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A evolução do Exame Nacional do Ensino Médio!

De Erico, publicado dia 05/08/2019 Blog > Apoio Escolar > ENEM > Duas décadas de progresso do Enem

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) chegou aos 20 anos de existência em 2018. O exame começou bem diferente do que é hoje. Em sua primeira edição, os estudantes tinham que responder a apenas 63 questões em um dia. Hoje, contam com uma maratona de 180 questões em dois dias de prova.

Com o objetivo de avaliar o desempenho do estudante ao término da escolaridade básica, o Enem foi criado no final da década de 1990, mais propriamente em 1998, em que era possível participar tanto os alunos concluintes quanto aqueles que concluíram o Ensino Médio, nos anos anteriores.

Além dessas características mencionadas, atualmente o Exame Nacional é mais do que isso, pois o programa é utilizado como critério de seleção para estudantes que concorreram a uma bolsa no ProUni (Programa Universidade para Todos), assim como seu resultado também é aceito no ingresso em cerca de 500 universidades, seja para complementar o processo seletivo, seja para substituir o vestibular.

Os resultados do Enem são utilizados pelo governo do país como ferramenta para avaliar a qualidade geral do ensino médio no país, orientando as políticas educacionais do Brasil. Os dados apontados por essas avaliações têm mostrado, por exemplo, a distância entre o nível do ensino público e o particular. Mesmo numa prova que avalia habilidades e competências, em detrimento da memorização de conteúdos, a diferença de notas entre alunos de um e outro sistema de ensino é de 62% de diferença nas notas em 2005.

Por fim, em duas décadas de história, o Enem passou de uma simples avaliação do estudante ao final do Ensino Médio para a maior porta de entrada para o Ensino Superior do Brasil.

Confira todas as nossas dicas sobre o Exame Nacional!

20 anos de Enem – O início de tudo!

Criação e aplicação do Enem! O propósito inicial do exame era avaliar o domínio dos estudantes em matérias aplicadas no Ensino Médio!

Criado em 1998 durante a gestão do ministro da Educação Paulo Renato Souza, no governo Fernando Henrique Cardoso, o Enem teve por princípio avaliar anualmente o aprendizado dos alunos do ensino médio em todo o país para auxiliar o ministério na elaboração de políticas pontuais e estruturais de melhoria do ensino brasileiro através dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) do Ensino Médio e Fundamental, promovendo alterações nos mesmos conforme indicasse o cruzamento de dados e pesquisas nos resultados do Enem. Foi a primeira iniciativa de avaliação geral do sistema de ensino implantado no Brasil.

Logo com a criação e aplicação do Enem em 98, era possível notar que se tratava de um programa voluntário, que tinha uma taxa de inscrição de R$ 20, sendo que sua finalidade era avaliar o domínio dos estudantes em matérias aplicadas no Ensino Médio.

A primeira edição do exame contou com 157 mil inscrições, mas pouco mais de 115 mil compareceram aos locais de realização da prova. Um número bem abaixo dos milhões de estudantes que participam atualmente da avaliação.

Os participantes presentes tinham que finalizar uma prova de 63 questões e uma redação em um período de quatro horas. A redação do primeiro Enem teve como tema “Viver e aprender”. O único texto motivador era parte da letra da música “O que é o que é” de Gonzaguinha. Algo bem mais simples do que as provas de hoje que contam com diversos textos de apoio.

A princípio, as notas do Enem não eram utilizadas para ingresso do Ensino Superior. O MEC (Ministério da Educação) tinha como intuito apenas avaliar a Educação no país para, assim, aprimorar as políticas educacionais.

Mas logo outra função conferida ao Enem era o de influenciar mudanças nos currículos de ensino médio. Para isso, buscou-se aumentar a importância do exame, e, já na segunda edição, este foi utilizado como modalidade de acesso alternativa ao vestibular de 93 instituições de ensino superior.

Década de 2000 – Evolução do Enem!

A Trajetória do Exame Nacional! Na história do Enem nota-se um número alto de participantes e a necessidade em otimizar o sistema de segurança da prova.

Passados dois anos, em 2000, o tempo de prova mudou para cinco horas e a taxa de inscrição do Enem subiu para R$ 35. Em 2001, os estudantes de escola pública, concluintes do Ensino Médio no ano da edição, passaram a ser isentos. Com isso, o número de participantes que foi de 390 mil, em 2000, saltou para mais de 1,6 milhão, em 2001. Um crescimento de mais de 400%.

Já  em 2004, o Enem ganhou uma nova importância, passou a ser critério de participação para bolsas do ProUni. O programa foi criado com o objetivo de oferecer bolsas de estudos parciais e integrais em instituições privadas. Esta novidade atraiu até mesmo quem já tinha concluído o Ensino Médio. Para se ter uma ideia, em 2006, das 3,7 milhões de inscrições para a avaliação, mais de 1,6 milhão foi de pessoas que já tinham concluído os estudos em anos anteriores.

O Enem começou a ficar mais próximo do que é atualmente com a criação do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) em 2009, que tem como finalidade selecionar os candidatos do exame para cursos de graduação em escolas públicas do Brasil.

Para que o exame se tornasse o principal meio de entrada nas instituições federais, a prova expandiu e passou a ser composta por 180 questões. A redação foi mantida, mas a aplicação passou a ser em dois dias, sábado e domingo.

Com isso, os candidatos passaram a realizar avaliações de Ciências da Natureza e Ciências Humanas no primeiro dia. Linguagens, Redação e Matemática eram as matérias que compunham o segundo dia de prova. As questões ficaram mais complexas, com enunciados mais longos e caráter mais interdisciplinar.

Também em 2009, o exame contou com 4,1 milhões de inscrições e o Enem passou a certificar para o Ensino Médio. Entretanto, tanta transformação chamou a atenção de quadrilhas especializadas em fraudes de vestibulares e uma versão do caderno de provas foi furtada na gráfica.

A aplicação do exame precisou ser cancelada e remarcada para outra data. O prejuízo foi de R$ 45 milhões. Sem contar que algumas universidades que utilizariam as notas do Enem para o ingresso no ano letivo de 2010 abandonaram o uso do exame, como por exemplo, a USP (Universidade de São Paulo) e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) que não conseguiram utilizar os resultados do Exame Nacional, devido ao atraso na divulgação dos mesmos.

A remarcação das provas para uma data posterior a um grande número de vestibulares fez com que muitos estudantes desistissem, o que criou o maior índice de abstenção da história, 37,7% de ausentes.

Outra grande falha nesta mesma edição do Enem foi a divulgação dos gabaritos imprecisos pelo Inep. O transtorno ocorreu devido a uma confusão com as cores dos cadernos de provas.

Saiba mais sobre a relevância do Enem e para que ele serve!

Década de 2010 – Novas possibilidades com a nota do Enem!

Expansão do Exame Nacional! Dentre algumas mudanças no Enem destaque para a certificação do Ensino Médio que passou a ser atribuída ao Encceja!

No ano de 2010, o rigor aumentou e o MEC passou a exigir nota mínima de 450 pontos e nota acima de zero na redação para aprovação no Enem.

Nas edições de 2011 e 2014 aconteceram novas denúncias de vazamento de questões antes da prova. A Polícia Federal que trabalha na distribuição das avaliações realizou algumas operações para investigar quadrilhas e equipamentos foram apreendidos.

Para evitar novas fraudes, diversas medidas de segurança foram implantadas: revista pessoal com detector de metais, embalagens para guardar objetos e até mesmo o monitoramento das redes sociais para fiscalizar possíveis publicações com imagens de questões. Em 2016, passaram a ser coletados dados biométricos dos candidatos, evitando que outra pessoa faça a prova no lugar do inscrito.

Expansão!

O Enem foi expandindo as opções dos candidatos que buscam o Ensino Superior. Em 2013, a média do exame passou a ser aceita para o programa Ciências sem Fronteiras e o número de participantes subiu para 7,1 milhões. Mas, o recorde de candidatos da história foi registrado no ano de 2014, com mais de 8,7 milhões de inscrições para o Enem.

Em 2015, estudantes isentos da taxa de inscrição do Enem, que faltassem dois dias de provas, deixaram de ter o direito de participar da edição seguinte. Por outro lado, a média da prova passou a ser utilizada também como critério de participação nas bolsas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

O MEC decidiu em 2017 que a aplicação do exame seria em dois domingos consecutivos. A disposição das matérias também foi alterada, sendo que, agora, os candidatos fazem as provas de Ciências Humanas, Linguagens e Redação no primeiro domingo e Ciências da Natureza e Matemática no segundo.

O que mudou também nesta edição foi a certificação do Ensino Médio que passou a ser conferida ao Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos).

Na marca de 20 anos do Enem, a estrutura não mudou, mas o segundo dia de provas passa a ter 30 minutos a mais. Além disso, a solicitação para a isenção da taxa de inscrição para o Exame Nacional passou a ser em um período anterior às inscrições gerais.

Outra alteração foi que os ausentes e isentos no Enem 2017 precisaram justificar  suas faltas para solicitar o recurso novamente na edição de 2018.

Veja aqui tudo que você precisa saber sobre a história do Enem!

O ENEM tornou-se a principal porta de entrada para o ensino superior, tornando-se fundamental no processo de obtenção de uma vaga na graduação.

Enem e o Encceja

O Enem deixou de ser critério de aprovação do Ensino Médio para jovens e adultos que não concluíram o ensino no período regular. Em 2017, o Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competência de Jovens e Adultos) voltou a ter essa responsabilidade.

O Encceja foi realizado pela primeira vez em 2002 para aferir competências, habilidades e saberes de jovens e adultos que não concluíram o Ensino Fundamental ou Ensino Médio na idade adequada. Antes, a certificação para alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) era feita por meio de provas realizadas pelas secretarias municipais ou estaduais de educação, outra opção para obtenção do certificado.

O Exame tem quatro aplicações, com editais e cronogramas distintos: Encceja Nacional para residentes no Brasil, Encceja Nacional PPL, para residentes no Brasil privados de liberdade ou que cumprem medidas socioeducativas, Encceja Exterior, para brasileiros residentes no e Encceja Exterior PPL, para residentes no exterior privados de liberdade ou que cumprem medidas socioeducativas.

Com o Encceja é possível conseguir um certificado que reconhece que o estudante cumpriu com todos os componentes curriculares do Ensino Fundamental e Médio.

A participação no exame é voluntária e gratuita. Para conseguir a certificação do Ensino Fundamental é preciso ter, no mínimo, 15 anos de idade completos na data da realização da prova. Já para o Ensino Médio é necessário ter pelo menos 18 anos.

Quais são as disciplinas no exame para o Ensino Fundamental?

O exame para o Ensino Fundamental dispõe de provas estruturadas com perguntas de:

  • Língua Portuguesa;
  • Língua Estrangeira Moderna;
  • Artes;
  • Educação Física;
  • Redação;
  • Matemática;
  • História;
  • Geografia;
  • Ciências Naturais.

Quais são as disciplinas no exame para o Ensino Médio?

Já para o Ensino Médio, o exame é composto por:

  • Linguagens, Códigos e sua Tecnologias (e também Redação);
  • Matemática e suas Tecnologias;
  • Ciências Humanas e suas Tecnologias;
  • Ciências da Natureza e suas Tecnologias.

Essas áreas foram instituídas a partir do currículo da BNCC (Base Nacional Comum Curricular); Todo o material didático pedagógico de apoio é disponibilizado pelo Inep em sua página na Internet.

Quem realizou o Encceja Nacional nos anos anteriores e não conseguiu a média para aprovação, pode se inscrever novamente no exame para eliminação do componente curricular desejado.

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Enem hoje – Principais mudanças das provas do Enem atual!

Atrasos não são permitidos! Uma das regras do Enem é a exigência quanto à pontualidade dos participantes!

Atualmente, o Enem é um importante método de avaliação dos estudante. Ao longo dos anos, ele passou por mudanças em seu formato, aumentou o número de questões e, inclusive, de dias para avaliação.

O Enem hoje é extenso e exige preparo do aluno que deve ter a consciência do que está acontecendo no Brasil e também no mundo.

As adequações foram tomando uma proporção cada vez maior e essa grandiosidade fez com que o exame auxiliasse o aluno a ingressar na faculdade. Um exemplo disso, são os programas ProUni, Sisu e Fies.

Somado a isso, com a credibilidade que o Enem ganhou ao longo dos anos, o seu resultado passou a ser utilizado pelas universidades, como parte de alguma fase de seus processos seletivos ou até mesmo como substituição ao vestibular.

Porém, o que não mudou em todo esse tempo foi a exigência da pontualidade dos participantes. Ou seja, fez a inscrição no Enem? Então, já vai se programando, conhecendo com antecedência o trajeto até o local da prova. Afinal, os portões são abertos às 12h e fecham às 13h.

É expressamente proibida a entrada posterior ao horário de fechamento dos portões. Isto porque as provas do Enem têm início às 13h30 em ponto.

Então, é interessante ter em mente que seu planejamento para o Enem vai desde a preparação de um bom plano de estudos até, digamos, uma organização quanto ao seu trajeto até o local da prova, no dia do exame, ok!

A nota do Enem para estudar fora

Com o resultado do Enem satisfatório também é possível estudar em Portugal. Isto ocorre desde o ano de 2014, quando o Ministério da Educação português definiu a forma de acesso de estudantes internacionais às instituições de Ensino Superior do País. Com a mudança, foi realizado um convênio com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).

Universidade de Coimbra, uma das mais antigas do mundo, foi a primeira a aceitar estudantes brasileiros com a nota do Enem. E, para estudar em Portugal, é necessário prestar o Enem e ver se as notas das áreas de conhecimento atendem os requisitos da universidade desejada. Ainda é preciso ficar atento ao período de inscrição da instituição.

Por outro lado, é importante frisar que os convênios do MEC (Ministério da Educação) com as universidades portuguesas não envolvem a transferência de recursos ou financiamento estudantil.

nota do Enem também é considerada para o ingresso em cursos de graduação de outros países como: Inglaterra, França, Irlanda e Canadá. Em instituições britânicas, por exemplo, a nota do exame é somada com outros tópicos como: o histórico escolar, fluência no inglês e atividades extracurriculares.

Na França, o acesso é mais complexo, pois as universidades costumam exigir que os candidatos tenham sido aprovados em cursos semelhantes no Brasil, anteriormente.

Entenda como o Enem evoluiu nos últimos anos!

A New York University, localizada nos Estados Unidos, optou por aceitar a nota do Enem para todos os cursos de graduação como substituição às provas tradicionais. Como se tratam de avaliações padronizadas, eles consideram que estudantes de outros países não receberam preparação para prestar tal prova. Assim, foi criado o Test Flex Policy que aceita exames de outras nacionalidades. Para se candidatar é necessário enviar a nota, mas a escola que cursou o Ensino Médio precisa confirmar o resultado para que a pontuação seja oficializada.

Seja em universidade pública, privada ou estrangeira, é sempre importante acompanhar de perto as exigências de cada uma delas para não deixar de lado nenhum processo, perder prazos ou não apresentar a documentação necessária.

Enfim, para quem sai do Ensino Médio, o Enem proporciona um grande número de oportunidades para dar prosseguimento aos estudos.

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Assim como o Brasil utiliza o Enem como método para avaliar a qualidade da educação no país, outros países, como a Colômbia, através de seu Instituto Colombiano para Avaliação da Educação (ICFES), também aplica exames os estudantes que terminam o ensino fundamental e médio (secundário). Desta forma a qualidade da educação na América Latina pode ser monitorada pelo governo, sendo-lhe possível por exemplo avaliar, promover e investigar sobre a situação real da educação do país, fornecendo informação que sirva para que os órgãos responsáveis tomem decisões que melhorem a qualidade no setor.

Tenha atenção aos conteúdos estudados para o exame A dedicação de cada estudante na preparação faz a diferença na hora da prova do Enem

Conteúdo do Enem

A base do Enem está descrita na Matriz de Referência do exame, elaborada pelo Ministério da Educação (MEC). O documento indica as habilidades e conhecimentos a serem avaliados pela prova em quatro áreas do conhecimento:

  • Linguagens, códigos e suas tecnologias, que abrange o conteúdo de Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol), Artes, Educação Física, e Tecnologias da Informação e Comunicação;
  • Matemática e suas tecnologias;
  • Ciências da Natureza e suas tecnologias, que abrange os conteúdos de Química, Física e Biologia;
  • Ciências Humanas e suas tecnologias, que abrange os conteúdos de Geografia, História, Filosofia e Sociologia.

A prova avalia cinco eixos cognitivos que são comuns a todas as áreas do conhecimento:

  1. Dominar linguagens (DL): dominar a norma culta da Língua Portuguesa e fazer uso das linguagens matemática, artística e científica e das línguas espanhola e inglesa.
  2. Compreender fenômenos (CF): construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a compreensão de fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifestações artísticas.
  3. Enfrentar situações-problema (SP): selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas, para tomar decisões e enfrentar situações-problema.
  4. Construir argumentação (CA): relacionar informações, representadas em diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em situações concretas, para construir argumentação consistente.
  5. Elaborar propostas (EP): recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.

Entenda porque o Enem é tão importante!

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Dicas rápidas para estudar para o Enem

O site Guia da Carreira elencou 10 dicas importantes na hora de se preparara para o exame. Confira:

  1. Antes de tudo, planeje-se!
  2. Defina um local de estudos
  3. Crie uma agenda
  4. Tenha noção de que o tempo é curto
  5. Facilite a vida do seu cérebro
  6.  Faça simulados com as provas do Enem
  7. Controlar o tempo pode garantir sua vaga na faculdade
  8. Nas provas e simulados, anote os erros e acertos
  9. Capriche no estudo da redação
  10. Nunca, jamais, deixe o edital de lado
  11. Respeite seu tempo
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