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Medidas alimentares podem melhorar sua saúde

De Marcia, publicado em 18/03/2018 Blog > Esporte > Personal trainer > Como avaliar as condições do seu organismo?

Basta sairmos de casa para nos depararmos com uma vasta gama de produtos industrializados, cheios de açúcares e gorduras. Entretanto, se pensarmos em termos de saúde, nem tudo o que parece atraente aos olhos, é conveniente para levar para casa.

Não estamos dizendo que você precisa, todos os dias, comer aveia no cafè da manhã, quinua no almoço e salada no jantar. Entretanto, evitar alguns alimentos que possuem ingredientes nocivos à saúde é uma medida inteligente e eficaz.

Alimentação balanceada Alimentar-se de forma correta é sinônimo de comer alimentos saudáveis, e não ficar neurótico com as calorias.

Além disso, conhecer o nosso metabolismo basal (para saber a quantidade de calorias diárias que pode ser ingerida), conhecer o nosso IMC (para entender se estamos obesos ou com sobrepeso) e fazer exames médicos antes de iniciar uma atividade física são atitudes fundamentais.

E isso deve partir de nós e estender-se também aos nossos filhos.

Como calcular o metabolismo basal?

Ainda que você não pratique nenhuma atividade física no dia a dia, o seu corpo precisa de determinada quantidade de energia. Trata-se do combustível necessário para manter os órgãos vitais em funcionamento. Essa taxa é chamada de metabolismo basal.

Nutricionistas em geral costumam calcular essa taxa em seus pacientes, já que ela é o ponto de partida para uma diea saudável. Isso porque ela não segue um padrão para todas as pessoas. A quantidade diária de calorias necessárias varia de acordo com a idade, sexo, altura e massa muscular do indivíduo.

Além disso, médicos costumam levar em conta a herança genética e alguns fatores clínicos do indivíduo, o que prova que fazer esse cálculo, muitas vezes não é tão simples quanto parece, apesar das ferramentas online que exigem poucos cliques.

Também é preciso levar em conta que essa taxa pode modificar-se ao longo da vida, devido a alguns fatores, como perda de massa magra com a idade, fase de crescimento, gravidez, recuperação de doenças e acidentes, hábitos de exercícios, meio ambiente e até mesmo a ação de algumas dietas específicas.

Entretanto, uma mudança radical não é possível: sempre a natureza prevalece.

Como se preparar para a atividade física?

Do ponto de vista cardiovascular, os períodos de maior risco acontecem durante o início ou a retomada da atividade física. E nem sempre um infarto ou AVC pode ser revertido.

É por isso que o melhor a fazer é submeter-se a exames médicos antes do início da atividade. Essa medida deve ser aplicadas a todos os indivíduos, especialmente para aqueles que já passaram dos 40 anos.

Cuide do seu coração Antes de iniciar uma atividade física, você precisa saber como andam suas condições cardiovasculares.

Uma visita ao médico também é essencial, a qualquer tempo da prática da atividade física, quando surgem sintomas como palpitações, dores no peito e cansaço excessivo. Nesse caso, a única corrida permitida é para um consultório de cardiologia.

Além dos exames clínicos, o condicionamento do indivíduo pode ser avaliado a partir de um teste: o de Ruffier Dickson.

Outro fator importante é a escolha do profissional que vai acompanhá-lo nos treinos. Escolher um bom personal trainer é medida essencial para ser bem sucedido na prática de exercícios e não desanimar pelo meio do caminho.

Além disso, tenha em mente que o profissional escolhido não tem bola de cristal. Se você tem algum problema de saúde, deve dizer para ele logo na primeira conversa. E nem pense em omitir fatos por medo de ser rejeitado. Se você tiver algum problema que ele não saiba, pode ser que ele acabe desenvolvendo um treinamento contraindicado para a sua situação.

Isso poderá trazer grandes riscos à sua saúde. E não adianta dizer que nem você mesmo sabia da existência do problema. Afinal, os exames clínicos que antecedem o início dos treinos servem exatamente para descobrí-los. Não fazê-los é uma forma de negligenciar a própria saúde.

Como calcular as calorias dos alimentos?

As calorias costumam ser o terror de quem está em dieta, entretanto não deveria ser assim. Elas são necessárias para o funcionamento do nosso organismo. O segredo está em consumí-las com consciência.

Hoje em dia, existem aplicativos e sites que fornecem tabelas com informações da quantidade de calorias de cada alimento. Também, os rótulos dos produtos costumam trazer informações a respeito.

Entretanto, você não precisa se tornar escravo dessas ferramentas. Basta ficar atento a alguns números para não comer “demais” e tentar levar uma alimentação regrada.

O consumo também deve variar de acordo com seus objetivos. Se você quer perder peso, é necessário ingerir menos calorias do que o seu corpo precisa. Se o objetivo é ganhar, a ingestão deve ser maior que o consumo.

Para seguir uma dieta que vá de encontro aos seus objetivos e não prejudique a sua saúde, o ideal é consultar um médico nutricionista.

Como calcular seu IMC?

Devido ao aumento da obesidade entre a população de diversas partes do mundo, foi estabelecido um número capaz de determinar o limite entre o peso ideal e o sobrepeso. Foi então que surgiu o IMC (índice de massa corporal). Em 1972, o número foi aceito pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e hoje já é usado em larga escala.

Esse indicador pode ser usado com eficácia para todo indivíduo na faixa entre os 18 e os 65 anos. Dessa forma, é possível obter uma espécie de primeiro diagnóstico de que uma pessoa está obesa e precisa perder peso o mais rápido possível.

Para ter acesso a ele, basta dividir o peso do indivíduo pela altura ao quadrado. É claro que ele não deve servir como base absoluta para afirmar que determinada pessoa está obesa ou desnutrida. Mas trata-se de um indício importante, que precisa ser investigado por um médico.

Os resultados só inspiram preocupações se forem menor que 16,5 ou maior que 30. No primeiro caso, pode haver um quadro de desnutrição, enquanto o segundo indica obesidade. O ideal é que o seu IMC esteja entre 18,5 e 25. Entre 25 e 30, há sobrepeso.

Quando os resultados atingem os níveis de obesidade, ainda há uma classificação: entre 30 e 35, a obesidade é moderada; de 35 a 40, trata-se de uma obesidade grave e acima de 40 há um quadro de obesidade mórbida que precisa ser revertido imediatamente.

Entretanto, embora você possa calcular esse número em casa ou utilizar alguma ferramenta online para fazê-lo, o resultado não deve ser alarmante. O ideal é procurar um médico para tirar todas as suas dúvidas.

Como saber se você se alimenta bem?

Você se alimenta de forma saudável? Não estamos dizendo em ser obcecado por emagrecimento e não se permitir sequer experimentar um doce no final de semana, mas sim de tentar, na medida do possível, ter uma alimentação equilibrada.

Substituir os fast foods, que são uma verdadeira bomba de calorias, sódio e gorduras por saladas e carnes grelhadas, por exemplo, já é um bom começo. O que acontece é que, às vezes, acabamos sucumbindo à aparência atraente e o preço promocional de alimentos que não farão nenhum bem à nossa saúde.

Substitua a comida gordurosa Os lanches com os amigos devem ser substituídos por opções mais saudáveis.

O consumo excessivo pode ocasionar ganho de peso, hipertensão e colesterol alto, que são problemas que aumentam grandemente os riscos cardiovasculares do paciente.

Sabendo disso, é inegável que o que você come tem impactos diretos na sua saúde. Não há organismo saudável que resista ao consumo de tantos componentes prejudiciais.

Se você tem histórico familiar de diabetes ou doenças cardiovasculares, você tem ainda mais motivos para pensar muito bem no que anda comendo.

Mas como saber se minha dieta é saudável?

Você pode ter uma ideia de como anda a sua dieta a partir de algumas ferramentas do mundo moderno. Existem sites que oferecem testes online no assunto. Eles disponibilizam questionários que devem ser respondidos com o máximo de verdade possível.

A partir daí, gera-se um relatório que diz respeito à sua alimentação. Há também aplicativos de celular que permitem mensurar, no momento da compra, quais alimentos são ideais para consumo e quais devem passar bem longe do seu carrinho.

O que fazer para mudar?

Vamos imaginar que você descobriu que a sua dieta não anda nada saudável e não sabe nem por onde começar a mudar a situação. Além de adotar uma das ferramentas online que citamos acima para monitorar o que você come, ainda é possível mudar alguns hábitos no dia a dia.

Se você quer manter-se longe das guloseimas, elas devem manter-se longe da sua despensa. Quer um exemplo? Se você tiver um pacote de bolacha recheada em casa, é bem provável que sinta uma vontade incontrolável de devorá-lo enquanto assiste à sua série preferida.

Evite adquirir certos produtos O melhor a fazer é evitar manter doces em sua despensa.

Deixar de comprá-lo, entretanto, é a melhor forma de evitar cair em tentação. E não venha com a desculpa de que o seu sobrinho pequeno vai para a sua casa no final de semana. Pode ser que ele acabe não conseguindo ir… e aí o pacote vai ficar lá para atormentá-lo.

E ainda que ele vá mesmo à sua casa, convenhamos: o que o leva a oferecer a uma criança algo que nem você mesmo comeria por ser prejudicial à saúde?

Se você está realmente disposto a cuidar melhor da sua saúde, que tal começar agora mesmo a seguir essas dicas?

 

 

 

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