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Tutoria do idioma de Camões desde a Educação Infantil

De Camila, publicado em 17/07/2017 Blog > Reforço escolar > Português > Aula particular de língua portuguesa para crianças

Mesmo que a maioria dos alunos não repitam de ano no término de um ciclo escolar, isso não quer dizer que muitos deles não tenham dificuldades de aprendizado. Tais deficiências podem acabar virando obstáculos nos anos que estão por vir.

Sendo assim, o ideal, sempre que possível, é o acompanhamento personalizado ao estudante desde os primórdios da sua vida escolar.

  • Seu filho não consegue assimilar direito as matérias?
  • Ele não se sente motivado em ir à escola?
  • Ele tem dificuldade de memorização ou compreensão?
  • Ele não consegue se concentrar no exercícios?

Talvez a metodologia empregada na escola que ele frequenta não seja adequada às suas necessidades. Por isso ele precisaria de tutoria particular especializada.

Então, por que não colocá-lo em uma aula de português individual? Melhor ainda, um curso do nosso idioma voltado especificamente para as crianças?

Superprof apresenta aqui as informações básicas que você precisa sobre a importância de possuir um nível correto de português durante a primeira idade. Tentaremos mostrar também os benefícios de colocar seu filho – ou filha – em uma aula de reforço caso ele encontre dificuldades no aprendizado da língua.

Crianças também podem fazer tutoria individualizada de português. Não existe idade mínima para começar uma aula particular.


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Muitas crianças com deficiência na escola

Não é novidade para muitos que o Ensino de Base no Brasil precisa passar por uma melhora substancial. Principalmente o sistema de  ensino público.

Se os pais não têm condição financeira mínima para pagar uma escola particular para seus filhos, é bem provável que eles entrem para as estatísticas da deficiência do sistema público de educação.

Sim, ainda existem escolas de Ensino de Base bancadas pelo governo  que são boas. No entanto, a proporção entre elas e as particulares é simplesmente não comparável. Sem contar na luta que é conseguir uma vaga para seu filho em uma dessas boas instituições.

Agora vamos aos números.

Para se ter uma ideia, o Brasil ficou no final da lista de um estudo feito sobre a qualidade da Educação de Base em 2016.

O Fórum Econômico Mundial apresentou o resultado de uma pesquisa chamada “Relatório Sobre o Capital Humano” que mede o êxito dos países em preparar seus cidadãos para criar valor econômico.

Nosso querido país ganhou o posto de número 83, dentre as 130 nações que integraram as análises. Ou seja, lá no finalzinho…

Uma matéria sobre o “feito” alcançado pelo nosso sistema educacional foi publicada pela BBC Brasil. A mídia explicou que tal relatório “sintetiza indicadores de ensino, capacitação e emprego disponíveis a cinco grupos etários diferentes (menos de 15 anos a mais de 65 anos), como qualidade de escolas primárias, taxa de desemprego e treinamento no trabalho.

Mais alarmante ainda foi a constatação do que puxou o país para uma posição tão baixa: o preparo dos jovens de 0 a 14 anos. Segundo a BBC, o Brasil ficou no centésimo lugar na avaliação desse quesito.

Outra deficiência que pesou na avaliação da nossa nação foi a chamada “taxa de sobrevivência em educação básica”, que mostra a capacidade de o aluno sair bem preparado do ciclo primário de ensino (98º lugar), e a qualidade da educação primária (118º lugar).

É triste pensar que grande parcela dos pequeninos do nosso Brasil não tem condições básicas de acesso à Educação de Base. Sendo assim, o aprendizado é prejudicado desde a Educação Infantil, onde as bases da construção do conhecimento ganham seus pilares.

Então, qual é a solução?

Infelizmente, uma mudança em nível nacional levaria décadas. Isso se ela fosse colocada em prática, o que não é o caso na atual conjuntura político-social do Brasil.

Sendo assim, se seu filho encontra dificuldades na escola e você – pai, mãe ou guardião – tem condições financeiras razoáveis, uma aula particular de português seria o ideal.

Lembrando que existem tarifas de professores para todos os bolsos, mas isso é assunto para uma outra matéria aqui no Superprof!

O Brasil ficou mal na pesquisa sobre educação mundia. O nível de acesso dos alunos ao Ensino Infantil é o mais baixo do país.

Começar o Ensino Fundamental já “alfabetizado”

Você sabia existem cerca de 12,9 milhões de analfabetos no Brasil?

Tal número foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em novembro de 2016 após Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

Se você achou o número elevado, então fique de boca aberta com mais uma constatação: a taxa de brasileiros nessas condições vem caindo nos últimos 10 anos! Acompanhe a evolução da percentagem de analfabetismo no país:

  • 2012 – 8,7% da população;
  • 2013 – 8,5% da população;
  • 2014 – 8,3% da população;
  • 2015 – 8,0% da população.

Outro dado preocupante da pesquisa apontou que crianças entre 4 e 5 anos possuem o nível mais baixo de matrícula nas escolas. Ou seja, no Ensino Infantil.

Uma pessoa é considerada analfabeta quando jamais recebeu nenhum tipo de educação escolar. Sendo assim, os números da pesquisa acima não englobam os iliterados. Esses últimos são aqueles que receberam educação na língua portuguesa, mas não aprenderam o suficiente para utilizá-la de forma autônoma. Tal característica também pode ser chamada de “Analfabetismo Funcional”.

As aulas de português ministradas no Ensino Fundamental e Médio dão o suporte necessário ao aluno para que ele não faça parte dos números dessas estatísticas.

Aprender corretamente o nosso idioma é essencial para o sucesso global da criança durante todo o Ensino de Base. O aprendizado da gramática, do vocabulário e ainda da sintaxe é primordial para o desenvolvimento do aprendiz na expressão e compreensão escrita e oral.

Isso sem contar se você deseja que seu filho aprenda uma língua estrangeira no futuro. Ele precisará, primeiramente, dominar sua língua nativa para depois se lançar na aventura de conhecer um novo idioma.

Sendo assim, se a criança tem um mínimo de contato com o português através de aulas particulares antes do primeiro ano do Ensino Fundamental, ela entrará nessa fase da sua vida escolar já sendo uma pessoa alfabetizada.

Escolher professor que segue o programa do Ensino Básico

Um bom professor é sinônimo de sucesso garantido para o aluno.

Levando tal afirmativa em consideração, é muito importante que a escolha do professor particular de português siga alguns critérios específicos.

Estudos mostraram os efeitos benéficos que a tutoria individualizada pode levar aos pupilos que encontram dificuldades no aprendizado escolar. São eles:

  • Abordagem estruturada da matéria;
  • Desenvoltura nos estudos a partir de um apanhado claro e preciso do tema pelo professor;
  • Processo de aprendizagem que avança passo-a-passo;
  • Ritmo regular de estudos, garantindo a boa assimilação de um assunto antes de começar outro.

Sem contar que a pedagogia do professor, assim como sua relação com o aluno, interfere diretamente no processo de aprendizado.

Determinação e boa comunicação – assim como o domínio da matéria ensinada – são característica fundamentais para um bom professor particular de língua portuguesa que pretende acompanhar o programa curricular do Ensino Básico ao lado do aluno em dificuldade.

De acordo com o MEC, ao longo dos nove anos do Ensino Fundamental, “espera-se que os alunos adquiram progressivamente uma competência em relação à linguagem que lhes possibilite resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e alcançar a participação plena no mundo letrado. Para que essa expectativa se concretize, o ensino de Língua Portuguesa deverá organizar-se de modo que os alunos sejam capazes de:

O aluno deve conseguir se comunicar claramente na sua língua nativa. A comunicação básica do quotidiano é um dos objetivos da língua portuguesa ensinada no Ensino Fundamental.

  • Expandir o uso da linguagem em instâncias privadas e utilizá-la com eficácia em instâncias públicas, sabendo assumir a palavra e produzir textos — tanto orais como escritos — coerentes, coesos, adequados a seus destinatários, aos objetivos a que se propõem e aos assuntos tratados;
  • Utilizar diferentes registros, inclusive os mais formais da variedade lingüística valorizada socialmente, sabendo adequá-los às circunstâncias da situação comunicativa de que participam;
  • Conhecer e respeitar as diferentes variedades lingüísticas do português falado;
  • Compreender os textos orais e escritos com os quais se defrontam em diferentes situações de participação social, interpretando-os corretamente e inferindo as intenções de quem os produz;
  • Valorizar a leitura como fonte de informação, via de acesso aos mundos criados pela literatura e possibilidade de fruição estética, sendo capazes de recorrer aos materiais escritos em função de diferentes objetivos;
  • Utilizar a linguagem como instrumento de aprendizagem, sabendo como proceder para ter acesso, compreender e fazer uso de informações contidas nos textos;
  • Valer-se da linguagem para melhorar a qualidade de suas relações pessoais, sendo capazes de expressar seus sentimentos, experiências, idéias e opiniões, bem como de acolher, interpretar e considerar os dos outros, contrapondo-os quando necessário;
  • Usar os conhecimentos adquiridos por meio da prática de reflexão sobre a língua para expandirem as possibilidades de uso da linguagem e a capacidade de análise crítica;
  • Conhecer e analisar criticamente os usos da língua como veículo de valores e preconceitos de classe, credo, gênero ou etnia.”

O aperfeiçoamento dessas noções pode ser proporcionado por um bom professor particular, principalmente se o aluno encontra obstáculos ligados à metodologia empregada pela escola.

O tutor de língua portuguesa ensina de maneira adaptada ao aluno. A metodologia do professor particular será adaptada à idade da criança.

No entanto, tal tutor encarregado do acompanhamento individual precisa de uma boa pedagogia para detectar onde estão as dificuldades do pupilo. O educador precisa, igualmente, buscar a melhor metodologia para o perfil de cada aprendiz, pois o mesmo método de ensino pode não funcionar para crianças com perfis de aprendizado diferentes.

Muitas pessoas têm tendência a pensar que crianças que ainda não entraram no Ensino Fundamental são muito jovens para ter aulas particulares. Esse não é o caso. Isso porque os cursos são adaptados ao desenvolvimento cognitivo do pequeno de acordo com sua idade, assim como sua capacidade de concentração e suas dificuldades.

Com o auxílio de um bom profissional do ensino da língua portuguesa, seu filho que ainda está no Educação Infantil pode sim começar a fazer aulas particulares do idioma. Quem sabe ele não ganha gosto pela língua desde cedo?!

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