Ensinar russo pode parecer um grande desafio para o profissional que não fala o idioma como língua materna. O idioma do famoso Dostoiévski é o mais falado na Europa e o sexto idioma mais falado no mundo.

Amplamente utilizada na Ucrânia, Letônia, Estônia e outros países que fizeram parte da extinta União Soviética, ela é a língua materna de países como Rússia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão, Azerbaijão e Moldávia.

Para muitos profissionais, ensinar uma língua eslava como idioma estrangeiro, sem ser falante nativo, pode ser uma grande fonte de insegurança.

Entre os questionamentos que podem surgir:

  • Será que sou capaz de ensinar russo como idioma estrangeiro?
  • Será que minha pronúncia é a mesma de um falante nativo?
  • Será que nós brasileiros somos bons professores de russo?

Aquiete esse coração e continue conosco! Saiba o que é preciso para ensinar língua russa, antes de começar sua empreitada como professor de língua estrangeira, nesse artigo!

Saiba tudo que você precisa para se tornar professor de russo!

Um bom professor de russo é necessariamente um falante nativo?

Nem sempre o falante nativo de russo é necessariamente melhor professor de russo do que um professor de nacionalidade brasileira.

O que determina que o profissional seja um exímio professor é ter um bom relacionamento com seus alunos, uma boa didática e pleno domínio sobre a gramática, a fonética, a linguística e a literatura do idioma que vai lecionar.

A didática do professor garante que a língua seja transmitida com clareza.
Na maioria das vezes, é o "jogo de cintura" do professor que desperta a paixão do aluno pelo idioma.

No mundo educacional, não importa se o professor é nativo ou não nativo, convence aquele que melhor atenda às necessidades do aluno.

O que vale no momento de ensinar qualquer conteúdo é a pedagogia, e é ela que determina a qualidade das aulas.

Geralmente, esse perfil pertence ao profissional que fez faculdade de licenciatura ou curso de russo voltado para dar aulas, pois esses profissionais têm como principal objetivo transmitir conhecimento.

Isso pode não acontecer com os falantes nativos, que não têm o ensino (a didática, a metodologia, o jogo de cintura, o conhecimento da literatura) como prioridade.

Por outro lado, estudar com um falante nativo de russo tem lá suas vantagens, como estar em contato fiel com a pronúncia correta das palavras e a conversação diária com um nativo.

Mas, para que o estudante possa desfrutar das aulas, o profissional precisa se fazer compreender, além de ter uma boa pedagogia.

Sem falar que estamos falando de culturas completamente diferentes, a língua portuguesa e a língua russa não provém da mesma origem, o que pode gerar um certo estranhamento inicial.

Certamente, não adianta saber pronunciar bem as palavras em russo, se o profissional não tem habilidade para transmitir conhecimento com clareza.

Sendo assim, é interessante que o professor de língua estrangeira tenha conhecimento dos dois idiomas: o idioma que vai ensinar e o básico da língua do estudante.

Nesse momento, um bom professor de russo não nativo tem mais vantagem, pois consegue estabelecer um bom relacionamento professor/aluno.

Esse profissional além de possuir excelente conhecimento na língua estrangeira, possui domínio da língua do aluno e didática.

Resumindo, um falante nativo pode transmitir um sotaque perfeito, mas, sim, é possível aprender russo como segundo idioma com professor não nativo.

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O que é insegurança linguística?

A insegurança linguística é resultado do rigor do nosso sistema educacional que impõe perfeição à pronúncia do idioma que será ensinado pelo professor não nativo.

No entanto, a insegurança atinge o seu auge quando o profissional de língua estrangeira não está em sala de aula e precisa se comunicar com um falante nativo.

Aprenda a fortalecer sua autoconfiança na língua russa.
A insegurança linguística é sentida principalmente fora da sala de aula.

Nesse momento, o profissional se coloca em uma posição de eterna cobrança de suas reais habilidades no idioma, uma vez que lecionar a língua do outro, que não é a sua língua materna, consiste na eterna tentativa de buscar legitimidade.

A famosa busca por perfeição linguística!

Mas ao buscar a perfeição linguística, o profissional pode se sentir incapaz de lecionar com qualidade.

Falar russo como um professor não nativo consiste na eterna busca por perfeição e comparação com um falante nativo.

Ao se deparar com tal situação, o professor manifesta receio de errar. Nesse momento, ele enfrenta seus próprios medos de não ser tão bom quanto um falante nativo.

Essa insegurança acaba afetando suas aulas, pois ele começa a ter medo de não saber responder as dúvidas dos alunos. Continue conosco e aprenda como superar isso!

Como superar a insegurança linguística do professor de russo não nativo?

Existem diferentes estratégias para superar a insegurança linguística. E, até mesmo, mascarar a ausência de conhecimento em determinado conteúdo.

A língua é viva e passível de constantes mudanças.
Ensine seus alunos a vencer a insegurança linguística.

As mais indicadas são:

  • Estude bastante gramática e literatura russa.
  • Ouça muitos podcast em russo para melhor sua audição e fluência na língua.
  • Assista noticiários de TV para expandir seu conhecimento cultural.
  • Leia muito para adquirir vocabulário.
  • Viaje com certa regularidade para países que falam russo.
  • Prepare sua aula com a finalidade de abranger um grande número de atividades, dessa forma assim visando a reduzir possíveis dúvidas.
  • Participe de fóruns de ensino de língua russa para ficar antenado sobre as dificuldades dos estudantes de russo.
  • Faça buscas no Google.
  • Não chame a atenção do estudante para as suas dificuldades.

Em síntese, o principal objetivo dessas estratégias é permanecer em constante imersão no idioma ensinado. E mesmo quando surgem alguns imprevistos, como dúvidas inesperadas ou uma pergunta fora do contexto, com muita categoria o professor consegue contornar a situação.

A técnica da imersão consiste em estar em profundo contato com o idioma

Em situação de ensino que envolve a comunicação mais ativa, como conversação, podem surgir algumas dúvidas em questões gramaticais ou na pronúncia de certas palavras.

Essas dúvidas por vezes podem ser perigosas; quando acontecer, proponha aos estudantes que façam uma pesquisa no dicionário ou na internet, pois a dúvida de um pode ser a dúvida do outro.

Se essa estratégia de aprendizado não funcionar, entenda que imprevistos podem acontecer a qualquer momento da aula, mas cabe ao professor ter sabedoria e jogo de cintura para contornar a situação.

Deixe claro em suas aulas que o professor não detém conhecimento absoluto sobre todas as coisas e, por isso, é um eterno estudante, assim como qualquer outro que se dispõe a estar sempre evoluindo.

Essa tática humaniza o professor, além de desfazer possíveis constrangimentos desnecessários.

Certamente, o professor se sente mais seguro de si quando destituído da obrigação de ser o "sabe tudo"!

Aproveite para ler também: Quais os diplomas para se ter proficiência em russo?

Dicas para se destacar como um bom professor de russo

O profissional que deseja ser um bom professor de russo deve estar sempre antenado com as evoluções linguísticas e culturais da Rússia. Só assim, para convencer das reais necessidades de se aprender um novo idioma.

Confira as melhores dicas para ensinar russo.
Qualquer professor pode transmitir conhecimento, mas só os melhores são capazes de impactar seus alunos e inspirá-los a serem melhores.

Das vantagens de aprender russo, se destacam:

  • Ser capaz de se comunicar em outro idioma com outras pessoas pelos mundo;
  • Possibilidade de receber um promoção no mundo corporativo;
  • Se tornar poliglota;
  • Conseguir ler obras de literatura russa;
  • Prestar prova de proficiência na língua;
  • Entrar na Faculdade Russa;
  • Fazer preparatório para entrar na faculdade;
  • Conseguir se comunicar com um parente distante;
  • Fazer amizades;
  • Morar no exterior;
  • Fazer pós graduação;
  • Aprender o idioma dos seus antepassados;
  • Aprender outro idioma para viagens.

Os passos para se conquistar proficiência no idioma quase sempre são os mesmos: escolher um bom professor e estudar bastante. Nesse sentido, o profissional precisa estar bem preparado. Saiba como:

Tenha uma boa metodologia de ensino.

Todo profissional de idioma experiente tem uma boa metologia de estudo que contempla: gramática, leitura, escrita, audição e conversação.

Suas aulas giram em torno desses 5 eixos para que o aluno não tenha dificuldade em nenhuma dessas competências.

Estimule seus alunos a praticar língua russa

O aluno sempre vai apresentar uma desculpa para não se dedicar ao curso de russo. Quando isso acontecer, diga a eles que os mesmos podem aproveitar o momento que estão nas redes sociais para estudar.

Isso mesmo, seus alunos podem criar ou participar de chats para tirar dúvidas de russo, até mesmo no Facebook.

Outra dica é aconselhá-los a alterar o idioma do celular para o idioma que está estudando, no caso russo.

Além de se divertir, o estudante pode aproveitar para melhorar a pronúncia.

Revisão de conteúdos

Ensinar um novo idioma requer muita disciplina e foco nos resultados. Para uma melhor didática, vale muito focar na repetição de conteúdos anteriores.

É um momento da aula destinado para ter um feedback do que os alunos aprenderam ou não, fazer revisão com atividades voltadas para gramática, conversação, escrita, literatura, etc.

Apoio de um falante nativo

Se você não é um falante nativo, procure enriquecer sua aula com o auxílio de um falante nativo.

Como isso é feito?

Convide um falante de língua russo para se apresentar à turma, ele ajudará a melhorar a relação dos alunos com a língua, além de aguçar a curiosidade dos alunos.

Defina metas para cada nível de aprendizado dos alunos

Todo profissional sabe o potencial de cada aluno, quando se trabalha com um ensino diferenciado, como aulas particulares, é possível perceber e alavancar o desempenho de maneira individualizada.

Sendo assim, é possível traçar o tempo que cada aluno vai conseguir atingir em algumas metas.

Para assuntos do cotidiano, uma aluno leva em média alguns meses para aprender aproximadamente 500 palavras.

Estabelecendo algumas metas, ele pode se programar para aprender pelos menos 12 palavras por dia, não se esquecendo de decorar alguns verbos.

Você sabia que o idioma russo é a língua materna mais falada na Europa?

Defina o seu perfil como professor

Cada professor de idiomas tem um jeito único de ensinar, assim como algumas preferências, seja dar aulas particulares para cursinhos, aulas de russo online, aulas de russo em domicílio, por faixa etária, etc.

Um exemplo disso são os professores focados em dar aulas particulares com o foco em alto desempenho no idioma, esses professores acabam focando em aulas com horários flexíveis e com uma proposta mais específica como aulas de russo destinado à viagens ou a trabalho.

Quase sempre, são aulas destinadas ao ensino dos costumes, tradições, além de muita conversação, é claro!

Aproveite para conferir o perfil da nossa seleção de professores particulares de russo!

Saiba como obter o diploma certo para dar aulas de russo!

Compreendendo um pouco melhor as particularidades do russo

Muita gente não sabe mas o idioma russo é o mais difundido, em termos geográficos, de todo o continente da Eurásia. Ele é também a mais falada das línguas eslavas e, observe, a língua mais falada na Europa.

Considerada uma língua eslava, que é um grupo de línguas indo-europeias com cerca de mais de 430 milhões de falantes, sobretudo no Leste Europeu, o russo é o idioma materno na Rússia, Bielorússia, Cazaquistão, Azerbaijão, Quirquistão, Moldávia e em várias outras nações que formavam a extinta União Soviética.

Além disso, a literatura russa, devido à sua riqueza e proficuidade, é conhecida e venerada no mundo todo. Quem nunca ouviu falar nos Irmãos Karamazov ou em Crime e Castigo?

Particularmente rica, a literatura russa inclui célebres escritores de diversos períodos, como Kikolai Gogol, Alexandre Pushkin, Fiodor Dostoiévski, Liev Tolstói, Anton Tchekhov, Máximo Gorki, Boris Pasternak e Vladimir Maiakovski.

Devido à grande influência da União Soviética e Rússia nas ciências, existe uma vasta quantidade de textos científicos em russo. E, ainda, essa é a segunda língua mais popular da Internet.

Do ponto de vista do idioma falado, o ucraniano e o bielorrusso são as línguas mais próximas à língua russa. Em vários locais no leste e sul da Ucrânia e através de toda a Bielorrússia, esses idiomas são falados de maneira intercambiável. Tanto o são que existem determinadas regiões onde o bilinguismo tradicional chegou a uma mistrua de idiomas, como o surjyk, praticado no leste da Ucrânia e o trasianka, da Bielorrússia.

Muitos estudiosos acreditam que um dialeto da Antiga Novgorod, que também pertencia ao grupo eslavo oriental, teria desempenhado um papel marcante na formação do russo atual.

Já em relação ao vocabulário, muito dele foi influenciado pelo eslavônico eclesiástico, sobretudo em palavras abstratas e literárias, nos princípios de formação de palavras e até mesmo, em certa medida, nas inflexões e no estilo literário russo.

A fonologia e a sintaxe da língua russa, especialmente nos seus dialetos mais setentrionais, foram influenciadas também pelas várias línguas fino-bálticas. Enquanto que os dialetos russos falados a norte, nordeste e noroeste de Moscou sofreram muita influência de palavras de origem fino-úgrica, da região dos Montes Urais.

Note também que ao longo dos séculos, tanto o vocabulário quanto o estilo literário russo sofreram inegável influência dos idiomas europeus ocidentais e centrais, como o polonês, o latim, o alemão, o holandês, o francês e até o inglês.

Ao contrário do senso comum, segundo o especialista David Graddol, o melhor professor de idiomas não é o nativo, mas aquele que fala também a mesma língua do aluno.

Desvendando o mito do professor não nativo

O linguista britânico David Graddol, que durante 25 anos foi professor da renomada UK Open University, e hoje é diretor da The English Company e editor da Equinox Publishing, realizou duas pesquisas detalhadas a pedido do British Council, o órgão do Reino Unido responsável pelas questões educacionais.

Suas conclusões, de forma geral, desafiam o senso comum de que os melhores professores são os nativos. Segundo o especialista, "o melhor professor é aquele que fala a língua materna de quem está aprendendo o idioma. Também é preciso ser altamente capacitado e ter um ótimo domínio do idioma, claro."

E ele continua dizendo que em muitos países existem reminiscências românticas acerca do ensino de línguas, em especial o da língua inglesa. Muitas pessoas pagam a mais pelos professores nativos entendendo que estes seriam os melhores, o que Graddol discorda enfaticamente.

Outro ponto interessante revelado pela pesquisa é que o idioma estudado pode chegar a um ponto em que o mesmo seja dado em outras disciplinas, em uma faculdade ou universidade, por exemplo. Assim, um estudante poderia ter aulas de História Moderna em russo. Quando isso acontece, segundo o especialista, o aluno deixa de ser mero estudante do idioma e se torna um usuário do mesmo.

Um segundo ponto que o professor desbanca é o de que não existe uma idade ideal para se começar a aprender idiomas. "Na verdade, há vantagens e desvantagens em quase todas as idades. Conheço adultos que, com meia hora de estudo, apresentam maior rendimento do que uma criança, justamente por causa da sua experiência adquirida ao estudar idiomas."

O mais importante, sabemos, é a construção de um ambiente que desperte e motive os alunos. Nesse cenário, o desempenho do aluno cresce e de forma semelhante seu interesse e entusiasmo pelo idioma estudado.

Além disso, ainda no Brasil o estudo de línguas parece estar a décadas atrasado, de acordo com Graddol. Aqui ainda se vê o inglês como língua estrangeira, enquanto em muitos outros países o avanço foi tanto que o idioma não mais é visto como língua estrangeira.

Imagine, então, o status do ensino dos demais idiomas como francês, espanhol, italiano, japonês, russo, alemão, etc. Como a mentalidade de ensino de línguas ainda permanece muito rígida e fixa a preconceitos já há muito superados em outros países, como os europeus.

Imagine você em São Petersburgo, na Rússia, se virando super bem com o seu russo certeiro, aprendido no Brasil. Sim, isso pode ser uma realidade!

Saiba sobre as qualidades de um excelente professor de russo

Já desmistificamos que nem necessariamente o melhor professor é o nativo, mas, sim, aquele que fala a mesma língua do aluno. Agora vamos ver algumas das qualidades que todo experiente professor de russo e de línguas de forma em geral deve cultivar.

Organização e clareza

  • Oferecer explicações claras.
  • Sempre se preparar para a aula, ou seja, fazer a sua lição de casa.
  • Abordar temas áridos e difíceis de maneira simples e de fácil compreensão para os alunos.
  • Empregar exemplos, oferecer detalhes, fazer analogias, metáforas, abordar o material do curso de várias maneiras, não apenas pensando em ajudar na compreensão, mas também na retenção do conteúdo.
  • Focar nos objetivos, necessidades e na realidade dos seus alunos.

Interação

  • Fazer uso do que existe de melhor e mais avançado em metodologia.
  • Explorar nuances e particularidades do idioma russo.
  • Motivar, orientar, utilizar e oferecer dicas de recursos extra, como filmes, aplicativos, livros, sites, etc.
  • Respeitar o estilo e ritmo de aprendizagem dos alunos, mas de forma que não os deixem em sua zona de conforto.
  • Cobrar a realização de atividades extraclasse.
  • Permanecer preocupado e cuidadoso em relação à qualidade de suas aulas e o desenvolvimento dos alunos.
  • Sinalizar os erros e o que os alunos necessitam melhorar, isto é, oferecer a eles seu feedback constante.
  •  Sair do script sempre que precisar com o objetivo de garantir a qualidade do ensino e o desempenho do aprendizado por parte do aluno.

Dinamismo e entusiasmo

  • Ser autoconfiante.
  • Ser dinâmico e alto astral.
  • Demonstrar paixão pela profissão.
  • Gostar de gente.

E é preciso observar também que existem várias pessoas que estão professoras mas que não são professoras. Portanto, dessas últimas, os alunos devem se distanciar, pois não serão boas em didática ou metodologia, de forma em geral.

E aí, agora que você já sabe um pouco mais sobre as competências e habilidades de um bom professor de russo, que tal pôr a mão na massa e marcar sua primeira aula? Através da comunidade Superprof é fácil, fácil você encontrar os profissionais mais gabaritados próximos à sua residência.

Basta você fazer uma busca, colocando alguns parâmetros e, de forma ágil, segura e eficiente, você irá encontrar um bom professor de russo que se adeque ao perfil que você busca. Contate ele ou ela e dê início a seus estudos ou aproveite a ajuda desse profissional em qualquer nível em que você já esteje.

Boa sorte!

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Ana

"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." Clarice Lispector