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Por que escolher a área de humanas?

De Fernanda, publicado dia 18/09/2019 Blog > Apoio Escolar > Orientação Vocacional > Orientação vocacional: cursos superiores em humanidades

O estudo dos homens, suas relações, sua história e seus pensamentos. Nas Ciências Humanas, o ser humano é a base de tudo. A princípio, para aqueles que preferem os cálculos, pode parecer uma ciência muito complexa e que traz poucas respostas. No entanto, hoje em dia, para o mercado de trabalho, é fundamental ter habilidades nessa área do conhecimento. Por exemplo: o trato com outras pessoas, o atendimento ou o trabalho em equipe têm estado entre as competências mais valorizadas de qualquer profissão contemporânea.

As ciências humanas ou humanidades são conhecimentos criteriosamente organizados da produção criativa humana, estudada por disciplinas como filosofia, história, direito, antropologia cultural, ciência da religião, arqueologia, teoria da arte, cinema, administração, dança, teoria musical, design, literatura, letras, filologia, entre outras. O ponto comum entre essas ciências é o objetivo de desvendar as complexidades da sociedade humana, do aparelho psíquico e de suas criações, ou seja, têm o ser humano como seu objeto de estudo ou o seu foco.

As humanidades são uma área do conhecimento voltada para o estudo do homem e de suas criações enquanto ser social. As principais disciplinas que compõem essa área do conhecimento são: Sociologia, Filosofia, Comunicação, Psicologia, Geografia, História, Administração, Ciência Política, Letras, Pedagogia, Direito, Relações Internacionais, entre outras.

No entanto, engana-se aquele que acredita que os estudos superiores em humanas se resumem à análise, à contemplação e à teoria. Nessa área, muitos cursos comportam tanto teoria quanto a prática. Quer um exemplo? Veja o curso de jornalismo. De forma direta, podemos dizer que ele é simplesmente o estudo da prática da palavra falada em reportagens de rádio, tv, internet ou impresso.

Ainda em dúvida sobre qual curso superior escolher para construir a sua carreira?

A nossa comunidade Superprof está aqui para isso! Nesse artigo, trazemos algumas dicas e mais informações sobre os caminhos possíveis na área de humanas.

Por que humanidades?

Orientação vocacional: as ciências humanas e suas carreiras. Quais as formações e profissões possíveis para aqueles que gostam de humanas?

Pois bem: você conseguiu chegar à etapa mais importante da sua vida! Os anos finais do Ensino Médio exigem dedicação, disciplina, mas sobretudo conhecimento e segurança para conseguir decidir sobre o seu futuro profissional e acadêmico.

Se você é uma pessoa que gosta muito de ler e adora um bom debate e bastante reflexão, os cursos de humanas e de ciências sociais são efetivamente uma excelente opção. Ao contrário das Ciências Exatas ou até das Biológicas, nem sempre você vai encontrar resultados precisos e matemáticos para seus questionamentos!

Além disso, o mundo contemporâneo tem exigido cada vez mais uma formação humana integral, ou seja, mais humanística. É preciso que o profissional tenha uma boa perspectiva em termos de construção da cidadania, da consciência social e da ética individual e coletiva. Observe que tanto em ambientes corporativos quanto no terceiro setor, a cidadania e a responsabilidade social são valores muito em alta tanto no mercado de trabalho quanto na prática profissional do dia a dia.

E então, você sempre teve uma queda pela área de humanas e nunca soube muito bem para qual curso superior se direcionar?

Vamos começar conhecendo as diferentes modalidades de estudos superiores existentes e reconhecidas pelo MEC:

  • Bacharelado: ao concluir o curso de graduação em diversas áreas, é concedido o título de bacharel aos estudantes. Sua média de duração pode variar de 3 a 6 anos.

 

  • Licenciatura: o estudante que recebe seu título fica apto a ministrar aulas em escolas do Ensino Médio, Fundamental e Infantil. A demanda de professores cresce a cada dia, visto a necessidade de capacitação dos mesmos para que possam ministrar aulas.

 

  • Tecnólogo: é uma opção para aqueles que desejam ter um diploma superior mas preferem uma formação mais focada no mercado de trabalho e menos no aspecto acadêmico. Depois de concluir a formação, o estudante recebe o título de tecnólogo e não de bacharel. Os cursos, além de serem ofertados na modalidade presencial, são facilmente encontrados na modalidade EAD ou semipresencial. Com uma duração mais curta – em geral 2 anos e meio –, possuem grade curricular voltada para áreas mais específicas da TI. Instituições como Senac, Senai, IFES e UFMS oferecem formações de tecnólogos reconhecidas e de qualidade. Dica: é importante sempre se certificar de que a grade curricular e o diploma seja reconhecido pelo MEC.

Opções de cursos superiores de humanas

Profissões de humanidades. Biblioteconomia é um curso que se renovou hoje em dia: as empresas estão cada vez mais buscando especialistas em ciência da informação.

Primeiro passo ao avaliar os diferentes cursos de humanas: dispa-se de preconceitos. Atualmente, em um mercado de trabalho no qual cada vez mais surgem novas ocupações para os estudantes das humanidades, aumentam as chances em todos os campos, inclusive em áreas como Ciência Política e Filosofia.

Certo: então você acaba de concluir o seu teste vocacional e sua área de interesse é humanas. Vamos conhecer os principais cursos superiores existentes? Selecionamos aqui a descrição de algumas profissões com curadoria e pesquisa do Guia do Estudante, da conhecida Editora Abril:

  • Arqueologia é a ciência que estuda as sociedades humanas por meio de objetos que foram produzidos e utilizados no passado. O arqueólogo explora e analisa materiais encontrados embaixo da terra para estudar a sociedade e as características que ajudaram a constituir as sociedades que conhecemos hoje. Com seu conhecimento de história e um olhar analítico, esse profissional tem condições de pesquisar e descobrir como foi feita a ocupação humana no passado por meio da observação e análise de marcas espalhadas pelo território, como a composição do solo e a coloração da terra.

 

  • Direito é a ciência que cuida da aplicação das normas jurídicas vigentes em um país, para organizar as relações entre indivíduos e grupos na sociedade. Zelar pela harmonia e pela correção das relações entre os cidadãos, as empresas e o poder público é a função do bacharel em Direito. Para isso, ele analisa as disputas e os conflitos com base no que está estabelecido na Constituição e regulamentado pelas leis, defendendo os interesses do cliente em diversos campos, como penal, civil, previdenciário, trabalhista, tributário, direito internacional e comercial.

 

  • Filosofia é a prática de análise, reflexão e crítica na busca do conhecimento do mundo e do homem. O filósofo dedica-se a investigar e a questionar com profundidade e rigor metodológico a essência e a natureza do universo, do homem e de fatos. Estuda as grandes correntes do pensamento e a obra dos filósofos. Faz reflexões sobre questões éticas, políticas, metafísicas e epistemológicas, além de buscar compreensão teórica de conceitos, como os de espaço, tempo, verdade, consciência e existência.

 

  • História é o campo do conhecimento que estuda o passado humano em seus vários aspectos: economia, sociedade, cultura, ideias e cotidiano. O historiador investiga e interpreta criticamente os acontecimentos, buscando resgatar a memória da humanidade e ampliar a compreensão da condição humana. Seu trabalho se baseia, principalmente, na pesquisa de documentos, como manuscritos, impressos, gravações, filmes, objetos e fotos.

 

  • Pedagogia: a área que trata dos princípios e métodos de ensino, na administração de escolas e na condução dos assuntos educacionais. O pedagogo, que trabalha para garantir e melhorar a qualidade da educação, tem dois grandes campos de atuação: a administração e o magistério, de modo que pode tanto gerenciar e supervisionar o sistema de ensino quanto orientar os alunos e os professores. Em órgãos do governo, estabelece e fiscaliza a legislação de ensino em todo o país. Em escolas, orienta e dirige os professores, com o objetivo de assegurar a qualidade do ensino. Também é ele quem verifica se os currículos estão sendo cumpridos e se condizem com as leis educacionais.

 

  • Relações Internacionais: a condução das relações entre povos, nações e empresas nas áreas política, econômica, social, militar, cultural, comercial e do Direito. Esse bacharel analisa o cenário mundial, investiga mercados, avalia as possibilidades de negócios e aconselha investimentos no exterior. Promove entendimentos entre empresas e governos de diferentes países, abrindo caminho para exportações, importações e acordos bilaterais ou multinacionais. A internacionalização da economia amplia o campo de atuação desse profissional, que pode trabalhar em ministérios, embaixadas e consulados, grandes empresas, bancos e ONGs. 

 

  • Teologia: são o estudo e a análise das religiões num contexto histórico específico e sua influência sobre os processos antropológicos e sociológicos. O bacharel em Teologia pesquisa a história, os fenômenos e as tradições religiosas, estudando e interpretando textos sagrados, doutrinas e dogmas. Munido de seus conhecimentos, esse profissional analisa a influência da religião sobre a organização e a dinâmica dos grupos sociais e das sociedades, associando essas informações a outras áreas de conhecimento, em especial a das ciências humanas, como a antropologia e a sociologia.

Quais são as opções de cursos superiores em humanidades? Fotojornalismo: uma prática especialização na área de humanas.

  • Ciências Sociais: trata-se do estudo das origens, do desenvolvimento, da organização e do funcionamento das sociedades e culturas humanas. O cientista social estuda os fenômenos, as estruturas e as relações que caracterizam as organizações sociais e culturais. Ele analisa os movimentos e os conflitos populacionais, a construção de identidades e a formação das opiniões. Pesquisa costumes e hábitos e investiga as relações entre indivíduos, famílias, grupos e instituições. Desenvolve e utiliza um conjunto variado de técnicas e métodos de pesquisa para o estudo das coletividades humanas e interpreta os problemas da sociedade, da política e da cultura.
  • Geografia: é a ciência que estuda a superfície, o clima e a vegetação do planeta e sua ocupação pelo homem. O geógrafo estuda o solo, o relevo, o clima, a distribuição das águas e a vegetação da Terra. Também analisa a organização das populações e sociedades, sua relação com o ambiente e a ordenação social e econômica de espaços urbanos e rurais. Elabora planos diretores de municípios e diagnósticos para a redução do impacto ambiental em regiões poluídas ou ameaçadas pela construção de grandes obras.

 

  • Letras: o estudo da língua portuguesa e de idiomas estrangeiros e de suas respectivas literaturas. O bacharel em Letras pesquisa e ensina o português e idiomas estrangeiros e a literatura brasileira e de outros povos. Em geral, ele se especializa em uma língua moderna, como inglês, espanhol, francês e alemão. Mas também pode dedicar-se a línguas clássicas, como latim e grego. Essa é uma área em que é preciso estudar sempre, a fim de manter o domínio dos idiomas e estar atualizado com as novas expressões idiomáticas.

Saiba que você sempre pode consultar todos os cursos de Ciências Humanas reconhecidos pelo MEC no portal e-mec.

Em outras palavras, as ciências humanas englobam um vasto conjunto de conhecimentos criteriosamente organizados acerca da criativa produção humana. O que une todas essas áreas do Conhecimento é o objetivo de desvendar as complexidades do pensamento humano, tanto quanto indivíduo quanto em coletivo.

Em suma, o ser humano é o objeto de estudo. Essa área lida com o pensamento e a produção de conhecimento a respeito da condição humana, erigindo discursos específicos que cobrem praticamente todo aspecto da expressão humana.

Note, no entanto, que muitas pessoas ainda confundem certas sub-áreas das Ciências Humanas com Ciências Sociais Aplicadas. No caso dessa última área, é possível encontrar cursos como Direito, Administração de Empresas, Cinema, Design, Dança e vários outros. Observe que o caráter de aplicação prática no cotidiano do futuro profissional é um diferencial interessante se em comparação com certos ramos teóricos como a linguística, gramática, filosofia, etc.

É através do conhecimento científico autêntico que a Ciência consegue discriminar fantasia de realidade.

Ciência Humana versus Ciência empírica (método científico)

Esse é um embate bastante antigo, mas ainda digno de uma breve nota. Lembramos que existe uma certa ambiguidade e confusão acerca do uso de termos como “ciência”, “ciência empírica” e “método científico”, dentro do repertório da “ciência humana”. Vamos esclarecer isso de uma vez por todas? Confira aqui!

É bom lembrar que, etimologicamente, a palavra “ciência” tem origem no latim e significa conhecimento. Tendo isso em mente, o termo “ciência” pode se aplicar adequadamente a qualquer ramo do conhecimento ou estudo que lide com fatos ou verdades, sistematicamente organizados, para demonstrar a operação das leis gerais.

Para os pensadores positivistas, a única forma de conhecimento científico palpável e validável é aquela que se origine na comprovação das teorias através de rigoroso método científico, da aplicação de conhecimento ou da matemática.

A ciência empírica, portanto, é baseada no conhecimento sobre o método científico: uma abordagem sistemática que visa, primeiramente, à verificação de teorias que lidam com fenômenos físicos naturais, com ênfase na observação sensorial. Observe que mesmo entre os positivistas e outras linhas de pensamento existe uma ampla discussão acerca do que seria o método científico válido.

Recentemente, no entanto, o emprego do termo estendeu-se a certos fenômenos sociais humanos e, desse modo, as ciências naturais e as ciências sociais passaram a ser classificadas como ciência. Enquanto o estudo dos clássicos – línguas, literatura, música, filosofia, história, religião e artes visuais – tornaram-se presença no campo das humanidades.

Segundo Pierre Lévy, a futura revolução pela qual as ciências humanas passará envolve o emprego da inteligência coletiva, aquele conhecimento acumulado e compartilhado por toda uma espécie ou grupo de indivíduos.

A tecnologia pode tirar as ciências humanas da Idade Média

Em entrevista prestada à Folha de São Paulo, em 09 de setembro desse ano, o filósofo franco-canadense Pierre Lévy afirma que as ciências humanas necessitam passar por uma revolução, assim como passaram as ciências naturais. E que a tecnologia será a ferramenta-mestra na promoção desse novo contexto. Segundo o filósofo, infelizmente, “nas humanidades, ainda estamos na Idade Média”.

De acordo com Lévy, a inteligência coletiva não é algo novo na natureza. Basta observarmos o nível de organização em que insetos, como as formigas, por exemplo, compartilham informações entre si, sinalizando onde estão as coisas boas para comer. Imagine esse processo atuando nos seres humanos, que possuem o desenvolvimento da linguagem como ferramenta transformadora.

O pensador recorda que a primeira grande revolução na história da comunicação humana foi a invenção da escrita, que trouxe como consequência uma sociedade mais hierarquizada, dividida entre os que sabiam ler e aqueles que não sabiam. Em seguida, houve a revolução da invenção do alfabeto, os algarismos arábicos com o número zero e a invenção do papel, pelos chineses.

Depois surgiu a invenção da imprensa, e, na sequência, a do rádio e televisão. Hoje temos o boom tecnológico, com o advento dos computadores pessoais, a internet e os smartphones. Note que, fundamentalmente, essas invenções automatizaram a transmissão de linguagem e de símbolos.

Lévy observa que cada vez que temos grandes transformações no sistema de comunicação, temos, necessariamente, uma significativa transformação na cultura e na civilização. E hoje estamos nesse estágio, pois em nosso novo sistema de comunicação, toda informação é acessível, é onipresente. E, o que é ainda mais importante: o fato de que todas as pessoas estão interconectadas.

Além disso, temos hoje a presença de robôs capazes de automaticamente transformar símbolos: como, por exemplo, fazer traduções ou cálculos estatísticos. Isso é algo absolutamente novo e suis generis em nosso contexto social.

Da mesma forma como os romanos, em sua época, teriam dificuldades em conceber um instrumento como o avião ou a bomba atômica, nós, hoje, também apresentamos dificuldade em tentar antever por quais caminhos essa revolução nos logrará.

Hoje os algoritmos são capazes de entender a linguagem natural, mas apenas através de cálculos estatísticos. Já com o IEML, o significado é diretamente acessível e pode ser empregado como um sistema semântico universal.

Como a linguagem artificial IEML se encaixa nas ciências humanas?

Primeiro, IEML – Information Economy Meta Language – é a sigla em inglês para Metalinguagem da Economia da Informação. Ainda segundo o filósofo, a IEML é uma língua, como outra qualquer, por exemplo, o português ou francês – que apresenta o diferencial de possuir semântica computável e de ter significado unívoco. Ou seja, cada palavra significa uma coisa só, sem ambiguidade. Portanto, você pode fazer computação com ela.

Lembramos que as linguagens naturais são demasiadamente irregulares. Hoje, os algoritmos são capazes de compreender a linguagem natural, mas apenas através de cálculos estatísticos. Através do IEML, o significado é diretamente acessível e pode vir a ser usado como um sistema semântico universal. Nesse sentido, este faria a análise de big data e a extração de conhecimento de dados de maneira muito mais fácil do que nas situações onde os dados encontram-se categorizados em linguagem natural.

Repare que as línguas naturais são irregulares, múltiplas e diversas. O objetivo do IEML é oferecer operabilidade semântica a todos, a dados, algoritmos, raciocínio automatizado, etc., etc. – de forma a interconectar tudo e executar as melhores traduções possíveis.

Além disso, Pierre Lévy classifica o IEML como uma linguagem de inteligência coletiva. Primeiro, a fim de que nos entendemos todos, de fato, é necessário a adoção de uma linguagem coletiva, na qual tenhamos o poder de nos entendermos mesmo através das barreiras de diferentes idiomas ou tradições culturais. Segundo o filósofo, essa é a primeira ponte que necessitamos construir.

Já a segunda ponte, afirma Lévy, seria a de ajudar pessoas e máquinas a se comunicarem melhor e de forma mais eficiente. Hoje, apenas os cientistas da computação e os programadores são os profissionais que estão aptos e conseguem “falar” diretamente com o computador.

Imagine se todos nós pudéssemos realizar tal façanha? Isso melhoraria muito a nossa inteligência coletiva enquanto espécie.

Além disso, o pensador chama a atenção para duas coisas que não irão acontecer, de acordo com ele, no futuro de nossa sociedade digital e conectada. A primeira é a resolução de que todo problema será resolvido pela tecnologia. “Isso nunca irá acontecer. Sempre vão surgir novos problemas. Não será o paraíso.” O segundo contraponto é que “não vai ser o inferno. Os robôs não irão assumir o poder. É simplesmente impossível”.

Enfim, nossa civilização muito provavelmente irá evoluir de formas que hoje nos são difíceis de prever. De qualquer forma, a qualificação de nossa inteligência coletiva é algo praticamente necessária já de hoje em diante.

Se acaso antes nunca houve tamanha oferta de informação e conhecimento disseminado na internet, temos que, necessariamente, “poder observar, entender e corrigir nossa operação cognitiva e nossa colaboração cognitiva. É um processo de reflexão”, de viabilizarmos e empregarmos uma inteligência coletiva reflexiva, segundo o pensador.

E aí, agora que você está mais por dentro do que seja as ciências humanas e o futuro que as espera, que tal se aprofundar melhor no assunto pesquisando mais a respeito de IEML? Com certeza seu futuro agradece!

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