"Como o latim é a língua oficial do Vaticano, é recomendável que os turistas que desejam ir para lá conheçam pelo menos algumas frases comuns nesse idioma, por exemplo, para poder pedir orientações ou pedir pizza." - Marc Escayrol (nascido em 1957)

Hoje em dia, aprender italiano para visitar a Itália é uma forma de estabelecer uma comunicação de maior proximidade de povos típicos do local, especialmente quando se vai a uma região tão tradicional quanto Roma. Aliás, durante uma estadia em Roma, uma visita ao Vaticano ocorre naturalmente no programa, assim como o Museu do Louvre e a Torre Eiffel determinam o itinerário de uma viagem a Paris.

Cidade do Vaticano, menor Estado soberano do mundo, conta com 0,44 quilômetros quadrados, 799 habitantes, mais de 3.000 trabalhadores estrangeiros e de 5 a 6 milhões de turistas.

Além dos monumentos e vestígios do Império Romano - Basílica de São Pedro, Praça de São Pedro, audiências papais, etc. - turistas vão ao Vaticano principalmente para visitar os museus.

E se você ainda tem dúvidas, aqui está a nossa lista de razões para visitar os Museus do Vaticano!

Museus do Vaticano: pela riqueza de suas coleções!

Os Museus do Vaticano são famosos por abrigar uma coleção de riqueza inestimável. Ali está uma das coleções de arte mais importantes do mundo! De fato, o Vaticano é a representação temporal da Santa Sé e das instituições da Igreja Católica Romana.

Se o Estado do Vaticano foi criado apenas em 11 de fevereiro de 1929, como resultado dos acordos de Latrão - assinados entre Mussolini e o cardeal Gasparri - o Vaticano tem sido a sede do papado desde o final do Império Romano, sob o reinado do imperador Constantino.

Ao longo dos séculos, papas sucessivos cuidaram de coletar obras de arte, pinturas, afrescos, esculturas e objetos de arte originários da antiguidade até os dias atuais.

Foi especialmente desde a época dos Estados Papais (752-1870), ou seja, por quase 1300 anos, que os governantes pontificiais acumularam as relíquias da arte sacra e profana de todo o mundo.

O tamanho das galerias logicamente teve que ser continuamente aumentado ao longo dos séculos. Atualmente, os Museus do Vaticano exibem as obras-primas das civilizações antigas e contemporâneas espalhadas em 7 quilômetros de salas e corredores. Todas as artes e todos os períodos da história estão ali representados.

O Museu do Vaticano pode explorar um total de doze museus e sua riqueza o torna um dos museus mais visitados do mundo (classificado em 4º no mundo), com até 6 milhões de turistas por ano.

Então, por que visitar os Museus do Vaticano? Principal razão: pela incrível riqueza das coleções

O complexo do museu reúne no total:

  • A Pinacoteca;
  • A coleção de arte religiosa moderna;
  • O Museu Pio-Clementino;
  • O museu missionário etnológico;
  • O Museu Gregoriano Egípcio;
  • O Museu Gregoriano Etrusco;
  • O Museu Gregoriano secular;
  • O museu cristão;
  • Museu da Biblioteca Apostólica Vaticana;
  • O museu de treinadores;
  • O Museu Chiaramonti;
  • O museu filatélico e numismático.
A Capela Sistina é para obrigatória para quem visita o Vaticano.

Além desses museus, há três capelas no Palácio do Vaticano:

  • Capela Sistina;
  • A capela Paolina;
  • A capela Nicoline.

E isso não é tudo: o Vaticano também é, como há outros em outras partes do centro de Roma, um museu arqueológico onde se pode observar os restos etruscos e romanos!

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Museus do Vaticano: para ver o Palácio Apostólico!

O Palácio Apostólico é a residência oficial dos papas desde o retorno do exílio para Avignon em 1377. Também conhecido como palácio Sixtus V, foi construído em 1589 e abriga os apartamentos do pontífice soberano e as capelas particulares do papa.

O edifício é composto por 1.400 quartos distribuídos por 55.000 m², tornando-o o maior palácio do mundo que é totalmente habitado. Dentro dele estão duas capelas dos Museus do Vaticano - a Capela Sistina e a Capela Nicoline - s salas de Rafael e os apartamentos Borgia.

Capela Sistina

Um marco icônico do Vaticano, a Capela Sistina leva o nome do Papa Sisto IV della Rovere (1414-1484), que restaurou a antiga Capella Magna. Construída a partir de 1475, foi inaugurada em 15 de agosto de 1483 e modificada várias vezes desde então.

Ela é mundialmente famosa por seus afrescos que retratam a vida de Cristo e a de Moisés. É mais conhecida ainda por seu teto, um afresco monumental pintado por Michelangelo em 1508. O enredo representa 9 cenas do livro de Gênesis, divididas em três grupos: a origem do universo, do homem e do mal.

A Capela Sistina é visitada ainda por causa do mural do Juízo Final, pintado também por Michelangelo. Este é o lugar onde os cardeais, reunidos no conclave, elegem os novos papas.

Além da obra-prima de Michelangelo, também existem afrescos assinados entre 1481 e 1482 por Pietro Perugino, Sandro Botticelli, Domenico Ghirlandaio, Cosimo Rosselli, Biagio di Antonio, Bartolomeu della Gatta, Luca Signorelli e Pier Matteo.

Capela Nicoline

Menos conhecida, mas tão bem decorada quanto a Sistina, a Capela Nicoline é derivada do Papa Nicolas V (1397-1455). As pinturas e afrescos foram feitos pelo pintor Fra Angelico entre 1447 e 1451. Elas representam a vida dos diáconos Santo Estêvão e São Lourenço, com a intenção de reunir as cidades martirizadas dos dois santos, respectivamente Jerusalém e Roma.

Salas de Rafael

As salas de Rafael são um conjunto de salas de recepção nos apartamentos dos papas. Os afrescos foram feitos pelo próprio pintor e estão entre as principais obras-primas do Renascimento italiano.

Ordenados pelo Papa Júlio II em 1508, os afrescos estão localizados no segundo andar do Palácio Apostólico, ao sul do Tribunal Belvedere.

Museus do Vaticano: pela história da arte!

Os museus do Vaticano exibem obras de arte que vão desde a antiguidade até os dias atuais. Portanto, visitá-los é uma ótima maneira de rever sua história da arte!

O Museu Gregoriano Egípcio, por exemplo, exibe obras que datam do período pré-dinástico egípcio (do Neolítico aos Faraós) até o período romano... tudo isso dentro de seis salas.

O Museu Gregoriano Etrusco exibe artefatos encontrados em escavações arqueológicas, que remontam às antigas cidades da Etrúria, expostos em 22 quartos. As obras e objetos datam do século IX ao século I aC. E como não evocar o famoso grupo Laocoon, exibido no museu Pio-Clementino?

O maior complexo de museus do Vaticano, compreende 12 salas e abriga importantes coleções das eras da Grécia antiga e da Roma antiga. Isso inclui o Belvedere Apollo, o Laocoon e o Belvedere Antinous.

A arte italiana conta com diversas particularidades, como a obra Laocoon.

Está gostando de estudar história da arte italiana? Por que não pedir ao seu professor de italiano que lhe dê algumas aulas nesse sentido? Mas vamos lá! Para continuar este curso de história da arte, vamos falar do museu etnológico. Ele possui mais de 80.000 peças, objetos e obras de arte, desde a pré-história do mundo até as doações feitas na atualidade ao papa.

Existem objetos asiáticos, africanos, pré-colombianos, islâmicos, australianos e americanos de todos os períodos da história. A coleção de arte religiosa moderna, está datada nos tempos modernos: exibe 800 obras assinadas por 250 artistas internacionais, dentre as quais as mais conhecidas são, por exemplo, Rodin, van Gogh, Gauguin, Kandinsky, Chagall, Otto Dix, Dali, Picasso.

Outro passeio imperdível nas galerias de arte do Vaticano é a Pinacoteca. Ela exibe telas que datam cronologicamente dos séculos XI a XIX, principalmente religiosas. Existem obras de Giotto, Perugino, Leonardo da Vinci, Rafael, Ticiano, Veronese, Poussin e Caravaggio!

Museus do Vaticano: para ver as escadas de Bramante!

Como visitar o Vaticano sem passar pelas escadas de Bramante?

Aqui está uma boa razão: se você adquiriu o cartão Omnia Vatican - um ingresso especial - para visitar os Museus do Vaticano, não há motivos para não visitá-las!

Para quem gosta de escadas, as de Bramante são consideradas apaixonantes.

Atribuída erroneamente a Donato Bramante (1444-1514), a atual escada foi projetada em 1932 em um sistema com duas hélices. Em outras palavras, o complexo consiste em duas escadas sobrepostas em paralelo, com duas entradas ancoradas ao chão: uma para subir e a outra para descer.

Essa é sua peculiaridade: quem sobe nunca cruza o caminho de quem desce. Como resultado, apesar da riqueza turística, o tráfego nunca é incomodado pelos visitantes. Engenhosa essa escada helicoidal, você não acha?

Museus do Vaticano: por seus sítios arqueológicos!

Finalmente, eis a última boa razão para visitar os Museus do Vaticano: pelos seus tesouros arqueológicos!

O complexo de museus abriga dois sítios arqueológicos do Império Romano:

  • A necrópole da Via Triumphalis;
  • As escavações de Saint-Jean-de-Latran.

A necrópole da Via Triumphalis  é um exemplo único de cemitério romano, um lembrete inestimável dos restos do que é conhecido como Antiguidade. Na lei romana, a incineração e o enterro dentro da cidade eram proibidos. Na verdade, os romanos criaram "cidades dos mortos" fora das cidades convencionais, daí o termo necrópole habitualmente usado (do grego, necros  (morte) e polis (cidade)).

Visitar a necrópole da Via Triumphalis nos permite redescobrir a maneira como os romanos mantinham sua comemoração e honras aos membros falecidos de suas famílias.

Necrópoles são as cidades onde os antigos sepultavam os mortos.

A colina do Vaticano estava cheia de enterros individuais e coletivos, espalhados em terraços. Esses túmulos sobreviveram a dois milênios e permaneceram em excelente estado de conservação.

Finalmente, nos subterrâneos de Saint-Jean-de-Latran, estão os restos de edifícios antigos construídos antes da atual Basílica Saint-Pierre.

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Marcia

Jornalista. Professora. Tradutora. Bailarina. Mãe. Mulher. Dedicada às minhas lutas diárias. Em constante transformação. Escrevo para vencer as inquietações e incertezas da vida.