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Como variar os sons e os efeitos de uma guitarra elétrica?

De Fernanda, publicado em 22/02/2017 Blog > Música > Violão > Como criar sonoridades novas com uma guitarra?

Você não aguenta mais o som clássico da sua Stratocaster, Telecaster, Ibanez, Gibson, Cort ou Epiphone?

Saiba que você pode muito bem mudar o som por meio de efeitos obtidos com diferentes técnicas e equipamentos! Graças ao pedal, por exemplo, você consegue sonoridades incríveis, dificilmente alcançadas com uma simples guitarra clássica ou acústica.

Chorus, delay, reverb, wah wah, compressor, distorção, drive… ou então Korg, footswitch, digitech, mesa boogie ou vox… Por acaso você conhece alguns desses elementos que compõem a guitarra?

Bom, saiba que os melhores guitarristas de todos os tempos e de todos os estilos utilizaram esses efeitos e pedais em algum momento de sua carreira.

No entanto, para obtê-los é preciso utilizar o equipamento adequado e específico. O amplificador que acompanha a sua guitarra Gibson Les Paul, por exemplo, também pode servir para criar os melhores efeitos possíveis.

Escolher um bom amplificador, comprar um pedal, cuidar da sua guitarra, alternar as palhetas… Muitas são as técnicas e as possibilidades na hora de tocar guitarra e conseguir sons diferentes.

Seja você destro ou canhoto, descubra agora como escolher o melhor equipamento para que você consiga inovar e criar o seu som do seu jeito!

Mariana

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Os sons variam em função do tipo da guitarra

Você está querendo comprar uma guitarra? Cuidado para não pegar a primeira encontrar no seu caminho. Pois antes de comprar um instrumento musical, é sempre aconselhável experimentar e tocar um pouco antes. Na verdade, de acordo com o modelo e a marca, o som pode variar e muito!

Em primeiro lugar, vai depender do tipo da guitarra: se ela é um modelo clássico, uma acústica ou uma semi-acústica. Além também da marca do fabricante, claro.

A guitarra ou o violão que você comprar em lojas especializadas ou luthiers será com certeza mais cara, mas pelo menos você terá uma qualidade garantida, o que não acontece com instrumentos adquiridos no Ebay ou aqueles Made in china.

Você precisa descobrir o equilíbrio entre o que está buscando e o quanto quer pagar por isso.  

Depois de comprar o seu instrumento, é fundamental saber como cuidar bem dele. Nem pensar deixar a guitarra desprotegida no canto da sala, acumulando pó! Se você teve o cuidado de escolher o modelo mais adequado para você, vai ter ainda mais motivação para tocar e treinar! Por isso, trate-a como se fosse um filho, com carinho e amor =)

Um exemplo disso é trocar as cordas quando for necessário. Muitos guitarristas iniciantes menosprezam a troca de cordas e não sabem o quanto isso é importante. Tem gente que espera a corda estourar para colocar um novo jogo! As cordas também fazem parte da sua guitarra!

Cuide bem de todas as partes do seu instrumento! O estado das cordas influencia muito no som que a guitarra emite.

É aconselhável sempre trocar o jogo inteiro de cordas a cada vez. Se você não fizer isso, vai ter uma corda que vai soar muito melhor do que as outras cinco, afetando a harmonia dos acordes.

Aprenda e pegue a prática de afinar sua guitarra com regularidade. Deixar uma corda desafinada por muito tempo pode ter algumas consequências. Seja com a ajuda de um afinador elétrico ou de ouvido: o importante é criar o hábito de afinar.

E atenção às mudanças climáticas! Uma guitarra que permanece em temperaturas baixas durante muito tempo desafina muito mais do que uma guitarra em temperatura ambiente. Do mesmo jeito, tome cuidado com a umidade em sua casa. O instrumento é feito de madeira (mogno, ébano, jacarandá…), por isso, trata-se de um objeto delicado e sensível, e que merece uma boa manutenção!

Escolhendo um bom amplificador: passo indispensável para o guitarrista!

Você pode ter comprado a melhor guitarra de todos os tempos. De nada vai adiantar se você não tiver um bom amplificador! Por isso, é essencial se dedicar à escolha desse equipamento tão importante. Além de tudo, diversos modelos e marcas de guitarra estão disponíveis para você.

Também não adianta gastar rios de dinheiro para ter “o melhor material do mercado”, ainda mais se você for iniciante: é bem comum comprar a marca e o modelo errados entre as dezenas de opções possíveis no mercado.

Atualmente, você não consegue um bom amplificador com menos de 300 reais. O preço não é um indicador direto de qualidade, claro, mas abaixo disso impossível encontrar um produto que seja realmente bom.

O tipo e a qualidade do seu ampli pode influenciar muito o som da sua guitarra! A escolha do amplificador: um passo fundamental para ser guitarrista.

Existem três tipos de amplificadores:

Os valvulados são geralmente os preferidos de guitarristas e contrabaixistas. Analógicos, eles são responsáveis pela amplificação dos mais famosos e clássicos solos de guitarra. Esse tipo de amplificador é mais dinâmico, pois a diferença entre volume baixo e volume alto é grande. O toque nas cordas das guitarras é muito mais sensível ao aparelho. O timbre de um amplificador valvulado é inconfundível. Além disso, tocar com um amplificador valvulado significa ter controle total sobre o timbre emitido.

Os amplificadores transistorizados surgiram após os valvulados. Sua entrada no mercado representou uma grande revolução nos instrumentos musicais. Na verdade, eles passaram a ser a melhor opção de custo-benefício para os músicos. Fora isso, possuem peso e dimensões reduzidas, além de menor consumo de energia e boa potência.

Por fim, há os amplificadores híbridos, que possuem tanto um estágio valvulado, quanto transistorizado. Eles usam um sistema de pré-amplificação valvulado com o poder de um transistorizado, e seu som limpo agrada a maioria dos guitarristas.

Há uma variedade muito grande também no que se refere às marcas. Vamos conhecer as três principais.

Marshall

Com certeza a marca mais conhecida e mais garantida do mercado. Esses amplificadores já foram e continuando sendo utilizados pelas principais estrelas do rock, como Jimi Hendrix, The Who ou então Eric Clapton. Precisar falar mais? Acho que não!

Fender

Essa empresa é especialmente conhecida pela fabricação de guitarras, mas também não perde em qualidade quando o assunto é amplificação. Seus amplificadores são excelentes.

Vox

Menos conhecida pelo grande público, essa marca é amplamente utilizada pelos guitarristas profissionais. Esses amplificadores já estiveram presentes no palco de gente como os Beatles, Queen ou The Shadow.

Todas essas marcas possuem efeitos integrados que geram sons e sonoridades fabulosas. Conheça:

O overdrive e a distorção

Todos os amplificadores possuem esses dois efeitos. O overdrive consiste em saturar o som. Para se ter uma ideia, ele também acontece quando você aumenta o volume do seu ampli no máximo. Quanto à distorção, é um efeito mais utilizado pelos amantes do metal, que apreciam sonoridades mais “sujas”.

A saturação

É o efeito recomendado para os amantes de solos! Um pouco mais pesado que o overdrive, traz um som caloroso e ressonante.

Uma técnica de guitarra muito utilizada pelo grupo The Black Keys, por exemplo.

Fazendo efeitos com pedal/pedaleira

Para complementar ainda mais o som emitido pelo seu amplificador, você pode comprar um pedal ou uma pedaleira. É o principal equipamento para quem busca uma grande variedade nos efeitos. Você pode conectar vários tipos de pedais e escolher o momento exato em que usar cada um. Ou então pode comprar uma pedaleira, que comporta múltiplos efeitos em um só aparelho.

Mas como funciona na prática?

O pedal de guitarra é geralmente composto por três partes:

  1. O próprio pedal, no qual você pode controlar o efeito com o seu pé. Isso permite ao guitarrista ficar com as duas mãos livres para  tocar o que bem entender.
  2. A parte da regulagem. Aqui existem diversos botões que alteram a consistência e o caráter dos efeitos.
  3. As tomadas (ou plugues), que conectam os equipamentos entre si. É preciso conectar sua guitarra na caixa e depois a caixa no seu amplificador.

Como tocar sons diferentes no seu instrumento com efeitos? Os pedais são equipamentos muito práticos para criar efeitos ao tocar em sua guitarra!

Mas então, a dúvida que fica é: é melhor comprar vários pedais ou uma pedaleira? A pedaleira é útil apenas no caso de você ter de se deslocar com frequência. Com certeza, carregar apenas uma caixa é muito mais prático do que várias caixinhas e fios. No entanto, o preço pode pesar no bolso. Pense bem para ver se realmente vale a pena.

Se você decidir pelos pedais, conheça as marcas e efeitos mais conhecidos:

1. O reverb

Esse efeito também já vem incluso em muitos amplificadores. Ele simula a reflexão natural das ondas sonoras nas paredes do ambiente, como um eco. Ele é frequentemente utilizado para dar uma sensação de profundidade ao som. Mas cuidado para não abusar!

2. O chorus

Como o próprio nome diz, esse pedal multiplica o som como se houvesse um coral tocando com você. O mesmo som é acrescentado diversas vezes mas de maneira descompassada. Ele é um efeito sutil, mas indispensável para performances ao vivo.

3. Flanger

O Flanger é basicamente um Chorus exagerado, soa quase como um avião a jato voando sobre você. Um excelente guitarrista que usa um Flanger é Tom Morello (ex Rage Against The Machine e Audioslave).

4. Vibrato e trêmulo

Muitos amplificadores comportam esses efeitos. O pedal de vibrato permite a variação de tom, enquanto o do trêmulo permite uma variação periódica de amplitude (como variar periodicamente o botão de volume num aparelho de som).

5. Wah wah

Esse é um clássico entre os guitarristas. Wah Wah é um pedal que altera o timbre. Por exemplo: você pode acionar o pedal para frente e para trás, produzindo um som que soa como “Wah”.

Os diferentes sons e efeitos dos grandes guitarristas

Você quer tocar do mesmo jeito que seu ídolo toca?

Pois bem, certamente ele usa equipamentos específicos para reproduzir um efeito particular. É necessário ter ferramentas para tocar as músicas de seus artistas prediletos!

Jimi Hendrix, considerado o melhor guitarrista de todos os tempos e por muita gente, utilizava principalmente o Fuzz, o Chorus, o Wah Wah e Octavia. Ele usava modelos experimentais de pedais que depois eram colocados à venda no mercado. Hoje em dia, encontramos facilmente esses modelos nas lojas.

Slowhands, um dos guitarristas mais conhecidos da história. Eric Clapton conseguiu criar seus próprios efeitos.

Quando Eric Clapton entrou para o grupo Cream, ele inventou o “Woman Tone”.

Esse efeito foi elaborado graças a uma combinação de ajustes dos captadores com o efeito do Wah wah. Infelizmente, hoje em dia o músico sofre com uma doença motora que não permite que ele desenvolva mais técnicas elaboradas na guitarra.

Para tocar como os músicos do Pink Foyd ou do U2, você precisa utilizar o efeito Delay. Ele permite retardar o tempo entre a produção e a difusão do som. Isso gera uma impressão de eco.

A guitarra evoluiu tanto ao longo dos anos, que hoje temos uma enormidade de opções para tocar da maneira que mais apreciamos!

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