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Como se servir do copywriting e da redação web para convencer?

De Carolina, publicado dia 26/05/2019 Blog > Apoio Escolar > Português > Quando o português se torna uma arma de marketing

A era do digital criou vários empregos (como encontrá-los graças ao português?) ligados a web.

Principalmente, o trabalho de copywriter e redator ou jornalista web.

Essas duas funções não são iguais?

Sim e não. A gente pode encontrar pontos em comum entre as duas áreas como algumas competências e tarefas. Mas, eles são diferentes!

Claro, um dos pontos em comum entre eles é o domínio da língua portuguesa e sua diversidade.

Uma competência que impõe saber brincar com os sinônimos, as diferentes formas de escrever uma frase, encontrar a palavra exata, enriquecer constantemente o seu vocabulário e seus conhecimentos, ser pedagógico e induzir o leitor a ter um certo pensamento.

Nossa língua oficial está no centro da escritura para mídias em geral, web, seja você redator web, redator publicitário ou mesmo jornalista.

O português é um poderoso meio para expressar suas ideias, vender, promover, persuadir… Você não acha? Descubra como uma disciplina de copywriting e de redação web podem te ajudar você a convencer uma audiência…

O que é o copywriting?

O que se esconde atrás desse termo inglês? Qual é o papel de um copywriter?

Por definição, copywriting é:

“Uma técnica de redação de texto adaptada para internet. A otimização de um texto pelo copywriting pode ser crucial para uma boa visibilidade”.

Essa definição não te ensina muita coisa, na verdade. A gente ainda não percebe a diferença dela com a de redação web…

É quando a gente se interessa pelo papel do copywriter que tudo fica mais claro…

Um copywriting é um profissional da publicidade. Sua função consiste em escrever textos de venda a fim de encorajar os clientes a comprar.

Aprenda as dicas para escrever para a web A era do jornal está acabando? Então, adapte-se a internet!

Concretamente, o copywriting é a arte de convencer o cliente, de dar aquele empurrãozinho para ele passar para a ação, ou seja, comprar.

Em português, a gente poderia definir o copywriter como redator publicitário.

Os profissionais (como o português pode te ajudar na sua carreira?) do meio gostam de comparar sua função como a de um fotógrafo.

De acordo com eles, todo mundo é capaz de tirar uma foto com um smartphone, colocar filtros e de publicá-las nas redes sociais. Mas, finalmente, só os fotógrafos profissionais são capazes de utilizar uma câmera em modo manual e de fotometrar, saber utilizar o ISO, abertura, velocidade, foco, luz.

Somente com a sua experiência, o fotógrafo é capaz de transformar um retrato banal em uma obra de arte.

Como todo fotógrafo, quase todos as pessoas do Brasil conseguem escrever um texto pequeno. Mas quantos são capazes de chamar a atenção do leitor e de o impulsionar à ação?

É nesse momento que o domínio da língua portuguesa entra em jogo. Depois de incontáveis leituras, releituras, modificações, ele é capaz de convencer o maior número de pessoas com apenas algumas palavras.

Suas forças:

  • Criatividade,
  • Senso crítico e de reflexão,
  • Espírito sintético,
  • Ortografia perfeita,
  • Domínio da gramática portuguesa,
  • Vocabulário extenso em português,
  • Conhecimento de figuras de linguagem (metáfora, pleonasmo, neologismo, aliteração),
  • Respeito à fonética.

Todas essas noções são o B.A.BA do redator publicitário.

Aliás, utilizado dessa maneira, o português pode te ajudar a encontrar um trabalho!

Confira aulas de portugues para concurso!

O copywriting como arma de persuasão através do português

Você entendeu, o português é a primeira ferramenta do copywriter.

Ele utiliza a língua de Machado de Assis para conquistar os corações dos leitores e dos futuros clientes.

Quem utiliza o copywriting?

Sabia que todos nós somos copywriters?

Não são somente os marketeiros e os redatores que utilizam essa técnica.

Nós todos somos levados a convencer e a vender na língua portuguesa. Veja aqui alguns exemplos:

  • Fazer um currículo, carta para se vender melhor para os profissionais de recursos humanos (RH).
  • Escrever um pequeno anúncio para vender seu carro ou alugar o seu apartamento,
  • Escrever um SMS para convidar seus amigos para sua próxima festa,
  • Escrever um email profissional,
  • Entrar em uma grande universidade graças ao seu domínio de português,
  • Convencer um jornal a contratar um jornalista graças ao seu nível de português…

Vários métodos para convencer com a sua língua materna!

Alguns métodos antigos também funcionam para sites de informação Mesmo para a web, é sempre importante fazer anotações antes de escrever o conteúdo

Escrever um texto como um copywriter não é fácil. Eles utilizam várias técnicas que vão te lembrar suas aulas de português.

Os discursos de redatores publicitários respeitam regras de linguagem precisas em função de seus clientes e de suas missões.

Veja aqui 5 principais:

  • O método AIDA (Atenção-Interesse-Desejo-Ação)

É preciso escrever o gancho da promessa utilizando os termos exatos e o bom vocabulário do português.

Seu discurso deve suscitar o desejo e tornar sua promessa irresistível ao leitor.

  • O método das 5 Ws e um H (Why, When, Where, What, Who, How- Por que, Quando, Onde, O quê, Quem e Como, respectivamente)

Esse método é explicado em qualquer escola de jornalismo ou de publicidade. Elas servem para escrever o lead, ou seja, o primeiro parágrafo das matérias impressas que deviam responder a todas essas questões.

  • O método narrativo 

Utilizado pelos romancistas e escritores brasileiros, a técnica permite colocar o leitor direto no centro da ação. Aprender o português passa pelo ensino desse método que consiste a redigir um texto sob a seguinte forma: problemática-ação-intriga-resolução-conclusão.

  • O método de Henry Hoke (Pintar-Prometer-Provar-Empurrar)

Esse método parece com o AIDA, mas ele é utilizado principalmente para campanhas publicitárias visuais.

Não deixe de aprender as regras para escrever para internet Escrever como antigamente não funciona mais para a web!

  • Método de Christian Godefroy

O copywriter francês criou uma técnica de redação depois de anos de experiências:

Ela tem 6 regras:

  1. Despertar a curiosidade no leitor
  2. Falar com ele
  3. Mostrar o que o produto pode lhe proporcionar
  4. Como?
  5. Prove
  6. Ofereça uma garantia
  7. Mostre as vantagens
  8. Insite-o a andar rápido e porque
  9. Oferecer um presente se ele agir rápido

Construir um texto utilizando “a pirâmide inversa”

Além de possuir um português escrito impecável, um bom jornalista ou copywriter precisa possuir mais uma habilidade redacional muito importante: a capacidade de sintetizar informações.

As principais informações vêm primeiro no modelo de escrita da pirâmide inversa. A metodologia da pirâmide inversa é utilizada por todos os jornais.

O profissional não pode se dar ao luxo de escrever um romance enquanto fala sobre o assunto da matéria. Primeiro, porque se os leitores quisessem ler uma história de 200 páginas, eles leriam um livro. Então as matérias precisam ser concisas e objetivas sem perder o foco no conteúdo. Dessa forma os leitores ficam “presos” aos textos e acabam não abandonando o jornal.

Segundo porque as matérias possuem espaços específicos e limitados dentro dos periódicos. Os jornalistas, então, precisam passar todas as informações necessárias dentro daquele número de linhas – ou páginas – determinado.

Estrutura da pirâmide

A melhor maneira para se estruturar um texto jornalístico é utilizando o método da “pirâmide invertida”. O princípio é simples: pegue uma pirâmide e coloque-a de cabeça para baixo. A ponta, que é a parte mais estreita, fica virada para o chão e a base, parte mais volumosa, para cima.

Essa ilustração indica um princípio jornalístico importante: uma matéria deve começar seu texto sempre com as informações mais importantes. Os detalhes sobre o assunto são apresentados depois, aos poucos, ao longo do texto. Ou seja, os principais dados sobre a notícia se concentram no início, na parte “gorda” da pirâmide invertida. Os complementos ao acontecimentos aparecem na sequência.

Sempre! Essa é a regra de ouro do jornalismo!

Estrutura da matéria

Para conseguir aplicar o método da pirâmide invertida de maneira eficaz, o texto em jornais segue uma estrutura específica. Ele começa sendo “aberto” pelo que chamamos de “chapéu”.

Segundo o Dicionário Jornalístico apresentado no site “Coisas de Jornalista”, o chapéu “é uma palavra, nome ou expressão, sempre sublinhada, usada acima do título e em corpo pequeno, para caracterizar o assunto ou personagem da notícia“. “Retranca” e “cartola” são outros termos que podem ser utilizados para designar a mesma parte do texto.

Após o chapéu, uma parágrafo é apresentado. Em seguida, um subtítulo seguido de mais um parágrafo, e assim por diante. No chapéu são encontradas, então, as principais informações sobre a notícia que é apresentada na matéria. O primeiro parágrafo que segue o chapéu será dedicado ao desenvolvimento dessas informações.

Regra dos “5W”

Além da pirâmide invertida, uma outra regra de ouro já citada acima e que também é utilizada pelos profissionais do jornalismo, pois ela auxilia na sintetização eficiente das informações, não deixando faltar nenhum detalhe sobre o assunto.

Estamos falando da regra dos 5 W’s. O nome vem das palavras originalmente em inglês que denominam “o que” (What), “quem” (Who), “quando” (When), “onde” (Where) e por quê (Why). A resposta para todos esses W’s deve ser dada nas primeiras duas ou três linhas da matéria. Ou seja, o redator deve ser capaz de resumir as informações do conteúdo apresentado de acordo com esses cinco critérios.

Se tornar um jornalista profissional exige treino. Quem sabe um dia uma dessas revistas não possuirá uma matéria escrita por você?!

Seguindo essas dicas e exercitando frequentemente a escrita, seu objetivo de se tornar um(a) jornalista de uma grande redação estará mais próximo do que você imagina!

Caso você deseje seguir aula de portugues particular para melhorar suas habilidades redacionais, discuta com o professor suas ambições para o futuro. Ele poderá te auxiliar com exercícios e dicas para aperfeiçoar ainda mais suas técnicas de expressão escrita.

Conhecer o português para criar seu estilo

As regras de ouro da escrita jornalística

Durante a sua formação de jornalista, você terá que utilizar várias regras do jornalismo. Veja aqui algumas delas:

  • Privilegie a construção de frases curtas. Um texto aerado é muito mais agradável para ler.
  • Prefira a voz ativa que a voz passiva.
  • Utilize mais verbos de ação que verbos de estado (ser, estar, tornar-se, parecer, etc).
  • Encurte as expressões: os organismos bancários = os bancos.
  • Claro, releia seus textos para não deixar nenhum erro de lado.

A riqueza da língua portuguesa permite variar consideravelmente os jeitos de escrever uma frase. Então, por que não aproveitar disso?

Não se esqueça das suas aulas de redação na escola! Seus antigos textos do colégio podem dizer muito sobre o seu estilo. Não se esqueça deles na hora de aperfeiçoar sua escrita.

Estilo a gente cria com o tempo e com leitura! Na profissão de jornalismo, ler nunca é demais! Assim, você vai manter sua mente aberta a novos estilos e vai poder inovar no seu também.

Além disso, ler é essencial para enriquecer nosso vocabulário! Se você não fizer isso, como vai conhecer novas palavras da língua portuguesa?

Os grandes princípios da escrita na imprensa

A redação jornalística responde a critérios e códigos bem específicos. O objetivo aqui é otimizar a transferência de informação para os leitores.

Tudo começa pelo título. Ele deve ser curto e instigante. Para isso, os jornalistas usam palavras que causam grande efeito para chamar a atenção de sua audiência.

O título, o bigode (acontecimento em linhas gerais logo abaixo do título da matéria) e o lead são muito importantes. Não se esqueça dos 5WH  what, who, when, where, why e how (o que, quem, quando, onde, por que e como). Na mídia impressa, eles estão no primeiro parágrafo da matéria.

Princípios fundamentais no jornalismo

A coerência entre o título e o bigode é muito importante. Se seu leitor adere ao título, seu olhar vai direto para o bigode.

Agora, vamos dar lugar a estrutura do texto. O corpo de um texto jornalístico é composto de várias partes, entre elas estes três elementos:

  1. Ataque: é a primeira frase da matéria. Ela deve ser ritmada e dar o tom da matéria logo em seguida. Ela informa, normalmente, o local e os horários do fato.
  2. Os relances: como seu nome já indica, os relances vão chamar a atenção do leitor constantemente para o conteúdo.
  3. Última frase: ela pode incitar a uma pergunta, fazer uma reflexão, falar uma fala de um personagem da matéria…

Agora que você já sabe essas coisinhas, vamos falar sobre o conteúdo do texto.

Uma imagem vale mais que mil palavras também para a imprensaO jornalismo também se apresenta na fotografia. Há excelentes fotógrafos jornalísticos!

Como jornalista, você deve criar o seu próprio estilo de escrita (informativo, literário…) assim como a hierarquia de sua informação.

Você quer tratar a pauta de um ângulo econômico?

Mais social?

Você pode agradecer mais uma vez a língua portuguesa que vai te ajudar com sua diversidade. Você vai poder brincar com a ordem das palavras, o vocabulário para escrever uma excelente matéria.

Mesmo se a redação jornalística na mídia impressa é muito codificada,  um futuro jornalista deve saber valorizar sua criatividade.

Mas como?

A hierarquia das matérias pode muitas vezes nos lembrar as construções escolares ensinadas no colégio ou mesmo na faculdade. Ela é muito fácil para organizar as informações e construir argumentos, mas esse processo pode limitar a criatividade.

Então, a gente deve se libertar das construções escolares e isso é possível com muito treino.

O que é a redação web?

O meio de redator web não é somente criar conteúdo para a internet.

Descubra em detalhes essa função polivalente entre o jornalismo e a publicidade que não para de se desenvolver mundialmente.

Um redator web deve, antes de tudo:

  • ser criativo,
  • curioso,
  • aberto,
  • ter uma boa cultura geral.

Como redator, ele deve dominar o português escrito (gramática, conjugação, ortografia, sintaxe, concordância, vocabulário…) para ser preciso e conciso.

A gente distingue três perfis no setor de escritura web:

  • Os redatores: eles valorizam a redação de seus conteúdos.
  • Os posicionadores: eles trabalham para otimizar o conteúdo com o objetivo de melhorar o posicionamento das páginas do website nos motores de pesquisa.
  • Os criadores-redatores: mas voltados para o domínio da publicidade, eles devem impulsionar o leitor à ação.

Os melhores redatores web possuem essa tripla qualidade!

Como os assuntos de escrita são os mais variados possíveis, o redator web deve se adaptar a cada novo projeto mesmo se eles têm uma boa cultura geral.

Uma formação literária, um diploma em  um curso como letras ou comunicação podem ser úteis para se lanças na aventura.

Se o português não é a sua língua materna mas você ama esse meio, você pode conseguir ter o nível necessário. Para isso, você pode fazer umas aulas particulares de português língua estrangeira, aprofundar seus conhecimentos na língua de Machado de Assis para escrever conteúdos de qualidade.

A redação web utiliza o português de maneira diferente do jornalismo?

Qual é a diferença entre um redator web e um jornalista?

A gente não pode escrever para web da mesma forma que a gente escreve para um jornal impresso e vice-e-versa.

A redação web utiliza códigos diferentes do jornalismo.

Entre em ação e saiba os métodos para criar conteúdo para internet Você aprende a escrever para a web escrevendo!

Veja as diferenças importantes:

  1. Suporte: isso pode parecer banal, mas os códigos da redação web e papel são bem diferentes. Mesmo se depois de alguns anos a profissão jornalística se digitaliza cada vez mais…
  2. A imparcialidade: princípio fundamental que impõe ao jornalista de ser neutro e objetivo em todas as circunstâncias. O redator web responde a uma demanda. Seus conteúdos valorizam os serviços, produtos, etc. A objetividade não é uma regra aqui.
  3. O estilo de escritura: a redação web se adapta ao comportamento do internauta que lê 25% mais rápido na internet. O estilo deve ser conciso, aerado e persuasivo. O vocabulário deve ser simples e compreensível. O leitor deve entender as linhas principais do texto mesmo lendo em diagonal.
  4. O posicionamento: o conteúdo escrito para a web sempre deve ter uma ótica de posicionamento para reforçar a visibilidade do site na internet. Para isso, o redator web deve escolher as boas palavras chaves, ter cuidado com os seus títulos, prestar atenção nos links, etc.
  5. O público alvo: com centenas de websites, a internet transborda de informação! Contrário ao jornalismo que se direciona a uma população mais generalizada, o alvo do redator web é sempre bem preciso: ele deve responder às expectativas dos internautas.

Há um ponto em comum entre os dois profissionais: a ortografia.

É preciso tomar muito cuidado com os erros de ortografia, de digitação. Os leitores não gostam disso em nenhum meio!

Abandono da linguagem abreviada

Não queremos soar muito retrógrados ou conservadores, mas a verdade é que desde a aparição das mensagens de texto via chats online e celulares em meados dos anos 2000, a qualidade da escrita da língua portuguesa caiu drasticamente. Principalmente dentre a geração que passou – e ainda passa – pelo Ensino Básico durante essa fase.

Mudança drástica que acompanha a era digital

A necessidade de abreviação apareceu devido à limitação do uso de letras contidas em cada mensagem. As operadoras garantiam o envio de apenas um SMS que contivesse até 160 caracteres. O que ultrapassasse esse número era transformado em um segundo SMS. Ou seja, a cobrança de envio de uma mensagem extra.

As abreviações não podem fazer parte do seu texto jornalístico. Alguns hábitos de redação devem ser deixados de lado caso você queira se tornar um jornalista.

Com o desejo de economizar ao máximo o volume de “torpedos”, a “otimização” das palavras começou a ser difundida, caindo nas graças dos utilizadores. Sendo assim, escrever (melhor em português) “vc”, “pq” e “kd”, por exemplo, virou hábito, criando um novo tipo de linguagem dentro do idioma: a do SMS.

Muitos defendem o uso do que chamam de “internetês“, a língua utilizada na internet. O blog “Em dia com a língua portuguesa”, por exemplo, deu seu parecer, baseado em uma reportagem publicada na revista Veja em 2007:

Essa nova forma de se comunicar através dos chats, MSN e blogs começou a preocupar os gramáticos e defensores da língua quanto ao uso dessa linguagem abreviada e repleta de ícones (emoticons) em textos escritos formalmente. No entanto, esse receio parece infundado, pois o internetês, além de ser uma forma ágil, prática e econômica de comunicação, não vai substituir a escrita tradicional, que se usa na escola e em outras esferas sociais. A comunicação digital não afeta a essência da língua, pois, apesar de a linguagem mexer com a ortografia, a gramática se preserva.”

E se quem utiliza o internetês não tem bases gramaticais sólidas?

Em matéria feita pelo Estadão, professores afirmaram que a internet pode ser uma ferramenta brilhante para o desenvolvimento do aluno, mas, se eles não tiverem cuidado, ela também pode apresentar enormes riscos.

Em determinados contextos, o jovem pode se tornar um reprodutor de textos; dá um ‘recorta e cola’ sem pensar sobre aquilo“, disse uma das educadoras. Ainda segundo ela, “o ideal é que o aluno transite bem pela internet e sua linguagem própria, mas que também tenha acesso a uma cultura mais profunda.”

Ou seja, para não cair na armadilha de ser contaminado pela linguagem do SMS, os aprendizes precisam se dedicar ao estudo do português, começando desde cedo.

Como parar de abreviar?

Se você pretende se lançar na carreira jornalística, mas ainda não consegue se desvincular totalmente da agilidade que o internetês proporciona à sua escrita, chegou a hora do desafio: abandonar a prática… 100% dela!

É importante a adoção de uma redação correta do português em todos os meios de comunicação, para que você se habitue a escrever corretamente e ganhe mais agilidade e confiança na hora da produção de texto.

A prática da leitura é o melhor tipo de estudo para quem quer ser jornalista. Ler bastante jornal e revista ajuda no desenvolvimentos do seu português jornalístico.

Tal exercício te permitirá igualmente em se tornar um expert em ortografia, pois você será obrigado(a) a citar cada uma das letrinhas contidas em cada palavra que escrever.

Não estamos negando que o internetês se tornou também uma linguagem e que ela acompanha toda essa revolução tecnológica pela qual passamos. Ela possui seus pontos negativos e também seus pontos positivos. No entanto, se seu objetivo é o de dominar o uso do português como um verdadeiro jornalista, distrações linguísticas devem ser evitadas.

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