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Saiba tudo sobre o Enem

De Erico, publicado dia 02/08/2019 Blog > Apoio Escolar > ENEM > O Exame Nacional como ingresso para o Ensino Superior

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é uma das avaliações de maior relevância no país, em razão de sua característica individual e voluntária, em que se destaca muito seu potencial de interdisciplinaridade.

Em 1998 servia apenas como uma prova que media o desempenho dos estudantes ao final do Ensino Médio, transformando-se, com o tempo, na principal forma de ingresso em universidades.

Trata-se de um exame muito procurado por estudantes que se propõem a enfrentar uma verdadeira maratona de dois domingos consecutivos para responder 180 questões.

O exame é utilizado como critério de seleção para quem pretende concorrer a uma bolsa do ProUni (Programa Universidade para Todos), sendo que cerca de 500 universidades já utilizam o resultado do Enem em seus processos seletivos, seja para complementar ou até mesmo substituir o vestibular.

Pela avaliação, ainda é possível ter acesso a demais programas, como o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) e o Fies (Financiamento Estudantil).

Fique por dentro do que é o Enem de fato

Como funciona o exame! A prova do Enem consiste em 180 questões de múltipla escolha divididas por áreas do conhecimento!

O Enem é uma avaliação destinada a estudantes concluintes ou que já tenham finalizado o Ensino Médio. Mais de 1.700 cidades do Brasil aplicam a prova, sendo que os locais são informados antecipadamente pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).

Em dois dias de provas, os participantes respondem centenas de questões de múltipla escolha, divididas por áreas de conhecimento. Assim, o exame é composto por 45 perguntas de cada caderno, os quais são:

  • Ciências da Natureza e suas Tecnologias;
  • Ciências Humanas e suas Tecnologias;
  • Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;
  • Matemática e suas Tecnologias.

objetivo do Enem sempre foi avaliar estudantes que concluíram o Ensino Médio, mas como dissemos anteriomente, com o tempo, ele passou a ter mais importância na vida dos alunos.

Atualmente, o Exame Nacional do Ensino Médio é utilizado de diversas maneiras pelas universidades que estipulam de que forma vão utilizá-lo em seus processos seletivos. Muitas usam a inscrição no Sisu como critério, enquanto outras fazem uma combinação entre a nota do Enem e a nota do vestibular da universidade.

Por isso, é importante que o estudante analise o que pretende e opte pela universidade que mais se adeque às suas necessidades.

Como grande parte das universidades públicas utiliza o Sisu como uma forma de ingresso, essa é uma boa maneira de garantir uma vaga no Ensino Superior.

Deste modo, é importante que você saiba que o Sisu tem duas edições por ano, sendo no início de cada período letivo. Com ele, é possível utilizar a nota do Enem para concorrer com outras pessoas do curso desejado nas universidades participantes em todo o país.

Ao todo, são quatro dias de concorrência por meio de um sistema online. Ao final de cada dia o candidato pode acessar o site e acompanhar a nota de corte do curso e a sua posição para a conquista da vaga.

O Enem é estruturado a partir de 5 competências – definidas como modalidades estruturais da inteligência, ações e operações que utilizamos para estabelecer relações com e entre objetos, situações, fenômenos e pessoas que desejamos conhecer – e 21 habilidades, definidas como decorrentes das competências adquiridas e que se referem ao plano imediato do “saber fazer”, articulando-se por meio das ações e operações.

Outra opções é o Sisutec (Sistema de Seleção Unificada na Educação profissional e Tecnológica). Ele funciona no mesmo estilo do Sisu, mas é direcionado especialmente para quem já finalizou o Ensino Médio e pretende ingressar em um curso técnico de institutos municipais, estaduais ou federais.

Os estudantes ainda podem prestar o Enem com o objetivo de participar do ProUni que é um programa do Governo Federal que oferece bolsas de estudo em universidades particulares para estudantes de baixa renda. Para se inscrever é preciso ter feito, no mínimo, 450 pontos na média das provas e não zerar na redação do Enem. O candidato ainda precisa ter renda per capita de até três salários mínimos.

Entre as outras exigências, estão:

  • Ter cursado o Ensino Médio em escola pública ou privada, por meio de bolsa integral;
  • Ser uma pessoa com deficiência;
  • Ser professor da Rede Pública de Ensino Básico e concorrer a cursos de Pedagogia, Normal, Superior ou Licenciatura (neste quesito não importa a renda familiar);

Quem pretende solicitar o Fies também precisa ter feito o Enem. Isso vale desde o ano de 2010. O Fies é uma forma de empréstimo que o Governo concede ao estudante. Esse programa é destinado àqueles que querem estudar ou até mesmo para quem já estuda em uma universidade privada, mas não tem como arcar com o valor total da mensalidade.

nota do Enem ainda pode ser utilizada por quem pretende estudar em Portugal. desde o ano de 2014, as universidades do país português passaram a aceitar o resultado do Enem em seus processos seletivos para as vagas de graduação. As candidaturas são aceitas de quem prestou o Enem em anos anteriores.

Uma das grandes mudanças no Enem nos últimos anos é que, desde 2017, o exame não é mais aceito para certificar a conclusão do Ensino Médio. Mas quem não terminou os estudos na idade regular pode prestar o Encceja (Exame nacional para Competências de Jovens e Adultos).

O Enem, por sua vez, é focado somente em candidatos que pretendem disputar uma vaga nas universidades associadas.

Além disso, há uma redação que deve ser escrita em texto de prosa, dissertativo-argumentativo sobre um tema estipulado de ordem científica, social, cultural ou política.

Saiba mais sobre a relevância do Enem e para que ele serve!

Conheça a história do Exame Nacional

Regras! Um ano após seu início, universidades passaram a ter o Exame Nacional como critério de acesso aos cursos oferecidos!

prova do Enem surgiu no ano de 1998 como uma avaliação individual do Ensino Médio. A sua primeira edição contou com 115 mil participantes. No ano posterior, algumas universidades passaram a usar o Enem como critério de acesso aos cursos, como foi o caso da PUC-RJ e Universidade Federal de Ouro Preto.

No ano 2000, o exame passou a atender pessoas com deficiência, oferecendo prova em braile, auxílio para leitura e transcrição, prova ampliada e tradutor/intérprete em libras.

Em 2001, a inscrição para o exame tornou-se gratuita para concluintes do Ensino Médio no ano da edição. E em 2004, o Enem teve outro grande salto. Passou a ser critério para participação das bolsas de estudo integral ou parcial em cursos de graduação de universidades privadas, por meio do ProUni que foi lançado no mesmo ano (como provisório) e transformado em lei no ano seguinte.

Sisu foi criado em 2009 e em 2010, o exame começou a ser aplicado a pessoas privadas de liberdade. O Enem foi expandindo as opções dos candidatos que buscam o Ensino Superior. Em 2013, a média do exame passou a ser aceita para o programa Ciências sem Fronteiras e o número de participantes subiu para 7,1 milhões. Mas, o recorde de candidatos da história foi registrado no ano de 2014, com mais de 8,7 milhões de inscrições para o Enem.

O primeiro acordo com uma instituição de educação superior portuguesa foi assinado em 2014, com a Universidade de Coimbra. As notas do Enem passaram a ser utilizadas para o acesso às vagas.

Em 2015, estudantes isentos da taxa de inscrição do Enem, que faltassem dois dias de provas, deixaram de ter o direito de participar da edição seguinte. Por outro lado, a média da prova passou a ser utilizada também como critério de participação nas bolsas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

MEC decidiu em 2017 que a aplicação do exame seria em dois domingos consecutivos. A disposição das matérias também foi alterada, sendo que, agora, os candidatos fazem as provas de Ciências Humanas, Linguagens e Redação no primeiro domingo e Ciências da Natureza e Matemática no segundo.

O que mudou também nesta edição foi a certificação do Ensino Médio, que passou a ser conferida ao Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos).

 

Expansão do Exame Nacional! Dentre algumas mudanças no Enem destaque para a certificação do Ensino Médio que passou a ser atribuída ao Encceja!

Na marca de 20 anos do Enem, a estrutura não mudou, mas o segundo dia de provas passa a ter 30 minutos a mais. Além disso, a solicitação para a isenção da taxa de inscrição para o Exame Nacional passou a ser em um período anterior às inscrições gerais.

Outra alteração foi que os ausentes e isentos no Enem 2017 precisaram justificar  suas faltas para solicitar o recurso novamente na edição de 2018. Em 2018, foram mais de 5,5 milhões de inscritos, o que equivale à população da Dinamarca. Neste período, quase 100 milhões de brasileiros se inscreveram em busca de um sonho para transformar suas vidas por meio da Educação.

O Enem serve como ponte entre o Ensino Básico e o Ensino Superior. Um teste de conhecimento que mescla resistência com disciplina nos estudos. Mas, um episódio marcante manchou a história do Enem, em 2009. A prova vazou às vésperas da aplicação e o MEC foi obrigado a cancelar.

O exame foi remarcado para dois meses depois. Universidades que usariam os resultados do Enem em seus processos seletivos recuaram e desistiram de contar com a nota.

No ano de 2010, o rigor aumentou e o MEC passou a exigir nota mínima de 450 pontos e nota acima de zero na redação para aprovação no Enem.

Nas edições de 2011 e 2014 aconteceram novas denúncias de vazamento de questões antes da prova. A Polícia Federal que trabalha na distribuição das avaliações realizou algumas operações para investigar quadrilhas e equipamentos foram apreendidos.

Para evitar novas fraudes, diversas medidas de segurança foram implantadas: revista pessoal com detector de metais, embalagens para guardar objetos e até mesmo o monitoramento das redes sociais para fiscalizar possíveis publicações com imagens de questões. Em 2016, passaram a ser coletados dados biométricos dos candidatos, evitando que outra pessoa faça a prova no lugar do inscrito.

Veja aqui tudo que você precisa saber sobre a história do Enem!

O Exame Nacional do Ensino Médio e sua evolução

Bolsas! O Exame Nacional deu uma guinada quando os resultados das provas passaram a ser utilizados no ProUni.

Em sua primeira edição, 157 mil candidatos se inscreveram para o exame e apenas 115 mil compareceram nos locais da prova. Os participantes tiveram quatro horas para finalizar uma avaliação de 63 questões e uma redação.

Em 2000, o tempo da prova passou a ser de cinco horas e em 2001 os estudantes de escola pública concluintes do Ensino Médio no ano da edição começaram a ser isentos da taxa de inscrição. Com isso, houve um aumento no número de candidatos que passou de 390 mil, no ano de 2000, para 1,6 milhão, em 2001, o que representou um crescimento de 400%.

O número de inscritos no Enem foi aumentando nos anos seguintes e deu uma nova guinada com a utilização da nota do Exame Nacional para concorrer a bolsas do ProUni. Essa novidade também atraiu quem já tinha concluído o Ensino Médio. Um exemplo disso é o ano de 2006 quando, das 3,7 milhões de inscrições, mais de 1,6 milhão foram de pessoas que já tinham terminado os estudos nos anos anteriores.

Entenda como o Enem evoluiu nos últimos anos!

O Enem ficou mais parecido com o que é hoje, em 2009, com a criação do Sisu, pois para que se tornasse o principal meio de inserção das instituições federais, a prova foi expandida e passou a conter 180 questões. A redação se manteve, mas a avaliação começou a ser realizada em dois dias, primeiramente em um final de semana, sábado e domingo.

Com essas mudanças, as avaliações de Ciências da Natureza e Ciências Humanas eram realizadas no primeiro dia. Linguagens, Redação e Matemática eram as matérias que compunham o segundo dia de prova. As questões também ficaram mais complexas.

A exigência de nota mínima de 450 pontos e nota acima de zero na redação para aprovação do exame se deu a partir de 2010. O número de inscritos no Enem continuou crescendo e bateu recorde em 2014, com mais de 8,7 milhões de inscrições.

Em 2017, passou a ser em dois domingos seguidos. A disposição das matérias também mudou, sendo que os candidatos passaram a fazer as provas de Ciências Humanas, Linguagens e Redação no primeiro domingo e Ciências da Natureza e Matemática no segundo.

Sem dúvida, o Enem é hoje uma importante ferramenta de avaliação dos estudantes. Ao longo de todos esses anos, ele passou por mudanças em seu formato, aumentou o número de questões e, inclusive, somou-se um dia a mais para a prova.

O Exame Nacional é extenso e se caracteriza como uma avaliação que exige preparo do aluno, o qual deve ter plena consciência do que está havendo no Brasil e no mundo.

Nessa trajetória, as adequações do programa foram tomando uma proporção cada vez maior e isso fez com que o exame auxiliasse muitos estudantes a entrarem na faculdade. Exemplo disso são os programas ProUni, Sisu e Fies.

E com a credibilidade que obteve, desde a sua estreia, os resultados satisfatórios das provas do Enem passaram a ser utilizados pelas universidades, como parte de alguma fase de seus processos seletivos ou até mesmo como substituição ao vestibular. E tal trajetória de crescimento e mudanças deixa claro a importância do Enem para a nossa sociedade e para a Educação no Brasil.

Todavia, o que é mantido como norma de mais de 20 anos do Enem é a exigência em relação à pontualidade dos candidatos.

Ou seja, é importante que os estudantes verifiquem, com antecedência, o trajeto até o local da prova, uma vez que os portões são abertos às 12h e fecham pontualmente às 13h. Após esse horário fica proibida a entrada, mesmo porque a avaliação tem início certo às 13h30.

A importância do Exame Nacional do Ensino Médio para o País

Sempre estudando! O Exame Nacional continua sendo uma grande opção para as pessoas que querem prosseguir nos estudos!

Milhões de jovens  brasileiros  sonham em ingressar em uma faculdade e têm no Enem uma ponte para a realização desse sonho.

Com o tempo, o Enem deu um importante salto e passou de um simples teste do Ensino Médio para um exame que pode ser utilizado como forma de seleção para o Ensino Superior. A nota do exame é usada como uma única fase, ou como primeira fase do vestibular – parte da nota do processo seletivo ou até mesmo para o preenchimento de vagas remanescentes.

Além de ser um pontapé inicial para o ingresso à universidade, o Enem também é imprescindível para ter acesso a programas sociais, como o Sisu e o ProUni.

Para participar do processo seletivo do Sisu basta fazer a inscrição para duas opções de cursos em universidades que fazem parte do sistema. As inscrições gratuitas ficam disponíveis duas vezes ao ano e tudo é feito unicamente pelo site do programa, desde as inscrições até a liberação dos resultados. Esse processo facilita para os candidatos as vagas em outros estados.

Já no caso do ProUni, podem participar estudantes de baixa renda que obtiveram um bom aproveitamento no Enem. Assim, é necessário preencher pré-requisitos como:

  • Ter renda per capta inferior a três salários mínimos – para 50% de bolsa ou um salário minimo e meio para bolsas de 100%¨;
  • Ter cursado o Ensino Médio na rede pública ou escola particular por meio de bolsa de estudo integral;
  • Ter obtido mais de 450 pontos e não ter zerado a redação na prova.

O Enem também possibilita que o estudante opte pelo Fies (Financiamento Estudantil), um programa federal que financia de 50% a 100% das mensalidades de uma faculdade particular. A inscrição pode ser feita por quem prestou o exame a partir de 2010 com desempenho de, no mínimo, 450 pontos na média geral das provas e nota maior que zero na redação. Além disso, é preciso ter renda familiar inferior a 20 salários mínimos.

Em suma, além do Exame Nacional dar uma infinidade de opções para diversos perfis de pessoas que querem prosseguir nos estudos, facilitando o acesso ao Ensino Superior e Escolas Técnicas, também possibilita, desde 2014, o ingresso para as universidades portuguesas, bem como de outras nações.

Candidatar-se para o Sisu! Um bom resultado no exame possibilita o acesso a vagas em universidades públicas por meio do Sisu!

Com o resultado do Enem satisfatório também é possível estudar em Portugal. Isto ocorre desde o ano de 2014, quando o Ministério da Educação português definiu a forma de acesso de estudantes internacionais às instituições de Ensino Superior do País. Com a mudança, foi realizado um convênio com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).

Universidade de Coimbra, uma das mais antigas do mundo, foi a primeira a aceitar estudantes brasileiros com a nota do Enem. E, para estudar em Portugal, é necessário prestar o Enem e ver se as notas das áreas de conhecimento atendem os requisitos da universidade desejada. Ainda é preciso ficar atento ao período de inscrição da instituição.

Por outro lado, é importante frisar que os convênios do MEC (Ministério da Educação) com as universidades portuguesas não envolvem a transferência de recursos ou financiamento estudantil.

nota do Enem também é considerada para o ingresso em cursos de graduação de outros países como: Inglaterra, França, Irlanda e Canadá. Em instituições britânicas, por exemplo, a nota do exame é somada com outros tópicos como: o histórico escolar, fluência no inglês e atividades extracurriculares.

Na França, o acesso é mais complexo, pois as universidades costumam exigir que os candidatos tenham sido aprovados em cursos semelhantes no Brasil, anteriormente.

Entenda como o Enem evoluiu nos últimos anos!

A New York University, localizada nos Estados Unidos, optou por aceitar a nota do Enem para todos os cursos de graduação como substituição às provas tradicionais. Como se tratam de avaliações padronizadas, eles consideram que estudantes de outros países não receberam preparação para prestar tal prova. Assim, foi criado o Test Flex Policy que aceita exames de outras nacionalidades. Para se candidatar é necessário enviar a nota, mas a escola que cursou o Ensino Médio precisa confirmar o resultado para que a pontuação seja oficializada.

Seja em universidade pública, privada ou estrangeira, é sempre importante acompanhar de perto as exigências de cada uma delas para não deixar de lado nenhum processo, perder prazos ou não apresentar a documentação necessária.

Entenda porque o Enem é tão importante!

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