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Conheça os métodos de ensino de matemática para crianças

De Fernanda, publicado em 29/11/2016 Blog > Reforço escolar > Matemática > Como ensinar os cálculos para seu filho?

Os pais sempre querem o melhor para seus filhos. Sobretudo quando falamos de percurso escolar e de estudos.

Alguns querem que seus filhos aprendam uma segunda ou terceira língua. Outros procuram especialmente o reforço em matemática, muitas vezes com aulas particulares em casa.

É um método eficaz?

E como! Mas é preciso saber transmitir corretamente todos esses conhecimentos, como o cálculo mental, equações, multiplicações, divisões, subtrações, álgebra, geometria (triângulos, retângulos, quadrados, polígonos circunscritos, retas, paralelas…), e ainda os números decimais!

Claro que você pode obter um suporte junto a jogos educativos online ou com aulas em casa. Mas e o que fazer se seu filho tiver dislexia? Existe diferença na aprendizagem de matemática entre meninas e meninos?

Você vai descobrir todas essas informações aqui no Superprof!

Mariana

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Todas as crianças podem aprender matemática

Os linguistas estimam que o quanto antes os pais estimularem a aprendizagem de novas línguas nas crianças pequenas, mais ela assimilará os conteúdos. Quanto mais jovem, mais a criança aprenderá como se fosse sua língua materna.

aprendendo números na infância Os brinquedos educativos, jogos coletivos e jogos de memória são perfeitos para estudar a matemática desde pequeno.

E por que também ensinar matemática? Na verdade, os especialistas em matemática dizem a mesma coisa. Segundo um estudo conduzido pela professora Michele Mazzocco, do Center of Early Education and Development, na Universidade de Minnesota em Minneapolis (EUA), as crianças que estão em idade de ingressar na escola (por volta dos seis anos), já têm extrema facilidade para desenvolver habilidades básicas em matemática. Elas podem aprender noções de geometria e de simetria quando estiverem brincando com blocos de madeira, ou então podem descobrir conceitos de divisão com jogando com as peças do Lego ou até compartilhando seu lanche com os colegas de turma.

Quando a criança está na idade de entrar na escola (no primeiro ano do fundamental), é importante estimular o uso de jogos interativos para que ela desenvolva habilidades matemáticas: brincadeiras educativas, jogos de memória, de lógica, desenhos para colorir online, jogos coletivos, jogos de carta, jogos de estratégia, jogos de ação, jogos de montagem, massinha de modelar, jogos de ciências, cálculo mental…

Mas será que todas as crianças são capazes de aprender matemática? A verdade é que todas as crianças tem uma curiosidade natural. Um desejo inato de aprender. Se o professor e os pais tiverem um bom estado de espírito e muita motivação, estudar matemática pode se tornar uma tarefa prazerosa.

Para complementar seus estudos, uma das formas de desenvolver e aprimorar o método positivo e motivador de ensino da matemática é por meio das aulas particulares.

Ao contrário da aula tradicional dessa disciplina, seja no ensino fundamental ou no ensino médio, essa modalidade traz uma personalização, um ensino sob medida. O professor particular pode dar aulas diretamente em sua casa e personalizar o ensino de acordo com as necessidades de seu filho: sejam elas as frações, as divisões, equações, números quadrados, enfim. Tudo é possível! Que tal experimentar?

6 passos para seu filho aprender os cálculos em casa

É possível aprender matemática sozinho?

Verdade seja dita: os pais confiam bastante no ensino tradicional, regular. Além de seguir o percurso oficial de ensino, seu filho tem o acompanhamento de profissionais de qualidade. Mas por que não complementar com estudos em casa?

O primeiro passo é não ter medo de falar sobre o assunto em família. Abordar e estudar esses conceitos vai se tornar aos poucos algo tão natural como os demais assuntos. Ao introduzir a matemática na rotina familiar, todos na sua casa vão, aos poucos, se sentir mais confortáveis com a disciplina. E isso vai dar mais confiança às crianças na hora da aprendizagem, afastando inseguranças e medos gerados pelos conceitos que ainda não conhecem.

Isso contribui para que os conceitos todos como abstratos ganhem uma explicação concreta, com exemplos do dia a dia. Graças aos jogos de memória, educativos e de lógica, você pode estudar vários tópicos fundamentais em matemática: álgebra, geometria, multiplicação, números inteiros, cálculos, adições… Em qualquer matéria, conteúdo ou disciplina que seu filho estude, é fato que ele sempre vai aprender melhor se houver diversão e jogos envolvidos. Muito mais do que o famoso e inútil método da « decoreba ».

estudar matemática com jogos educativos Bom… aqui não estamos estudando muito a matemática tradicional… Mas para aqueles que podem, que tal dar um pulo na Terra do Lego (Legolândia), na Flórida?

Em matemática, hoje, há uma variedade enorme de jogos online, sites especializados, brinquedos educativos e muito mais. Opções não faltam. Você pode, por exemplo, pedir para seu filho contar o número total de spaghettis numa bacia enquanto você cozinha; ou então pode pedir para que ele meça o tamanho do retângulo que você criou com uma massinha de modelar; pode também aprender e brincar com Lego, fazendo frações, adições, subtrações com as pecinhas.

Enfim, imaginação em casa não faltará! Aprenda a enxergar a matemática no dia a dia. Seu filho aprenderá com você. Isso ajudará a criar um ambiente propício para a aprendizagem da disciplina!

Dislexia: como estudar cálculos e números

O que fazer quando seu filho tiver dislexia? Devemos ensinar a matemática com os mesmos métodos regulares?

Como talvez você já saiba, a dislexia pode ser definida como uma perturbação na aprendizagem da leitura pela dificuldade no reconhecimento da correspondência entre os símbolos gráficos e os fonemas, bem como na transformação de signos escritos em signos verbais. A deficiência também afeta outros aspectos da vida do aluno, como sua memória, sua concentração, ou ainda seu senso de organização. Mas então como fazer para ensinar matemática a crianças disléxicas?

Falamos a princípio de uma abordagem multissensorial, que envolve a audição, o tato, a visão e os movimentos. Por isso é fundamental utilizar fichas ou cartazes onde são registrados os resumos e as palavras-chave dos conteúdos estudados. Indícios visuais ajudam muito os disléxicos a compreender e a decifrar a matemática.

Para essa categoria de deficiência, é muito importante ser paciente e não se precipitar.

É crucial repetir as explicações para ter certeza de que o conteúdo foi bem assimilado. Alternar atividades é também muito importante para que não fique restrito a um só jeito de ensinar. Para ajudar na hora de estruturar e alinhar os estudos, crie modelos de organização:

  • Pastas coloridas para diferenciar os tópicos das aulas de matemática;
  • Respeitar uma agenda ou cronograma diário;
  • Usar um caderno de exercícios ou uma agenda.

Quanto mais você pesquisar e utilizar fontes e materiais de apoio diversificados, mas ricas serão suas aulas. Se possível, converse com os demais professores de seu aluno, compartilhe ideias e materiais. O estudante precisa desse apoio na hora de aprender todas as disciplinas.

Outras dicas também auxiliam no ensino da matemática para disléxicos, como a utilização de cores nas anotações e nos materiais, nos gráficos, nos desenhos, além de elaborar materiais que resumem cada aula de forma concisa…

Não existem receitas ou fórmulas prontas para lidar com a educação de alunos com dislexia. Mas a prática é sempre a melhor solução para que os estudantes progridam nos estudos. Entenda a realidade de seus alunos. A dedicação e o investimento valem muito a pena! Os resultados vão aparecer quando você menos esperar.

Existe uma facilidade natural para os números em função do gênero?

educação de jovens e ciências exatas Desde cedo as crianças são educadas por meio de clichês: cores azuis para meninos, bonecas para meninas… Com a matemática, infelizmente, é a mesma coisa!

Vamos, por fim, abordar um assunto delicado: será que existe uma razão biológica que favorece a aprendizagem da matemática em homens ou mulheres? Algumas estatísticas definem o cenário no Brasil e no mundo:

  • Somente 14% das jovens brasileiras que ingressaram a universidade escolheram campos relacionados à ciência, como engenharia, indústria e construção. Por outro lado, 39% de jovens do sexo masculino que ingressaram na universidade optaram por seguir uma dessas áreas;
  • Nos Estados Unidos, um estudo realizado com 7 milhões de alunos revelou que não há nenhuma diferença nas notas de matemática entre os meninos e as meninas, do ensino fundamental ao médio, de 7 a 18 anos de idade.

Mas então, de onde vem esse mito de que os homens são melhores em ciências exatas e as mulheres são melhores em letras?

Estudos comprovam que essa ideia – herança de uma sociedade desigual e talvez sexista – permeia o inconsciente social e faz com que meninos e meninas façam suas escolhas em função desses estigmas. Na verdade, muitas vezes a própria família ou os próprios professores reforçam esses pensamentos.

Por isso é fundamental ter muito cuidado em sala de aula. Sim, é possível reverter a situação! Não só é possível como é preciso, uma vez que as próprias ciências, como a matemática, perdem com a falta de diversidade.

Marília Carvalho, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) que estuda o assunto, afirma que, em sala de aula, medidas simples podem ajudar, como evitar promover diferenças e disputas entre meninos e meninas.

Outras recomendações incluem evitar reforçar a ideia de que a disciplina é extremamente difícil, usar exemplos que não recorram a estereótipos de gênero, não deixar poucos alunos dominarem a aula e mudar periodicamente os grupos de estudantes que trabalham juntos.

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