Sem dúvidas o carnaval sempre foi referido à felicidade e bastante diversão. Com muitas cores, música, danças, fantasias e festa, as marchas e carros alegóricos inspiram criatividade e representam a típica cultura brasileira.

Se você já participou de desfiles carnavalescos, com certeza se deixou marcar não apenas pelo evento, mas também por suas músicas famosas que acabam contagiando qualquer pessoa que estiver perto. E essa magia acontece todos os anos no Brasil e também em alguns outros países, onde a festa é parcialmente representada.

E hoje, você poderá preparar os confetes e colocar suas fantasias para relembrar a folia completa do carnaval, com a lista exclusiva de marchinhas que separamos para você.

E aí, tá preparado para conferir as principais marchinhas de carnaval? Então vamos juntos conferir!

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Mamãe eu quero – Carmen Miranda

Mamãe eu quero, mamãe eu quero / Mamãe eu quero mamar / Dá chupeta, dá chupeta, dá chupeta pro bebê não chorar

Para iniciarmos nossa aula de canto exclusiva do carnaval, apresentamos a marchinha carnavalesca mais conhecida do Brasil, por jovens e adultos: “Mamãe eu Quero”, da artista Carmen Miranda. Foi por intermédio da famosa canção, que Carmen se tornou reconhecida em nível Internacional.

"Mamãe Eu Quero foi exclusivamente composta por Vicente Paiva e Jararaca, no ano de 1937, liderada pela gravadora Odeon. Após isso, a música prolongou sua fama até os dias atuais.

Mesmo composta por uma pessoa e cantada por outra, a marchinha foi altamente reconhecida pela voz de Carmen Miranda em segmentos de rádio, desfiles e clubes.

Acorda, Maria Bonita – Lampião

Acorda Maria Bonita / Levanta, vai fazer o café! /Que o dia já vem raiando /E a polícia já está em pé!

Em seguida temos “Acorda, Maria Bonita”, escrita pelo conhecido cangaceiro Lampião.

A princípio, a canção foi escrita para a mulher de lampião. A mesma teria abandonado o seu marido para iniciar um novo amor com o cangaceiro, morrendo junto a ele, lutando, no ano de 1938.

Com isso, a marcha possui tom de lamento e tristeza de quem não evita uma despedida como essa.

Para quem não conhece, Maria bonita teria sido a primeira mulher a entrar para o cangaço no ano de 1929.

A pipa do vovô – Manoel Ferreira

A pipa do vovô não sobe mais / A pipa do vovô não sobe mais / Apesar de fazer muita força / O vovô foi passado pra trás!

Se você acompanha as marchinhas ou já chegou a ouvir essa música em algum momento da sua vida, podemos te dizer que você é bom em carnaval!

“A Pipa do Vovô”, escrita por Manoel Ferreira, é uma canção considerada erótica e carnavalesca ao mesmo tempo. A mesma fez grandes sucessos no carnaval de 1960.

A música conta com duplo sentido, a história de um vovô que durante um final de semana, tenta empinar sua pipa, mas sem conseguir, ele se joga na frente de um trem. Mas não se preocupe, pois o final trágico não tira a alegria da marchinha! 

Ó abre alas – Chiquinha Gonzaga

Ô abre alas que eu quero passar / Peço licença pra poder desabafar / A jardineira abandonou o meu jardim / Só porque a rosa resolveu gostar de mim / A jardineira abandonou o meu jardim / Só porque a rosa resolveu gostar de mim

Com o intuito de embalar o desfile do cordão Rosa De Ouro, Chiquinha Gonzaga compôs a marcha “Ó abre alas”, que posteriormente, foi considerada a principal música carnavalesca de todos os tempos.

Neste tempo, a compositora residia em Andarái, e lá, os integrantes do bloco pediram a ela que criasse um hino para suas folias.

Mesmo após a composição da marcha e sua passagem, o hino tão conhecido hoje, passou a ser firmado após vinte anos.

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Cabeleira do Zézé – Roberto Faissal e João Kelly

Olha a cabeleira do Zezé / Será que ele é? / Será que ele é?

A marchinha foi composta por Roberto Faissal, no ano de 1964, juntamente com João Kelly, o músico.

A história da canção, é baseada na época em que ambos aproveitavam os intervalos de suas gravações para frequentar um bar em Copacabana, que tinha por nome, São Jorge.

José tinha um grande cabelo, o que naquele tempo parecia muito estranho. No entanto, o mesmo chamava bastante atenção de outras pessoas que estavam no bar, inclusive da namorada de João Kelly.

Com ciúmes de sua parceira, João, juntamente com José, compuseram a marcha que se tornou o grande sucesso de bailes e festivais de carnaval.

Cachaça não é água – Marinósio Trigueiros

Você pensa que cachaça é água? / Cachaça não é água não / Cachaça vem do alambique / E água vem do ribeirão

Bastante conhecida em bailes e desfiles, a marchinha “Cachaça não é água”, composta por Marinósio Trigueiros, perdura sua fama até hoje, principalmente por seu título que nos dá um bom ditado popular.

Antes de tudo, Marinósio já atuava com a música, principalmente dentro de bares de sua época. E em uma dessas participações, Marinósio compôs aleatoriamente sua música, combinando a letra com o samba. Feito isso, o mesmo apenas anotou a canção em guardanapo que encontrou por perto.

Após um tempo, o compositor se assustou ao descobrir a sua marchinha havia repercutido no Brasil, chegando até em uma versão pouco modificada no carnaval do Rio.

A jardineira – Humberto Porto e Benedito Lacerda

Ó jardineira por que estas tão triste / Mas o que foi que te aconteceu / Foi a Camélia que caiu do galho / Deu dois suspiros e depois morreu

De nome tão lindo e contexto pouco dramático, algumas pessoas também estão aprendendo a cantar “A jardineira”, escrita por Humberto Porto e Benedito Lacerda no ano de 1938. Após sua composição, a canção foi gravada por Orlando Silva, durante o carnaval de 1939.

O contexto inicial da canção, é baseado em um ditado popular da Bahia. Com isso, Humberto e Benedito adaptaram a versão falada por uma marchinha carnavalesca.

Ao mesmo tempo, houve na imprensa, alegações sobre a autoria da música e consequentemente sobre os que a escreveram.

Mas acima de tudo, o carnaval carioca aproveitou muito a repercussão da marchinha, fazendo sucesso não apenas em desfiles, mas também servindo de referência para outros cantores e compositores.

Um exemplo disso está nas outras versões criadas: A flor da jardineira, As filhas da jardineira e O triunfo da Camélia.

De qualquer modo, a popularidade da música se estendia em todos os estados do Brasil, passando por reformulações, vozes de inúmeros artistas, edições e outros.

Máscara Negra – Zé Kéti e Hildebrando Matos

Tanto riso, / Oh! quanta alegria, / Mais de mil palhaços no salão / Arlequim está chorando / Pelo amor da Colombina / No meio da multidão!

“Máscara Negra” é uma marcha que foi escrita por Zé Kéti e Hildebrando Matos, no ano de 1967, dedicando a sua primeira estrofe ao irmão Hildebrando, Deusdedith Matos.

A canção em si, trata de um reencontro de um Pierrô com uma Colombina. Com seu lado romântico e lírico ao mesmo tempo, a música representou um dos maiores sucessos carnavalescos da época.

Marcha da Cueca – Livardo Alves

Eu mato, eu mato / Quem roubou minha cueca / Pra fazer pano de prato

Como no carnaval temos de tudo, também temos a “Marcha da cueca”, composta por Livardo Alves.

Ambos, tanto o artista, quanto a música, tiveram a sua ascensão no ano de 1970, possibilitando a gravação de Celso Teixeira durante o carnaval de Copacabana.

Até hoje, a marchinha se mantém firme e famosa, fazendo parte do repertório musical de muitos desfiles.

Afinal, é possível considerar que Livardo conhecia e representava positivamente a cultura brasileira em todos os seus aspectos.

A versatilidade e criatividade de suas frases originaram não apenas marchas e grandes músicas, mas também hinos do futebol brasileiro.

Nós, os carecas – Roberto Roberti

Nós, nós os carecas / Com as mulheres somos maiorais /
Pois na hora do aperto / É dos carecas que elas gostam mais

É muito provável que você já tenha ouvido a popular marchinha carnavalesca “Nós, os carecas”, composta por Roberto Roberti e Arlindo Marques no ano de 1942. Pelo nome, já podemos entender a ironia de que “é dos carecas que elas gostam”.

Em outras palavras, a marchinha retrata o fato de que homens com grandes e belos cabelos não são suficientes para mostrar o seu encanto, uma vez que um careca pode sim conquistar uma mulher.

Isso porque segundo a concepção do compositor, o segredo de um homem está em suas vestimentas e o investimento que ele faz consigo mesmo. Tais características deixariam as mulheres completamente apaixonadas. E aí? O que você diria?

Por fim, se em todo carnaval você é uma das pessoas que adoram enfeitar todos os detalhes, assistir desfiles ou apenas curtir uma playlist exclusiva de música, podemos dizer que sim, você é o folião ideal para a lista que compartilhamos hoje!

Também é possível que você conheça mais sobre as raízes do carnaval, basta clicar aqui. Desse modo, aproveitar a cultura, com muitas marchinhas e história será bem mais proveitoso!

No mais, esperamos que você tenha gostado da nossa seleção de hoje e que possa cantar bastante as marchinhas de carnaval mais conhecidas do Brasil.

Até a próxima!

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