli, Marilyn Horne, Brigitte Fassbaender, Cathy Berberian, Elba Ramalho, Rita Lee e muito mais!

Então vem uma voz mais aguda, a voz soprano. Muito popular entre mulheres e crianças, pode cantar um grande número de músicas e melodias, com um virtuosismo que a cantora Sandy personifica muito bem, por exemplo!

Mas esse não é o único caso no Brasil! E entre os sopranos mais famosos, encontramos:

  • Ângela Maria;
  • Anitta;
  • Marjorie Estiano;
  • Fernanda Abreu;
  • Kelly Key;
  • Gal Costa;
  • E muito mais!

E se isso não fosse tudo? E se o mundo vocal fosse ainda mais rico e emocionante do que isso? Parece coisa de cinema, não é mesmo?

Porque sim, encontramos subcategorias de vozes femininas, o que nos permitiriam nos colocar na melhor das hipóteses na curva das vozes existentes e, assim, cantar músicas muito mais adaptadas, mais agradáveis ​​para as outras pessoas, mas também para nós!

Lembre-se de que as aulas de música dificilmente mudarão o seu timbre. Elas apenas ajudarão você a aprimorar seu talento e desenvolver uma maneira mais ritmada de cantar.

Subcategorias de vozes femininas

E sim, enquanto classificamos as vozes femininas em quatro famílias grandes, às vezes é apropriado dividí-las com mais precisão, para organizá-las em diferentes caixas e técnicas musicais. Diafragma, laringe, fonação, audição são muitos os critérios que determinam a voz e vocalizam e eles atuam de forma mais ou menos específica.

Algumas cantoras brasileiras se tornaram famosas graças ao seu timbre de voz.

Existem três sub-famílias principais de vozes: vozes leves, vozes líricas e vozes dramáticasDo mais claro ao mais escuro, estamos falando de um leque bastante grande de possibilidades, dentro de cada tipo de voz. Você precisa estar pronta para cantar o que combina com você!

Os tons leves serão os mais capazes de acompanhar com agilidade os sons, por meio de algumas notas altas, além das comuns. As vozes líricas, entretanto, representam a categoria intermediária para as mulheres, enquanto as vozes dramáticas são menos ágeis, mas mais confortáveis ​​no baixo.

Um exemplo de voz feminina

Tomemos o exemplo da voz soprano! No início de sua carreira, Nathalie Dessay era uma soprano leve e, portanto, podia cantar com um tom muito alto, acompanhado por vocalistas e ritmo muito preciso.

Muitas vezes, há uma tendência a adicionar uma subcategoria extra acima das leves: a soprano coloratura, que tem uma nuance peculiar. Em suma, um mundo está chegando para nós: o mundo da técnica vocal!

O soprano lírico é o que tendemos a chamar de soprano curto! Mais poderoso que um soprano leve, também permite mais exercícios vocais, mais expressão enfim!

Finalmente, há também o soprano dramático, que personifica perfeitamente a famosa cantora Maria Callas, sobre a qual conversávamos anteriormente. Esta é a subcategoria da voz mais grave, onde o tom se torna mais escuro e mais poderoso também. Ela tem uma ou duas notas mais graves que a voz soprano lírica.

Breve histórico das vozes femininas que fizeram a história do canto brasileiro

Muitas vezes, tendemos a pensar que a história do canto feminino se remete apenas à cantoras de ópera italianas ou mesmo àquelas que se tornaram famosas após emplacar suas canções em grandes produções de Hollywood. É claro que esses grupos têm sua importância na história da música, mas vamos falar de Brasil?

Afinal, por aqui também viveram (e ainda vivem) mulheres que fizeram história com suas vozes. Listamos algumas delas para você conhecer.

1. Aracy Cortês

Aracy Cortês é hoje considerada por alguns como precursora do canto brasileiro. De família muito rígida, ainda na juventude, mudou-se para Catumbi, onde conheceu Pixinguinha e foi inspirada por sua flauta.

A partir de então, passou a se apresentar nos teatros da cidade, onde se tornou rapidamente conhecida pela sua voz soprano e jeito peculiar de se apresentar. Após emplacar os sucessos "Que Pedaço" e "Jura", ajudou ainda no início da carreira de dois importantes compositores: Assis Valente e Ary Barroso.

Isso tudo aconteceu na década de 30, época em que havia uma predominância quase unânime de vozes masculinas em nosso país. Por essa razão, ela pode ser considerada pioneira nesse sentido.

O gênero musical destacado por Aracy foi o samba canção, e as letras assumiram uma melancolia maior que a existente no boleto. O amor romântico e não realizado expressado nas canções era chamado de "dor de cotovelo" ou "fossa".

2. Carmem Miranda

Carmem Miranda nasceu em Portugal, mas mudou-se para o Brasil com apenas 10 meses, por isso a consideramos brasileira. Tornou-se famosa não só em nosso país, mas também nos Estados Unidos, tendo se tornado uma espécie de ícone da voz brasileira feminina no exterior.

Na década de 30, emplacou: "Eu fiz tudo para você gostar de mim" e se tornou a primeira artista a assinar um contrato com uma emissora à época. Além da voz, tornou-se destaque também pelo seu figurino, que incluía chapéus de frutas e muitas cores.

Carmem Miranda se destacou pelos seus peculiares chapéus de frutas.

Com o passar do tempo, seu visual acabou "roubando a cena", e tirando o foco do talento de sua voz. Ela tentou, por diversas vezes, reverter essa questão. Sem sucesso! Seu estilo era visto como símbolo do exotismo latino pelos americanos e considerado inautêntico pelos brasileiros.

Apesar disso, Carmem pode ser considerada um grande avanço na história da música brasileira.

3. Emilinha Borba

Emilinha Borba foi uma das mais famosas intérpretes do século XX no Brasil. Seu talento já se manifestou desde a infância, quando começou a se apresentar em programas de calouros. Embora contra a vontade da mãe, seguiu com suas apresentações e ganhou o primeiro prêmio aos 14 anos.

Artisticamente apadrinhada por Carmem Miranda, gravou seu primeiro disco solo em 1939. No mesmo ano, atuou também no filme "Banana da terra".

Dez anos mais tarde, Emilinha gravou "Chiquita Bacana" e já era considerada vencedora do concurso "Rainha do Rádio", da Rádio Nacional, desbancando as irmãs Linda Batista e Dircinha Batista, que já vinham vencendo por anos consecutivos. Porém, algo inesperado aconteceu: surgiu uma nova cantora de nome Marlene e venceu o concurso!

Entretanto, isso aconteceu porque a compra de votos para esses concursos era comum à época e Marlene, tendo estrelado o comercial de uma nova bebida, recebeu patrocínio para tais compras. Tal fato deixou os fãs de Emilinha insatisfeitos. Só em 1953 é que veio a vitória de Emilinha, no concurso.

4. Dalva de Oliveira

Dalva de Oliveira foi uma das vozes brasileiras de maior destaque. Seu tom ia do contralto ao soprano, e era considerada um verdadeiro "rouxinol brasileiro".

Em 1937, gravou junto com a dupla Preto e Branco, formando assim o "Trio de ouro", tendo deixado a composição mais tarde para viajar à Venezuela.

Quando voltou, iniciou sua carreira solo, e ficou conhecida por alguns sucessos como "Tudo acabado" e o samba-canção "Ave Maria". Venceu o concurso Rainha do Rádio em 1951. Em seguida, partiu para a Argentina, onde conheceria seu segundo marido e participaria de dois filmes.

Na primeira versão de "Branca de Neve e os sete anões", em 1938, Dalva dublou a voz da protagonista. Além disso, durante sua carreira, participou de coros em discos de vários famosos, como Carmem Miranda, Orlando Silva e Mario Reis.

5. Maysa

Além de cantora, Maysa também foi compositora, instrumentista e atriz. Desde a infância, Maysa sonhava ser cantora e se apresentava para a família.

Embora romântica e vaidosa, era uma jovem à frente do seu tempo, já que usava calças e cabelos curtos, além de fumar e beber em público. Tais hábitos não eram vistos com bons olhos àquela época conservadora. Também divorcou-se do primeiro marido, já que este não aceitava a sua carreira.

E seguiu assim, sempre priorizando o seu talento. Tanto que, seu único disco gravado, vendeu milhares de cópias e se tornou conhecida em todo o mundo, tendo sido convidada para shows internacionais.

Sua trajetória foi marcada pela singularidade de sua voz, e também pelos escândalos nos quais se envolvia. Brigas, traições, nudez e tentativas de suicídio faziam parte da sua vida.

Sua voz possuía um viés triste e melancólico, o que fez dela a intérprete ideal para algumas notas de samba-canção. Também se identificou com a bossa-nova, que foi o movimento seguinte, apesar de ter uma voz que se aproximava também do bolero.

Sua gravação de "Ne me quitte pas" foi um claro exemplo de sua interpretação sentimental e cheia de expressão. Após anos de depressão, morreu de forma trágica em um acidente automobilístico, mas seu nome é lembrado até hoje como um grande símbolo da história da música brasileira.

6. Nana Caymmi

Filha do compositor Dorival Caymmi e da cantora Stella Maris, teve seu talento aflorado desde cedo, quando gravou, em dueto com o pai, uma canção que ele havia composto para niná-la quando bebê.

Sua carreira seguiu-se com a gravação do primeiro disco solo, e com a assinatura de um contrato com a TV Tupi, onde se apresentaria regularmente. Em 1964, conseguiu emplacar a canção "Das rosas", não só aqui no Brasil, mas também nos Estados Unidos.

Foi citada em um poema por Carlos Drummond de Andrade e chegou a se apresentar até mesmo em Punta del Este, no Uruguai. Sua carreira ainda incluiu apresentações em Portugal, França e Espanha.

Foi admirada por diversos famosos da época, dentre os quais Caetano Veloso, que considerou a sua apresentação de "Medo de amar", uma das mais famosas da música brasileira.

Em 1998, emplacou a canção "Resposta do tempo", que se tornou trilha sonora da abertura de "Hilda Furacão". Em 2010 também podemos dar destaque a um documentário sobre a cantora, lançado no Brasil e em alguns dos principais festivais internacionais.

7. Clara Nunes

Clara Nunes pode ser considerada uma das maiores e melhores intérpretes brasileiras. Pela revista Rolling Stones, foi classificada como a nona maior voz brasileira, inclusive.

Sua música era focada na cultura e no folclore brasileiro, os quais ela estudava e desejava apresentar ao mundo, em suas performances no exterior. Suas canções traziam elementos da umbanda e das tradições afro-brasileiras. Foi ainda a primeira mulher a vender 100 mil cópias de discos, o que era considerado improvável para mulheres àquela época.

A música de Clara Nunes remetia a raízes da cultura africana.

Seu primeiro concurso de música foi vencido ainda na infância. Começou a trabalhar muito cedo, como tecelã, para ajudar a pagar as contas da família. À época, conheceu diversos artistas e adotou o nome artístico "Clara Nunes".

Após vencer concursos, trocou o emprego na fábrica de tecidos pela atuação na Rádio Inconfidência, de Minas Gerais, tendo sido considerada, por anos seguidos, a melhor cantora do Estado.

Do bolero ao samba, a carreira de Clara Nunes seguiu-se com diversas apresentações em outros Estados brasileiros e no exterior. Morreu aos 40 anos, vítima de complicações de uma cirurgia de varizes e é, até hoje, lembrada e homenageada como símbolo da cultura e da música brasileira.

8. Elis Regina

Elis Regina é considerada por alguns a melhor cantora brasileira de todos os tempos. Foi um dos destaques do gênero bossa-nova e sua voz pode ser classificada como mezzo-soprano. Seu estilo único de se apresentar, girando os braços se tornaram uma espécie de "marca registrada", tendo rendido apelidos como "Elis-coptero" e "Hélice Regina".

Elis foi a primeira artista revelada nos festivais da música da década de 60 e não obteve grande sucesso nos primeiros LPs. A cantora só se revelou de verdade em 1965, a partir de quando foi convidada para atuar na televisão.

Faleceu aos 36 anos, vítima de uma overdose pelo consumo excessivo e cocaína e bebidas alcoolicas. Entretanto, seu legado com a música prevalece até hoje.

Em 2013, foi eleita pela revista Rolling Stone a melhor voz da música brasileira e ficou também em 14º lugar na lista dos maiores artistas brasileiros (foi a mulher melhor classificada). Também teve um musical lançado, no mesmo ano, em sua homenagem.

Na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, Elis tem um espaço reservado, com um importante acervo de sua obra. Em 2016, foi lançado um filme sobre sua vida e, em 2019, sua história virou tema central de uma minissérie.

O interesse em classificar as vozes das mulheres

A magia das cores vocais não para de nos impressionar! Seja como for, classificar as vozes femininas permitirá que as mulheres coloquem suas vozes na escala vocal e sejam mais capazes de oferecer canções apropriadas, de acordo com repertórios e compositores.

O mais importante é saber como se colocar na escala das vozes, para não definir sua carreira de cantora com erro. Porque, logicamente, independentemente de você ter uma voz baixa ou voz alta, cada tessitura terá tipos muito diferentes de música.

Imagine? Você pensa que tem uma voz profunda, decide cantar hard rock, mesmo que seja um soprano leve! Atenção à altura! Este é um pequeno exemplo, mas indica que é importante aprender sobre suas habilidades antes de iniciar uma carreira.

Não hesite em se aproximar de um professor de canto (no Superprof, por exemplo) para ajudá-lo a encontrar seu tipo de voz (claro que isso não é um jogo ou uma ciência exata!), sob a orientação de seu especialista. Como uma música não está adaptada à sua voz, é fácil estar enganado e cansar as cordas vocais.

Entender qual o seu timbre ajuda você a desenvolver o seu talento.

Para o pequeno ponto histórico, é apenas no início do século XIX que as subcategorias de vozes femininas aparecem. Antes de meados do século XVIII, as vozes masculinas e femininas podiam ser distinguidas apenas pela definição entre vozes baixas e altas.

Os tipos de voz foram gradualmente refinados, até atingir as cores dramáticas ou líricas que acabamos de ver, no início do século XIX. Essas qualificações permitiram que os cantores se apresentassem com sons muito mais adaptados ao timbre e pudessem sublimar esses mesmos sons.

Vibrato, voz da cabeça, aquecimento, solistas, uma grande variedade de termos e universos foram então aperfeiçoados, dando à voz e ao gesto vocal não mais a determinação de um ato impensado, mas como uma técnica real que não distingue mais apenas as vozes femininas e vozes masculinas, mas as subcategorias vinculadas a cada uma delas.

Assim, a classificação da voz jamais deve ser encarada como uma forma de segregação ou exclusão. Ela não existe por se considerar que um timbre é melhor que outro e, portanto, merece maior destaque. Trata-se de uma maneira de melhor aproveitar talentos natos.

De nada adianta você chegar à aula de canto e exigir que o seu professor a torne apta a cantar em determinado tom que não é o da sua voz. Ele não fará milagres e é bem provável que, mesmo após grandes esforços, os resultados não alcancem o esperado.

Entretanto, quando você chega às aulas de canto e pede auxílio ao seu professor para aprimorar tecnicamente o seu talento, os resultados podem ser surpreendentes. E isso fará com que você se motive ainda mais a continuar estudando e se desenvolvendo.

Quanto mais você se sentir à vontade com a sua voz, mais progredirá rapidamente e sem esforço, ou quase! Então, pronto para dar o grande passo e testar sua voz? Que tal começar entrando em nossa plataforma Superprof para encontrar um professor particular de canto?

Precisando de um professor de Canto ?

Você curtiu esse artigo?

5,00/5, 1 votes
Loading...

Marcia

Jornalista. Professora. Tradutora. Bailarina. Mãe. Mulher. Dedicada às minhas lutas diárias. Em constante transformação. Escrevo para vencer as inquietações e incertezas da vida.