Ragga Dancehall, Kizomba, Rock'n Roll ou Lindy Hop, Samba, Zumba, Afro... Os alunos das aulas de dança se multiplicam todos os anos graças à diversidade e à convivência artística e social que esses encontros promovem. A dois, em muitos ou simplesmente sozinho, não importa: existem muitas maneiras de descobrir a cultura musical e a história da dança.

Descubra nossas dicas para se tornar um verdadeiro profissional de dança!

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Curiosidades sobre a origem da dança

Quais são as origens da arte de dançar?
A dança, como arte, passou por muitas evoluções ao longo da história.

A existência da dança remonta aos tempos pré-históricos: em algumas cavernas europeias, africanas ou asiáticas, há desenhos dos primeiros homens que praticavam essa arte. O homem primitivo pintava nas paredes das grutas, cavernas e galerias subterrâneas cenas de caça e rituais que representavam a caçada. Acreditavam ser possível, pela representação pictórica, alcançar determinados objetivos, como abater um animal, por exemplo.

Foi aproximadamente em 4.000 a.C. que a técnica da dança começou a aparecer. Alguns homens começaram a desenvolver danças religiosas, incorporando movimentos como o espacate, as danças em casal ou torneios. Graças à simetria dos dançarinos e às novas sequências coreográficas, a dança começou a se tornar graciosa e harmoniosa.

Embora a dança fosse importante no Egito Antigo, é principalmente na Grécia que esta arte ganhou um lugar relevante!

A dança tinha diversas funções para os antigos:

  • Se comunicar e criar amizades durante as interações sociais,
  • Rezar para um deus durante cerimônias oficiais e rituais religiosos,
  • Para curar enfermos, especialmente durante as danças macabras,
  • Expressar sentimentos ao sexo oposto ou à família.

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Homens, mulheres e crianças nem sempre praticavam os mesmos estilos de dança. Na verdade, a dança era acima de tudo um meio de distinguir a condição social, sexo, idade e país de origem de dançarinos antigos.

É particularmente difícil conhecer a história da dança na Idade Média. Durante estes séculos, apenas uma pequena elite (nobres ou clérigos) sabia escrever e ler. Há, portanto, poucos registros sobre a dança da Idade Média, já que ela era sobretudo praticada pelo povo.

A partir do século VI, os povos europeus inventaram estilos de danças divertidas para praticar em grupos em torno de um cantor. A dança e a música eram duas atividades inseparáveis: as pessoas reproduziam o coro do cantor enquanto dançava ao seu redor.

Foi apenas no século 18 que surgiu uma dança bem conhecida do dançarino profissional: o balé!

A evolução da dança é imprescindível para o estudo da história da arte e para aqueles que desejam se tornar profissionais da dança, como dançarinos em competições oficiais ou até mesmo professores de dança.

A dança é uma das expressões artísticas mais antigas. A dança tem história e essa história acompanha a evolução das artes visuais, da música e também do teatro.

Tudo sobre dança: da primitiva à dança contemporânea

Ahhh, dançar, dançar, dançar e dançar... Poucas coisas na vida são mais gostosas do que se soltar numa pista de dança, de verdade! Já mencionamos que a dança é uma das expressões artísticas humanas mais antigas. Se na pré-história o homem dançava pela vida e pela sobrevivência, muito se evoluiu de lá pra cá!

A dança recebeu características sagradas, ritualísticas, repleta de gestos místicos. Dizem que na Grécia a dança, como já dissemos, ajudava nas lutas e na conquista da perfeição do corpo. Já na Idade Média, uma época de muitos retrocessos, a dança se torna profana e é abandonada por muitos, embora os camponeses continuem a dançar, de forma comedida.

Ressurgindo no Renascimento, a dança possui história e tem evoluído junto com as demais artes de expressão humana, as artes visuais, a música e o teatro. Podemos dizer que houve uma variada e rica evolução da dança primitiva e as danças milenares, passando pela dança moderna e a contemporânea. Vamos ver algumas de suas características um pouco mais de perto!

Dança Primitiva

Muitos estudiosos afirmam que a dança nasceu ligada às práticas mágicas e míticas do homem. Com o passar do tempo e o desenvolvimento da civilização, ocorre a separação entre rito e dança.

O homem optava por dançar por diversas razões, dançava pela sobrevivência em um ambiente hostil, dançava para a natureza à procura de alimento, dançava para a água e várias outras forças da natureza à procura de proteção e também sob forma de agradecimento.

A dança vivia muito próxima de certas práticas instintivas e vários dos acontecimentos quotidianos ficaram registrado nas paredes das cavernas sob a forma de desenhos rupestres.

Ao que tudo indica, o homem primitivo pintava nas paredes das grutas e cavernas cenas de caça e rituais que representavam a caçada. Ao fazer isso, parecia acreditar ser possível, através da representação pictórica, alcançar determinados objetivos, como abater um grande animal, por exemplo.

A dança milenar indiana é um bom exemplo de dança ritualística.

Danças milenares

No Egito: a dança praticada no antigo Egito era ristualística e apresentava características sagradas. Em outras palavras, dançava-se para os próprios deuses, em datas comemorativas, casamentos e funerais.

Na Grécia: a dança originou-se de rituais religiosos em que os gregos acreditavam no seu poder mágico, assim os vários deuses gregos eram cultuados de diferentes formas.

As danças preparavam fisicamente os guerreiros e sempre eram feitas em grupos. Na Grécia Antiga, a dança era muito difundida e de papel importante no teatro, a dança se manifestava através do coro.

Roma: a dança não evolui muito, entrando em decadência. Só irá recuperar sua importância no Renascimento.

Idade Média: nesse período, a dança, assim como várias outras expressões artísticas atravessou um retrocesso. A dança, por utilizar do corpo como forma de expressão, passou a ser considerada profana. No entanto, os camponeses continuaram a praticá-la.

Renascimento: é nesse período que a dança ressurge, sendo muito apreciada pela nobreza. Ela torna-se mais complexa e assume um aspecto social, passando a receber estudos específicos realizados por pessoas e grupos organizados. É nessa fase que a dança passa a ser conhecida como balé.

Até esse período a dança era realizada de forma improvisada e é durante o Renascimento que a dança salta de uma atividade lúdica, de divertimento, improvisada, para uma forma mais disciplinada de movimento, surgindo repertórios de movimento estilizados.

O emprego do termo balé, na época balleto, significava um conjunto de ritmos e passos. A moda do balleto na Itália espalha-se também pela França, durante o século XVI.

O século seguinte, o XVII, é considerado o grande século do balé, saindo dos salões e cabarés e passando para os palcos dos grandes teatros. Foi através desse movimento que os primeiros espetáculos de dança surgiram.

A partir do século XVIII, o drama-balé-pantomina é executado nos palcos de teatros por verdadeiros profissionais de ambos os sexos. A dança, como forma arstística, atinge todo o seu esplendor, com exuberantes e belos cenários e figurinos. O balé passa a contar uma narrativa com começo, meio e fim.

Romantismo: o termo romantismo é absorvido pelo balé que, até aquele momento, discursava artisticamente em histórias sobre fadas, bruxas e feiticeiras. É nesse período que a dança procura recuperar a harmonia entre o homem e o mundo. É nessa época que os bailarinos começam a usar sapatilhas, completando a revolução do balé.

Em seguida, na segunda metade do século XIX uma mulher revolucionou toda a dança, Isadora Duncan, que imprimiu uma imensa renovação com uma dança mais livre, mais solta e mais autêntica, ligada à vida real.

A dança moderna surgiu desafiando as formalidades do balé clássico. Nela os bailarinos exploram mais seus movimentos corporais e os improvisos.

Dança Moderna: em essência, a dança moderna é uma negação da formalidade do balé. O trabalho dos bailarinos é mais livre, porém os mesmos não rompem completamente com a estrutura do balé clássico.

Essa liberdade de movimento possibilita uma exploração muito maior dos movimentos corporais e existe um amplo estudo das possibilidades motoras do corpo humano. Solos de improvisação são bastante frequentes.

Martha Graham e Nijinsky são os grandes nomes revolucionários desse período. Vaslav Nijinsky foi um dançarinho e coreógrafo nascido em Kiev. Ficou reconhecido por sua exímia técnica e pelo virtuosismo no qual ele encarnava os personagens. Muitos diziam que Nijinsky conseguia desafiar a gravidade e foi considerado o melhor bailarino de sua geração e um dos melhores do mundo.

Já Martha Graham foi uma bailarina americana de dança moderna e também coreógrafa. Seu estilo, a técnica Graham como ficou conhecida, reconfigurou toda a dança americana e é até hoje ensinado nas escolas de dança. Na década de cinquenta, Martha criou um novo modo de dançar independente da música, focando-se sobretudo nos sentimentos que qualquer som ou nota musical pode provocar. Isso abriu infinitas possibilidades de dança.

Danca Contemporânea: esse estilo mais contemporâneo de dança é complexo e difícil de ser definido. Ele é algo que deseja não ser previsível, é novo, é ruptura mas é algo reconhecível ao mesmo tempo. Em outras palavras, a dança contemporânea deixa de ter uma estrutura clara, e preocupa-se mais com a transmissão de conceitos, ideias e sentimentos do que puramente com o lado estético.

Surgida na década de 1960, é considerada uma forma de protesto ou rompimento com a cultura clássica. Após um período de intensas explorações e inovações, que às vezes chegava à beira da total desconstrução da arte, finalmente, na década de 1980, a dança contemporânea encontrou seu rumo e começou a se redefinir, desenvolvendo uma linguagem própria.

É interessante que você note que os movimentos rompem com os movimentos clássicos e os da dança moderna, ao mesmo tempo em que modificam o espaço, usando toda a mise-en-scène como local de referência e não apenas o palco.

Portanto, a dança contemporânea torna-se uma explosão de movimentos e criações. O bailarino escreve no tempo e no espaço conforme surgem e ressurgem ideias, sentimentos e emoções.

Os temas abordados são um reflexo da sociedade e da cultura vivenciados, uma sociedade em mudança. Conta com temas diversificados, abertos, em construção, que catalisam o encontro entre o bailarino e o público, numa interação entre sujeitos comunicativos.

É nesse tipo de dança que percebemos o corpo o mais livre em todas, pois é dotado de maior autonomia.

A dança contemporânea é, nesse sentido, uma circulação de energias, ora explosiva, ora contida. A respiração, a alternância da tensão e do relaxamento em Marta Graham, o desequilíbrio e o jogo do corpo com a gravidade em D. Humphrey, o trabalho do diálogo da pele e do espaço retomado às origens do movimento em E. Decroux, enfim, várias são as técnicas e olhares possíveis.

Outra importante diferença da dança contemporânea é que ela não possui uma única técnica estabelecida, como não podia deixar de ser, certo? E isso abre um espaço maior ainda para que todos possam praticá-la caso queiram.

Existem várias modalidades de dança e uma das mais queridas é a dança de salão, já que é praticada em um grande salão onde as pessoas dançam e, ao mesmo tempo, se divertem.

Entendendo melhor os diferentes estilos de dança

O estilo que o dançarino escolher precisa estar de acordo com sua personalidade: ritmo, origem, dificuldade... Tantos critérios a levar em conta para começar a aprender uma nova dança!

Veja algumas modalidades disponíveis em escolas, estúdios e associações especializadas em dança:

  • Danças clássicas ou antigas: além do balé, há a dança renascentista, dança barroca, dança carola, dança branle, dança tarantela,saltarelloestampie, dança circular, dança de roda;
  • Danças rítmicas, como: Axé, Bachata, Baião, Break, Dança contemporânea, Dança de rua, Dança moderna, Flamenco, Forró, Frevo, Hip hop, Lambada, Pasodoble, Polca, Salsa, Samba, Tango, aula de zumba;
  • Danças esportivas, como Zumba, pole dance, dança africana, rock acrobático, alongamento, ginástica rítmica, Sh'bam, Pilates, Rumba, Bokwa, Aero Latin, Aquazumba, Fitness etc.
  • dança de salão: twist, charleston, sapteado, valsa, tango, foxtrot, swing, bolero, forró, gafieira, zouk, soltinho, bachata, kizomba.
  • As danças do mundo: Bollywood, Dança do Ventre, Dança irlandesa, Country, Flamenco, Fado, Bharata, Cancan, Danças afro, Danças orientais, etc.

Tenha cuidado, no entanto: nem todas as danças estão ao alcance dos alunos iniciantes. Na verdade, novas danças exigem uma boa técnica e, acima de tudo, uma motivação e boa forma!

Dança a dois, dança em grupo ou dança solo: você encontrará sua felicidade durante uma aula diferente que vai virar o disco do tradicional mambo, merengue e outros chá-chá-chá...

Longa-metragens de dança: conheça os clássicos!

Quais são as melhores séries para aprender a dançar?
Além de ser particularmente fiel ao cotidiano das bailarinas profissionais, o filme "Cisne negro" foi premiado no Oscar por sua qualidade cinematográfica.

Os longas-metragens inspiraram muitos bailarinos profissionais e dançarinos em geral. Sim, antes de embarcar em uma arte, melhor aprender com os melhores!

Alguns coreógrafos experientes se tornaram estrelas reais graças a filmes de dança. Por exemplo, podemos citar o caso de Benjamin Millepied: este dançarino do Ballet da Cidade de Nova York é agora uma celebridade da dança, famoso mesmo entre os estudantes, graças ao seu trabalho no filme Cisne Negro, vencedor do Oscar.

Assistir a um filme de dança pode ajudá-lo a aprender a dançar, descobrir novos estilos e até mesmo querer conhecer uma coreografia famosa para se preparar para uma apresentação, um festival ou um baile. Em suma, ao dominar uma coreografia popularizada por um filme, você certamente impressionará qualquer público!

Alguns dos filmes de dança mais populares incluem:

  • Flashdance
  • Ela dança, eu danço
  • Os embalos de sábado à noite
  • Billy Elliot
  • Cisne negro
  • Cantando na chuva
  • Magic Mike
  • Footloose – Ritmo louco
  • Fama
  • Moulin Rouge
  • Suspiria

Dança clássica, jazz moderno ou contemporânea: para cada estilo de dança há um filme de referência!

Note que a maioria dos intérpretes são em sua maioria atores e não bailarinos. Embora muitas vezes sejam treinados por profissionais, esses atores conseguem, no entanto, dominar passos de dança complexos em apenas alguns meses de aulas intensivas.

Por que também não se tornar um profissional de dança com aulas de dança em grupo? Como aula de zumba!

20 citações sobre dança para você se inspirar!

Para se tornar um dançarino profissional, nada funciona melhor do que uma boa dose de motivação!

Todos sabem que motivação e trabalho são a chave para o sucesso em todas as disciplinas artísticas. Então, por que não se motivar e aprender a dançar com a ajuda de frases que revelam os benefícios dessa arte?

Estar interessado em diferentes estilos de dança é saber explorar a riqueza histórica e cultural desta arte que marcou muitas eras. Mergulhar e refletir sobre as citações de autores famosos ou dançarinos reconhecidos é uma ótima oportunidade para descobrir a repercussão da dança ao longo dos anos, mas também para explorar novas culturas.

Com a comunidade Superprof, descubra algumas citações da dança e suas origens:

  • "Você tem que dançar como se não houvesse ninguém te observando, amar como se nunca tivesse sofrido, cantar como se ninguém estivesse ouvindo e viver como se o paraíso fosse na terra." – William W. Purkey
  • "Quando você dança, seu propósito não é chegar a determinado lugar. É aproveitar cada passo do caminho." – Wayne Dyer
  • "Ninguém se preocupa com sua capacidade de dançar bem. Levante-se e dance. Os grandes bailarinos são excelentes graças à sua paixão." –  Martha Graham
  • "A dança não é uma diversão, e sim uma religião, a religião da beleza." – Isadora Duncan
  • "Para mim, estar em movimento é meditar." – Maurice Béjart
  • "Dançarinos são os poetas do gesto." – George Balanchine
  • "Eu acredito que a dança sempre contém quatro artes em si. Música, coreografia, pintura e literatura." –  George de Las Cuevas
  • "Eu só acreditaria num Deus que soubesse dançar." – Friedrich Nietzsche

Música para dançar: conheça nossa seleção por estilo!

Qual é a sua dança predileta?
Qual é o estilo de música que não deixa você ficar parado?

Quem não sonhou em poder dominar uma coreografia famosa como um verdadeiro profissional de dança?

Veja algumas sugestões de música para dançar de acordo com alguns estilos:

Jazz moderno: 

  • Breathe Me de Sia,
  • Video Games de Lana del Rey,
  • Joga de Björk,
  • Iron de Woodkid,
  • Follow Me de Muse,

Dança contemporânea:

  • California King Bed de Rihanna,
  • Don’t You Remember de Adele,
  • Make You Feel my Love de Adele,
  • Catch Me de Demi Lovato,
  • Comptine d’un Autre été de Yann Tiersen,

Danças latinas:

  • Zouk Machine de Maldon,
  • I Belong to You de Lenny Kravitz,
  • Laisse-Toi Aller de Collectif Métissé,
  • Obsession de Aventura,
  • Enamorame de Papi Sanchez,

Danças esportivas:

  • Memories de David Guetta et Kid Cudi,
  • Juicy de Notorious BIG,
  • Empire State of Mind de Jay-Z et Alicia Keys,
  • I Gotta Feeling de Black Eyed Peas,
  • Low de Flo Rida.

Enfim! Quer uma dica ainda mais fácil? Faça uma busca rápida por uma playlist de seu estilo preferido no seu Spotity ou Deezer. Em poucos cliques, vai ter uma seleção interessante que lhe agrade.

A escolha de uma música é essencial para se preparar para um exame de admissão ou uma audição em uma companhia, universidade ou escola de dança.

As danças famosas e na moda evoluem de acordo com os anos. Por exemplo, para dominar a coreografia da famosa música Gangnam Style, o jornal francês 20 Minutes aconselha:

"O movimento das pernas não muda. É aconselhável saltar alternando as pernas da seguinte forma, em quatro batidas: Direita, esquerda, direita, direita, esquerda, direita, esquerda, esquerda. Na primeira parte do coro, você tem que mover as articulações de pulsos quebrados na sua frente, ombros e cotovelos flexíveis, movendo os braços no ritmo »

A teoria não é suficiente: para conhecer uma sequência coreográfica na ponta dos dedos (ou dos pés!), o melhor é passar por aulas particulares em casa. Para saber tudo sobre a arte da dança, que tal começar agora a praticar? Peça uma aula de zumba na comunidade Superprof, por exemplo! (:

Pensando nisso, como escolher um bom profissional de dança e aproveitar todas as vantagens de aulas personalizadas para as suas necessidades e objetivos?

O profissional da dança é um professor que trabalha essencialmente com a expressão corporal, aliada a outras. Um bom professor de dança deve ter uma sensibilidade estética desenvolvida e também uma boa capacidade de comunicação e metodologia.

Pense nisso quando você começar a levar a dança mais a sério e procurar por um bom professor! Busque nele as características que você admira em um bom bailarino e professor e não irá se arrepender!

Bem, agora que você sabe um pouquinho mais sobre o tema da dança, que tal, empurrar a mesa e abrir espaço para que você dance como se não houvesse mais amanhã? Ponha sua playliste favorita e mande bala!

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Fernanda

Apaixonada por educação, música e cinema, é especialista nos encontros e desencontros das línguas.