"É melhor ser uma boa cantora popular do que uma má cantora de ópera."
Maria Callas

É verdade! O canto e a técnica vocal são disciplinas muito especiais, onde as cordas vocais e a respiração são combinadas com um professor de canto que dirige a coisa toda. Homens e mulheres não têm o mesmo tipo de voz e, quando for o caso, isso será enfatizado.

De fato, o tamanho das cordas vocais ou da cavidade ressonante (como a boca, por exemplo) são elementos concretos, que nos permitem afirmar que existem tipos de vozes geralmente específicos para cada sexo. A mulher, por exemplo, tem várias tessituras, de acordo com especialistas.

É por isso que encontramos algumas que cantam mais baixo e outras que têm o timbre mais suave. São essas variáveis que diferenciam uma artista de outra. Está aí também uma razão pela qual, em algumas competições musicais divididas por categoria, homens e mulheres não concorram entre si.

Uma mulher cantando de olhos fechados
Descubra os critérios usados para classificar as vozes de mulheres. | Imagem: Unsplash

Mas então, quais são os diferentes tipos de vozes femininas ? É isso que veremos imediatamente!

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Treinando os vocais: quatro categorias de vozes femininas

Veremos mais adiante que as coisas não são tão simples mas, em resumo, existem quatro tipos principais de vozes femininas. Do mais grave ao mais agudo, será possível fazer arte lírica, cantar com um violino ou reproduzir sons barrocos. Mas quais são, afinal, essas quatro vozes?

A voz feminina grave

Primeiro, no topo da escala, encontramos o contralto que, é preciso dizer, é bastante raro. Também presente em crianças ainda mais raramente, essa escala indica uma voz grave, muito grave. Um cantar que nos envolve e embala, como Maurane.

E entre os famosos contraltos, que fazem você querer expressar sua voz, encontramos:

  • Marian Anderson;
  • Jocelyne Taillon;
  • Marie-Nicole Lemieux;
  • Ivete Sangalo;
  • Maysa;
  • E muito mais!

Existe também, nas mulheres (e crianças), um tipo de timbre que simplesmente é a voz de uma mulher grave, que é comparada à voz de contra-tenor dos homens. Desde o século XIX, esse tipo de voz se estende do solo 2 até o meio 4.

Criança na rua cantando com violão rosa
O vocal feminino no canto também pode ser forte. | Imagem: Unsplash

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O fato é que a voz do contralto é freqüentemente comparada à chamada voz "natural", que utiliza os melhores códigos líricos, a dicção e o tom de voz de forma o mais simples possível para transmitir as canções para o público.

Mas e as vozes agudas de mulheres? Como a reconhecemos?

Algumas mulheres procuram por uma aula de canto para desenvolver seu talento musical e descobrir em qual categoria se enquadram.

A voz feminina aguda

As vozes mais musicais e harmônicas são frequentemente - às vezes erroneamente - equiparadas às vozes agudas. E, no entanto, essas ocorrências estão entre as mais prevalentes em meio às mulheres e podem se classificar em dois tipos principais:

Primeiro, encontramos mezzo-sopranos, que poderia ser descrito como voz intermediária, leve e rica musicalmente. De fato, uma mulher com uma voz mezzo soprano poderá cantar muitas técnicas vocais, sua tessitura permite que ela faça parte de um coral da mesma maneira que canta música contemporânea.

Esse tipo de voz é bastante difundido entre as mulheres, tanto que uma parte bonita do repertório musical é dedicada a ele. Ela é representada por cantoras como Cecilia Bartoli, Marilyn Horne, Brigitte Fassbaender, Cathy Berberian, Elba Ramalho, Rita Lee e muito mais!

Então vem uma voz mais aguda, a voz soprano. Muito popular entre mulheres e crianças, pode cantar um grande número de músicas e melodias, com um virtuosismo que a cantora Sandy personifica muito bem, por exemplo!

Mas esse não é o único caso no Brasil! E entre os sopranos mais famosos, encontramos:

  • Ângela Maria;
  • Anitta;
  • Marjorie Estiano;
  • Fernanda Abreu;
  • Kelly Key;
  • Gal Costa;
  • E muito mais!

E se isso não fosse tudo? E se o mundo vocal fosse ainda mais rico e emocionante do que isso? Parece coisa de cinema, não é mesmo?

Porque sim, encontramos subcategorias de vozes femininas, o que nos permitiriam nos posicionarmos de maneira mais precisa na curva das vozes existentes e, assim, cantar músicas muito mais adaptadas, mais agradáveis ​​para as outras pessoas, mas também para nós!

Lembre-se de que as aulas de canto dificilmente mudarão o seu timbre. Elas apenas ajudarão você a aprimorar seu talento e desenvolver uma maneira mais ritmada de cantar.

Curso de canto online: descubra as subcategorias de vozes femininas

E sim, enquanto classificamos as vozes femininas em quatro famílias grandes, às vezes é apropriado dividí-las com mais precisão, para organizá-las em diferentes caixas e técnicas musicais. Diafragma, laringe, fonação, audição são muitos os critérios que determinam a voz e vocalizam e eles atuam de forma mais ou menos específica.

Menina se apresentando e cantando e bandana na cabeça
Algumas cantoras brasileiras se tornaram famosas graças ao seus timbres e tecnicas vocais. | Imagem: Unsplash

Existem três sub-famílias principais de vozes: vozes leves, vozes líricas e vozes dramáticasDo mais claro ao mais escuro, estamos falando de um leque bastante grande de possibilidades, dentro de cada tipo de voz. Você precisa estar pronta para cantar o que combina com você!

Os tons leves serão os mais capazes de acompanhar com agilidade os sons, por meio de algumas notas altas, além das comuns. As vozes líricas, entretanto, representam a categoria intermediária para as mulheres, enquanto as vozes dramáticas são menos ágeis, mas mais confortáveis ​​no baixo.

Um exemplo de voz feminina

Tomemos o exemplo da voz soprano! No início de sua carreira, Nathalie Dessay era uma soprano leve e, portanto, podia cantar com um tom muito alto, acompanhado por vocalistas e ritmo muito preciso.

Muitas vezes, há uma tendência a adicionar uma subcategoria extra acima das leves: a soprano coloratura, que tem uma nuance peculiar. Em suma, um mundo está chegando para nós: o mundo da técnica vocal!

O soprano lírico é o que tendemos a chamar de soprano curto! Mais poderoso que um soprano leve, também permite mais exercícios vocais, mais expressão enfim!

Finalmente, há também o soprano dramático, que personifica perfeitamente a famosa cantora Maria Callas, sobre a qual conversávamos anteriormente. Esta é a subcategoria da voz mais grave, onde o tom se torna mais escuro e mais poderoso também. Ela tem uma ou duas notas mais graves que a voz soprano lírica.

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Conheça as vozes femininas que fizeram a história do canto brasileiro

Muitas vezes, tendemos a pensar que a história do canto feminino se remete apenas à cantoras de ópera italianas ou mesmo àquelas que se tornaram famosas após emplacar suas canções em grandes produções de Hollywood. É claro que esses grupos têm sua importância na história internacional, mas vamos falar história nacional?

Afinal, por aqui também viveram (e ainda vivem) mulheres que fizeram história com suas vozes. Listamos algumas delas para você conhecer.

Criança com microfone na mão timida para cantar
Cantoras brasileiras que fizeram história são inspiração para a nova geração que dá seus primeiros passos em aprender canto. | Imagem: Pexel

1. Aracy Cortês

Aracy Cortês é hoje considerada por alguns como precursora do canto brasileiro. De família muito rígida, ainda na juventude, mudou-se para Catumbi, onde conheceu Pixinguinha e foi inspirada por sua flauta.

A partir de então, passou a se apresentar nos teatros da cidade, onde se tornou rapidamente conhecida pela sua voz soprano e jeito peculiar de se apresentar. Após emplacar os sucessos "Que Pedaço" e "Jura", ajudou ainda no início da carreira de dois importantes compositores: Assis Valente e Ary Barroso.

Isso tudo aconteceu na década de 30, época em que havia uma predominância quase unânime de vozes masculinas em nosso país. Por essa razão, ela pode ser considerada pioneira nesse sentido.

O gênero musical destacado por Aracy foi o samba canção, e as letras assumiram uma melancolia maior que a existente no boleto. O amor romântico e não realizado expressado nas canções era chamado de "dor de cotovelo" ou "fossa".

2. Carmem Miranda

Carmem Miranda nasceu em Portugal, mas mudou-se para o Brasil com apenas 10 meses, por isso a consideramos brasileira. Tornou-se famosa não só em nosso país, mas também nos Estados Unidos, tendo se tornado uma espécie de ícone da voz brasileira feminina no exterior.

Na década de 30, emplacou: "Eu fiz tudo para você gostar de mim" e se tornou a primeira artista a assinar um contrato com uma emissora à época. Além da voz, tornou-se destaque também pelo seu figurino, que incluía chapéus de frutas e muitas cores.

Com o passar do tempo, seu visual acabou "roubando a cena", e tirando o foco do talento de sua voz. Ela tentou, por diversas vezes, reverter essa questão. Sem sucesso! Seu estilo era visto como símbolo do exotismo latino pelos americanos e considerado inautêntico pelos brasileiros.

Apesar disso, Carmem pode ser considerada um grande avanço na história da música brasileira.

Carmen Miranda ficou famosa não só pela sua voz, mas também pelas frutas que carregava na cabeça durante suas performances musicais.

3. Emilinha Borba

Emilinha Borba foi uma das mais famosas intérpretes do século XX no Brasil. Seu talento já se manifestou desde a infância, quando começou a se apresentar em programas de calouros. Embora contra a vontade da mãe, seguiu com suas apresentações e ganhou o primeiro prêmio aos 14 anos.

Artisticamente apadrinhada por Carmem Miranda, gravou seu primeiro disco solo em 1939. No mesmo ano, atuou também no filme "Banana da terra".

Dez anos mais tarde, Emilinha gravou "Chiquita Bacana" e já era considerada vencedora do concurso "Rainha do Rádio", da Rádio Nacional, desbancando as irmãs Linda Batista e Dircinha Batista, que já vinham vencendo por anos consecutivos. Porém, algo inesperado aconteceu: surgiu uma nova cantora de nome Marlene e venceu o concurso!

Entretanto, isso aconteceu porque a compra de votos para esses concursos era comum à época e Marlene, tendo estrelado o comercial de uma nova bebida, recebeu patrocínio para tais compras. Tal fato deixou os fãs de Emilinha insatisfeitos. Só em 1953 é que veio a vitória de Emilinha, no concurso.

4. Dalva de Oliveira

Dalva de Oliveira foi uma das vozes brasileiras de maior destaque. Seu tom ia do contralto ao soprano, e era considerada um verdadeiro "rouxinol brasileiro".

Em 1937, gravou junto com a dupla Preto e Branco, formando assim o "Trio de ouro", tendo deixado a composição mais tarde para viajar à Venezuela.

Quando voltou, iniciou sua carreira solo, e ficou conhecida por alguns sucessos como "Tudo acabado" e o samba-canção "Ave Maria". Venceu o concurso Rainha do Rádio em 1951. Em seguida, partiu para a Argentina, onde conheceria seu segundo marido e participaria de dois filmes.

Na primeira versão de "Branca de Neve e os sete anões", em 1938, Dalva dublou a voz da protagonista. Além disso, durante sua carreira, participou de coros em discos de vários famosos, como Carmem Miranda, Orlando Silva e Mario Reis.

5. Maysa

Descubra um pouco mais sobre a história de Maysa e como ela marcou cantores e cantoras de toda uma geração.

Além de cantora, Maysa também foi compositora, instrumentista e atriz. Desde a infância, Maysa sonhava ser cantora e se apresentava para a família.

Embora romântica e vaidosa, era uma jovem à frente do seu tempo, já que usava calças e cabelos curtos, além de fumar e beber em público. Tais hábitos não eram vistos com bons olhos àquela época conservadora. Também divorciou-se do primeiro marido, já que este não aceitava a sua carreira.

E seguiu assim, sempre priorizando o seu talento. Tanto que, seu único disco gravado, vendeu milhares de cópias e se tornou conhecida em todo o mundo, tendo sido convidada para shows internacionais.

Sua trajetória foi marcada pela sua singularidade vocal, e também pelos escândalos nos quais se envolvia. Brigas, traições, nudez e tentativas de suicídio faziam parte da sua vida.

Sua voz possuía um viés triste e melancólico, o que fez dela a intérprete ideal para algumas notas de samba-canção. Também se identificou com a bossa-nova, que foi o movimento seguinte, apesar de ter uma tonalidade que se aproximava também do bolero.

Sua gravação de "Ne me quitte pas" foi um claro exemplo de sua interpretação sentimental e cheia de expressão. Após anos de depressão, morreu de forma trágica em um acidente automobilístico, mas seu nome é lembrado até hoje como um grande símbolo da história da música brasileira.

6. Nana Caymmi

Filha do compositor Dorival Caymmi e da cantora Stella Maris, teve seu talento aflorado desde cedo, quando gravou, em dueto com o pai, uma canção que ele havia composto para niná-la quando bebê.

Sua carreira seguiu-se com a gravação do primeiro disco solo, e com a assinatura de um contrato com a TV Tupi, onde se apresentaria regularmente. Em 1964, conseguiu emplacar a canção "Das rosas", não só aqui no Brasil, mas também nos Estados Unidos.

Foi citada em um poema por Carlos Drummond de Andrade e chegou a se apresentar até mesmo em Punta del Este, no Uruguai. Sua carreira ainda incluiu apresentações em Portugal, França e Espanha.

Foi admirada por diversos famosos da época, dentre os quais Caetano Veloso, que considerou a sua apresentação de "Medo de amar", uma das mais famosas da música brasileira.

Em 1998, emplacou a canção "Resposta do tempo", que se tornou trilha sonora da abertura de "Hilda Furacão". Em 2010 também podemos dar destaque a um documentário sobre a cantora, lançado no Brasil e em alguns dos principais festivais internacionais.

7. Clara Nunes

Impossível não ver as referências à cultura africana absorvida pelo povo brasileiro nas performances de Clara Nunes.

Clara Nunes pode ser considerada uma das maiores e melhores intérpretes brasileiras. Pela revista Rolling Stones, foi classificada como a nona maior voz brasileira, inclusive.

Sua música era focada na cultura e no folclore brasileiro, os quais ela estudava e desejava apresentar ao mundo, em suas performances no exterior. Suas canções traziam elementos da umbanda e das tradições afro-brasileiras. Foi ainda a primeira mulher a vender 100 mil cópias de discos, o que era considerado improvável para mulheres àquela época.

Seu primeiro concurso de música foi vencido ainda na infância. Começou a trabalhar muito cedo, como tecelã, para ajudar a pagar as contas da família. À época, conheceu diversos artistas e adotou o nome artístico "Clara Nunes".

Após vencer concursos, trocou o emprego na fábrica de tecidos pela atuação na Rádio Inconfidência, de Minas Gerais, tendo sido considerada, por anos seguidos, a maior cantora do Estado.

Do bolero ao samba, a carreira de Clara Nunes seguiu-se com diversas apresentações em outros Estados brasileiros e no exterior. Morreu aos 40 anos, vítima de complicações de uma cirurgia de varizes e é, até hoje, lembrada e homenageada como símbolo da cultura e da música brasileira.

8. Elis Regina

Elis Regina é considerada por alguns a maior cantora brasileira de todos os tempos. Foi um dos destaques do gênero bossa-nova e sua voz pode ser classificada como mezzo-soprano. Seu estilo único de se apresentar, girando os braços se tornaram uma espécie de "marca registrada", tendo rendido apelidos como "Elis-coptero" e "Hélice Regina".

Aprender canto se inspirando em Elis Regina pode parecer simples, mas o que esta cantora tem de talento ela tem de técnica!

Elis foi a primeira artista revelada nos festivais da música da década de 60 e não obteve grande sucesso nos primeiros LPs. A cantora só se revelou de verdade em 1965, a partir de quando foi convidada para atuar na televisão.

Faleceu aos 36 anos, vítima de uma overdose pelo consumo excessivo e cocaína e bebidas alcoolicas. Entretanto, seu legado com a música prevalece até hoje.

Em 2013, foi eleita pela revista Rolling Stone a melhor voz da música brasileira e ficou também em 14º lugar na lista dos maiores artistas brasileiros (foi a mulher melhor classificada). Também teve um musical lançado, no mesmo ano, em sua homenagem.

Na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, Elis tem um espaço reservado, com um importante acervo de sua obra. Em 2016, foi lançado um filme sobre sua vida e, em 2019, sua história virou tema central de uma minissérie.

Por que classificar as vozes das mulheres na hora de aprender a cantar?

A magia das cores vocais não para de nos impressionar! Seja como for, classificar as vozes femininas permitirá que as mulheres coloquem suas vozes na escala vocal e sejam mais capazes de oferecer canções apropriadas, de acordo com repertórios e compositores.

O mais importante é saber como se colocar na escala das vozes, para não definir sua carreira de cantora com erro. Porque, logicamente, independentemente dela ser baixa ou alta, cada tessitura terá tipos muito diferentes de música.

Imagine? Você pensa que tem uma voz profunda, decide cantar hard rock, mesmo que seja um soprano leve! Atenção à altura! Este é um pequeno exemplo, mas indica que é importante aprender sobre suas habilidades antes de iniciar uma carreira.

Não hesite em se aproximar de um professor de canto (no Superprof, por exemplo) para ajudá-lo a encontrar seu tipo de voz (claro que isso não é um jogo ou uma ciência exata!), sob a orientação de seu especialista. Como uma música não está adaptada à sua voz, é fácil estar enganado e cansar as cordas vocais.

Mulher cantando com fone de ouvido
Entender qual o seu timbre ajuda você a desenvolver o seu talento. | Imagem: Pexel

Para o pequeno ponto histórico, é apenas no início do século XIX que as subcategorias de vozes femininas aparecem. Antes de meados do século XVIII, as vozes masculinas e femininas podiam ser distinguidas apenas pela definição entre vozes baixas e altas.

Os tipos de vozes foram gradualmente refinados, até atingir as cores dramáticas ou líricas que acabamos de ver, no início do século XIX. Essas qualificações permitiram que os cantores se apresentassem com sons muito mais adaptados ao timbre e pudessem sublimar esses mesmos sons.

Vibrato, voz da cabeça, voz de peito... Uma grande variedade de termos foram então aperfeiçoados, dando ao gesto vocal não mais a determinação de um ato impensado, mas uma técnica real que não distingue apenas as vozes femininas das vozes masculinas, mas também as subcategorias vinculadas a cada uma delas.

Assim, a classificação vocal jamais deve ser encarada como uma forma de segregação ou exclusão. Ela não existe por se considerar que um timbre é melhor que outro e, portanto, merecedor de maior destaque. Trata-se de uma maneira de aproveitar melhor talentos natos.

De nada adianta chegar à aula de canto e exigir que a professora transforme o aluno em algo que seus vocais não alcançam. Profissionais podem ensinar com exercícios e treinamento, mas não com milagres. E é bem provável que, mesmo após grandes esforços, os resultados não cheguem ao esperado.

Entretanto, quando você chega a cursos de canto e pede auxílio ao seu professor para aprimorar técnicas, os resultados podem ser surpreendentes. E isso fará com que você se motive ainda mais a continuar treinando e se desenvolvendo.

Para alunos e professores de canto: melhores vozes femininas de todos os tempos

Quem são as maiores vocalistas femininas de todos os tempos? São muitas as fontes online que tentam fazer este tipo de classificação.

Das célebres divas da velha guarda às artistas mais populares da atualidade, as listas que tentam classificar as melhores vozes de cantoras mulheres têm por objetivo celebrá-las, já que elas marcaram épocas com canções poderosas e forte presença em apresentações ao vivo.

Deixamos aqui um clássico de Whitney Huston para o seu treinamento de técnicas vocais!

Na lista que apresentamos abaixo, as principais cantoras estão vivas, como Adele Madonna, Mariah e Celine. No entanto, algumas delas já se foram deste âmbito musical, e há algum tempo não estão mais entre nós, como Whitney Huston e Aretha Franklin, embora suas músicas continuem a tocar nas rádios e suas performances musicais a inspirar alunos e professores em aulas de canto.

São elas:

  1. Whitney Huston
  2. Mariah Carey
  3. Celine Dion
  4. Christina Aguilera
  5. Aretha Franklin
  6. Adele
  7. Beyoncé
  8. Katy Parry
  9. Amy Lee
  10. Madonna

Claro que fazer uma lista como esta pode acabar sendo um ato traiçoeiro, pois existem muito mais que dez vozes na história da música nacional e internacional que deixaram marcas e inspiram exercícios e treinamentos vocais em vários tipos de cursos de canto.

Se você é aluno e deseja se lançar na aventura de se tornar cantor ou cantora, seja profissional ou amador(a), então nada melhor do que começar escutando essas divas.

A prática leva à perfeição, mas nada melhor do que ter uma professora de canto ao seu lado para te ajudar com conteúdo e exercícios para treinamento de respiração, além de dicas que podem valer ouro na mão de cantores profissionais!

E então, você está pronta para dar um grande passo e se lançar no exercício das suas cordas vocais?

Que tal começar entrando na plataforma Superprof para encontrar uma professora particular de canto?

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Marcia

Jornalista. Professora. Tradutora. Bailarina. Mãe. Mulher. Dedicada às minhas lutas diárias. Em constante transformação. Quando não há mais nada a dizer, escrevo!!!