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Conheça a história do Enem

De Erico, publicado dia 05/08/2019 Blog > Apoio Escolar > ENEM > Um pouco da trajetória do Exame Nacional.

Criado em 1998 pelo MEC (Ministério da Educação), o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) teve primeiramente como objetivo avaliar o desempenho dos estudantes do Ensino Médio. Com o tempo, diversas universidades começaram a adotá-lo como uma das etapas de seus processos seletivos.

Atualmente, várias instituições de Ensino Superior utilizam somente a nota do Enem para ingressar os alunos. Somado a isso, o exame também se tornou indispensável para aqueles que desejarem utilizar programas sociais, como o ProUni (Programa Universidade para Todos), o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) ou até mesmo o Fies (Financiamento Estudantil).

Confira todas as nossas dicas sobre o Exame Nacional!

A criação do Enem

Avaliação individual do Ensino Médio. A primeira edição do Exame Nacional aconteceu no final da década de 1990.

A prova do Enem surgiu no ano de 1998 como uma avaliação individual do Ensino Médio. A sua primeira edição contou com 115 mil participantes. No ano posterior, algumas universidades passaram a usar o Enem como critério de acesso aos cursos, como foi o caso da PUC-RJ e Universidade Federal de Ouro Preto.

No ano 2000, o exame passou a atender pessoas com deficiência, oferecendo prova em braile, auxílio para leitura e transcrição, prova ampliada e tradutor/intérprete em libras.

Em 2001, a inscrição para o exame tornou-se gratuita para concluintes do Ensino Médio no ano da edição. E em 2004, o Enem teve outro grande salto. Passou a ser critério para participação das bolsas de estudo integral ou parcial em cursos de graduação de universidades privadas, por meio do ProUni que foi lançado no mesmo ano (como provisório) e transformado em lei no ano seguinte.

O Sisu foi criado em 2009 e em 2010, o exame começou a ser aplicado a pessoas privadas de liberdade. Em 2013, instituições federais de ensino passaram a utilizar o Enem como critério de seleção e a nota também podia ser usada para concessão de bolsas de estudo para o programa Ciências sem Fronteiras.

No ano de 2010, o rigor aumentou e o MEC passou a exigir nota mínima de 450 pontos e nota acima de zero na redação para aprovação no Enem.

Nas edições de 2011 e 2014 aconteceram novas denúncias de vazamento de questões antes da prova. A Polícia Federal que trabalha na distribuição das avaliações realizou algumas operações para investigar quadrilhas e equipamentos foram apreendidos.

Para evitar novas fraudes, diversas medidas de segurança foram implantadas: revista pessoal com detector de metais, embalagens para guardar objetos e até mesmo o monitoramento das redes sociais para fiscalizar possíveis publicações com imagens de questões. Em 2016, passaram a ser coletados dados biométricos dos candidatos, evitando que outra pessoa faça a prova no lugar do inscrito.

O primeiro acordo com uma instituição de educação superior portuguesa foi assinado em 2014, com a Universidade de Coimbra. As notas do Enem passaram a ser utilizadas para o acesso às vagas.

Em 2017, o exame começou a ser aplicado em dois domingos seguidos. No mesmo ano, deixou de certificar o Ensino Médio e a função retornou ao Encceja (Exame Nacional de Certificação de Jovens e Adultos).

Após 20 anos, o exame consagrou-se como o maior mecanismo de acesso ao Ensino Superior no Brasil. Em 2018, foram mais de 5,5 milhões de inscritos, o que equivale à população da Dinamarca. Neste período, quase 100 milhões de brasileiros se inscreveram em busca de um sonho para transformar suas vidas por meio da Educação.

O Enem serve como ponte entre o Ensino Básico e o Ensino Superior. Um teste de conhecimento que mescla resistência com disciplina nos estudos.

Saiba mais sobre a relevância do Enem e para que ele serve!

Evolução do Enem

Em sua primeira edição, 157 mil candidatos se inscreveram para o exame e apenas 115 mil compareceram nos locais da prova. Os participantes tiveram quatro horas para finalizar uma avaliação de 63 questões e uma redação.

Em 2000, o tempo da prova passou a ser de cinco horas e em 2001 os estudantes de escola pública concluintes do Ensino Médio no ano da edição começaram a ser isentos da taxa de inscrição. Com isso, houve um aumento no número de candidatos que passou de 390 mil, no ano de 2000, para 1,6 milhão, em 2001, o que representou um crescimento de 400%.

número de inscritos no Enem foi aumentando nos anos seguintes e deu uma nova guinada com a utilização da nota do Exame Nacional para concorrer a bolsas do ProUni. Essa novidade também atraiu quem já tinha concluído o Ensino Médio. Um exemplo disso é o ano de 2006 quando, das 3,7 milhões de inscrições, mais de 1,6 milhão foram de pessoas que já tinham terminado os estudos nos anos anteriores.

Enem ficou mais parecido com o que é hoje, em 2009, com a criação do Sisu, pois para que se tornasse o principal meio de inserção das instituições federais, a prova foi expandida e passou a conter 180 questões. A redação se manteve, mas a avaliação começou a ser realizada em dois dias, primeiramente em um final de semana, sábado e domingo.

Com essas mudanças, as avaliações de Ciências da Natureza e Ciências Humanas eram realizadas no primeiro dia. Linguagens, Redação e Matemática eram as matérias que compunham o segundo dia de prova. As questões também ficaram mais complexas.

A exigência de nota mínima de 450 pontos e nota acima de zero na redaçãopara aprovação do exame se deu a partir de 2010. O número de inscritos no Enem continuou crescendo e bateu recorde em 2014, com mais de 8,7 milhões de inscrições.

Em 2017, passou a ser em dois domingos seguidos. A disposição das matérias também mudou, sendo que os candidatos passaram a fazer as provas de Ciências Humanas, Linguagens e Redação no primeiro domingo e Ciências da Natureza e Matemática no segundo.

Sem dúvida, o Enem é hoje uma importante ferramenta de avaliação dos estudantes. Ao longo de todos esses anos, ele passou por mudanças em seu formato, aumentou o número de questões e, inclusive, somou-se um dia a mais para a prova.

Conteúdo do Enem

A base do Enem está descrita na Matriz de Referência do exame, elaborada pelo Ministério da Educação (MEC). O documento indica as habilidades e conhecimentos a serem avaliados pela prova em quatro áreas do conhecimento:

  • Linguagens, códigos e suas tecnologias, que abrange o conteúdo de Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol), Artes, Educação Física, e Tecnologias da Informação e Comunicação;
  • Matemática e suas tecnologias;
  • Ciências da Natureza e suas tecnologias, que abrange os conteúdos de Química, Física e Biologia;
  • Ciências Humanas e suas tecnologias, que abrange os conteúdos de Geografia, História, Filosofia e Sociologia.

A prova avalia cinco eixos cognitivos que são comuns a todas as áreas do conhecimento:

  1. Dominar linguagens (DL): dominar a norma culta da Língua Portuguesa e fazer uso das linguagens matemática, artística e científica e das línguas espanhola e inglesa.
  2. Compreender fenômenos (CF): construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a compreensão de fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifestações artísticas.
  3. Enfrentar situações-problema (SP): selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas, para tomar decisões e enfrentar situações-problema.
  4. Construir argumentação (CA): relacionar informações, representadas em diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em situações concretas, para construir argumentação consistente.
  5. Elaborar propostas (EP): recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.

Enem para a universidade pública

Acesso ao futuro! Há muitos anos o Enem é considerado o maior vestibular do país!

Faz um tempinho que o Enem é considerado o maior vestibular do país. Um dos motivos é o acesso que o exame dá às universidades públicas por meio do Sisu. Criado em 2009, o sistema trouxe aos brasileiros um acesso mais facilitado à faculdade, utilizando a nota do Enem.

O candidato tem direito a fazer a inscrição para duas opções de cursos em universidades que fazem parte do Sisu. As inscrições são gratuitas e disponibilizadas duas vezes ao ano, em janeiro e junho. Todo o procedimento é feito pelo site do programa, desde as inscrições até a liberação dos resultados. Isto facilita para os estudantes que pretendem se candidatar às vagas em outros Estados.

Para participar não existe exigência de renda e podem se inscrever estudantes que fizeram o Enem no ano anterior e obtiveram nota maior que zero na redação. Entretanto, cada universidade tem autonomia de exigir um desempenho mínimo no Enem para concorrer a uma vaga. Além disso, podem ser atribuídos pesos diferentes a cada matéria da prova do exame.

Essas notas de corte podem variar por diversos fatores, seja por reputação da universidade, ou pela procura do curso, turno e modalidade de concorrência (cotas, por exemplo), entre outros. Para se ter uma ideia, cursos muito concorridos como Engenharia e Medicina chegam a exigir notas acima de 700. Em graduações menos concorridas é possível entrar com cerca de 500 pontos no Enem.

As vagas disponíveis são preenchidas pelas notas mais altas gradativamente. Os estudantes acompanham o processo ao visualizarem as médias dos candidatos a um determinado curso. Atualização dessas notas ocorre diariamente ao longo do processo.

Após ser divulgada a primeira lista de classificação, os inscritos que não tiveram bons resultados podem ficar na lista de espera, sendo que as demais chamadas ficam por conta das instituições participantes do sistema.

Nem só universidades públicas participam do Sisu, que também conta com centros de ensino e institutos de tecnologia, totalizando mais de 130 instituições de Ensino Superior público.

Se você quer saber um pouco mais sobre esse programa, o site da Catho disponibiliza um artigo sucinto, mas bem esclarecedor sobre como funciona o Sisu.

Você sabia que existem professor particulares de reforço escola especialistas em Enem? Confira no portal do Superprof!

Enem e o ProUni – o acesso ao Ensino Superior Privado

Programa Universidade para Todos! O ProUni concede bolsas de estudos para universitários de baixa renda que têm bons resultados no Enem!

Criado em 2004 pelo Governo Federal, o ProUni tem como objetivo oferecer bolsas de estudo em universidades particulares. O benefício é concedido a estudantes de baixa renda que tiveram um bom aproveitamento no Enem.

Em torno de 500 universidades brasileiras usam atualmente o resultado do Enem como critério de seleção, em vez do vestibular tradicional.

E só é possível se inscrever no ProUni quem prestou o Enem. Quanto melhor for o desempenho do estudante, maiores serão as chances de conseguir uma bolsa de estudo.

Somado a isso, também é preciso preencher outros pré-requisitos, como:

  • Ter uma renda per capta inferior a três salários mínimos para 50% de bolsa ou um salário mínimo e meio para bolsas de 100%;
  • Ter cursado o Ensino Médio na Rede Pública ou em escola particular por meio de bolsa de estudo integral;
  • Ter obtido mais de 450 pontos e não ter zerado a redação na prova.

Quem não preencher os requisitos de renda e estudo em escola pública pode se candidatar a uma bolsa do ProUni, caso seja uma pessoa com deficiência ou professor da Rede Pública de Ensino Básico, concorrendo em cursos de Licenciatura, Normal Superior ou Pedagogia. Caso seja aprovado, o estudante fica dispensado de prestar o vestibular da instituição que pretende estudar.

Enem e o Sisu

Candidatar-se para o Sisu! Um bom resultado no exame possibilita o acesso a vagas em universidades públicas por meio do Sisu!

Também desenvolvido pelo MEC, o Sisu seleciona os candidatos para as vagas em universidades públicas que utilizam a nota do Enem como uma única etapa do vestibular. A seleção é feita por meio de um sistema online que leva em consideração a nota obtida pelo estudante. No site do Sisu, os interessados podem acessar as vagas disponibilizadas, as instituições e os cursos.

Assim, no momento da inscrição, o candidato deve escolher por ordem de preferência, até duas opções entre as vagas ofertadas. O estudante também pode optar por concorrer às vagas mais disputadas, vagas reservadas ou as vagas destinadas às demais políticas afirmativas das instituições.

A nota para se candidatar ao Sisu é a mesma de aprovação do ProUni. Entretanto, existem algumas instituições que adotam pesos diferentes para as provas do Enem. Desta forma, o candidato deve estar atento no momento da inscrição.

O Sisu disponibiliza vagas para cursos presenciais, diferentemente do ProUni que também dá a opção de modalidade à distância. Quem planeja se candidatar ao Sisu pode realizar a inscrição para o ProUni e, em caso de aprovação em ambos, deve escolher entre um deles.

Entenda como o Enem evoluiu nos últimos anos!

Enem e o Encceja

O Enem deixou de ser critério de aprovação do Ensino Médio para jovens e adultos que não concluíram o ensino no período regular. Em 2017, o Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competência de Jovens e Adultos) voltou a ter essa responsabilidade.

O Encceja foi realizado pela primeira vez em 2002 para aferir competências, habilidades e saberes de jovens e adultos que não concluíram o Ensino Fundamental ou Ensino Médio na idade adequada. Antes, a certificação para alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) era feita por meio de provas realizadas pelas secretarias municipais ou estaduais de educação, outra opção para obtenção do certificado.

O Exame tem quatro aplicações, com editais e cronogramas distintos: Encceja Nacional para residentes no Brasil, Encceja Nacional PPL, para residentes no Brasil privados de liberdade ou que cumprem medidas socioeducativas, Encceja Exterior, para brasileiros residentes no e Encceja Exterior PPL, para residentes no exterior privados de liberdade ou que cumprem medidas socioeducativas.

Com o Encceja é possível conseguir um certificado que reconhece que o estudante cumpriu com todos os componentes curriculares do Ensino Fundamental e Médio.

A participação no exame é voluntária e gratuita. Para conseguir a certificação do Ensino Fundamental é preciso ter, no mínimo, 15 anos de idade completos na data da realização da prova. Já para o Ensino Médio é necessário ter pelo menos 18 anos.

Quais são as disciplinas no exame para o Ensino Fundamental?

O exame para o Ensino Fundamental dispõe de provas estruturadas com perguntas de:

  • Língua Portuguesa;
  • Língua Estrangeira Moderna;
  • Artes;
  • Educação Física;
  • Redação;
  • Matemática;
  • História;
  • Geografia;
  • Ciências Naturais.

Quais são as disciplinas no exame para o Ensino Médio?

Já para o Ensino Médio, o exame é composto por:

  • Linguagens, Códigos e sua Tecnologias (e também Redação);
  • Matemática e suas Tecnologias;
  • Ciências Humanas e suas Tecnologias;
  • Ciências da Natureza e suas Tecnologias.

Essas áreas foram instituídas a partir do currículo da BNCC (Base Nacional Comum Curricular); Todo o material didático pedagógico de apoio é disponibilizado pelo Inep em sua página na Internet.

Quem realizou o Encceja Nacional nos anos anteriores e não conseguiu a média para aprovação, pode se inscrever novamente no exame para eliminação do componente curricular desejado.

Entenda porque o Enem é tão importante!

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A importância do Enem nos dias atuais!

Um substituto do vestibular! De um simples teste do Ensino Médio, o Enem tornou-se principal acesso às Universidades.

O Enem deu um grande salto e passou de um teste do Ensino Médio para um Exame que substitui o vestibular. Grande parte das instituições de Ensino Superior utiliza o Enem como forma de seleção ou como uma parte de seu vestibular.

Por isso, a nota do exame é usada como uma única fase ou, então, como primeira fase do vestibular – parte da nota em um processo seletivo ou até mesmo para preencher vagas remanescentes.

Com isso, quando os resultados do Enem são divulgados, o MEC disponibiliza o boletim de desempenho dos estudantes para as instituições credenciadas por meio de um sistema online e com base no número de inscrição do candidato.

Normalmente, os estudantes devem selecionar a opção de utilizar a nota do Enem durante o processo de inscrição para o processo seletivo da faculdade. Além de ser um pontapé inicial em uma vaga na faculdade escolhida sem a necessidade de prestar um vestibular, em alguns casos, o Enem também é essencial para o acesso a programas sociais, como o Sisu e o ProUni.

Outra opção é o Fies (Financiamento Estudantil), um programa do Governo Federal que financia de 50% a 100% das mensalidades de uma faculdade particular. Os juros são baixos e chegam a 3,4% ao ano. O pagamento pelo estudante pode ser feito um ano depois de formado.

Para participar do Fies também é necessário ter prestado o Enem a partir do ano de 2010, com desempenho de, pelo menos, 450 pontos na média geral das provas e nota maior que zero na redação. Além disso, é preciso ter renda familiar inferior a 20 (vinte) salários mínimos. No site do Educa Mais Brasil, é possível ter acesso a outras informações sobre o Fies.

Com o resultado do Enem satisfatório também é possível estudar em Portugal. Isto ocorre desde o ano de 2014, quando o Ministério da Educação português definiu a forma de acesso de estudantes internacionais às instituições de Ensino Superior do País. Com a mudança, foi realizado um convênio com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).

Universidade de Coimbra, uma das mais antigas do mundo, foi a primeira a aceitar estudantes brasileiros com a nota do Enem. E, para estudar em Portugal, é necessário prestar o Enem e ver se as notas das áreas de conhecimento atendem os requisitos da universidade desejada. Ainda é preciso ficar atento ao período de inscrição da instituição.

Por outro lado, é importante frisar que os convênios do MEC (Ministério da Educação) com as universidades portuguesas não envolvem a transferência de recursos ou financiamento estudantil.

nota do Enem também é considerada para o ingresso em cursos de graduação de outros países como: Inglaterra, França, Irlanda e Canadá. Em instituições britânicas, por exemplo, a nota do exame é somada com outros tópicos como: o histórico escolar, fluência no inglês e atividades extracurriculares.

Na França, o acesso é mais complexo, pois as universidades costumam exigir que os candidatos tenham sido aprovados em cursos semelhantes no Brasil, anteriormente.

Entenda como o Enem evoluiu nos últimos anos!

A New York University, localizada nos Estados Unidos, optou por aceitar a nota do Enem para todos os cursos de graduação como substituição às provas tradicionais. Como se tratam de avaliações padronizadas, eles consideram que estudantes de outros países não receberam preparação para prestar tal prova. Assim, foi criado o Test Flex Policy que aceita exames de outras nacionalidades. Para se candidatar é necessário enviar a nota, mas a escola que cursou o Ensino Médio precisa confirmar o resultado para que a pontuação seja oficializada.

Seja em universidade pública, privada ou estrangeira, é sempre importante acompanhar de perto as exigências de cada uma delas para não deixar de lado nenhum processo, perder prazos ou não apresentar a documentação necessária.

Enfim, para quem sai do Ensino Médio, o Enem proporciona um grande número de oportunidades para dar prosseguimento aos estudos.

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