Algumas vezes em que falei sobre temas relacionados à música sempre procurei enfatizar sobre o quão importante é investir em uma aula de teoria musical e aprender a tocar um instrumento, o que pode servir como uma espécie de terapia, uma vez que, graças à vibração de um som bem-feito, a ajuda é garantida, pois ela é capaz de aliviar qualquer nível de estresse.

E podemos fazer um curso tanto em um conservatório quanto até mesmo de forma autodidata, mesmo porque, hoje em dia as opções de cursos dessa arte sublime estão bem mais acessíveis do que antigamente – e isso vai desde vídeos interessantes no Youtube até cursos completos de acordes, os quais podem ser facilmente encontrados em plataformas como o próprio Superprof, dispondo de bons profissionais com preços superbacanas.

E um dos instrumentos que vale a pena aprender e que, por isso, é interessante ser abordado, é o injustiçado contrabaixo. E digo “injustiçado” porque além de não fazer nenhum sentido essa questão de qual seria o mais importante, faz-se necessário reconhecer que toda pessoa que planeja, por exemplo, fazer aulas de baixo, pode seguir em frente com essa ideia, pois trata-se de um componente fundamental em uma produção nessa área.

Independentemente do gênero preferido, o baixista tem um papel relevante em um conjunto, pois juntamente com o baterista, ele irá conduzir a base rítmica de um som para que, assim, tudo que compõem a execução de um som, por exemplo, de fato consiga se desenvolver de forma harmônica.

Se você é daquelas pessoas que ama contrabaixo e está pensando em começar o quanto antes um curso de baixo, seja em uma escola especializada ou até mesmo com algum dos nossos professores do Superprof, acompanhe neste artigo algumas considerações que vão fazer você ter a certeza acerca do real valor deste que é o som mais groove presente em uma banda.

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Vamos lá

Um breve histórico do baixo 

Para quem não sabe, o baixo figura entre os mais antigos da história da música, sendo que o seu surgimento remonta ao século XV a partir do violone, um modelo bem comum na época e que era muito utilizado nos grupos de câmara.

O violone se destacava por ser maior que um violoncelo, contando, inclusive, com seis cordas as quais geralmente eram afinadas em arpeggio.

O baixo propriamente dito passou a ser popularizado por Domenico Dragonetti (1763 – 1846) em meados do século XVIII, mas havia diferenças em seu formato se compararmos ao instrumento que conhecemos hoje. Ou seja, tratava-se de um contrabaixo de três cordas idealizado pelo luthier Gasparo da Salò (1542 – 1609).

A orquestra e seus instrumentos – os primórdios do contrabaixo.
Desde sempre o contrabaixo se caracterizou como o mais grave de todos!

Embora o baixo desse período se destacou por oferecer uma projeção sonora capaz de impulsionar o desenvolvimento das orquestras no período clássico, mesmo assim, ele acabou passando por um novo processo de mudança, mais exatamente no século XIX, se transformando, finalmente, no contrabaixo acústico com quatro ou cinco cordas.

Mas, toda essa evolução não para por aí, afinal, ainda viria uma novidade necessária para o mundo das harmonias, uma vez que, lá trás, era muito difícil transportar o modelo acústico – era desajeitado e, por ser feito de madeira, corria o risco de ser danificado.

Por conta disso, no ano de 1951, um simples técnico em eletrônica, chamado Leo Fender, teve a ideia de criar um baixo elétrico que, batizado de Precision, se tornou a grande sensação dos músicos, prevalecendo até hoje como o modelo mais buscado e que, em razão de toda essa repercussão, passou a ser conhecido como Fender Bass.

A relevância do baixo em uma banda

O senso comum acaba traduzindo alguns equívocos em relação à importância de cada instrumento, sendo que, neste caso, o “glamour” acaba recaindo mais na guitarra e no próprio vocal, ficando as outras funções colocadas de lado, ou seja, em segundo plano – o que acaba sendo algo injusto.

Primeiro que vale a pena de novo destacar que não existem melhor ou pior e, sendo assim, cada qual tem o seu devido valor, se fazendo crucial para a execução de uma melodia.

No entanto, falando especificamente do baixo, é interessante salientar que, como a sua função é conduzir o entrosamento de todos os instrumentos que estão a produzir uma canção, é mais do que necessário enfatizar que sim, o baixo é primordial em uma banda, uma vez que ele é o companheiro da bateria.

Baixo acústico marrom em destaque, tendo ao fundo uma bateria com um baterista de camiseta vermelha tocando.
Tanto o contrabaixo quanto a bateria formam a “cozinha” de uma banda!

Dizer que o baixo é companheiro da bateria (e de tudo que está relacionado à percussão) é dizer que ambos são responsáveis pela formação do que os músicos costumam chamar de “cozinha” que, basicamente, é o tal do tempero rítmico e melódico essenciais para uma sonoridade completa.

Tendo em vista tal afirmação, é crucial deixar claro que, em um grupo de músicos, a sintonia entre baixista e baterista é primordial, pois será esse alinhamento que dará segurança ao grupo todo, proporcionando, inclusive, o bom desempenho das guitarras, teclados, metais e vozes.

Por fim, é interessante também destacar que não importa o gênero musical preferido de uma pessoa que está a planejar a fazer aula de baixo e que deseja, lá na frente, quem sabe fazer parte de uma banda, o fato é que ao longo de um curso como esse será necessário aprender a ter segurança na execução rítmica e saber como sincronizar as respectivas linhas harmônicas com o bumbo da bateria de forma precisa para que o resultado seja um som bem coerente.

Aprendendo a tocar baixos que possuem até 6 cordas.

Muitas pessoas que começam a pesquisar opções de cursos de baixo na internet, por exemplo, têm dúvidas em relação a qual tipo de instrumento aprender, ou seja, se um baixo de quatro, cinco ou seis cordas.

Embora existam modelos com até 12 cordas, é interessante esclarecer logo de cara que quem nunca fez sequer uma aula baixo, a dica então é começar aprendendo a tocar o modelo de quatro cordas que, de certo modo, acaba sendo o mais usual em uma banda, por exemplo – apesar de isso não ser uma regra.

No entanto, acaba sendo comum vermos por aí ofertas de cursos baixo voltados para modelos de cinco ou seis cordas, sendo que a escolha final obviamente vai do gosto dessa pessoa que sonha em se tornar musicista.

Mulher com camiseta preta, riscos no rosto e braços, está a tocar contrabaixo.
O modelo mais convencional, principalmente para bandas, é o baixo de quatro cordas!

O que é importante evidenciar aqui é que, independentemente, de qual modelo será utilizado em uma aula de baixo, o fato é que é preciso sempre se informar acerca de suas características na hora de adquiri-lo.

E essa questão tem a ver com questões relacionadas ao processo de produção e como é a sua forma de captação: ativa ou passiva, além do tipo de madeira utilizado na fabricação de um baixo.

Fatores como esses vão sempre fazer a diferença em aspectos que se referem à própria qualidade do instrumento, o seu preço e, principalmente, a sua sonoridade. Por isso, leve em consideração esses detalhes na hora de comprar um.

Encontre seu professor de contrabaixo na internet

Neste artigo, tentei pontuar aspectos pertinentes em relação ao baixo que, cá entre nós, é essencial em uma produção musical.

Por conta disso, a dica final é a mais clássica de todas: vale a pena sim aprender a tocar baixo, pois além de ser o som mais groove, também tem um certo charme bem diferente dos demais.

Toda pessoa que hoje em dia tem vontade de fazer um curso básico de baixo, já está ciente que encontrar um bom professor que trabalhe com isso está mais fácil do que em épocas passadas, afinal, na própria internet podemos ter acesso a inúmeras opções, de anúncios de conservatórios e escolas de música, inclusive em redes sociais com dicas e aulas curtas do gênero.

Apresentação de um grupo musical em local aberto, sendo que um homem está a tocar um baixo acústico, uma mulher tocando acordeão e mais dois homens, sendo que um está a tocar trompete, enquanto o outro toca bateria.
Independentemente do modelo ou estilo, o baixo sempre foi essencial nas apresentações musicais!

Além disso, vale ressaltar que as próprias redes sociais não são a única forma de encontrar professores na internet. Também é recomendável fazer sua pesquisa diretamente em um mecanismo de busca, inserindo na barra de pesquisa "professor de baixo" e o nome de sua cidade.

Como é sabido, os respectivos resultados devem levar você aos nomes de profissionais disponíveis perto de sua localidade, sendo que essas opções acabam sendo geralmente disponibilizadas em plataformas especializadas em aulas particulares, como o Superprof, por exemplo.

Nesses sites, inclusive, a pessoa interessada encontrará informações relacionadas a preços, o nível das aulas de baixo (do iniciante ao avançado), a experiência do professor e por aí vai.

Em suma, são alternativas interessantes capazes de disponibilizar um determinado número de profissionais da área, sempre de acordo com critérios que podem ser elencados na pesquisa, como localidades e valores de um curso de baixo para iniciantes.

E aí, está pronto para começar a pesquisar as melhores opções de aulas de baixo em sua cidade e aprender a tocar os gêneros musicais que mais curte? Então, não perca tempo e comece agora mesmo a tirar aquele som groove!

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Erico

Sou roteirista, redator e CEO da Eckoa Digital, além de músico nas horas vagas.