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Como revisar para as aulas da língua do Oriente Médio

De Camila, publicado dia 19/05/2019 Blog > Idiomas > Árabe > Programa de revisão para curso de árabe

Optar por aprender árabe, de início, não é fácil para ninguém.

Você já faz aulas de árabe, ama a língua, a cultura, a religião ligadas ao idioma e agora pretende se lançar na aventura de fazer um teste de proficiência?

E isso sem contar que nem todos os alunos têm as mesmas disposições cognitivas: uns são mais lentos do que outros para aprender a ler, outros demoram mais para aprender como falar árabe, sem contar que muitos possuem dificuldades para conseguir escrever no idioma do Egito.

Seguindo o contexto atual, a grande maioria dos cursos de árabe para brasileiros são formados por grupos de alunos iniciantes que nunca leram, escreveram, e nem falaram ou ouviram uma única palavra em árabe. Mas, lembre-se, nem de longe isso deve te intimidar!

A popularidade do aprendizado desse idioma como língua estrangeira no Brasil ainda é muito baixa, se comparada com outras línguas como o inglês, o espanhol, o francês ou o alemão.

Isso sem contar que, para um lusófono, aprender árabe significa aprender tudo do zero, já que tudo relacionado ao idioma é diferente do português: alfabeto, pronúncias, números, caligrafia, sistema de escrita, etc.

Não era para ser diferente, já que o português é um língua de origem romana e o árabe, de origem semítica e com um alfabeto originário do aramaico.

Sendo assim, é preciso muito mais esforço de um brasileiro lusófono, doutrinado desde o nascimento em um sistema de língua neo-latina, para assimilar o idioma do Marrocos, em comparação ao da Inglaterra, por exemplo.

E esse é apenas alguns dos motivos pelos quais não vemos muitos alunos se preparando para fazer testes de proficiência na língua da Jordânia e de mais 25 países onde esse idioma é a língua oficial.

Não se desespere na hora de ver o tanto de conteúdo sobre língua árabe a ser revisado: faça-o pouco a pouco.

Ter sucesso em provas da língua árabe é, no entanto, algo completamente possível. Para tal, os amantes do idioma precisam de muita força de vontade e rigor, a fim de manter a motivação e o prazer de praticar o árabe:

Aprender o alfabeto, ler, escrever e falar em árabe, trabalhando a expressão e a compreensão oral e escrita.

Depois de alguns anos praticando árabe com regularidade, o teste de proficiência pode lhe render muitos pontos, um avanço significativo no domínio da língua, sem contar com o diploma atestando suas capacidades de compreensão e comunicação no idioma dos Emirados Árabes Unidos.

Para atingir um bom nível de árabe, é necessário esquecer os impasses, trabalhar com regularidade e assiduidade e, principalmente, adquirir os conhecimentos necessários para conseguir se sair bem na prova.

Pensando nisso, aprender o alfabeto, assimilar o árabe e ter boas notas continua sendo algo difícil?

Com um caminho tão longo e complicado pela frente, a escolha e a vontade de aprender muito bem esta língua viva é fonte de ansiedade?

Não entre em pânico! As aulas de árabe existem para ajudar você a progredir! Se elas forem particulares, então melhor ainda! Mais frutos irá colher!

Nossa comunidade Superprof te dá algumas dicas de como trabalhar em uma revisão com pontos essenciais que fazem parte de alguns programas de testes de proficiência em árabe. Com o auxílio e acompanhamento de um professor particular, você chegará no dia da prova bem preparado para passar no exame.

Veja também algumas dicas que possam te auxiliar nessa jornada de aulas de árabe!

Objetivos a serem adotados em um programa de revisão

O objetivo declarado de tais exames de proficiência é o de ter certeza que os alunos possuam uma competência bilíngue combinada a conhecimentos básicos da históriacultura árabes.

Para serem considerados como pessoas que dominam muito bem o idioma, os alunos precisam atingir ma nota que equivalha ao nível C1 do Quadro Europeu Comum de Referência.

Em outras palavras, devem adquirir um nível em que sejam autônomos na prática e na compreensão do idioma.

Ao longo do curso, principalmente durante os ciclos intermediário e avançado, os aprendizes de árabe são treinados em expressão oral, assim como em expressão escrita do árabe moderno.

Além desse contínuo aprofundamento da prática, os professores contribuem muito para o enriquecimento do vocabulário árabe de seus alunos. O objetivo é que eles consigam se expressar corretamente, dominando a escrita árabe e a expressão oral, assim como todas as outras noções estudadas durante das aulas do idioma.

Encontre aqui curso de arabe para brasileiros!

É preciso ter uma boa compreensão de texto em árabe para conseguir passar nos exames. O domínio da compreensão escrita faz parte da prova de proficiência em árabe.

Os estudantes desejosos em obter um diploma de proficiência em árabe em nível C1 precisam atingir um total de seis objetivos para serem bem-sucedidos na prova:

  • Ser capaz de dialogar e se comunicar em árabe sobre questões da vida cotidiana e sobre questões sociais;
  • Mostrar compreensão oral de televisão, rádio, debates, discursos, filmes e documentários;
  • Saber ler e escrever em árabe: literatura árabe moderna, a imprensa, os elementos do árabe padrão e alguns textos árabes coloquiais;
  • Entender, explicar e sintetizar qualquer tipo de documento escrito ou oral;
  • Ter a capacidade de interpretar, reescrever e reformular um texto;
  • Ter habilidade de construir um argumento claro, conciso e limpo, tanto na forma oral quanto na escrita.

Além disso, o nível avançado visa proporcionar aos alunos um conhecimento profundo da cultura e literatura do mundo árabe. Linguagem e cultura são vistas em primeiro lugar através de precursores literários e filosóficos.

A fim de melhorar o nível de língua árabe dos alunos e instigar o gosto pela leitura, muitos trabalhos de literatura árabe são estudados durante as sessões de ensino com o professor particular.

Que tal algumas ótimas dicas para saber a quantidade ideal de aula de árabe que você deve cursar para obter um bom nível?

Temas a serem revisados

O programa oficial para sair do nível A1 (total iniciante) e chegar no nível C1 (avançado) é muito denso. Língua e cultura árabe são estudados praticamente em sua totalidade, através de filosofia e literatura na história dos movimentos de pensamento até os dias atuais.

O Ocidente em literatura de viagens e romances:

O foco está na evolução das relações mantidas entre o mundo árabe e o ocidente através da história.

O ensino oferece um exame cruzado de todas as representações históricas, políticas, econômicas e sociais do mundo árabe.

A imprensa e os grandes debates da sociedade

O estudo das publicações feitas pela imprensa árabe permite compreender as grandes questões sociais que cruzaram o mundo árabe ao longo do século passado.

O objetivo é dar aos alunos uma formação árabe para discutir e ter um espírito crítico, para o exercício da escrita árabe jornalística e fala árabe.

Estar por dentro da imprensa árabe é essencial. Ler notícias em jornais do mundo árabe é fundamental para chegar preparado para a prova.

Amor

Este capítulo do programa dá lugar de destaque à poesia e à prosa. Ele se dedica a examinar as paixões sentimentais na literatura antes da civilização islâmica.

Confira aqui algumas dicas eficazes para ajudar você a escolher o professor de árabe certo.

Autobiografia

Tipo de produção muito difundida na cultura árabe-muçulmana desde o século XX, a autobiografia é aplicada dentro do programa com o intuito de sensibilizar os alunos para a emancipação gradual do peso individual da comunidade e da sociedade.

Modernidade: o Nahda

Nahda é o que os historiadores chamam de “renascimento árabe” do século XIX. Ele marca o surgimento da modernidade no pensamento e nas letras árabes.

Nesta parte, os alunos estudam as relações entre o mundo árabe e o Ocidente, ou seja, a transição de estilos literários como romances, contos e teatro para o árabe, assim como a evolução da língua do Egito.

Os desafios da modernidade nos séculos XX e XXI

Este módulo é orientado para o estudo dos grandes temas “pós-materialistas” do século XXI: direitos humanos, empoderamento feminino, liberdade, ecologia, etc.

Ao atingir um nível avançado do idioma, o aluno que faz cursos de árabe deve conhecer uma grande variedade de autores e correntes de pensamento do mundo árabe.

Se ele optou por aulas particulares de árabe, o professor particular é a melhor pessoa para orientá-lo em suas revisões. Pode parecer óbvio, mas é sempre bom repetir: a orientação de um profissional experiente faz toda a diferença no processo de aprendizado da língua.

Com a prática você irá perceber que a duração das aulas de árabe depende da qualidade do professor. Sendo assim, reservar um tempo para fazer pesquisas e encontrar um professor com expertise e que contribua efetivamente para a evolução de seu aprendizado é quase que condição sine qua non para você ser bem preparado para os exames.

Através da colaboração de seu professor de árabe, vocês podem traçar um plano de estudos realista, levando em consideração seus objetivos, tão bem como seus pontos fortes e fracos no processo de aprendizagem da língua.

Agindo dessa forma, você certamente perceberá a economia de tempo significativa que colherá como fruto. Sem falar na construção da relação com seu professor, que pode trocar muitas figurinhas com você e enriquecer seu conhecimento sobre o idioma e a cultura árabe.

A frequência das suas aulas de árabe depende muito dos seus objetivos. Fonte: The Independent – divulgação.

Além disso, o método e a pedagogia empregados por seu professor irão impactar de forma direta a evolução de seu aprendizado. Lembre que um bom profissional é aquele que atende às expectativas do aluno, neste caso, às suas e que possui expertise na área e conte com uma didática eficiente. E ainda, claro, seja alguém que goste de transmitir conhecimento, e que vibra quando sente que do outro lado a pessoa compreendeu o que ele quis dizer.

Peça também a seu professor para que ele converse em árabe durante a aula. Isso deve acarretar em progressos nas suas habilidades de expressão e compreensão oral.

Geralmente, um ótimo profissional da língua árave já estudou, pelo menos, de três a cinco anos o idioma e a cultura. Interessantemente esse é o caso dos professores de aula particular de árabe da nossa comunidade Superprof e esse pode ser um bom caminho para que você encontre um bom profissional que ressoe com você.

Que tal você seguir algumas dicas relacionadas ao preço das aulas particulares de língua árabe para ficar mais por dentro?

Compreensão da escrita árabe

Os testes de proficiência em árabe – assim como em todas as provas para atestar o nível de conhecimento de uma língua estrangeira – possuem uma primeira parte em que o candidato é avaliado em sua compreensão escrita. Isso quer dizer que o nível de leitura e compreensão de texto em árabe será colocado à prova.

Para chegar preparado na hora da prova, peça ao seu professor de árabe para trabalhar em tópicos já propostos em exemplos anteriores da prova que você pretende fazer (os famosos “simulados”).

Esse é um tipo de treino que funciona e motiva o aluno, pois ele se sente preparado e confiante para se lançar de cabeça nas avaliações.

A primeira parte do teste, destinada à compreensão de textos, assume a forma de uma série de perguntas explicativas sobre um texto escrito em árabe.

Em outras palavras, é preciso fazer aulas de árabe regularmente, pois as instruções do assunto não são traduzidas para o português!

Peça ao seu professor para selecionar dois ou três tópicos em cada aula para que você tenha a opção de treinar com textos sobre assuntos que você goste.

Você já domina a compreensão de textos em árabe? Entender bem o que é lido em árabe é uma das provas a serem superadas para conseguir um diploma C1.

Confira nossas sugestões de técnicas para ajudar a potencializar seu desempenho de aprender árabe!

Trabalhando a expressão escrita

É chegada a hora da revisão para a avaliação de expressão escrita dos futuros arabófonos.

Trabalhe bem os parágrafos do seu texto, lembrando sempre das dicas e orientações passadas pelo seu professor de árabe ao longo dos anos de aulas e dedicação ao aprendizado da língua.

Um texto bem argumentado deve ter:

  • uma breve introdução;
  • um plano aparente de duas partes;
  • um conteúdo homogêneo ilustrado com exemplos;
  • parágrafos separados para cada um dos argumentos;
  • uma ou duas frases conclusivas.

Esta é talvez a parte mais difícil do exame, pois requer a capacidade de pensar e, ao mesmo tempo, a capacidade de ler e escrever um texto sobre uma questão formulada em árabe.

Portanto, não a negligencie já que ela pode lhe trazer vários pontos, culminando, quem sabe (e aqui estamos de dedos cruzados torcendo por você!), no tão suado, aguardado e desejado diploma atestando seu domínio bilíngue no idioma do Oriente Médio!

No mais, ótima revisão e boa sorte!

O Ramadan acontece no nono mês do calendário islâmico, período no qual os muçulmanos sustentam o jejum para celebrarem a primeira revelação do Corão ao profeta Maomé.

Saiba um pouco mais sobre a influência árabe no Brasil

Devido à sua presença dominante na Península Ibérica por cerca de oito séculos, os árabes influenciaram a cultura brasileira desde a colonização. A partir do final do século XIX, por meio do declínio da escravidão, o nosso país, como sabemos, passou a receber ondas imigratórias significativas vindas do exterior, sobretudo de países europeus.

Em meio a portugueses, espanhóis e italianos, que imigraram para o Brasil devido à expansão da economia cafeeira e até mesmo à do ciclo da borracha na Amazônia, os árabes se destacaram desses outros povos, que abraçaram, em sua maioria, atividades agrícolas.

Os árabes adotaram a atividade de mascote e introduziram os “armarinhos”, as pequenas lojas comerciais

Já os árabes inseriram-se preponderantemente nos centros urbanos e se dedicaram às atividades comerciais na nova terra. Na realidade o comércio, não o graúdo monopolista, mas o dos gêneros de consumo mais popular foi a atividade inicial na qual os árabes se destacaram.

Muitos deles se tornaram mascates, comerciantes de pequeno porte. Embora fosse uma atividade simples, o mascate tinha a vantagem de ser dono de seu próprio negócio, recebendo suporte de uma rede de conterrâneos ou parentes que os havia acolhidos inicialmente.

Gradualmente, depois de conhecer bem e conseguir determinada freguesia, o árabe mascate acabava estabelecendo-se em uma pequena loja, o que usualmente chamamos até hoje de “armarinhos”. Estes, por sua vez, podiam prosperar para um comércio um pouco maior, chegando até ao atacado e, em certos casos, convertendo-se até em uma empresa industrial.

Desse ponto em diante os árabes foram inserindo-se na sociedade como comerciantes, impulsionados pelo vigoroso crescimento do mercado urbano em muitas das capitais do país, à época.

Por causa disso, os árabes foram firmando-se na sociedade e ganhando a fama de serem hábeis negociantes. E os demais setores rapidamente observaram que com eles era necessário pechinchar, “chorar” no preço, para se obter um bom negócio.

Por outro lado, havia presente também uma apreciação positiva dos árabes, já que foram eles, os “turcos”, que popularizaram uma série de práticas comerciais, como o crédito, as promoções, os descontos na mercadoria em função do volume adquirido, etc.

Além disso, os árabes comerciantes introduziram também métodos comerciais ousados, que possibilitaram à camada da sociedade de pouco poder aquisitivo o consumo de bens e produtos populares. Vale também notar que a presença desses comerciantes nas áreas rurais foi muito bem-vinda, já que eles traziam mercadorias e as novidades das capitais e ainda ofereciam um preço menor do que o dos centros urbanos.

Os árabes tornaram-se mascotes, pequenos comerciantes e evoluíram até conquistarem um pequeno comércio, chamado de “armarinho”. Fonte: Casa Tricroche Loja Armarinho – divulgação.

Busca pela ascensão social e envolvimento com a política local

Após já terem se estabelecido como comerciantes bem-sucedidos, outras duas características destacam os árabes dos demais imigrantes europeus que chegaram ao país na virada do século XX.

A primeira característica foi a resolução de buscar pela ascensão social da família, sobretudo para seus filhos através de uma boa educação. Portanto, os árabes começaram a investir pesado na educação de seus descendentes, com o objetivo de formar doutores.

A segunda característica, essa de caráter mais espacial e de estratégia geográfica, fez com que os comerciantes árabes expandissem seus negócios das regiões centrais das capitais brasileiras até outros bairros e periferias.

Dessa forma, em São Paulo, por exemplo, concentraram-se próximos ao Mercado Municipal, tomando como eixo as ruas 25 de Março e Florêncio de Abreu. O mesmo ocorreu nas demais capitais, só que os árabes comerciantes não pararam por aí e foram disseminando-se aos poucos, por bairros populares e municípios do interior do país.

Essa prática tanto foi fato que no Brasil costuma-se ainda hoje dizer que existe uma “lojinha de turco” em cada canto do país. E não raro foram os casos em que esses pequenos estabelecimentos, geralmente localizados no centro, como dissemos, próximos a praças e igrejas da cidade, foram, aos poucos, tornando-se dos mais importantes das cidadezinhas.

Esse fato foi concedendo aos árabes uma certa ascensão social, contando com uma inserção na comunidade privilegiada. Com o passar do tempo, essa situação se solidificou ao ponto de começarem a serem considerados membros com profundas raízes na sociedade.

Esse contexto, aliado ao título de doutor obtido pela primeira geração de filhos dos imigrantes impulsionou a que muitos descententes de sírios e libaneses, especialmente, prospectassem entrar no mundo da política local.

A partir dos anos 50, os descendentes de árabes imigrantes começaram a se envolver na vida política das pequenas cidades onde já haviam se estabelecido como comerciantes bem-sucedidos. Fonte: Prefeitura Municipal de Duas Barras, MG – divulgação.

Devido a isso, a partir da década de 1950, já à procura de cargos públicos, os doutores descendentes de árabes, em sua grande maioria, filhos primogênitos ou dentre os primeiros nascidos, providos da benção de seus pais comerciantes muito bem-sucedidos, lançaram suas carreiras políticas.

E muitos deles elegeram-se prefeitos em uma larga gama de municípios interioranos através do país. Foi aí que deu-se início a sua influência política, além da econômica já precedente, no coração dessas pequenas cidades interioranas.

Em resumo, avaliada como um todo, a imigração árabe ao Brasil transformou-se em uma das maiores e mais vibrantes contribuições ao nosso rico panorama nacional.

E aí, agora que você sabe sobre tudo isso, esperamos que você sinta seu amor pela cultura árabe renovado, de brilho nos olhos, e que esse sentimento o ajude no estudo desse idioma tão vibrante, o árabe padrão! Boa sorte!

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