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Por que procurar ajuda para escolher a sua carreira?

De Fernanda, publicado em 19/03/2018 Blog > Aulas particulares > Reforço escolar > Orientação Vocacional > Orientação vocacional: por que fazer?

“Nesse mundo em constante mudança, é melhor assimilar a mudança do que remediar as escolhas”, Francis White

Você escolheu um caminho e se arrependeu da sua decisão? Você não faz a menor ideia de qual curso superior fazer? Você já está cursando uma faculdade mas acha que não é a profissão da sua vida?

Não entre em pânico: uma reorientação é sempre possível! Graças ao serviço de um profissional de orientação vocacional, você pode facilmente encontrar qual é a área mais adequada para você e, assim, ter sucesso no seu futuro profissional.

Descubra os motivos que levam os estudantes a se fazerem orientação vocacional!

Orientação escolar: a falta de informação

Você acha que nunca vai encontrar sua trajetória profissional ideal? Mas você realmente conhece as ofertas de formações superiores disponíveis no Brasil?

Como integrar um novo fluxo na universidade? É importante se informar bem antes de escolher seu curso para evitar surpresas desagradáveis ​​- como ter de trancar o curso ou pedir uma transferência!

Humanidades, ciências sociais aplicadas, ciências exatas, ciências biológicas…: são muitas as opções de formação superior e de universidades.

De acordo com o levantamento do Censo da Educação Superior 2016 (Inep), 34.366 cursos de graduação foram ofertados em 2.407 instituições, para um total de 8.052.254 estudantes matriculados.

No entanto, poucas pessoas realmente conhecem as oportunidades e o conteúdo programático dos cursos universitários. Por exemplo: um levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com base em uma análise inédita de dados do Ministério da Educação (MEC) concluiu que mais da metade dos estudantes de engenharia do Brasil abandona o curso antes da formatura. Em 2007, 105.101 pessoas entraram em cursos de engenharia em instituições públicas e particulares. Cinco anos depois (tempo previsto para a conclusão do curso), apenas 42,6% dos estudantes se formaram e 57,4% haviam desistido.

Resultado: os alunos perdem anos de investimento psicológico e financeiro!

Para descobrir o conteúdo de seus estudos de graduação, existem muitas soluções:

  • Universidade de Portas Abertas: evento realizado no mínimo uma vez por ano pela maioria das instituições de ensino superior. Podem participar todos os alunos de instituições educacionais que se inscreveram. Na Unicamp, por exemplo, para receber estudantes e professores, a universidade se prepara, todos os anos, de maneira que os visitantes possam participar de atividades como oficinas, visitas a laboratórios de pesquisa, palestras e apresentações culturais. É uma oportunidade para que estudantes do ensino médio e fundamental circulem e conheçam a Universidade, os cursos oferecidos e tenham contato com as metodologias de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidos no campus.
  • Feira Guia do Estudante
  • Salão do Estudante: é uma feira de intercâmbio onde você pode conhecer e falar diretamente com representantes de reconhecidas universidades, faculdades, high-school e escolas de idiomas de todo o mundo, assim como as melhores agências de intercâmbio do país. Você pode tirar suas dúvidas e receber aconselhamento personalizado em diversas capitais brasileiras;
  • Visitas a empresas realizadas por escritórios e clínicas de orientação vocacional.
  • Os departamentos ou institutos de Psicologia da maioria das universidades oferecem encontros e sessões gratuitas de orientação profissional à comunidade (SOP – Serviço de Orientação Profissional).
  • Faça uma consulta particular com um profissional de psicologia,
  • Consulte as pesquisas e análises de oportunidades de acordo com os setores,
  • Leia as informações disponíveis nos sites das universidades,
  • Participe de eventos promovidos por escolas e universidades…

Os pais dos estudantes têm um papel fundamental na hora de orientar seus filhos e ajudá-los a solucionar suas dúvidas sobre o futuro profissional, com apoio afetivo e informativo.

Orientação: escolher um trabalho que paga bem ou seguir sua paixão?

Estabilidade econômica ou realização pessoal? Aqui está um dilema que mexe com muitos estudantes brasileiros!

No Brasil, não é incomum que um aluno siga um caminho indicado ou aconselhado por seus familiares. É claro, ter sucesso financeiro no mundo profissional permite que você viva com conforto, mas com o risco de não ter satisfação no seu dia a dia.

Sabemos que existem milhares de estudantes que percebem, depois de alguns anos de estudo, que esse ou aquele setor não é feito para eles.

No entanto, é bem possível combinar seus gostos pessoais e seu desejo de sucesso acadêmico, escolhendo um curso adaptado às suas aspirações profundas.

Na era da Internet, não é mais obrigatório se tornar médico ou advogado para ter sucesso na vida. Por exemplo: os desenvolvedores web podem ganhar até 6 mil reais por mês no início de sua carreira, com “apenas” 4 anos de estudo (contra uma 8 anos de estudo para um médico especialista).

O segredo é reforçar seus desejos e encontrar o caminho certo para você entrar no mercado de trabalho com facilidade. E, como Confúcio disse: “Escolha um trabalho que você ama, e você não terá que trabalhar um único dia de sua vida”!

Orientação vocacional: está com dificuldades na escola?

A perseverança é a chave para o sucesso!

Como é uma reorientação no ensino médio? Não perca a esperança: suas notas ruins também são consequência de uma má orientação!

No sistema educacional atual, os resultados da escola e de exames como o Enem definem o sucesso ou o fracasso do ensino médio ou do ensino superior. Seus pais podem entrar em pânico rapidamente ao perceber algumas notas abaixo da média ou uma queda significativa nos resultados escolares.

No entanto, é perfeitamente possível garantir o sucesso educacional através de práticas de ensino simples. Na maioria dos casos, descobrir o que você quer fazer da sua vida é uma etapa obrigatória: o aluno começa a se sentir mais envolvido na sua vida acadêmica e passa a buscar o sucesso escolar.

Existem várias soluções para lidar com suas dificuldades escolares:

  • Faça aulas em uma agência de reforço escolar
  • Procure anúncios on-line de aulas particulares (Superprof…),
  • Revise através de meios mnemônicos
  • Recorra a livros educacionais complementares,
  • Revise com a ajuda de exercícios educacionais on-line,
  • Revise suas lições com aplicativos educacionais (tipo Babbel) …

No entanto, sabemos que os estudantes do ensino médio se desmotivam facilmente devido a diversos fatores (necessidade de trabalho, dificuldades pessoais, financeiras)… E falta de motivação pode ser uma grande vilã nessa hora. É ainda mais difícil conseguir obter boas notas se você não tiver nenhum interesse na escola!

Neste caso, recomenda-se também a orientação vocacional, pois ela traz suporte e apoio psicológico fundamentais nessa etapa tão delicada da vida do estudante.

Todo aluno que demonstra desinteresse pela escola deveria fazer passar por uma entrevista individual com o psicólogo da escola para descobrir as profissões que o interessam e encontrar uma oferta de formação adaptada ao seu projeto pessoal.

Orientação vocacional: falta autoconhecimento?

“Conhecer outro é uma ciência; conhecer a si mesmo é inteligência “- Provérbio chinês

A orientação vocacional é acima de tudo um estudo sobre si mesmo. Seja no final do Ensino Fundamental ou durante o Ensino Médio, os alunos precisam aprender a identificar seus desejos e expectativas em relação à suas vidas.

Na maioria das vezes, os alunos entregam essa decisão para a família ou os professores mais próximos, contando com a opinião desses para decidir qual trabalho escolher e qual curso seguir na universidade. No entanto, essa é uma questão extremamente pessoal e que deve ser bem trabalhada para encontrar as respostas certas!

É por esta razão que os conselheiros de orientação vocacional recomendam um acompanhamento com base em suas habilidades e sua personalidade!

Vamos falar sobretudo de uma aplicação do teste vocacional com um acompanhamento especializado de um profissional – o psicólogo, na maioria das vezes.

A primeira fase é de levantamento das aptidões do jovem: isso por meio de de conversas, dinâmicas e exercícios. Dessa primeira interação já é possível mapear os interesses e a personalidade do orientando. O profissional, com essas informações, traça o seu perfil e então apresenta uma lista de áreas do conhecimento alinhadas aos interesses do indivíduo. Além disso, o orientador também pode apresentar profissões que o aluno desconhecia até então.

Normalmente, esses encontros são permeados com a visita a diferentes ambientes de trabalho ou o conhecimento mais aprofundado de cada profissão. Os orientadores e os projetos de orientação vocacional nas escolas costumam realizar encontros com especialistas e visitas a empresas.

Nas etapas seguintes, são apontados possíveis cursos e carreiras pertencentes às áreas de interesse do estudante.

Orientação vocacional: nunca é tarde para descobrir seu caminho

E se a orientação vocacional for apenas uma questão de timing?

Como aproveitar o aconselhamento de orientação gratuita na faculdade? E se você reservasse um ano para escolher sua profissão?

Escolher a sua profissão ao final do Ensino Médio pode ser uma fonte de estresse pesada para alguns alunos. Uma experiência ruim durante sua vida escolar (por diversos motivos como bullying, traumas ou desigualdades sociais, por exemplo) pode provocar uma escolha equivocada na hora de planejar sua carreira.

Alguns alunos – aqueles com condições, claro – escolhem reservar um ano de suas vidas para estudar ou trabalhar no exterior e explorar outras possibilidades!

Lembre-se de que nunca é tarde demais para obter conselhos: agências privadas ou especialistas de orientação vocacional recebem estudantes de todas as idades para ajudá-los a decidir seu futuro. Passar por um processo de orientação profissional permite descobrir informações úteis sobre as profissões, mas também pode ajudar você a encontrar um estágio em uma empresa ou um curso fora do país, por exemplo.

À medida que suas experiências crescem, seu projeto pessoal começa a emergir com mais clareza. Portanto, não há idade para encontrar o caminho: estudantes e universitários podem – e têm o direito – de mudar completamente sua decisão de curso superior, sem que isso tenha um impacto negativo no sucesso pessoal.

Então, que tal encontrar uma formação perfeitamente adaptada às suas aspirações?

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