"É melhor você tentar algo, vê-lo não funcionar e aprender com isso do que não fazer nada."
Mark Zuckerberg

Não existe idade para começar a estudar e adquirir novos conhecimentos... e nem mesmo para voltar a fazer alguma formação em uma faculdade que você sempre sonhou, mas nunca teve oportunidade, seja por falta de tempo, de coragem ou de dinheiro.

Uma das vantagens da vida na aposentadoria é que tempo para entrar de cabeça nos estudos não falta! E o salário mensal, mesmo que menor durante esta época da vida do que quando você ainda estava profissionalmente ativo, está garantido. Ou seja, você tem tempo e dinheiro para se dedicar integralmente, sem estresse e sem pressão ao aprendizado de algo que você sempre sonhou fazer!

Seja uma graduação, um mestrado, um doutorado, cursos livres ou até mesmo só frequentar aulas como ouvinte, você só tem a ganhar ao optar por voltar para a faculdade após a aposentadoria.

Enquanto uns optam por viajar durante os anos de aposentadoria, outros preferem voltar - ou experimentar pela primeira vez - a vida universitária. E como disse Zuckerberg, se não der certo, pelo menos algum proveito da experiência será tirado, pois quem fica parado é planta, não é mesmo?!

Abaixo preparamos algumas dicas para te orientar na escolha da melhor maneira de voltar às aulas em nível universitário.

Que tal um guia com dicas para retomar os estudos depois da aposentadoria?

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Vamos lá

Curso universitário para maiores de 60

Pensando em tentar vagas para voltar a investir na sua educação depois de se aposentar? Então este vídeo poderá te inspirar.

Ingressar em cursos universitários é algo acessível a todos, independente da idade. Ao ingressar na instituição de sua escolha, você poderá optar por duas maneiras de seguir seus estudos: enquanto continuação de estudos ou como formação completa (começando do zero).

Se você optar por uma continuação de estudos, então será necessário apresentar seu diploma ou histórico de notas, provando que você já ingressou na passou um tempo na faculdade e agora deseja retornar.

Para se iniciar uma graduação do zero, será necessário passar no Enem ou no vestibular aplicado pela instituição escolhida. No entanto, vale a pena checar com a instituição escolhida se eles oferecem alguma alternativa para estudantes idosos. Vale lembrar que cada escola funciona de um jeito e nada melhor para não perder tempo ou fazer investimento desnecessários do que se informar direto na fonte.

Ingressar na faculdade através da validação de experiência profissional

Dependendo do nível profissional adquirido ao longo dos anos e da área de trabalho, a pessoa aposentada pode pular algumas matérias na graduação ou até mesmo obter o direito de ingressar em um mestrado mesmo não possuindo um diploma de graduação na área.

Segundo o site Spiegato, a melhor maneira de começar a se informar sobre como conseguir esta validação é perguntando para algum responsável da faculdade que você deseja integrar. Normalmente, os cursos possuem secretarias ou secretariados especialmente preparados para ajudar os estudantes com dúvidas em processos administrativos e burocráticos.

Ainda segundo a mesma fonte, "depois de confirmar que você é elegível para ganhar crédito na faculdade por experiência profissional, geralmente é necessário reunir provas dessa experiência. Isso provavelmente envolverá a redação de uma descrição detalhada do trabalho e a obtenção de cartas de antigos empregadores. A evidência de qualquer certificação que você obteve durante seu período de emprego também pode ajudar a demonstrar sua experiência. Esta documentação será, na maioria dos casos, enviada ao escritório de admissão e registros da sua universidade para revisão".

Você sabia que voltar a estudar na terceira idade ajuda a manter o cérebro ativo?

Voltar a fazer um curso universitário através da continuação de estudos

Os anos de experiência podem ser uma vantagem na hora de voltar para a escola. | Imagem: Pixabay

Outra opção para ingressar em uma faculdade sem precisar fazer a bateria de provas do enem e do vestibular é pedir a autorização para um continuação de estudos. No entanto, esta opção só é válida para quem já frequentou uma formação e concluiu um obteve um diploma universitário, de preferência na mesma instituição. Este ultimo requisito facilita um pouco mais a aprovação do pedido, mas não é mandatório em todas as universidades.

O site da Universidade Federal de Minas Gerais explica bem quais as exigências feitas pelos seus departamentos para a autorização a uma demanda de continuação de estudos:

  • Ter-se graduado em qualquer modalidade, ênfase ou habilitação na UFMG;
  • Desejar a obtenção de outra ênfase ou habilitação na mesma formação.

Nota-se que, na UFMG, a autorização para a continuação só pode ser feita por estudantes que frequentaram o mesmo curso nesta mesma universidade.

Para ter certeza das regras e caminhos burocráticos a seguir, o melhor a fazer é consultar diretamente o secretariado da faculdade em que se deseja estudar.

Incentivos para que idosos voltem a estudar

Existem dois principais incentivos para promover a retomada dos estudos pelas pessoas que atingem a melhor idade. Na verdade, três, pois um deles está previsto na legislação, como nos apontou o site bxblue:

"O Estatuto do Idoso, que é a principal lei voltada exclusivamente para a terceira idade, possui um capítulo que trata exclusivamente do tema e assegura o direito à educação. O artigo 21 informa que 'o Poder Público criará oportunidades de acesso do idoso à educação, adequando currículos, metodologias e material didático aos programas educacionais a ele destinados."

Sobres esses cursos de extensão, falaremos um pouco mais sobre eles mais adiante nesta matéria, pois agora vamos focar em dois incentivos específicos que beneficiam os aposentados que voltam à escola: a Bolsa Melhor Idade e a Universidade Aberta.

Em dúvida sobre qual curso seguir depois da aposentadoria?

Bolsa Melhor Idade

Ao procurar informações sobre esta bolsa, descobrimos que não existe uma obrigatoriedade ou regulamentação em cima dela. Na verdade, ela nada mais é do que uma bolsa de estudos destinada aos estudantes com mais de sessenta anos que desejam seguir cursos de graduações em determinadas instituições de ensino superior privadas.

Sendo assim, se você optar por ingressar em uma faculdade privada durante a aposentadoria, lembre-se de consultar o site da escola escolhida para verificar se eles oferecem este benefício.

Este podcast fala mais sobre o papel das aulas universitárias na terceira idade.

Universidade Aberta

Assim como a Bolsa Melhor Idade, a Universidade Aberta pode mudar de formato dependendo da instituição em que ela está em vigor. Assim como a Bolsa Melhor Idade é um incentivo voltado para o ensino privado; a Universidade Aberta acontece em organismos estatais e federais.

Através dela, os alunos de 60+ podem se inscrever como alunos especiais em cursos grátis, atividades físicas, culturais, oficinas e programas de extensão. Esses programas podem acontecer em formato presencial ou online (à distância).

As inscrições acontecem, normalmente, ao mesmo tempo em que as inscrições regulares, ou seja, semestralmente.

Dica: pesquise na internet ou entre em contato com o secretariado da faculdade da sua escolha para se informar melhor sobre as opções oferecidas pela Universidade Aberta nesta determinada escola.

Aulas na faculdade: cursos de extensão para terceira idade

São muitas as instituições de ensino estaduais e federais espalhadas pelo Brasil que oferecem este tipo de formação com aulas focadas especialmente para alunos 60+.

E se a gente te ajudasse a escolher a escolher a disciplina a ser cursada na faculdade depois da aposentadoria?

O que é um programa de extensão?

Eles são cursos oferecidos por instituições de ensino superior que visam integrar a universidade e a sociedade na qual ela esta inserida em atividades que sejam comuns a ambas.

Adquirir conhecimento, melhorar habilidades, ocupar o tempo livre de maneira saudável, retardar doenças mentais ligadas à velhice, se socializar, dar um novo sentido para a vida. Estes são apenas alguns do vários benefícios que os aposentados ganham ao frequentar aulas na terceira idade. | Imagem: Pixabay

Vale ressaltar que esses cursos não são necessariamente cursos de pós-graduação, "uma vez que podem ser direcionados a alunos que ainda não entraram na universidade, bem como a alunos universitários e graduados", como especificado no site da UNI-BH.

Todos esses tipos de formação são reconhecidos pelo Ministérios da Educação (MEC), oferecem certificados aos estudantes que os concluem e não possuem validade acadêmica, ao contrário dos cursos de graduação. Eles têm por objetivo mostrar aos estudantes as tendências do mercado de trabalho, conceitos relacionados às áreas escolhidas, assim como o suporte no desenvolvimento de habilidades específicas paras as áreas de atuação dos estudantes.

Exemplos de cursos de extensão para aposentados

Existem muitos desses cursos desenvolvidos especialmente para pessoas na melhor idade. No entanto, estudantes com esse perfil podem optar por seguir qualquer curso do gênero oferecido pelas universidades.

O site do Ministério da Educação apresenta três instituições do país que oferecem tais cursos e que são conhecidas por terem estudantes aposentados que os frequentam: a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e a Universidade Federal do Pará (UFPA).

No entanto, as ofertas não estão limitadas apenas a estas instituições citadas acima, já que praticamente todas espalhadas pelo país disponibilizam esses cursos para a sociedade. Isso porque os três pilares universitários são o ensino, a pesquisa e a extensão.

Você tem uma história sobre a volta aos estudos depois dos 60? Então conte para a gente nos comentários!

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Camila

Aventureira linguística, curiosa por natureza, artista por opção, viajante apaixonada e redatora por vocação.